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Agora no Painel PSDB nega que haja acordo com PMDB para barrar denúncia contra Temer na Câmara

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Fachin quer acelerar tramitação das investigações da Lava Jato

18.04.2017 às 00:01
Arquivo/Agência Brasil


Com aval da presidência

Após encontro com a presidente do STF, Cármen Lúcia , o ministro Edson Fachin decidiu criar um novo  grupo de trabalho para acelerar a tramitação das investigações da Operação Lava Jato. Cerca de 109 pessoas passaram a ser investigadas no STF após citações de ex-diretores da Odebrecht.

Segundo previsão da FGV Direito Rio os processos criminais envolvendo autoridades com foro privilegiado  podem levar , no mínimo, cinco anos e meio para serem concluídos.


Temer entrevistado

Em entrevista à rádio Jovem Pan,na manhã desta segunda-feira (17), Temer admitiu sentir constrangimento com a citação de seu nome em declarações prestadas aos membros do MPF.  Para Temer,“ trata-se de uma inverdade”. Além disso pesam sobre seu governo declarações estarrecedoras de delatores da Odebrecht  envolvendo nomes do seu “primeiro escalão”.


“Não vamos parar”

Além de oito ministros de Temer, são citados nas delações 12 governadores, 24 senadores e 39 deputados federais. “ ‘Olha, não vamos parar’. Ainda ontem [domingo, 16], fizemos reuniões com membros do governo, hoje e amanhã faremos com o Legislativo exata e precisamente para que não se altere a governabilidade”, afirmou Temer durante a entrevista, ponderando  que as “desagradáveis” e “preocupantes” alegações feitas pelos executivos “transmite uma imagem muito negativa do Brasil no exterior”.

“Nós temos reformas pela frente, já fizemos muita coisa no país neste menos de um ano que eu estou à frente do governo e temos que fazer muito mais. Ou seja, é estarrecedor mas não deve ser paralisador. Não pode paralisar as atividades do Brasil”, acrescentou.


Moro X Lula I

O juiz federal Sérgio Moro decidiu aceitar pedido da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para arrolar 87 testemunhas de defesa em uma das ações penais da Operação Lava Jato. No entanto, Moro determinou que o ex-presidente compareça a todas as audiências para “prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes”.


Moro X Lula II

“Já que este julgador terá que ouvir 87 testemunhas da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, além de dezenas de outras, embora em menor número arroladas pelos demais acusados, fica consignado que será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências nas quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua própria defesa, a fim prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas”, decidiu Moro.


*Com assessorias






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Crise política não afeta candidatura de Eunício Oliveira à sucessão de Renan Calheiros

14.12.2016 às 02:31
Arquivo/Agência Brasil

Apesar de toda a crise política em curso no Legislativo, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) costura alianças, conquista importantes apoios e pode ser candidato único à sucessão de Renan Calheiros na presidência do Senado


Imune

Nem mesmo a forte turbulência ocorrida no Senado, em função do depoimento do ex-diretor da Odebrecht,  Claudio Mello Filho, citando dezenas de políticos receptores de propina , enfraqueceu a candidatura de Eunício Oliveira (PMDB-CE) à sucessão de Renan Calheiros na presidência da “Casa”.


“Costura” Interna

Eunício pleiteia o cargo há algum tempo. Teria iniciado conversações com Romero Jucá, atual presidente da sigla e líder do governo no Congresso, ainda em 2015. Desde então tenta costurar alianças e  garantir apoio interno, a fim de evitar o surgimento de algum outro nome do partido para disputar a indicação.  Já conta, inclusive, com o apoio de Michel Temer e do próprio Renan Calheiros.


Encontro com tucanos

Na última terça-feira foi convidado a participar do encontro semanal do PSDB.Na ocasião ouviu de Aécio Neves a promessa de apoio da bancada  ao seu nome. O presidente “tucano” relacionou esse apoio a participação do seu partido na Mesa Diretora e de outras  questões  internas da Casa, como, por exemplo, a divulgação com antecedência de pautas e projetos a serem votados.


