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Cachorro Urubu será uma das atrações do Festival Rock City

O Show acontecerá no próximo dia 22 de julho, na Ilha do Pirá, em Arapiraca

13.07.2017 às 18:42
Foto: Divulgação

No mês do Rock in Roll, a cidade de Arapiraca vai receber o Festival Rock City que vem para matar a saudade de grandes shows de rock na cidade. Com o intuito de promover e diversificar os shows na capital do Agreste, o evento traz o grupo nacional Detonautas e as bandas alagoanas Cachorro Urubu - cantando Tim Maia e Raul Seixas-, Gato Negro e L100. O show será no próximo dia 22 de julho, na Ilha do Pirá, no bairro Jardim Tropical.

A banda Detonautas iniciou em 1997, no Estado do Rio de Janeiro, e é reconhecida nacional e internacionalmente no mundo do rock. Com apresentação diversificada, o grupo tem um repertório que agrada a diferentes gerações. Detonautas esteve em Arapiraca, em outubro de 2013 e promete relembrar os maiores sucessos.

Já a banda Cachorro Urubu, com mais de 15 anos de história é composta por – Phillipe “Seixas” Carvalho (vocais), Victor Lyra (guitarras), Dinho Zampier (teclados), Ney Guedes (teclados), Marco Túlio (violão e viola), Júnior Beatle (baixo), Alisson (bateria), os convidados Elcio (backing vocals), Elaine (backing vocals), Siqueira (trompete), Edson (trombone) e a presença ilustre do Maestro Almir Medeiros (sax) – ganha a tessitura vocal grave do jovem cantor João Hugo Lyra, também empresário da banda, para dar norte às canções de Tim.

No repertório, sucessos do Maluco Beleza, Raul Seixas, e do rei do soul brasileiro, Tim Maia. Os músicos Phillipe Carvalho e Victor Lira, famosos pela homenagem a Raul Seixas com os shows da banda Cachorro Urubu, junto a João Hugo, numa parceria desde 2015.

Com 25 anos de sua morte e 40 outros da criação da Sociedade Alternativa, este músico baiano nos deixa seu legado: a contestação perene. E a banda Cachorro Urubu carrega consigo esse je ne sais quoi ambulante, levando para as novas (e às velhas e ainda visíveis) gerações a crueza de cantar o que se prenunciou há 10 mil anos atrás.

De acordo com o organizador do evento, Arlison Acácio, os portões serão abertos às 20hrs. “Apesar de um grande número de bandas, todas as nossas atrações prometem fazer um showzaço e com muito rock in roll. Vamos deixar as bandas à vontade e queremos que o público também sinta esse clima”, explica.

Serviço:

Evento: Cachorro Urubu será uma das atrações do Festival Rock City

Data: 22 de julho (Sábado)

Local: Ilha do Pirá, no bairro Jardim Tropical.

Horário: 20H

Pontos de vendas: Loja Fórum (Arapiraca Garden Shopping)

ou através do site www.reidobatevolta.com.br 

Mais Informações: (82) 9.8123-5157 / 9.9982-4875

Postado por Diversão & Arte

Movimento Antropofágico Miscigenado inicia terceira temporada no teatro Deodoro

Na terça-feira (11), o músico paulista Vinícius Diasz dividirá o espaço de pocket shows com o alagoano Edi Ribeiro, misturando estilos e celebrando a chamada música “autoral”

07.07.2017 às 09:00

De volta ao saguão do teatro Deodoro na terça-feira (11), Antropofágico Miscigenado chega a uma terceira jornada de celebração da produção musical alagoana. Em novo formato, agora mensal, o movimento que havia começado em janeiro – liderado pelo guitarrista e cantor Edi Ribeiro e o cantor Sebage, ambos, também, compositores – apresenta o cantor e compositor paulista Vinicius Diasz, que vem a Maceió numa pequena turnê começando pela capital alagoana e seguindo para Recife (PE) e João Pessoa (PB). Nessa terceira temporada, o Antropofágico Miscigenado contará com duas atrações. Edi Ribeiro é o outro convidado dessa happy hour à alagoana, nessa edição misturando o rock eletrônico e folk de Diasz com a pegada regional elétrica de Ribeiro. Começa às 17h30, com participação, ainda, de Sebage, Alex Moreira, Mário Alencar e Pc Lamar (os artistas responsáveis pela produção do evento). A entrada é gratuita, porém, é solicitado ao público uma caixinha de ajuda de custo para os músicos que se apresentam no programa.

O Antropofágico Miscigenado, desde janeiro realiza essa confraternização de artistas contemporâneos comprometidos com uma produção original e questionando a estreita visão de mercado local a empurrar o músico alagoano para uma repetitiva performance de covers e tributos.

