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Coluna Palanque da edição 18 da Revista Painel Alagoas

16.07.2018 às 15:43
Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

Tapando o sol com a peneira

O deputado federal Ronaldo Lessa (foto), que se elegeu em 2014 no palanque dos Calheiros e de Collor de Melo, decidiu em 2016 apoiar a reeleição do prefeito de Maceió, Rui Palmeira. Deixou o governo de Renan Filho e mudou-se de mala e cuia para a gestão de Rui, onde ocupou secretarias e órgãos municipais e era tratado como uma possibilidade do grupo para o Senado da República ou até mesmo para o Governo do Estado na eleição deste ano.

Aí, de uma hora para outra, enamorado de novas promessas do grupo antigo de 2014, resolveu voltar para os Calheiros. Pegou suas coisas e seu povo e de novo fez moradia no governo de Renan Filho, avisando ao prefeito Rui Palmeira, por uma mensagem de WhatsApp, que estaria, outra vez, do outro lado do campo.

Parece que alguma coisa deu errado e Lessa começou a solicitar audiências com o prefeito de Maceió, dando a entender ao Palácio do Governo que poderia vir, novamente (?) a compor com Rui nessa eleição, como uma alternativa do PSDB-PP para uma candidatura a governador.

Fontes ligadas ao prefeito garantiram ao Palanque que as duas vezes em que Lessa esteve com Rui, nenhuma delas se tratou de política partidária, de eleição ou coisa desse porte. A pauta dos dois encontros versou tão somente sobre as emendas da bancada de Alagoas na Câmara Federal e do próprio deputado para Maceió.

Ou seja, Ronaldo Lessa tentou se valorizar junto ao governador Renan Filho.

Se deu certo, só ele pode dizer. Mas, à luz da verdade, foi uma jogada antiga e mal calculada, porque Rui não entrou na pilha do parlamentar e a coisa ficou apenas nas especulações criadas pelo próprio Lessa na mídia.

Nada além disso.

A quem cabe os 60% do Fundef?

A prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura, é a única até agora, entre os chefes de executivos municipais de Alagoas, a defender os 60% do Fundef para os professores. Em audiência pública com a categoria, mês passado em Maceió, convocada pelo deputado federal JHC, Emanuella se comprometeu a fazer esse repasse em seu município, caso haja suporte legal para isso. Os municípios estão recebendo esses recursos através de precatórios e o valor total para todo o País chega a R$ 90 bilhões.

No páreo?

O senador Fernando Collor, até a semana passada, garantia sua pré-candidatura a presidente da República. E, ao seu jornal, a Gazeta de Alagoas, ele declarou: “Estou muito animado. A pré-campanha está indo muito bem, graças a Deus. Eu respeito todos os nomes que estão aí colocados, mas acredito que como ex-presidente da República posso contribuir com a minha experiência na construção de um país melhor. Tenho experiência administrativa e os resultados que consegui na Presidência da República mostram que sei como fazer. Vamos debater todos esses temas no momento oportuno, viajando o País e divulgando nas redes sociais”.

A dança das cadeiras

Só há duas vagas para o Senado da República, disputadas por pelo menos quatro candidaturas fortes segundo pesquisas de intenção de voto: os já senadores Renan Calheiros e Benedito de Lira, e os deputados Rodrigo Cunha (estadual) e Maurício Quintella (federal e ex-ministro). Dois deles ficarão sem mandato, qual a aposta do momento para quem perde e quem ganha? Será que essa eleição vai mesmo diferenciar o joio do trigo ou será tudo dantes, como no quartel de Abrantes?

“Se eu ganhar as eleições, venceu uma professora, mulher, ex-seringueira, negra, graças à consciência do povo brasileiro” (Marina Silva, pré-candidata a presidente do Brasil pela Rede Sustentabilidade).

“Quero ser o presidente do povo brasileiro, dos empresários que geram emprego, do povo trabalhador, sacrificado do Brasil, muitas vezes injustiçado” (Geraldo Alckmin, pré-candidato à presidência da República pelo PSDB).

“Na grande mídia, dizem que eu não entendo de economia, mas vou disputar eleições, não o vestibular”. (Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República, pelo PSL).

“Devemo-nos unir para evitar que o povo tenha de escolher entre o ruim e o menos pior”(FHC, ex-presidente do Brasil, presidente de honra do PSDB Nacional).