Partidos de Oposição

Além do PSDB outros partidos já sinalizaram “simpatizar” com o nome  de Eunício.  PSB , PDT e até o PT (partidos de oposição ao governo Temer) prometem apoio desde que haja respeito a proporcionalidade das bancadas na formação da Mesa Diretora.


Sem concorrência

Aparentemente alheia à crise política,  a candidatura de Eunício promete continuar “encorpada” inclusive durante o recesso parlamentar, conquistando novas adesões e apoios, o que certamente inibirá o aparecimento de outro nome interessado em entrar na disputa


*Com assessorias

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Tribunal de Justiça (AL) vai julgar processo que envolve Cícero Almeida e Paulão

07.09.2016 às 00:01

Segundo investigações da PF, Cícero Almeida e Paulão, quando eram deputados estaduais, contraíram empréstimos e quitaram as dívidas com verbas "ilegais"


Em segredo de justiça

Dois candidatos à prefeitura de Maceió, Cícero Almeida (PMDB) e Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT), figuram como partes em processo que será julgado na 3ª Câmara Cível do TJ-AL . A sessão de julgamento está marcada para a manhã da próxima quinta-feira, 08.

A informação foi divulgada através de nota á imprensa pela assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).  Segundo a nota o processo tramita em segredo de justiça e por essa razão os veículos de comunicação não poderão acompanhar a sessão.


Operação Taturana

Os comentários decorrentes, após a divulgação da nota à imprensa são de  de que o processo faz parte da Operação Taturana, iniciado em 2007 pela Polícia Federal. A operação foi desencadeada com o objetivo de desvendar um suposto esquema de desvio de verbas na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).


Empréstimos contraídos “ilegalmente”

Cícero e Paulão, quando ocupavam assentos na Assembleia Legislativa ,contraíram empréstimos junto a instituições financeiras e saldaram o débito, segundo a Polícia Federal, com verbas "ilegais.

Paulão, que exerceu três mandatos de deputado estadual, tomou emprestado  R$ 224 mil  e teria pago a dívida, segundo investigação da PF, com dinheiro da Assembleia Legislativa.

Cícero Almeida contraiu junto ao Banco Rural um empréstimo de R$ 195 mil em 2003, quando tomou assento na ALE. Segundo a Polícia Federal o empréstimo foi quitado com a verba de gabinete do então deputado estadual, com o aval da Mesa Diretora da Casa.


Improbidade Administrativa

Paulão e Cícero Almeida foram ,posteriormente, denunciados em ação civil pública por atos de improbidade administrativa pelo Ministério Público Estadual (MPE). 


*Com Ascom/TJ-AL

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Cunha articula com aliados esvaziamento do plenário para escapar da cassação

05.09.2016 às 00:01
Arquivo Agência Brasil

Pelas contas de aliados de Eduardo Cunha, deputados faltosos do PMDB e "Centrão" podem ajudar o ex-presidente da Câmara escapar da cassação


“Tropa de choque” em ação

A tropa de choque do deputado afastado Eduardo Cunha  já se movimenta para evitar a cassação do mandato do parlamentar  no próximo dia 12, quando o processo iniciado no Conselho de Ética será votado no plenário da Câmara.

Aliados do ex-presidente da Câmara  fazem um levantamento sobre os  parlamentares de cada partido com representação na Casa, e quais devem votar a favor da cassação.


Estratégia

 A provável estratégia das lideranças partidárias aliadas será tentar convencer deputados favoráveis à cassação a não comparecerem à sessão.

De acordo com informações  do jornal Estado de São Paulo deste domingo (4) a movimentação para esvaziamento do plenário tem como alvo o PMDB e legendas do Centrão, um grupo de 13 partidos, entre eles PP, PSD, PTB e Solidariedade.