“A gente começou esse movimento, com o apoio do teatro Deodoro e de outras instituições como o próprio Café da Linda no teatro e as rádios Educativa e Quântica, buscando desmistificar essa orientação mesquinha dos espaços de música ao vivo, que se fecham ao nosso trabalho de composição, que eles chamam de ‘música autoral’, no meu entender, de forma depreciativa... Como assim música autoral? Toda canção foi escrita por alguém, então todas elas são autorais, sejam as porcarias dos Aviões do Forró e Wesley Safadão ou as insuspeitáveis composições de Geraldo Azevedo e Alceu Valença, só para citar alguns dos artistas nordestinos habitualmente alvo de toda sorte de tributo em nossa cidade. As canções que compomos e gravamos são tão boas, e até melhores, do que toda essa encheção de linguiça que toca no rádio e na TV”, dispara Sebage.

Com nove anos de estrada e 22 discos lançados, o guitarrista e compositor Vinícius Diasz dá início a uma série de shows para divulgar o novo álbum, o vigésimo-terceiro, intitulado "Forgiveness Rock" (Crooked Tree Records). “Trata de uma compilação de b-sides e singles, contendo duas faixas inéditas, inclusive a que dá nome ao registro”, explica o músico, que integra o elenco do selo alagoano Crooked Tree Records. Esta é a segunda turnê do artista pelo Nordeste (ele havia se apresentado em Maceió, há quatro anos, no Festival Maionese). 

“Além do trampo solo, eu também toco no projeto Salvaguardas, com Luís Meteoro, que é guitarrista da banda Labirinto e Seamus”, informa Diasz, avisando que vai apresentar dois roteiros musicais. “O primeiro será como one man band [banda de um homem só], tocando acompanhado de programações e samples feitos por mim e guitarra elétrica. O segundo set será como banda, num power trio para as últimas apresentações da tour. Nesse meio tempo estarei registrando as músicas novas do meu 24o disco, com previsão para sair em 2018.” 

Edi Ribeiro diz que se apresentará, também, num formato power trio, com guitarra, contrabaixo e bateria. “É o que hoje consigo me adaptar melhor, embora venho sempre buscando me reinventar. Essa ideia de chamar toda a responsabilidade para minha guitarra surgiu em 2013, quando me lancei ao desafio de trazer as nuances, o molejo e os floreios ‘astutos’ da sanfona para a guitarra. Assim, os arranjos que já desenvolvia na época do Cumbuca para teclados, sanfona e flauta resolvi jogá-los para a guitarra, e foi um negócio que deu certo.”

O músico afirma acreditar na guitarra “mais como sanfona do que mesmo como guitarra”. “Venho desenvolvendo essa linha de trabalho que passou pelo ‘Forrobodó de Guitarra’, em 2013. Foi quando fiz várias apresentações no Zeppelin, restaurantes Comedoria Gourmet e Comadre Fulô e, também, em eventos particulares. Depois veio o ‘Forrójazz’ já no ano passado. Na realidade, eu diria que, atualmente, faço a junção dessas duas vertentes, só que agora com uma linguagem jazz mais ‘visível’ aos ouvidos. E é isso que quero apresentar no Antropofágico Miscigenado, que por sinal acredito ser uma das saídas para se divulgar mais a nossa arte, a nossa música.”

Para Edi Ribeiro, o movimento Antropofágico Miscigenado “não se faz distinção de estilos”. “É uma das questões que sempre discuti com Sebage, de cantarmos, além das nossas músicas, também as músicas de outros colegas, porque assim o público de um artista ficará conhecendo as canções do outro artista que ele talvez não conheça. Acho isso muitíssimo importante.”

ANTROPOFÁGICO MISCIGENADO – Estreia da terceira temporada, com Edi Ribeiro e Vinícius Diasz. Às 17h30. Entrada gratuita, com a solicitação de caixinha para a Urna Antropofágica. Para mais informações, ligue (82) 99197 5995.

TEATRO DEODORO – Rua Barão de Maceió, 377, Centro. Tel. (82) 3315 5665.​

Postado por Diversão & Arte

Festa ‘Treta’ chega a Maceió

Sucesso no Rio de Janeiro, evento desembarca pela primeira vez na capital alagoana para animar a noite de sábado, 8, na Match

05.07.2017 às 19:29
Foto: Divulgação

Pela primeira vez na cidade, a festa carioca que conquistou o Brasil, TRETA, desembarca na capital alagoana neste sábado, 8, para agitar a programação de férias da noite maceioense. Com mais de 21 edições realizadas em mais de 19 estados, a diversão acontece na Match Maceió, no bairro da Jatiúca, a partir das 23h.

Idealizada pelos produtores Guilherme Acrízio e Thiago Araújo em 2014, o evento virou ponto de encontro semanal em Ipanema, no Rio de Janeiro, conquistando o posto da festa mais seguida da rede social Instagram – com mais de 52 mil seguidores e hoje contempla casas noturnas do Brasil a fora, além de edições internacionais no Chile.