Mandato devolvido

O Pastor João Luiz (foto) teve o mandato de deputado estadual devolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por determinação do presidente, ministro Luiz Fux, dia 29 de junho passado.  Em 2017, o Pastor foi afastado por decisão monocrática do ministro Napoleão Nunes Maia, enquanto recursava no TSE contra sentença do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas que o cassou e o tornou inelegível por oito anos. Fux fez valer o efeito suspensivo, que garante ao parlamentar se manter no cargo até julgamento final do mérito. 

Pero si, pero no

O deputado Marx Beltrão andou pra lá, pra cá, deu meia volta várias vezes, mas decidiu continuar junto dos Calheiros. É fato que para o parlamentar é bem mais cômodo estar em campo que já conhece, mesmo que para isso tenha que adiar para (bem) longe o projeto do Senado. Espera, ao lado dos governistas, assegurar sua reeleição à Câmara Federal. 

Duas campanhas

O eleitor vai conviver com duas campanhas de um mesmo candidato na eleição deste ano.  A de rua, olho no olho, aperto de mão, tapinha no ombro, e a das redes sociais, mais trabalhada, vídeos criativos, frases de efeito, conversa virtual com o candidato através de assessorias. E, claro, o velho e bom horário gratuito eleitoral, mais visível para as campanhas majoritárias que conseguirem um bom tempo de rádio e TV. É esperar para ver de onde virá a definição do voto.

Fora de pauta

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, deixou fora da pauta de agosto, quando o tribunal retorna do recesso, o pedido da defesa do ex-presidente Lula para libertá-lo ou substituir a prisão por medidas cautelares. A matéria vai a julgamento em plenário por decisão do ministro Edson Fachin, mas ainda não há data prevista para a análise.

Excluídos

Nenhum dos três senadores de Alagoas (Renan Calheiros, Biu de Lira e Collor de Mello) pode ser votado para o Prêmio Congresso Em foco 2018, que acontece anualmente, promovido pelo site congressoemfoco.com.br.

O motivo: foram excluídos da relação os congressistas denunciados pelo Ministério Público ou que sejam alvo de ações penais e inquéritos em andamento. 

Pela primeira vez serão levados em conta, além dos procedimentos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), investigações remetidas pela mais alta corte do país a instâncias inferiores em razão do novo entendimento sobre o foro privilegiado.

Decolando na pré-candidatura

O deputado estadual Isnaldo Bulhões, pré-candidato a federal, herdou os redutos eleitorais de Maurício Quintella (foto) em várias regiões do estado e é, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, o preferido nos municípios do Sertão. Ou seja, caminha bem para substituir Maurício na Câmara dos Deputados, caso a carruagem não mude o andar.

Mala cheia

Conversa rola solta nos bastidores da política alagoana: tem deputado federal, candidato à reeleição, topado de dinheiro para comprar apoios e votos. Tipo, deverá ser o mais votado e arrastar mais uns dois de sua coligação. Isso, se não for flagrado pela Polícia Federal e Ministério Público.

Ficha limpa

Quando se fala em político alagoano ficha limpa, na disputa eleitoral deste ano, dos que já tiveram ou têm mandatos apenas três nomes se destacam: Heloísa Helena e Thomaz Nonô, pré-candidatos a deputado federal, e Rodrigo Cunha, pré-candidato ao Senado. 

Data marcada

Os partidos políticos farão suas convenções para a eleição deste ano, de 20 de julho a 5 de agosto. Até lá, muita coisa ainda pode acontecer na formação das chapas proporcionais e majoritárias. Nem tudo o que reluz é outro, é bom que se diga.

Sentenciado

Por unanimidade, o TSE acolheu proposta do ministro Luís Roberto Barroso. Com a decisão, fica proibido o emprego dos valores destinados a campanhas femininas para beneficiar candidaturas masculinas. 

Os tetos de campanha

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou em seu Portal na internet, os tetos de gastos de campanha eleitoral por cargo eletivo e os limites quantitativos para contratação de pessoal a serviço das campanhas nas Eleições 2018. Os tetos de gastos de campanha para os cargos de presidente da República, deputado federal e deputado estadual/distrital foram fixados em valores absolutos pela última reforma eleitoral promovida pela Lei nº 13.488, de 6 de outubro de 2017.