Alguns aliados mais otimistas consideram que por cair numa segunda-feira, a sessão já seria “naturalmente “ esvaziada. Entretanto parlamentares adversários de Cunha também se movimentam para convencer deputados a comparecerem ao plenário da Casa no próximo dia 12.

Para ser cassado, Cunha tem que receber 257 votos de parlamentares  favoráveis à condenação.  Deputados faltosos, teoricamente, contribuem para que a condenação do ex-presidente da Câmara não aconteça.


Acusações

Eduardo Cunha é acusado de mentir na CPI da Petrobras, na Câmara, ao negar a existência de contas secretas noexterior. O processo contra ele teve origem no Conselho de Ética da Casa a partir de uma representação liderada pela bancada de deputados do Psol. O ex-presidente da Câmara é, ainda, réu no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da operação Lava Jato, por corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação de contas na Suíça.



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Aliados manobram e ainda sonham com virada "no placar do impeachment "a favor de Dilma

30.08.2016 às 00:01
Agência Brasil

 Aliados de Dilma assediam  senadores supostamente  indecisos e sonham com um improvável número de ausências no plenário do Senado, no dia da votação final


Reta Final

Aliados da presidente afastada Dilma Rousseff ainda tentam, na reta final do julgamento do processo , reverter alguns votos de senadores favoráveis ao impeachment.As possibilidades de “virada no placar” são remotas e o tempo está cada vez mais curto, até a votação final, prevista para amanhã(30).


Intervenção no Maranhão

Nos bastidores do Senado as informações são de  que a direção petista propôs intervenção nos diretórios de Imperatriz, Codó e Timon, no Maranhão, em troca dos votos dos senadores do estado a favor de Dilma. A intervenção nos diretórios visa anular pré candidaturas à prefeituras  dos três municípios e abrir caminho para candidaturas apoiadas pelos senadores maranhenses.

João Alberto (PMDB), Edson Lobão(PMDB) e Roberto Rocha(PSB) estão com dificuldades eleitorais em seu estado e são adversários políticos do governador Flávio Dino (PCdoB).  A estratégia proposta pelo PT seria a ausência dos três senadores no plenário no dia da votação.Lobão e João Alberto estão incluídos pelos petistas no bloco dos “indecisos”. Já João Alberto não compareceu à sessão de segunda-feira.


Sonhando com ausentes...

Outras possíveis ausências reforçam o otimismo dos petistas. Acir Gurgaz (PDT-RO) recebeu proposta semelhante a oferecida aos seus pares do Maranhão.

 Wellington Fagundes, internado no fim de semana com diverticulite,  não é presença garantida.

Jader Barbalho que já foi contra o impeachment, mas votou favoravelmente a pronúncia da presidente afastada , é outro senador que pode não aparecer na sessão de votação de amanhã. 

Outro “convidado” a não aparecer no plenário é Ivo Cassol (PP-RO), condenado por crimes contra a administração pública ao fazer licitações irregulares  quando era prefeito do município de Rolim de Moura.

 

... e indecisos.

Romário (PSB-RJ) também está na lista de abordados pelo PT. O ex-jogador afirma ainda estar em dúvida sobre o seu voto. Seu sonho de  concorrer à prefeitura do Rio de Janeiro, não obteve  apoio do atual prefeito  Eduardo Paes (PMDB) . Petistas sinalizam não lançar candidato ao governo em 2018, caso o senador fluminense decida concorrer .

O PT também admite abrir mão de lançar nomes ao Senado e ao governo do DF em 2018 para facilitar “a vida” do senadore Reguffe (Sem partido) .


Os incógnitos Collor...

Um encontro, cercado de mistérios, entre o Fernando Collor (PTC-AL) e Dilma , na última sexta-feira , também aumenta as esperanças dos petistas mais otimistas. Para alguns o encontro, que durou cerca de duas horas, pode ter sido um sinal de apoio do ex-presidente à  presidente afastada.


... e Renan.

