Dólar com. R$ 3,318
IBovespa -0,82%
28 de junho de 2017
min. 24º máx. 27º Maceió
chuva rápida
Agora no Painel Governistas criticam denúncia da PGR contra Temer; oposição promete obstrução
04/05/2017 às 10h00

Blogs

Lava Jato: nova fase investiga repasses ilegais a funcionários da Petrobras

40ª fase

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (4) a 40ª fase da Lava Jato.  A ação tem como alvo empresas e seus respectivos sócios suspeitos de envolvimento em um esquema de repasses ilegais de empreiteiras para funcionários da Petrobras na obtenção de contratos.

De acordo com a PF, serão cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, dois de prisão temporária e cinco de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e Minas Gerais.

Operação Asfixia

O nome dessa nova fase da operação refere-se  à tentativa de cessar as fraudes e o desvio de recursos públicos em áreas da estatal destinadas à produção, distribuição e comercialização de gás combustível.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, entre outros.


PMDB  versus Renan

A bancada do PMDB no Senado está tentando  “enquadrar”  seu  líder, Renan Calheiros , que tem criticado constantemente o governo  Temer. Durante reunião dos senadores do partido na noite desta quarta-feira (3), Renan foi aconselhado a falar em seu próprio nome , e não como líder da bancada , quando criticar as propostas de reformas  em discussão no Congresso.


“Pedra no sapato” de Temer

Desde que foi eleito líder da bancada, o senador alagoano tem se mostrado  contra a política econômica de Temer.  Renan  chegou até  articular a elaboração e divulgação de um documento assinado por alguns de colegas da bancada pedindo o veto do presidente Temer à lei que regulamentou a terceirização de mão de obra.

Na reunião com centrais sindicais nesta quarta-feira chamou o governo Temer de vingativo, afirmou que as reformas são um “desmonte” e pediu mobilização popular para barrar as mudanças nas leis trabalhistas e na Previdência.


Fachin versus Gilmar

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou à Procuradoria-Geral da República que se manifeste sobre o andamento de duas ações que pedem o impeachment de seu colega Gilmar Mendes. O mandado de segurança, apresentado por um grupo de juristas, contesta decisão do então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de arquivar os dois pedidos contra Gilmar.

O recurso, é encabeçado pelo ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles  e sustenta que Renan deveria ter submetido os requerimentos à Mesa Diretora, em vez de arquivá-los por conta própria. Os juristas querem que o Supremo determine que o Senado desarquive e reexamine o caso.


Lados Opostos

No início de fevereiro, Edson Fachin negou pedido de liminar do grupo, argumentando que não cabia ao Judiciário analisar o mérito de decisões políticas ainda que em processos que se aproximem dos judiciais. Mas, no último dia 25, o ministro determinou à PGR que se manifestasse sobre o assunto, atendendo a novo pedido dos juristas.

Nesta semana, Fachin e Gilmar ficaram em polos opostos no julgamento que resultou na libertação do ex-deputado José Dirceu (PT), preso desde 2015 pela Lava Jato. Relator da operação no Supremo, Fachin se posicionou contra a soltura do petista. Dirceu foi libertado com o voto decisivo de Gilmar, que desempatou a votação, que estava em dois a dois na Segunda Turma.


Leia também

Lava Jato: STF decide libertar José Dirceu em dia de nova denúncia  

Fachin quer acelerar tramitação das investigações da Lava Jato  


*Com assessorias




Painel Político por Redação

Notas e notícias sobre política e bastidores do poder

Todos os direitos reservados
- 2009-2017 Press Comunicações S/S
Avenida Hamilton de Barros Soutinho, 1866 - Jatiúca - Maceió-AL
Tel: (82) 3313-7566
[email protected]