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01/09/2016 às 14h26

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Resenhas rápidas II - A Missão

Esquadrão Suicida (Suicide Squad)
Ano:2016 País: USA
Direção:David Ayer

★ ½

Existem três pontos positivos nessa nova investida da Warner no universo cinematográfico da DC Comics: Viola Davis que faz a personagem Amanda Waller uma badass muthefucker, a linda Margot Robbie nos dando uma Arlequina que se segura e a trilha sonora espetacular, contando com gente do quilate de Creedence Clearwater Revival, Queen, Eminem, Stones entre outros.
De resto, desde o Coringa de Jared Leto que me parece uma mistura de Tony Montana, o personagem de Al Pacino em Scarface de Brian de Palma com pasmem!!! Nicolas Cage, passando pelo restante do elenco não me agradaram, sem falar na direção inexistente de David Ayer, juntamente com o roteiro confuso, furado e sem graça do próprio Ayer, passando pela maldita edição que tenta dar um ar moderno e bem humorado ao filme, o que realmente não tinha nos filmes do “visionário” Zack Snyder, e por fim chegando à grande ameaça do filme que se revela um fiasco.
Enfim, ou a Warner muda de estratégia em relação aos próximos filmes do universo DC no cinema, ou vai perder a oportunidade de passar a sua concorrente Marvel, potencial a DC sempre teve. O que falta é algum engravatado do estúdio entender.

Sing Street
Ano:2016 País:Irlanda/Reino Unido/Usa
Direção: John Carney

★ ★ ★ ★

Sing Street se revelou uma enorme e agradável surpresa no meio de tanta água com açúcar que esse gênero produz, a história cativante se passa em Dublin (Irlanda), década de 1980. Conor (Ferdia Walsh-Peelo), de 14 anos, é um adolescente igual aos outros. Quando os pais se deparam com algumas dificuldades financeiras, optam por tirá-lo do colégio privado onde sempre estudou e matriculá-lo numa escola pública. A partir desse momento, tudo se altera: em casa, o ambiente torna-se a cada dia mais pesado, com os pais em constante ruptura conjugal; na escola, é gozado pelos colegas e perseguido pelos professores. Mas é também nessa altura que conhece Raphina (Lucy Boynton), uma garota incomum por quem se apaixona irremediavelmente. Para impressioná-la, cria uma banda com alguns dos amigos mais próximos e tudo isso aliado a uma trilha sonora excepcional com nomes que vão de Motorhead, The Clash, Genesis, Duran Duran, etc.


Viral
Ano:2016 País:USA
Direção: Henry Joost e Ariel Schulman
★ ★
Filme dirigido em banho-maria por dois diretores, que conta pela enésima vez sobre a propagação de um vírus fatal para a humanidade. Não fede e nem cheira.


D.U.F.F. - Você Conhece, Tem ou É (The Duff)
Ano: 2015 País:USA
Direção: Ari Sandel

★ ★
Bianca (Mae Whitman) é uma garota feliz do colégio, que só tira boas notas e pode contar sempre com suas duas melhores amigas, Casey (Bianca Santos) e Jessica (Skyler Samuels). Até descobrir que na escola ela é considerada a D.U.F.F. das suas amigas, o mundo colorido de Bianca vira de cabeça para baixo. Aquela velha história de adolescente rejeitada se torna princesa de um dia para o outro, contem todos os clichês do gêneros, mas não chega a ser uma chatice por completo.

Águas Rasas (The Shallows)
Ano:2016 País:USA
Direção: Jaume Collet-Serra

★ ★ ★
A bela Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Depois de uma enxurrada de filmes de tubarões realizados sem nenhum critério de qualidade, eis que surge algo, não novo, mas eficiente em sua proposta, Águas Rasas cumpre o que promete, com muita tensão e suspense e se perde quando a heroína resolve tirar suas diferenças com o tubarão no braço, mas até lá é funciona.

Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond)
Ano:2016 País: USA
Direção: Justin Lin

★ ★ ★ ★
Para comemorar os 50 anos de Star Trek, J.J. Abrams abre espaço na direção para o diretor, especializado na franquia Velozes e Furiosos, Justin Lin, onde dirigiu quatro filmes, e não se arrepende.

Star Trek tem ritmo acelerado, muita ação e emoção, e um elenco que esbanja simpatia e sintonia, o caso triste de saber é que o ator Anton Yelchin, que interpreta Chekov, morreu em um acidente bizarro de trânsito no final de junho, antes do lançamento oficial do filme.

Para os novos fãs da série ela cumpre seu papel e para os antigos fãs?? Sim, ela é um tributo a tudo que o seriado pregava e não deixaria Gene Roddenberry triste.


Mondo Bizarro por Titara Barros

Natural de Palmeira dos Índios, Alagoas. Começou sua vida cedo ao lado de uma Olivetti Lettera 82. Trabalhou na Radio Sampaio, bem como no Semanário Tribuna do Sertão, formou-se jornalista em 2012. Roqueiro de alma e cinéfilo de coração, adora escrever com bom-humor e acidez sobre seus assuntos preferidos.

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