Os maiores limites estão previstos para o cargo de presidente da República, sendo de R$ 70 milhões para o primeiro turno das eleições, com acréscimo de R$ 35 milhões na hipótese de realização de segundo turno.

Nas campanhas para o cargo de deputado federal, foi fixado o teto de gastos de R$ 2,5 milhões. E, no caso dos candidatos a deputado estadual ou distrital, o valor máximo a ser gasto é de R$ 1 milhão.

Já para os cargos de governador de Estado e do Distrito Federal e de senador da República, os limites de gastos vão variar de acordo com o eleitorado da respectiva unidade da Federação. Por exemplo, nos estados com até um milhão de eleitores, as campanhas para o governo estadual devem respeitar o teto de R$ 2,8 milhões.


Jornalismo investigativo na pauta

A edição passada da Revista Painel Alagoas trouxe uma entrevista exclusiva com Baixinho Boiadeiro, foragido da Justiça, acusado pela polícia estadual de matar Tony Pretinho, em dezembro de 2017. A reportagem destacou os quase 20 anos de confronto entre as famílias Dantas e Boiadeiro, os bastidores do clima de tensão que tomou conta de Batalha desde o final do ano passado, e a ligação da denúncia de servidores fantasmas na Assembleia Legislativa de Alagoas com esse cenário de crimes e medo. Segundo Baixinho, ele não se entrega porque teme morrer, e sustenta sua afirmativa: “a polícia trabalha para acabar comigo”. Ainda na mesma edição, Painel Alagoas mostrou o Complexo Cultural Teatro Deodoro como uma fábrica de sonhos, e a história de Frida Kahio, por trás do mito. 

Postado por Painel Político

Multinacionais na mira da Operação Lava Jato

06.07.2018 às 13:37
Daurio Speranzini Jr/GE Heathcare/Divulgação


Executivos de empresas do setor-médico hospitalar e ex-secretário de Sérgio Cabral podem estar envolvidos em esquema de fraude bilionário


Licitações Fraudulentas

Daurio Speranzini  Jr. , CEO da General Eletric Healthcare para a América Latina foi preso  no Rio de Janeiro, em operação da “Lava Jato”. O executivo é suspeito de atuar em fraudes em licitação de equipamentos para o Instituto Nacional de Traumatologia, quando era diretor da área de serviços da Philips no Brasil.


Sobrepreço e Propina

Para o Ministério Público, um cartel de fornecedores internacionais cobrava sobrepreço para viabilizar propina. No comando das  ações estaria o empresário Miguel Iskin, grande distribuidor de material médico-hospitalar, parceiro de Sérgio Côrtes, dirigente do Into e secretário de Saúde no governo de Sérgio Cabral. Segundo matéria publicada em “O Globo” o esquema pode ter movimentado R$ 1,5 bilhão entre 1996 e 2017.


20 suspeitos presos

Speranzini , Iskin e outros dezoito envolvidos no esquema estão presos. Sérgio Côrtes foi preso no ano passado, mas desde fevereiro está em liberdade graças a um despacho do ministro Gilmar Mendes.

Postado por Painel Político

Apoio a Ciro Gomes racha o “Democratas”

13.06.2018 às 23:11
Reprodução/Youtube


Via Whatsapp

Parece que duas das principais lideranças do DEM não conseguiram unir o partido em torno do apoio à candidatura de Ciro Gomes (PDT) à presidência da República. Rodrigo Maia e ACM Neto encontraram resistência em boa parte da cúpula do partido. Para piorar o clima, antigas acusações de Ciro a membros do partido caíram na rede (Whatsapp) do comando partidário.


Sonhando

A crise interna do Democratas ressuscitou o antigo sonho dos “tucanos” de reconquistarem o tradicional aliado para apoiar Geraldo Alckmin.


Fogo “amigo/irmão”

Outro detalhe que estimula o “Democratas” a não apoiar Ciro é a aproximação de seu irmão com o PSB. Ciro nega, mas Cid Gomes tem conversado muito com lideranças pessebistas sobre um eventual apoio. Aliás é interessante notar que o apoio do PSB tem sido disputado por PDT e PT.