O presidente do Senado, que até agora manteve neutralidade durante o processo, pode mudar de atitude e resolver votar na sessão, que estará sob o comando do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Parlamentares próximos apostam que caso Renan vote será a favor do impeachment.


Refazendo as contas

Para Dilma ser afastada definitivamente da presidência é necessário que 54 senadores votem a favor do impeachment. A ausência de parlamentares no plenário no dia da votação pode favorecer e até reverter a situação a favor da presidente afastada.

É difícil, mas não impossível...

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Partidos investigados pelo TSE podem ter registros cassados

12.08.2016 às 00:01

Corregedora-geral da Justiça Eleitoral Maria Thereza de Assis Moura solicitou e Presidente do TSE, Gilmar Mendes, autorizou investigações contra PT, PP e PMDB



Mais partidos investigados

Atendendo pedido da corregedora-geral da Justiça Eleitoral, ministra Maria Thereza de Assis Moura, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, autorizou investigações contra o PMDB e o PP. O ministro já havia pedido de abertura de investigação contra o PT. Se a suspeita for comprovada, os partidos podem ter os registros cassados.



Cassação de registros

As denúncias contra os partidos terão como base investigações realizadas na Operação Lava Jato e podem, dependendo dos resultados,  levar a cassação dos registros partidários.

Segundo a decisão da corregedora-geral ,numa análise preliminar da documentação, percebe-se a existência  de fatos graves “a exigir  a devida apuração”. Entre as informações enviadas pelo juiz Sérgio Moro há o depoimento de Paulo Roberto Costa, investigado na Lava Jato. O ex-diretor da Petrobras confirmou repasses aos dois partidos através de empreiteiras que mantinham contato com a estatal.


“Barbaridade da situação”

 Para a ministra  Maria Thereza de Assis Moura “  uma vez comprovadas tais condutas, estaríamos diante da prática de crimes visando a conquista do poder e/ou sua manutenção, nada muito diferente, portanto, dos períodos bárbaros em que crimes também eram praticados para se atingir o poder. A mera mudança da espécie criminosa não altera a barbaridade da situação”.


PSDB

Na última quarta-feira(10) o TSE já tinha determinado que fossem investigadas as contas de campanha  eleitoral do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República em 2014. A ação do tribunal teve como base denúncias feitas pelo PT. Para o partido de Lula e Dilma  a campanha tucana contratou empresas sem capacidade de prestar  serviços, além de haver indícios de empresas de “fachada” terem recebido alto volume de “transações bancárias”, sem apresentar ao TSE os contratos de prestação de serviços.


Entretanto...

 O “imbróglio” envolvendo os tucanos e a Operação Lava Jato, permanece sem ser analisado. 

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Lewandowski se reúne com líderes no Senado para definir votação do impeachment

05.08.2016 às 02:36
Arquivo/Agência Brasil

Em reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros, com o presidente da Comissão Especial do Impeachment, Raimundo Lira, e líderes partidários, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski "acertou os ponteiros" da sessão de votação de pronúncia  de Dilma Rousseff, que ocorrerá na próxima terça-feira (9)


Detalhando a próxima etapa

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, se reuniu hoje (4) com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Comissão Processante do Impeachment, Raimundo Lira (PMDB-PB), e com os líderes partidários do Senado para definir os detalhes da próxima votação do processo contra a presidenta Dilma Rousseff no plenário da Casa. A sessão de votação de pronúncia, ocorrerá na próxima terça-feira (9) e será presidida pelo magistrado.


De 15 a 20 horas em plenário

Estima-se que a etapa em plenário durará de 15 a 20 horas, já que cada senador terá dez minutos para falar. Esse tempo será somado aos trinta minutos de cada uma das doze testemunhas e à leitura do parecer, estimada em meia hora, além da apreciação dos destaques.Os senadores não são obrigados a discursar. O número de testemunhas  ficou definido em seis para cada lado (acusação e defesa).