A descontração na pista fica por conta dos DJs residentes da TRETA Thiago Araújo e Ravena Creole, trazendo o melhor da cena carioca à cidade. O funk/trap de Karoliny Nascimento e os hits do momento de Katrina Danger, representando a discotecagem alagoana, completam o time.

Os ingressos variam de R$25 a R$30, dependendo do lote disponível, e podem ser adquiridos online no crédito embit.ly/2skGjWO ou através do APP da Match Maceió disponíveis na ‘App Store’ ou ‘Google Play’. Já os ingressos físicos são vendidos no stand do Viva Alagoas, no Maceió Shopping, também podendo ser garantidos na hora, no valor de R$40, sujeito a alteração dependendo do fluxo da festa.

Festa para maiores de 18 anos.

Serviço:

Festa TRETA

Data: Sábado, 08 de julho, às 23h30

Local: Match Maceió, no Jatiúca

Ingressos: R$25 a R$30, no stand do Viva Alagoas do Maceió Shopping e online em bit.ly/2skGjWO ou através do APP ‘Match Maceió’

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A nova onda roqueira da cidade sob o comando da Crooked Tree Records

O selo e gravadora lança o evento “Crooked Sessions” no Pub Fiction, nessa quinta-feira (29); Jorg, Killing Surfers e Sebage são as atrações

28.06.2017 às 19:15
Banda Killing Surfers - Foto: Claudionor Gomes/Divulgação

“Crooked Sessions” é mais um evento do selo alagoano Crooked Tree Records, fundado há pouco mais de um ano com um elenco que inclui a legendária banda Mopho – que lançou pelo selo, no início do ano, o emocionante álbum “Brejo” – e a novíssima trupe da Jude, outro trunfo da gravadora que desde dezembro de 2016, quando estreou com o psicodélico álbum virtual “Ainda que de Ouro e Metais”, vem conquistando fãs por todo o Brasil. Retomando um projeto musical iniciado ainda nos anos 1980, Sebage fez o lançamento da coletânea “Beatnik” em janeiro deste ano. É com Sebage e banda mais a galerashoegaze da Killing Surfers e o projeto Jorg, do músico Caíque Guimarães, todos com álbuns e EPs lançados pela gravadora, que o evento “Crooked Sessions” dá o pontapé inicial, nessa quinta-feira (29), a partir das 20h, na casa de shows mais roqueira da cidade, o Pub Fiction.

A cada mês, as “Crooked Sessions” apresentarão artistas locais que compõem o elenco da Crooked Tree Records, contando, também, com bandas e músicos convidados de outros Estados, como o paulistano Diaz, já agendado para julho, e os cariocas da banda Humbra, marcada para agosto. Prepare-se que as pedras apenas começaram a rolar.

“Nessa primeira sessão, teremos o artista solo Sebage, o ‘clássico’ da Crooked acompanhado de sua banda, seguido pela Killing Surfers descolando aquela barulheira ora fofinha ora furiosa, e Jorg, a banda do artista Bad Rec Project que não é outro senão o superguitarrista e violonista Caíque Guimarães”, explica o criador e diretor executivo da gravadora, o guitarrista Mário Alencar, que toca com a Killing Surfers e Sebage, além de empreender outros projetos solos, como o instrumental Sketchquiet.

E tem mais, o guitarrista e produtor Reuel Albuquerque, da linha de frente das bandas Jude e Morfina, veste a carapuça do DJ Ecolalia prometendo sacudir o esqueleto da moçada antes de as bandas subirem ao palco para tocar. Vai ser uma daquelas noites que você não vai mesmo ficar de bobeira.

Pensou que a cena rock de Maceió estivesse meio paradinha? Que nada. Nem mesmo no São João os caras dão trégua. Tendo realizado no dia 13 de maio o bem sucedido primeiro “Crooked Records Fest” – que lotou o espaço Quintal Cultural, no bairro do Bom Parto na região central de Maceió –, a gravadora está com a corda toda já planejando as “Crooked Folk” – estas circularão pelos quintais de músicos que desejarem abrir suas portas para essa entourage de artistas inquietos e talentosos, já começando em julho na casa de Sebage. Aguardem a confirmação da data.

A entrada para a estreia das “Crooked Sessions”, como diz o manager Mário Alencar, “custa apenas cinco temers vacilões” – ou seja, R$ 5. “E para quem chegar na hora do show da banda Jorg, irá ganhar o disco do projeto Bad Rec Project, que acaba de ser lançado pela Crooked. Mas fique atento, só pega o disco quem chegar na hora da primeira banda, que é a Jorg. Quando acabar o show deles, não ganha mais”, avisa o boss da Crooked.