Em leilão

O PSB por sua vez, com a desistência de Joaquim Barbosa de disputar a eleição presidencial, parece , independentemente de qualquer afinidade política, parcialmente recompensado com essa disputa de outros partidos pelo seu apoio. Deve apoiar o que mandar a “melhor oferta”.


Pior ainda...

Para piorar a situação do DEM, o senador  José Agripino virou réu no STF, acusado de receber R$ 1 milhão de propina de um empresário que desejava se livrar de um “imbroglio ambiental” no seu estado (RN)





Postado por Painel Político

E Joaquim Barbosa vai ou não vai?

21.04.2018 às 16:59
Sérgio Lima/Poder 360

Ainda não decidido a se candidatar a presidência da República, o ex-ministro Joaquim Barbosa aparece bem avaliado nas últimas pesquisas  e , caso decida concorrer , pode causar uma considerável mudança no tabuleiro do xadrez eleitoral do próximo pleito


Lideranças empolgadas

Após reunião com lideranças do PSB, no último dia 19, o ex-ministro Joaquim Barbosa demonstrou continuar indefinido em relação a sua candidatura à presidência da República.

A demora na decisão pode prejudicar o partido na composição de alianças, mas isso não parece desanimar as lideranças favoráveis a candidatura de Barbosa. Muito pelo contrário: os simpatizantes do ex-ministro comemoraram o resultado da pesquisa Datafolha, que o coloca com 8% das intenções de voto num cenário com Lula na disputa, e 10% sem a participação do ex-presidente.

A reunião do último dia 19 pode ter sido a primeira de uma série que deve acontecer entre Barbosa e as lideranças do partido, para afinarem o discurso e traçarem uma plataforma de campanha, caso Barbosa decida concorrer. O secretário-geral do PSB, Renato Casagrande, elogiou a postura e algumas ideias defendidas por Barbosa e revela que além do ex-ministro o partido também está indeciso.


Resistências

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, não esconde sua preferência por um alinhamento com o PT. Lula é muito popular no Nordeste e por conta dos nomes de Miguel Arraes e Eduardo Campos, a legenda torna-se muito forte no estado.

Em São Paulo o governador Márcio Campos deve fidelidade a Geraldo Alckmin do PSDB. Porém ,com as recentes denúncias envolvendo o ex-governador tucano é certo imaginar que caso saia candidato, Barbosa deve , com ou sem o apoio explícito de Campos, crescer nas intenções de voto no maior colégio eleitoral do país.


Posicionamentos

Partidários da candidatura consideram o ex-ministro um liberal moderado, defensor de reformas estruturais, privatizações e livre concorrência.  É favorável a diminuição do tamanho do Estado, inclusive com a reforma da Previdência. Simpatiza com programas de transferência de renda e acesso a universidades, mas critica políticas de subsídio estatal a empresas.

Como ministro, votou a favor da cobrança previdenciária de servidores aposentados, foi ferrenho defensor de posse por vários grupos indígenas das terras da reserva Raposa Serra do Sol. Mostrou-se favorável tanto à prisão após condenação em Segunda Instância quanto à Lei da Ficha Limpa e considerou constitucional a aplicação de cotas raciais.

Conduziu o famoso caso  conhecido como “mensalão” que promoveu o julgamento de líderes políticos históricos do PT, como José Dirceu e José Genoíno.


Afinidades

Joaquim Barbosa tem conversado  com economistas próximos do mercado, a exemplo de Delfim Netto e Eduardo Gianetti.

Em 2014, Gianetti participou da campanha de Marina pelo PSB, após Eduardo Campos, então cabeça de chapa, morrer em um acidente aéreo. A aproximação de Barbosa com o conselheiro econômico  de Marina pode ser um  sinal de que existem afinidades ( no mínimo econômicas)  entre a líder da Rede e o ex-ministro .


*Pesquisa: Folha/SP e Carta Capital 

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As incoerências de Molon ao estilo petista de fazer política

Em entrevista ao veículo que vai na contramão de suas ideologias, Alessandro Molon tenta explicar sua mudança de partido

05.03.2018 às 11:49
Agência Brasil


Ao se filiar ao PSB,  Alessandro Molon demonstra que sua tão renomada coerência política ficou para trás.