Pronúncia e Julgamento Final

Se a pronúncia for aprovada no plenário do Senado,  Dilma Rousseff  irá a julgamento final no fim deste mês. Neste caso, a acusação será imediatamente notificada após a divulgação do resultado da votação, para apresentar o libelo acusatório (peça processual) em até 48 horas com o rol de seis testemunhas que deverão ser ouvidas no dia do julgamento.


Acusação

A advogada de acusação, Janaína Paschoal, já informou que pretende se antecipar e entregar o libelo em 24 horas. Caso isso se confirme, começará imediatamente a contar o prazo de 48 horas para que a defesa de Dilma entregue sua contrariedade, também incluindo o rol de seis testemunhas que deverão depor a favor da presidenta.


 Defesa

O advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, informou ontem que pretende usar o prazo inteiro. Assim que ele entregar suas alegações, começará a contar prazo de dez dias para que o julgamento seja marcado. A previsão é que ele possa ocorrer já a partir do dia 25, mas Lewandowski não discutiu com os líderes a data – ele é a favor de que o julgamento comece no dia 29, uma segunda-feira.


*Com Agência Brasil e assessorias

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Rodrigo Janot recorre ao STF para reconduzir Paulo Bernardo à prisão

04.08.2016 às 02:39
Para Rodrigo Janot, decisão de Dias Toffoli de libertar Paulo Bernardo deve ser reconsiderada pelo STF - Foto:Arquivo/Agência Brasil


Procurador Geral solicita ao Supremo reconsiderar  a decisão de Dias Toffoli de soltar o ex-ministro; para Toffoli houve constrangimento ilegal; ex- ministro , segundo investigações da  "Operação Custo Brasil" , participou de um esquema de fraudes para liberação de empréstimos consignados do Ministério do Planejamento


Contestando Toffoli...

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou reclamação ao Supremo Tribunal Federal (STF), contestando decisão do ministro Dias Toffoli de libertar o ex-ministro Paulo Bernardo, preso em junho pela Operação Custo Brasil, da Polícia Federal.Para Janot a deliberação de Toffoli violou o devido processo legal por ter antecipado a liminar de habeas corpus contra o ato da Justiça em primeira instância.


...no STF

Para Janot se a decisão do ministro não for reconsiderada, o STF deve reformar a decisão do magistrado para manter a prisão de Bernardo. “Não custa repisar que o caso originário teve seu trâmite determinado pelo STF por sua composição plenária ao entender que a cisão era necessária. Portanto, o juízo natural a apurar as condutas dos não-detentores de prerrogativa de função é o juízo de primeiro grau que ordenou, fundamentadamente, além de outras providências, as prisões cautelares”, sustenta Janot.


“Constrangimento ilegal”

Toffoli revogou a prisão de Paulo Bernardo alegando que houve “flagrante constrangimento ilegal” além de usurpação à competência do STF, uma vez que as apurações no processo estavam ligadas a senadora Gleisi Hoffmann( PT-PR) que possui foro privilegiado.


Desvios no Planejamento

Paulo Bernardo foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo  por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ex-ministro é acusado de atuar, junto à uma quadrilha, num esquema de fraudes para liberação de créditos consignados do Ministério do Planejamento, que teve Bernardo como titular de 2005 a 2009. O esquema, segundo as investigações, teria desviado mais de R$ 100 milhões entre 2009 e 2015. 


*Com Agência Brasil e assessorias

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Viagem de Temer à China pode acelerar processo do impeachment de Dilma

03.08.2016 às 03:29
Segundo Renan o assunto impeachment de Dilma não fez parte do cardápio de almoço com Temer - Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Será? Renan Calheiros e Michel Temer almoçaram juntos e não conversaram sobre o processo de impeachment; segundo o presidente do Senado não existe pressão do Planalto para a conclusão do julgamento; e na agenda do ainda presidente interino, uma viagem à China no começo de setembro


Sem pressa, mas...