Para acompanhar a página “Crooked Sessions” no Facebook, acesse https://www.facebook.com/events/1874861635915850/. E aqui vão os links dos músicos que compõem essa primeira edição do evento:

Sebagehttps://crookedtreerecords.bandcamp.com/album/beatnik

Killing Surfershttps://killingsurfers.bandcamp.com/

Jorghttps://transtorninhorecords.bandcamp.com/album/crav-pera

CROOKED SESSIONS

Quinta-feira (29), às 20h. Ingressos: R$ 5.

PUB FICTION

Avenida. Doutor Antônio Gomes Barros,1.144 (antiga Amélia Rosa), Jatiúca.

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Quiçaça leva música de Arapiraca para o Teatro Deodoro é o Maior Barato

A banda se apresenta nesta quarta-feira (21), às 19h30

19.06.2017 às 18:24
Quiçaça, criada em 2016, é uma junção de vários músicos arapiraquenses - Foto: Ilustração

É a vez de a música regional entrar em cena no palco do Teatro Deodoro é o Maior Barato. A banda Quiçaça se apresenta nesta quarta-feira (21), às 19h30. Os ingressos custam R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 a meia entrada e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro e online pelo site http://www.compreingressos.com/espetaculos/8482-jurema-banda-quicaca#cabecalho, sem cobrança de taxa de conveniência.

A banda, formada pelos músicos por Ruan Mello (guitarra e vocais), Gleyson Matheus (guitarra e vocais), Ricardo Evangelista (percussão e versos), Rodrigo Cruz (bateria) e Janu Leite (baixo e vocais), apresenta o show Jurema, que dá nome ao primeiro EP lançado em março deste ano, fazendo um passeio por versos, melodias, graves e batuques.

‘Arrocha o nó que a poeira cobre inté a estrada’, diz o primeiro single da banda alagoana Quiçaça, criada em 2016, “com a junção de vários músicos arapiraquenses que possuem outros projetos, só que juntos criam a gênese desse reggae rural progressivo e psicodélico, casqueando o casco na trilha da catingueira e sabendo muito bem pra onde vai. Pra desanuviar e com várias referências à cultura nordestina, sobretudo de Arapiraca, o som da Quiçaça remete a um Nordeste que bebericava na psicodelia dos anos 70, com uma contextualização mais que precisa dos fenômenos musicais mais recentes”, explicam os músicos.

A banda se apresenta pela primeira vez no projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato. “É massa, sabe?! A Quiçaça, apesar de ter músicos que trabalham em outros projetos há anos, é uma banda nova, com praticamente um ano, e tem a honra de estar no palco mais tradicional do Estado”, acrescentou o vocalista e baixista, Janu Leite.

Serviço:

Teatro Deodoro é o Maior Barato – Banda Quiçaça - Show Jurema

Data: Quarta-feira (21)

Horário: 19h30

Local: Teatro Deodoro, Centro de Maceió

A entrada custa R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 a meia entrada na bilheteria do teatro e online pelo site http://www.compreingressos.com/espetaculos/8482-jurema-banda-quicaca#cabecalho, sem cobrança de taxa de conveniência.

Postado por Diversão & Arte

Clube do Rock | Tributo a Chico Science acontece neste sábado

O evento acontece neste sábado (17), a partir das 22h, no Black Out Pub, no bairro da Jatiúca

16.06.2017 às 18:02
Banda Atrito 82 agita a noite deste sábado no Black Out Pub

O projeto Clube do Rock realiza uma noite dedicada ao melhor do Manguebeat - movimento contracultura surgido no Brasil no inicio da década de 90 -, com a banda alagoana Atrito 82, que homenagea o cantor e compositor Chico Science, além de duas bandas autorais; a Galaxtrio, e a Efeito Moral tocando o melhor do rock n roll. O evento acontece neste sábado (17), a partir das 22h, no Black Out Pub, no bairro da Jatiúca.

A Banda de Rock Regional Atrito 82 teve inicio em 2004, e denomina seu estilo musical como Rock Cabra Macho, onde se mistura o rock com ritmos Nordestinos como: forró pé de serra, maracatu, guerreiro, coco de roda, reisado, dentre outros. As letras focam o sertão e seus heróis, valorizando a cultura nordestina que corre nas veias de cada membro do grupo que é formado por Pedrox (Voz), Igor Lokão (Baixo), Marcão (Guitarra), Luiz (Bateria), Paulinho (Alfaia) e Jairon (Alfaia).

  Segundo o vocalista da banda Atrito 82, Pedrox, o nome da banda dar-se-á necessidade dos membros de ir com seu som de encontro a cena musical atual, nacional e internacional, gerando assim o Atrito. Já '82', é prefixo telefônico do estado de Alagoas, identificando o orgulho de sua terra e a naturalidade da banda.