Alessandro Molon trocou o PT pela Rede julgando que poderia ser a principal liderança do partido no Rio de Janeiro. Não logrou êxito porque  o parlamentar do estado que conquistou maior prestígio e espaço dentro do partido foi  Miro Teixeira. Aparentemente incomodado com tal situação Molon criou "climão" questionando abertamente dentro do partido a biografia de Miro e a liderança nacional de Marina . Sem conseguir conquistar adeptos à suas causas/queixas na executiva partidária, passou a esbravejar contra questões ideológicas apoiadas pela cúpula do partido. Até o prestígio da ex-senadora Heloísa Helena junto aos membros da executiva  no Rio de Janeiro, foi alvo de duras críticas do ex-integrante do partido.

Diferentemente do que aparece na mídia, Alessandro Molon exerce uma política de bastidores semelhante a de militantes "xiitas"e  quando não consegue seus mínimos objetivos persegue seus opositores com uma surpreendente "ganância raivosa", bem ao conhecidíssimo estilo petista , que afinal deve ter sido sua escola, pois o parlamentar militou muitos anos no PT.

Na entrevista que deu ao jornal o Globo (que aliás é um veículo que vai na contramão das ideologias do parlamentar) Alessando Molon afirma que não sabe qual é o foco da Rede. Uma das principais plataformas nacionais do partido é justamente o que ele diz que não vê: a superação das desigualdades. Talvez o deputado tenha ficado cego pela ganância de tentar ter mais espaço dentro do partido que sua líder nacional. 

Molon sai com espírito "petista" de vingança, visando inclusive diminuir o já escasso tempo do partido na TV(ao Globo disse exatamente ao contrário, mas sua saída e de Aliel Machado deixa a Rede sem o número mínimo de cinco representantes no Congresso exigido para garantir a participação nos debates eleitorais no rádio e na TV) e a verba de fundo partidário (sua saída e a de Aliel Machado deve ocasionar uma perda de cerca de 40% desse valor).

Ao se filiar ao PSB, Alessandro Molon demonstra que sua tão renomada coerência política ficou para trás. Afinal  que papel pretende exercer num partdio que se não lançar candidato próprio a presidência deve apoiar Geraldo Alckmin (PSDB), que sempre representou a antítese de sua ideologia?

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Quem paga o pato?

14.12.2017 às 15:20


Quem paga o pato?

José Avelino Neto, motorista do ex-prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus (foto), estava na folha de pessoal do estado sem nunca ter dado um só dia de trabalho na Secretaria de Estado da Cultura, para onde fora nomeado.

Descoberta a fraude durante a Operação Kali, que investiga uma série de crimes contra a administração pública supostamente praticada por Cristiano na prefeitura de Marechal, Avelino foi exonerado semana passada pelo governador em exercício Luciano Barbosa. Não fosse a intervenção da Polícia Federal, por certo que o motorista continuaria recebendo dos cofres estaduais e servindo ao ex-prefeito.

Mas não basta apenas a exoneração do culpado.

Resta saber quem tem culpa no crime e quem devolverá ao estado todos esses meses de salários pagos indevidamente.

Será Melina?! (secretária de estado da Cultura e ex-esposa de Cristiano).


Tá “bichado”

Pesquisa Datafolha diz que o trabalho de senadores e deputados federais, ou seja, o Congresso Nacional, tem a maior rejeição na história recente. Levantamento feito nos dias 29 e 30 de novembro, aponta que 60% dos brasileiros consideram ruim ou péssimo o desempenho do parlamento nacional.


Em circulação

Já se pode ver em alguns carros de luxo circulando em Maceió, publicidade do deputado Jair Bolsonaro , pré-candidato a presidente da República, bem situado em pesquisas de intenção de votos,. Não se sabe até onde vai o fôlego do parlamentar nessa disputa eleitoral, mas tem deixado os petistas de orelha em pé: é, até agora, quem tem “peitado” Lula como mito da política brasileira e se dado bem na polarização.


Promessa é dívida

O governo federal prometeu aos prefeitos brasileiros o Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM) no valor de R$ 2 bilhões. No entanto, a medida provisória que garante o repasse do montante, que será acrescido ao Fundo de Participação de Municípios (FPM), ainda não foi editada. Dessa forma, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta os gestores sobre a necessidade de se manterem mobilizados e exigirem do Poder Executivo federal o pagamento do AFM ainda este ano.


