Dólar com. R$ 3,318
IBovespa +0,64%
15 de dezembro de 2017
min. 22º máx. 31º Maceió
sol com poucas nuvens
Agora no Painel Receita paga hoje o último lote do ano de restituição do Imposto de Renda
08/06/2017 às 02h23

Blogs

Ex-ministro Joaquim Barbosa admite candidatura à presidência em 2018

Joaquim Barbosa ao lado da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia durante a solenidade de descortinamento das fotos na galeria de ex-presidentes da Suprema Corte - Ascom/STF


Refletindo sobre a “presidencialidade”

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa admitiu nesta quarta-feira (07) que pode se candidatar à presidência da República em 2018. Em solenidade  no STF, quando teve sua imagem descortinada na galeria de ex-presidentes da Suprema Corte, Barbosa afirmou estar refletindo sobre o assunto.

O tema da "presidenciabilidade" foi introduzido durante a solenidade pelo ministro Luís Roberto Barroso, que discursou em homenagem ao ex-colega de Corte. Barroso destacou as especulações e pesquisas que apontam Joaquim Barbosa como possível presidenciável.


Cidadão “livre das amarras”

"Eu sou um cidadão brasileiro, um cidadão pleno, há três anos livre das amarras de cargos públicos, mas sou um observador atento da vida brasileira. Portanto, a decisão de me candidatar ou não está na minha esfera de deliberação. Só que eu sou muito hesitante em relação a isso. Não sei se decidirei positivamente neste sentido", disse o ex-ministro.


Conversas com Rede e PSB

"Já conversei com líderes de partidos políticos, dois ou três. Até mesmo quando estava no Supremo fui sondado, sondagens superficiais. Ano passado, tive conversas com Marina Silva. Mais recentemente, tive conversas, troca de impressões, com a direção do PSB. Mas nada de concreto em termos de oferta de legenda para candidatura, mesmo porque eu não sei se eu decidiria dar este passo. Eu hesito", disse o ex-ministro.


Eleição Direta

Joaquim Barbosa afirmou que "a falta de liderança política e de pessoas com desapego, pessoas realmente vinculadas ao interesse público, faz que o país vá se desintegrando". Neste cenário , o ex-ministro defende eleição direta em caso devacância da presidência da República.


“Convocando” o povo

"Eu acho que o momento é muito grave. Caso ocorra a vacância da Presidência da República, a decisão correta é essa: convocar o povo”, afirmou.

Barbosa disse que deveria ter havido eleição direta após o impeachment de Dilma Rousseff. "Deveria ter sido tomada essa decisão há mais de um ano atrás, mas os interesses partidários e o jogo econômico é muito forte e não permite  que essa decisão seja tomada. Ou seja, quem tomou o poder não quer largar. Os interesses maiores do país são deixados em segundo plano", concluiu.


*Com EBC e Ascom/STF


Painel Político por Redação

Notas e notícias sobre política e bastidores do poder

Todos os direitos reservados
- 2009-2017 Press Comunicações S/S
Avenida Hamilton de Barros Soutinho, 1866 - Jatiúca - Maceió-AL
Tel: (82) 3313-7566
[email protected]