De acordo com Pedrox, Chico Science traz uma mistura ritmos regionais. “Mesmo 20 anos após a morte de Chico, seu movimento ainda é muito presente nos dias atuais, traz em sua música o maracatu, com rock, hip hop, funk rock e música eletrônica. O movimento tem como principais características nas letras, críticas ao abandono econômico-social do mangue e da desigualdade”, explicou.

O objetivo do movimento surgiu de uma metáfora idealizada por Fred 04 (vocalista da banda Mundo Livre S/A), ao trabalhar em vídeos ecológicos. Como o ecossistema manguezal é chave na biodiversidade global, sendo o autor do primeiro manifesto do manguebeat em 1992, intitulado "Caranguejos com cérebro". “Chico Science foi o ícone deste movimento e o caranguejo tornou-se o símbolo que representa a forma de vida típica dos manguezais, que é capturado e vendido por trabalhadores da região”, contou Pedrox.

A segunda atração da noite ficará por conta da Galaxtrio, banda que faz uma busca incessante de novos timbres, batidas, pulsações e idéias. Oficializou sua estreia no Festival PALMA (Palco da Música Autoral) em Abril de 2015, onde os integrantes oriundos de outros projetos sentiram a necessidade de por em prática seus conceitos musicais com objetivo de repassar ao público suas experiências sonoras.

O Trio, composto por Túlio Marcus (Guitarra e voz), Ailton Gomes (Bateria e Backing vocais), e Dió Leão (Baixo e Backing Vocais), lançou em Março de 2016 o seu primeiro EP homônimo, contendo três músicas, disponível no formato físico e digital e em Março de 2017 lançaram mais dois singles e um audiovisual, veiculados nas plataformas digitais, de lá pra cá, a banda se apresentou em vários eventos musicais, sempre tendo uma ótima receptividade do público.

Já a Efeito Moral propõe “denunciar” musicalmente os transtornos causados pela má administração pública e os problemas atuais. A Banda que tem em sua formação músicos experientes com um som pesado e com letras ácidas, que se desenham de Led Zeppelin a Rage Against The Machine, e trazem em sua formação Dias (vocal), Silva (guitarra), Bulhões (baixo) e Santos (bateria).

Segundo Silva, a banda começou a ser montada no final de 2014 e já tem disco gravado. “Começamos em 2014 e em seguida produzimos o nosso primeiro trabalho com 10 faixas – o disco Metralhaboca –, onde estreamos em 2016. Desde então, participamos de eventos como Ocupe a Vila, Ocupe a Praça e I Festival Em Cantos de Alagoas, onde estamos entre os finalistas. Finalizou.

Serviço:

Evento: Clube do Rock | Tributo a Chico Science acontece neste sábado

Data: 17 de junho (Sábado)

Local:  Black Out Pub, Jatiúca

Horário: 22H

Ingressos antecipados: por R$15,00 a partir de 10/06 pelo delivery zap grátis do Clube do Rock (98868-4696) e pelos pontos-de-venda Folia Brasil (GBarbosa) e loja Mister Rock (em frente ao Sesc Poço).

Ingressos no local: R$20,00

Postado por Diversão & Arte

Musical “Cartola - O Mundo é um Moinho” estreia turnê nacional em Maceió

Mega-produção assistida por mais de 70 mil espectadores realiza sessões dias 08 e 09 de julho, no Teatro Gustavo Leite

10.06.2017 às 15:00
Aline Aquino/Divulgação

A festa não pode acabar! Em continuidade às celebrações pelo centenário do samba, comemorado em dezembro de 2016, chega a Maceió o musical “Cartola – O Mundo É um Moinho”, nos dias 08 e 09 de julho. As duas sessões acontecem no Teatro Gustavo Leite, às 20h e 19h, respectivamente. Com 18 atores em cena e orquestra de oito músicos, espetáculo é uma ode ao legado e à vida de um dos pais fundadores da Estação Primeira de Mangueira, e já emocionou 70 mil pessoas em suas temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Compositor de “Alvorada” e “As Rosas não Falam”, Cartola é um ícone da música brasileira. Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, agora é homenageado por suas próprias composições. Durante duas horas e meia, seus principais sucessos são revisitados pelos personagens, servindo de trilha para contar sua própria história. A dramaturgia é de Artur Xexéo, em pesquisa de Nilcemar Nogueira, neta do Poeta das rosas.

É claro que o samba e o Carnaval não podiam ficar de lado. A trama se desenha em meio a um universo familiar para Cartola: dentro de uma escola de samba que desenvolve justamente o cantor e compositor como enredo. O Carnavalesco apresenta o tema para os componentes da agremiação e, a partir daí, inicia-se uma deliciosa e rica história que passeia por fatos marcantes da vida do Divino – como também era conhecido –, temperados por suas belas canções, e abordando os conflitos do cotidiano da construção de um desfile de Carnaval. Naturalmente, o musical também mergulha fundo no coração do sambista, ao falar da paixão pela Mangueira e pelo amor a sua eterna companheira Dona Zica, com quem foi casado por 26 anos.