Boa notícia

O prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, recebeu semana passada a notícia de que o projeto da Mineradora Vale Verde que deve ser instalado no Agreste, mais precisamente no município de Craíbas. Os ingleses Michael Sherb e Edward Otto, que estão à frente do fundo internacional Appian Capital Advisory, informaram ao prefeito a retomada das negociações e a importância de Arapiraca na consolidação do empreendimento.


*Tiririca decidiu deixar a política. É pra rir ou pra chorar?

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Marina, presente

07.12.2017 às 15:20
Marina Silva - Assessoria

Os extremos

A generalização da corrupção na política desnorteou o eleitorado brasileiro e pesquisas de intenção de voto em 2018, para a presidência da República, segundo o Datafolha, apontam a polarização entre Lula e Bolsonaro. O primeiro, parte embalado pelo marketing de golpe contra o seu partido, a democracia, o país, e de perseguição a ele e seus aliados petistas. O segundo, é a negação de tudo o que o Lula, o PT e a esquerda que esteve no governo brasileiro de 2001 a 2016, fizeram.

Espera-se que até o próximo ano o eleitor desperte com clareza para o bom senso.

Sob pena de o Brasil permanecer no fundo do poço.


Marina, presente

A porta-voz nacional da Rede, Marina Silva (foto), escolheu o dia 2 de dezembro passado para dizer ao país que aceita a missão de, mais uma vez, defender uma nova proposta de governo para o Brasil. Em uma plenária de seu partido, Marina revelou sua pré-candidatura a presidente da República em 2018, onde enfrentará adversários do naipe de Lula e Bolsonaro. Uma disputa dura em meio a uma crise profunda na política nacional.


Em alta

A prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura, criou no município a Secretaria de Turismo. Nomeou para cuidar dessa política, Ronaldo José Lessa. Boa iniciativa. A Barra tem todo um potencial nessa área para avançar no desenvolvimento local e, como diz a prefeita, há muito já exigia ações voltadas especificamente para o turismo.


Beija-mão

Vereador de Maceió, Sílvio Camelo (PV), não perde oportunidade de chaleirar o governador Renan Filho (PMDB). Agora anda por aí alardeando que ele é “governador de Alagoas e prefeito de Maceió”. É que, segundo Camelo, toda obra recente na capital está sendo feita pelo governo estadual. Só falta dizer que até o duodécimo da Câmara de Vereadores sai dos cofres do estado. Santa bajulação!


Inovador

O deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) tem inovado na Assembleia Legislativa. Além de priorizar a transparência pública, tem levado seu mandato às ruas e ouvido a sociedade civil organizada como termômetro para seus projetos e suas opiniões. Ganha na opinião pública a credibilidade que falta a tantos naquela Casa.


Mais uma

O senador Renan Calheiros (PMDB) comemora o arquivamento de mais uma ação contra ele na Justiça. O pleno do TRF-5 arquivou, semana passada, denúncia de crime ambiental, supostamente cometido pelo senador. Ele era suspeito de pavimentar ilegalmente, por meio de uma empresa de sua propriedade, uma estrada na estação ecológica de Murici (AL).


*Faleceram, no último final de semana, dois ex-deputados estaduais: Cícero Ferro e Afrânio Vergeti.

*Fala-se que a deputada Jó Pereira pode ser a candidata a vice-governadora na chapa de reeleição de Renan Filho.

*A Rede continua insistindo na troca de domicílio eleitoral de Heloísa Helena. O partido a quer candidata ao Senado pelo Distrito Federal. A ex-senadora já deu o ultimato: permanece em Alagoas.

Postado por Painel Político

A Hora do novo

30.11.2017 às 16:40
Ministro Dias Toffoli - Felipe Sampaio/SCO/STF

 

A hora do novo

À boca miúda, não se fala outra coisa na esfera eleitoral para 2018, que não no surgimento de um candidato sem as nuances eleitoreiras de sempre; ou seja, um herói com capacidade de fazer política sem se contaminar com a própria política. Muita gente crente de que o cenário de um grande índice de votos brancos e nulos, em pesquisas eleitorais, deve concretizar a mudança na política brasileira.

É esperar pra ver, porque pelo andar da carruagem a sinalização de qualquer indício de diferença na esfera eleitoral é coisa só pra inglês ver.

