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O que é inverno nuclear?

17.02.2011 às 00:00

Existem atualmente 11 paises, com capacidade de produzir armas nucleares. Se apenas dois deles detonassem 50 bombas cada um do tamanho usado em Hiroshima, que foi equivalente a cerca de 15 mil toneladas de TNT, seria suficiente para causar o pior desastre climático na história da humanidade. Em teoria, o uso dessas 50 bombas seria inferior a 0,03% da estimativa de estoques de armas nucleares existente no mundo. Os fatores psicológicos inerentes a um cenário de guerra nuclear, certamente leva à troca de uma maior proporção dos estoques mundiais de armas nucleares, estimado em mais de 30 milhões de megatons.

Conforme explicação dada por Alan Roebok em 2009, mesmo um pequeno surto provocaria danos globais à camada de ozônio devido às reações químicas com o óxido de nitrogênio da estratosfera atingida pela fumaça das cidades em chamas, das florestas e reservas de combustível. Os animais e as plantas já não estariam protegidos dos raios ultravioletas. As colunas de fumaça se esgotariam em 25% nas primeiras semanas, mas o resto que circulam o globo em ambos os lados do Equador durariam meses e até anos, causando perdas de até 99% na luz solar que atinge a Terra.

Isso resultaria na escuridão, fazendo com que as plantas morressem de fome por falta de fotossíntese: a capacidade de produzir carboidratos na presença de luz solar. Por sua vez, os animais também passariam fome. Cidades morreriam de fome também porque a reserva de alimento seria inadequada e seria impossível sustentar a vida por anos até que a produção de alimentos fosse recuperada. A falta de luz solar diminuiria as temperaturas na superfície da terra e dos oceanos e alteraria o padrão dos sistemas de vento. As temperaturas cairiam para abaixo de zero, mesmo no verão nas zonas temperadas, ameaçando o abastecimento mundial de alimentos. A mudança climática resultante provocaria tempestades de vento forte, tufões, furacões e inundações.

Em uma grande guerra nuclear, estima-se que bilhões de pessoas, até a metade da população mundial total, seriam instantaneamente vaporizadas ou incineradas. A maioria do restante seria ferida, afetadas pela radiação, a exposição, fome e traumas psicológicos. Sem acesso a medicamentos ou tratamento muitos deles iria morrer. Os sobreviventes não seriam capazes de voltar a impor qualquer tipo de estabilidade e a raça humana seria reduzida à existência primitiva e necessitaria provavelmente de centenas de anos antes que os efeitos foram superados. Qualquer agressor nuclear seria claramente atingido, assim como o povo sob ataque.

Foi com esse cenário em mente que em julho de 2009, Mikhail Gorbachev disse que "os modelos feitos por cientistas russos e americanos mostraram que uma guerra nuclear resultaria em um inverno nuclear que seria extremamente destrutivo para toda a vida na Terra, o conhecimento disso foi um grande estímulo para nós, pessoas de honra e moral, para agirmos nessa situação.”

Fonte: http://www.helium.com

*Texto extraído de http://domescobar.blogspot.com

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A Minissaia de Ontem e de Hoje

08.02.2011 às 00:00

A Origem da minissaia se dá muito além do que se imagina, durante a idade média, há relatos que uma antiga cultura chinesa, a Duan Qun Miao, que aportuguesado quer dizer  "saia curta Miao",  já utilizava a minissaia.

Depois da I Guerra Mundial, o comprimento das saias diminuiu rapidamente no mundo ocidental. Até meados dos anos 1920, vestidos usados pelos jovens "flappers" eram muitas vezes acima do joelho, que só foi permitido pelo abandono dos espartilhos das eras vitoriana e eduardiana.

O aspecto de saias, no Ocidente da década de 1960 foi geralmente creditado à estilista Mary Quant, que foi inspirado pelo Mini automóvel, embora o designer francês André Courrèges também é frequentemente citado como um pioneiro (os franceses referem-se à minissaia como la mini-jupe).

Alguns também dão crédito a Helen Rose, que fez algumas saias para a atriz de Anne Francis em 1956, para o filme Forbidden Planet.

*Extraído de http://www.fiquecomtroco.com

Postado por Cultura Inúltil

Substâncias usadas para substituir drogas em filmes e séries

27.01.2011 às 00:00

 

Você, que é uma pessoa inteligente, já deve saber que os atores não ingerem bebidas alcoólicas durante as gravações das festas do filme American Pie, ou fumam e se drogam descontroladamente quando gravam filmes como Tropa de Elite.O que eles utilizam são outras substâncias, aparentemente iguais as originais, escolhidas pelo pessoal dos efeitos especiais ou direção de arte. 
 
Abaixo você confere quais substâncias são essas:
 
ÁLCOOL
 
- Uísque: Um copo de chá-mate com bastante gelo ou até mesmo guaraná sem gás.
 
- Cachaça / Vodka: A boa e velha água. 
 
- Drinques Coloridos: Sabe o cosmopolitan de Sex and the City? É apenas uma mistura de água, gelo e anilina. 
 
- Cerveja: É cerveja mesmo, só que sem álcool. 
 
- Champanhe: "Pode até trocar por soda-limonada, mas não fica igual", diz o especialista em efeitos especiais André Kapel. Então, na maioria das cenas, são usados espumantes reais. 
 
FUMO 
 
- Cigarro: Vários atores fumam cigarros comuns, mas muitos preferem versões sem nicotina, criadas para auxiliar quem tenta parar de fumar. Importados dos EUA custam US$ 4 o maço. 
 
- Maconha: Fuma-se tabaco comum enrolado na seda, o papel fino normalmente usado com maconha. Se a cena mostrar a confecção de um baseado, mistura-se tabaco com sálvia para ficar mais parecido.
 
COCAÍNA 
 
- Para Ver: Se a droga é apenas mostrada em carreiras ou papelotes, pode ser substituída por farinha de trigo peneirada (para ficar bem fininha), frutose ou açúcar de confeiteiro. 
 
- Para Cheirar: A substância mais utilizada é o soro fisiológico em pó, à venda nas farmácias para, dissolvido em água, combater gripes e resfriados.  
 
“A aparência é idêntica à droga, e ele pode ser inalado sem causar danos", diz Rafael Blas, assistente de direção de arte.
 
 Fim do mistério. Dentro do estúdio as substâncias são essas, fora dele já é outra história.
 
*Texto extraído de http://achadoseperdidosblog.blogspot.com
Postado por Cultura Inúltil


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