As canções são conhecidas e reconhecidas por qualquer fã do samba, e também estão no imaginário de todo brasileiro. Apenas uma composição é inédita: a faixa que encerra o espetáculo, escrita por Arlindo Cruz e Igor Legal, uma samba-enredo chamado “Mestre Cartola”.

No elenco, 18 atores-cantores dão vida a personagens reais e fictícios, membros do cotidiano da Escola de Samba. A seleção dos atores foi um capítulo à parte: foram 3000 inscrições, vindas de todo canto do país; mais de 400 audições; 17 candidatos selecionados e um convidado: Flavio Bauraqui (Cartola). Todo composto por negros, o elenco realça o talento de um povo que historicamente foi o criador e difusor do ritmo, nascido no Brasil com forte influência das tradições africanas. “É uma resposta artística para a sociedade, mostrando que a cultura negra tem sim grande importância cultural, e nada melhor para provar isso do que o próprio Samba”, conta Jô Santana, idealizador do espetáculo.

Desde a estreia, em setembro de 2016, o musical arrastou mais de 70 mil pessoas ao teatro. Temporadas aconteceram em São Paulo e Rio de Janeiro. Iniciando turnê em Maceió nos dias 08 e 09 de julho, no Teatro Gustavo Leite, “Cartola – O Mundo É Um Moinho” passa em seguida por João Pessoa, Salvador, Goiânia e Belo Horizonte. Os ingressos já estão à venda nos estandes Viva Alagoas, Acesso Vip e Folia Brasil, além do site www.lojadeingresso.com.

FICHA TÉCNICA:

Idealização:Jô Santana

Dramaturgia:Artur Xexéo

Pesquisa:Nilcemar Nogueira

Direção e Encenação:Roberto Lage

Elenco:Flávio Bauraqui, Andréa Cavalheiro, Hugo Germano, Adriana Lessa, Silvetty Montilla, Augusto Pompêo, Edu Silva, Renata Vilela, Ivan de Almeida, Larissa Noel, Lu Fogaça, Lica Oliveira, Grazzi Brasil, Flávia Saolli, Paulo Américo, Léo França , Rodrigo Fernando e Leonam Moraes.

Diretora Assistente: Joanah Rosa

Diretor Residente: Ricardo Gamba

Direção Musical:Rildo Hora

Direção Musical Assistente:Guilherme Terra

Músicos: Guilherme Terra, Ricardo Berti, Maurício de Souza, Bruno Vieira, Eduardo Brasil,  Leonardo Santiago, Márcio Guimarães e Rodrigo Sanchez.

PreparaçãoVocal: Guilherme Terra

Arranjos:Rildo Hora

Arranjos vocais e música incidental:Guilherme Terra

ComposiçãoOriginal: Arlindo Cruz e Igor Leal

Designer de Som:Bruno Pinho

Piano e Regência:Guilherme Terra

Figurino:Luciano Ferrari

Cenografia: Paula de Paoli

Diretor de palco:Ricardo Santana

Iluminação:Fran Barros

Visagismo:EliseuCabral

Comunicação:Simone Galiano

Marketing Cultural:Ghéu Tibério

Comunicação Visual:Rafael Porazza

Assessoria de Imprensa:Kassu Comunicação

Assessoria Jurídica:Mario Mafra

Coordenação de Produção:Renato Araújo

Produção de Elenco:Ricardo Gamba

Fotografia Artística Estúdio:Vânia Toledo

Fotografia Cena:Lenise Pinheiro

Direção Financeira:Dani Correia 

Gestão de Leis de Incentivo:Correia Cultural

Realização: Fato Marketing & Produções

Produção local: G A Produções

SERVIÇO:

“Cartola – O Mundo É um Moinho”

Local: Teatro Gustavo Leite.

Endereço: Rua Celso Piatti, s/n – Jaraguá.

Datas: 08 de julho (sábado) às 20h e 09 de julho (domingo) às 19h.

Valores dos Ingressos:

Plateia A – Inteira: R$ 140  Meia: R$ 70

Plateia B – Inteira: R$ 120  Meia: R$ 60

Mezanino – Inteira: R$ 100  Meia: R$ 50

Benefício de meia-entrada: estudantes, idosos, professores e clientes da Porto Seguro Seguradora.