Nada além disso.

Uma coisa, no entanto, é certa: esse personagem está longe de ser comparado ao petista Lula da Silva (PT).

O perfil que surge está mais para mocinho do que para vilão e, nesse caso, nada a ver com o ex-presidente.


Favorecendo os derrotados

Imaginem o jogo Brasil X Alemanha na Copa de 2014 Aos 45 do segundo tempo, com o placar de 7 X 1 para os alemães, o Juiz interrompe a partida pedindo vista  sine die da súmula do confronto. Bizarro, não? Pois foi algo semelhante  que fez o ministro Dias Toffoli, do STF,  ao pedir vista do processo sobre foro privilegiado após a manifestação de 8 membros da Corte, com o resultado já prestes a ser proclamado ( 7x1 ) desfavorável a "seleção brasileira da corrupção"


Planilha Bomba

A Polícia Federal  finalizou  perícia de uma planilha intitulada “Programa Especial Italiano”, integrante do Departamento de Operações Estruturadas da empreiteira Odebrecht .O laudo, encaminhado ao juiz Sérgio Moro, agilizará a conclusão da segunda ação penal contra o ex-presidente Lula na Lava Jato.


Pires nas mãos

Semana passada, mais de mil prefeitos de todas as regiões do país exigiram em Brasília soluções para os problemas financeiros que atravessam a grande maioria dos municípios.

A foto não é nova, mudam apenas os personagens.

A crise que leva gestores municipais a mendigarem apoio junto ao governo federal é antiga e, pelo jeito, ta cada vez mais longe de ser debelada com protestos banalizados ao longo do tempo.


Arrumação

Tem muito político com mandato de deputado ou de vereador, aguardando a tal janela que permite mudança de partido sem punições jurídicas. É que a poucos dias de 2017 findar, a palavra de ordem é buscar alianças que viabilizem os mandatos de uns e de outros. Há legendas que se esvaziam, outras que crescem subitamente. É apenas a gangorra eleitoreira, sem compromisso nenhum com a ideologia política.


Abrantes

Na Assembleia Legislativa de Alagoas, os dias seguem normalmente, como se ali não estivessem “abrigados” políticos investigados, denunciados e condenados pela Justiça. O descaramento é tanto, que pelas redes sociais alguns deles já nem disfarçam a cara de pau, jurando que tudo não passa de perseguição da Justiça.

Postado por Painel Político

Heloísa Helena viaja pelo Brasil realizando ciclo de debates

Projeto é da Fundação Rede Brasil Sustentável

23.11.2017 às 07:50
Arquivo pessoal

Ciclo de debates

A Fundação Rede Brasil Sustentável, presidida pela ex-senadora Heloísa Helena (foto), iniciou um ciclo de debates pelo país a fora, em torno de 18 eixos estratégicos para um Brasil sustentável. O primeiro aconteceu em São Paulo, semana passada, e tratou dos temas Gestão Pública e Economia. O próximo será em Salvador, dia 25, e vai debater Pacto Federativo e Municipalismo.

Os expositores são colaboradores das mais diversas áreas de atuação e regiões brasileiras.

A porta-voz nacional da Rede, Marina Silva, que esteve presente em São Paulo, deverá participar de todos os debates.

Nulos e brancos

Nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2018, o índice de nulos e brancos sempre dá de ‘lapada’ nos candidatos que lideram a preferência do eleitorado. Para se ter uma ideia, há municípios alagoanos onde mais da metade de seus eleitores declara que não vota em nenhum dos candidatos apresentados. O fato deveria merecer reflexão dos políticos, mas a preocupação da maioria deles é de como chegar a essa fatia de votos.

Maior?

O Centrão do Congresso Nacional cresceu em prestígio junto ao presidente Temer. O deputado federal Arthur Lira (PP), um dos articulares desse bloco, tem entrada franca e goza de bons tratos no Palácio do Planalto. Tem poder, até, dizem os que rodeiam o parlamentar, de admitir e demitir ministro. Em um governo impopular, véspera de um ano eleitoral, qual o custo-benefício desse prestígio?

Quem explica??

