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17/05/2017 às 01h43

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Provas apresentadas por empreiteiro complicam situação de Lula na "Lava Jato"

Provas apresentadas pela defesa do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, "enfraquecem" depoimento de Lula ao juiz Sério Moro


Mais provas 

A documentação entregue nesta segunda-feira (15) por Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, para ser anexada ao processo que apura pagamento de propina de R$ 3,7 milhões para o ex-presidente Lula, reforça  as declarações do empreiteiro sobre a propriedade do triplex do Guarujá, em depoimento prestado ao juiz Sérgio Moro em abril. Naquela ocasião Pinheiro, que também é réu no processo, afirmou que “o apartamento era do presidente Lula desde o dia que me passaram para estudar os empreendimentos da Bancoop [cooperativa habitacional dos bancários]. Já foi me dito que era do presidente Lula e de sua família. Que eu não comercializasse”

Ex-presidente da OAS diz que Lula pediu para destruir provas da Lava Jato  


Farto material

No “farto material” enviado constam centenas  de emails, planilhas com análise de custos de obras , mensagens telefônicas de alguns executivos da empreiteira , além de 41 “bombásticas páginas” da agenda pessoal de Pinheiro, com preciosas indicações de diversos encontros com Lula, João Vaccari (ex-tesoureiro do PT) e Paulo Okamotto (presidente do Instituto Lula).


Importantes “evidências”

Entre as evidências mais importantes na documentação, referente a análise de custos , estão anotações e acompanhamento de “obras civis apartamento 164 – cobertura” , com custos vinculados ao Solaris e “reforma Atibaia”, referente a planilha do condomínio Absoluto Moca, construído pela empreiteira na zona leste de São Paulo

Nas páginas da agenda apresentada, anotações de dezenove encontros com Okamotto, seis com Vaccari e cinco citações sobre  encontros no Instituto Lula com o ex-presidente (em depoimento a Sérgio Moro Lula confirmou apenas dois encontros com Léo Pinheiro; um em Atibaia e outro em São Bernardo do Campo)


Além do triplex ... o sítio

Além do triplex do Guarujá, a força tarefa da Lava Jato investiga um “consórcio” com a Odebrecht para reformas no sítio Santa Bárbara em Atibaia (SP). O sítio, onde Lula aparecia com frequência, pertence a sócios de Fábio Lula da Silva, filho mais velho do ex-presidente. Em depoimento a Sérgio Moro, Léo Pinheiro afirmou que  as obras naquela propriedade foram solicitadas  pelo ex-presidente.


*Com informações da Globo News, EBC e assessorias


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