Ingresso solidário: (adquirido com doação de 1 kg de alimento)

Plateia A  - R$ 84

Plateia B  - R$ 72

Mezanino - R$ 60

Pontos de venda: Viva Alagoas (Maceio shopping), Folia Brasil (G Barbosa Stella Maris) e Acesso Vip (Parque Shopping e Unicompra Farol)

Vendas online: www.lojasdeingresso.com

Duração:150 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Informações: (82) 3032-5210 / 99601-2828

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Amálgama é a nova exposição do Café da Linda, no Teatro Deodoro

Mostra é do artista Dênnys Oliveira e será aberta na terça (13), às 19h

10.06.2017 às 09:30

O Café da Linda, no Teatro Deodoro, abre as portas para mais uma exposição. Amálgama, do artista Dênnys Oliveira, da cidade do Pilar, entra em cartaz na próxima terça-feira (13-06), às 19h. As visitas podem ser feitas até 16 de julho, a partir das 14h até o horário de encerramento do evento do dia. A entrada é franca.

A exposição apresenta mais de 20 telas e 5 esculturas. Numa mistura de arte contemporânea com expressionismo, os trabalhos são figurativos com a presença do abstrato. O nome Amálgama surgiu a partir da proposta das obras que fazem uma mistura de raças. O artista contou que o preconceito e a xenofobia são problemas que o incomodam muito. O artista disse que não consegue enxergar as pessoas diferentes pela cor, que são todos seres humanos e que a arte tem o poder de quebrar com isso e promover a união.

Autodidata, Dênnys desenha desde criança, mas começou a se profissionalizar em 2005. Ele dá aulas de desenho e pintura para 30 crianças. Começou como voluntário e depois recebeu apoio da Prefeitura de Pilar e do Sesi. Já expôs na cidade natal, Pilar, em outras cidades do interior e é a primeira vez que o artista leva seu trabalho para uma exposição em Maceió.

“Sempre tive o sonho de fazer uma exposição no Teatro Deodoro, olhava aquela arquitetura e ficava imaginando como seria... meu pai dizia: um dia você chega lá! Tenho vários sonhos e esse era um dos maiores. Ainda não caiu a ficha, estou muito feliz”, revelou o artista Dênnys Oliveira.

O curador da exposição, Sérgio Moraes, que também é escritor, poeta e membro das Academias Alagoana de Cultura e Pilarense de Letras, comemora o momento vivido pelo artista. Sérgio Moraes acompanha o trabalho de Dênnys Oliveira desde o início de sua carreira. “É um jovem talentoso, que ainda tem muito a mostrar na arte contemporânea. Esta oportunidade de expor no Teatro Deodoro, uma das maiores vitrines da arte e cultura em Alagoas, é muito importante, um alicerce para o Dênnys crescer mais”, complementou o curador.

Serviço:

Exposição Amálgama, do artista Dênnys Oliveira.

Quando – Abertura na terça-feira (13-06), às 19h.

Visitas – Até 16-07, a partir das 14h até o horário de encerramento do evento do dia.

Onde – Café da Linda, no Teatro Deodoro, Centro de Maceió.

A entrada é de graça. 

Postado por Diversão & Arte

Pedro Salvador, enfant terrible do rock caeté lança álbum solo nesta sexta (9)

08.06.2017 às 03:00
Foto: Fernando Yokota/Divulgação

Lançado em maio de 2017 pelo selo local Crooked Tree Records, o álbum "Pedro Salvador" é um passeio por todas as influências e vivências do multi-instrumentista Pedro Salvador, um dos mais influentes músicos da atual cena roqueira da capital. “É um disco calcado no rock, baseado em guitarras distorcidas, porém, buscando novos caminhos para este senhor, hoje cansado e careta, que é o rock and roll”, afirma o artista, que faz o show de lançamento do álbum virtual na sexta-feira (9), no espaço do coletivo AfroCaeté, à rua Barão de Jaraguá, 381, no bairro histórico do Jaraguá (região central de Maceió). A casa abre às 21h30 com a cantora Natalhinha Marinho apresentando o show “Frita’s Lee”, com repertório “especialíssimo” da roqueira Rita Lee.

Guitarrista e um dos compositores da banda Necro, Pedro Salvador é, também, integrante da Messias Elétrico e toca bateria na nova sensação do rock caeté, a banda Jude. No álbum solo, o músico traz à tona um espírito inquieto e criativo que o torna um dos mais brilhantes artistas da atualidade. Entre um riff e outro se intercalam no disco ritmos e sonoridades como arrocha, rocksteady, afrobeat, atonalismo e funk. De resto, as letras permeadas de “versos ácidos e apocalípticos” revelam a natureza indomável dessa fera do rock. A terceira faixa, "Canção da Lua", foi finalista na edição de 2016 do Festival Em Cantos de Alagoas.

Ouça aqui: https://crookedtreerecords.wordpress.com/category/pedro-salvador/.