O governo Temer quer tirar a única agência do Banco do Brasil em Traipu. Alegam seguidos assaltos e até um empréstimo que um ex-gestor fez, em nome do município, e não pagou. A primeira argumentação perdeu o sentido porque o atual prefeito, Eduardo Tavares, tem garantido uma política eficiente na segurança pública, indo, ele próprio, de arma na cintura, fazer a guarda na porta do banco em dia de pagamento do servidor municipal. A segunda, que o banco acione a prefeitura judicialmente e cobre o que lhe é de direito. Agora, não dá é tirar o único banco que existe na cidade. Cadê o direito da população?

Boa notícia

O Sine conseguiu captar, do final de agosto até o mês de outubro, 561 vagas de trabalho. Dessas, se sobressaem as áreas de serviços e comércio, que são as que mais absorvem mão de obra nessa época. Entre setembro e outubro, mais de 165 pessoas já foram encaminhadas para iniciar o trabalho dentro das empresas (Secom/Maceió).

Ilha do Ferro

A imprensa Oficial Graciliano Ramos vai realizar uma noite de autógrafos com o célebre fotógrafo Celso Brandão no Espaço Saber, da Casa Cor, no sábado, dia 25, às 19h. Lá o artista apresentará o seu mais novo livro, Ilha do Ferro, lançado durante a programação da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas. A obra traz o olhar de Celso Brandão sobre o mítico povoado sertanejo, localizado às margens do rio São Francisco, no município de Pão de Açúcar, conhecido por ser um reduto de grandes artistas populares alagoanos (Secom/Estado).

Postado por Painel Político

Fachin X Lula

16.11.2017 às 10:27
Foto: Max Mídia

Edson Fachin, relator da lava Jato no STF, tem sido impiedoso com o expresidente Lula (foto). O ministro “envolveu” o petista em pelo menos onze atos de corrupção no “conluio” com a Odebrecht. É bom lembrar que Lula é mencionado em delações da empreiteira como chefe de “organização criminosa”.

Nova Lei Trabalhista 1

Mal entrou em vigor, a nova lei trabalhista é questionada na justiça. Pelo menos quatro ações passaram a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar pontos da nova legislação. Uma das ações questiona a restrição à Justiça por trabalhadores mais pobres. Na ação, a PGR contesta a obrigatoriedade desses trabalhadores arcarem com custos de um processo. O fim da obrigatoriedade do imposto sindical, o trabalho intermitente e a criação de uma comissão de representação de empregados, são pontos que aguardam decisão no Supremo.

Nova lei Trabalhista 2

Com a vigência da nova lei trabalhista, regras como a obrigatoriedade da contribuição sindical deixam de valer. No entanto, um novo imposto está sendo costurado entre as principais centrais sindicais do país e o Congresso. Uma proposta do deputado Bebeto Galvão (PSB-BA) prevê o desconto no valor máximo de 1% da folha de pagamento. Caso o total máximo de 1% da contribuição seja fixado na folha de pagamento de uma empresa, o valor equivaleria ao trabalhador o desconto de 3,5 dias de trabalho.

Nota de esclarecimento

A respeito de matéria publicada no jornal Painel Alagoas, edição da última quarta-feira (8), esclarecemos que na manchete da capa – “Presidente do TCE diz que órgão não é subserviente à ALE” – a expressão ‘subserviente’, usada pela repórter tenta, possivelmente, traduzir um contexto em que a presidente do Tribunal de Contas de Alagoas foi indagada se o fato de ser, o TCE, um órgão auxiliar do Poder Legislativo, isso reduz a sua autoridade no julgamento de contas. Ao que a resposta da presidente foi: “Não. Em absoluto. Julgamos como deve ser, dentro dos princípios que regem o nosso papel de fiscalização e controle, fundamentando o Legislativo em suas decisões”. No mesmo contexto, outra indagação da repórter, sobre se o Poder Legislativo tem acatado as recomendações que saem do TCE – a resposta da presidente do TCE foi de que, em sua maioria, elas são mantidas, “até porque, para que sejam modificadas, é necessário um quórum qualificado”. Aproveitamos para esclarecer que a relação entre o Poder Legislativo e o TCE (como órgão auxiliar) não se pauta, de fato, na ‘subserviência’ de uma instituição sob a outra, mas no respeito mútuo que deve nortear as relações de Poder.

Atenciosamente, Fátima Almeida

Diretora de Comunicação do Tribunal de Contas de Alagoas

Postado por Painel Político


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