Caos e criação, gênese e destruição, “Pedro Salvador” é um disco de rock para além do rock. O lançamento na sexta-feira será uma celebração do rock alagoano com um pé na música experimental e/ou underground. Salvador apresentará as músicas do álbum e outras dos EPs que gravou anteriormente, além de algumas canções inéditas. Participam dessa empreitada, ainda, o baterista e percussionista Thiago Alef (Necro, Barba de Gato) e outro multi-instrumentista, o veterano Junior Bocão (Divina Supernova, Casa Flutuante), tocando contrabaixo.

Pedro Salvador

Lançamento do álbum solo “Pedro Salvador” – Abertura: Natalhinha Marinho com o show “Frita’s Lee” – Sexta-feira (9), a partir das 21h30. Ingressos (vendidos somente na hora, no local) a R$ 10.

Sede do Coletivo AfroCaeté

Rua Barão de Jaraguá, 381, bairro central do Jaraguá – Maceió.

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Clube do Rock realiza noite Grunge nesta sexta-feira

O evento acontece nesta sexta-feira (9), a partir das 22h, no Rex Bar, no Jaraguá

07.06.2017 às 19:09
A banda pernambucana Namente vai tocar os sucessos do Nirvana - Foto: Divulgação

O projeto Clube do Rock realiza mais uma noite dedicada à noite do Grunge com a banda pernambucana Namente, que toca os sucessos de uma das bandas mais emblemáticas da história do rock, Nirvana; a Garden, fundada com o propósito de disseminar a obra da banda norte-americana de rock alternativo Pearl Jam e a Dharma, banda convidada que traz um trabalho autoral lançado no final do ano passado. O evento acontece nesta sexta-feira (9), a partir das 22h, no Rex Bar, no Jaraguá.

A banda Garden promove, desde o primeiro ano de carreira e sempre nos meses de janeiro, o “Tributo ao Pearl Jam”, iniciativa que já faz parte do calendário de eventos relacionados à cultura do rock alternativo da capital alagoana e é formada pelos músicos Oldemburgo Neto (Vocal e Guitarra), Daniel Costa (Baixo), Anderson Panda (Bateria), João Paulo Born (Guitarra) e Kako Almeida (Guitarra).

De acordo com Neto - vocalista e guitarrista da Garden-, Pearl Jam é uma das bandas-chave do movimento grunge dos anos 90. “Desde o clássico álbum “Ten” ao mais recente “Lightning Bolt”, a Garden revisita temas de todos os discos do Pearl Jam, proporcionando uma legítima e respeitosa experiência musical dentro do universo de uma das melhores bandas de rock de Seattle e do mundo”.

Já a banda Namente,composta por Wagner Kouer (Vocal e Guitarra), Fábio Tomate (Baixo) e Balis (Bateria e Backing vocal), iniciou o projeto cover da banda Nivarna, logo após morte do  vocalista e guitarrista Kurt Cobain, completando este ano, 23 anos de carreira.

“Desde 1994 após a morte de Kurt Cobain, o vocalista da nossa banda decidiu fazer uma banda grunge com letras em Português e fazer cover do Nirvana - que obteve grande sucesso em meio ao movimento grunge de Seattle no início dos anos 90-, a banda de maior influência para o Namente”, explica o vocalista Wagner Kouer.

A banda alagoana Dharma lançou seu segundo álbum, "A Cor do Céu Mudou", com 13 faixas, que navega pela necessidade do ser humano em se adaptar a novos tempos e sempre buscar a melhoria do seu íntimo. Com 17 anos de carreira, a Dharma atualmente é integrada por Gustavo Guri e Marcinkus Bandeira (vocais e guitarras), Ricardo Aquino (baixo) e Wendell Lima (Bateria).

Segundo o baixista do grupo, Ricardo Aquino, o nome foi extraído de um trecho da música "Humanoides" que fala sobre fanatismo de modo geral e sobre a esperança de vivermos em um mundo melhor. Ao mesmo tempo, representa o início de uma nova fase para a banda. “A cor do céu muda a todo o momento. E a cada mudança, um novo clima, um novo ambiente se apresenta. O nome do álbum representa a dinâmica da vida, representa a necessidade do ser humano de se adaptar a novos tempos e de sempre buscar a melhoria do seu íntimo, tendo em vista principalmente a coletividade”.

Com projeto autoral, a maior parte das músicas são parcerias entre Gustavo Guri e Marcinkus Bandeira. Quando não, um compõe e o outro opina sobre a dinâmica da música, andamento, estrutura, etc. O ritmo e os arranjos são todos definidos em conjunto por toda a banda. Após pouco mais de 10 anos de pausa, A Dharma vem com fortes influências do rock Alternativo, Grunge e Heavy Metal.

Serviço:

Evento: Clube do Rock realiza noite Grunge nesta sexta-feira (9)

Data: 09 de Junho (Sexta-Feira)

Local: Rex Bar ( Jaraguá)

Horário: 22H

Ingressos antecipados: R$15,00 pelo delivery grátis 98868-4696

Ingressos no local: R$ 20,00

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