O Senado Federal pode concluir o processo de impeachment de Dilma Rousseff ainda esse mês. O presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), prevê que o início do julgamento em plenário aconteça até o dia 26 desse mês. A Casa não deve votar projetos durante a semana para não atrapalhar os trabalhos da Comissão Especial do Impeachment.


...acelerando

O ministro Ricardo Lewandowski, que comandará a sessão de julgamento, deve se reunir  com líderes partidários, logo após a apreciação da pronúncia pela Comissão Especial, para organizar os procedimentos de votação do processo no plenário do Senado.

Segundo Renan, se a pronúncia de Dilma acontecer no próximo dia 9 ou 10, o julgamento final poderá ser iniciado em 25 ou 26 de agosto e, ainda de acordo com o presidente do Senado, os senadores poderiam trabalhar no fim de semana na oitiva de testemunhas para o veredicto ser conhecido no dia 29.


Sem pressões do Planalto, mas...

Renan e Temer almoçaram juntos na tarde de ontem  e o presidente do Senado voltou a afirmar que não sofreu nenhum tipo de pressão do presidente interino para apressar o processo de impeachment. Aliás, segundo o senador , a votação do processo de  impeachment nem entrou na pauta de conversas  durante o almoço.  “Conversamos sobre a conjuntura, a agenda legislativa, as expectativas econômicas e os resultados que começam a aparecer. O presidente não faria a mim esse apelo. Jamais. O presidente não falou da votação do processo”, afirmou Renan.


...  sem interinidade na China

Apesar das negativas de Renan, o comentário geral nos "corredores do Congresso"  é que o Planalto tem pressionado  pela conclusão do processo do impeachment ainda no mês de agosto. O principal motivo da “pressa” do Planalto é uma viagem à China ,no início de setembro,para uma reunião do G20. Temer gostaria de comparecer ao evento “desvinculado da interinidade”, já oficializado como presidente da República.

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Lula apela à ONU para tentar escapar de Sérgio Moro

29.07.2016 às 03:23
Valter Campanato/Agência Brasil

Procurando no exterior pela "justiça" que não consegue em seu próprio país, Lula encaminha petição ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, criticando ações de Sérgio Moro na Operação Lava Jato


"Desespero internacional"

Para Lula parece não haver nem "limites geográficos" quando o assunto é  escapar do “raio de ação” do juiz federal Sérgio Moro. Após o insucesso junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) , o ex-presidente do Brasil, num ato extremo, talvez no desespero  de  uma última  cartada, tenta buscar no exterior o apoio que ele supõe estar lhe faltado no Judiciário de seu país.


Parcialidade e Ilegalidade

Advogados de Lula encaminharam ao Comitê de Direitos Humanos da ONU um recurso com objetivo de barrar ações de procuradores da “Lava Jato”.

Na petição, além da afirmação que o ex-presidente é vítima de violação de direitos humanos, também são mencionados “clara falta de imparcialidade” nas investigações, “invasão de privacidade, prisão arbitrária, detenção antes do julgamento e presunção de culpa”. 

O documento classifica de “atos ilegais”  a gravação e divulgação de conversas privadas entre Lula e Dilma e a condução  coercitiva para prestar depoimento.


Evidências nos "grampos"

Para o Ministério Público Federal (MPF) a conversa gravada entre Lula e Dilma evidencia que a nomeação do ex-presidente para ministro da Casa Civil do governo Dilma, tinha como principal objetivo blindá-lo das investigações da Lava Jato.

Ao virar ministro Lula passaria a ter foro privilegiado e as investigações só poderiam continuar com o aval do STF; que coincidentemente num dos “grampos” divulgados foi chamado por Lula de “acovardado”.


Sobre Moro

No documento, a defesa de Lula insinua que Moro comanda um tribunal que desrespeita direitos:“Esse juiz é conhecido por manter suspeitos da Lava Jato presos por tempo indeterminado, em detenção, até que eles façam delação premiada. Eles não têm direito a habeas corpus ou acesso a um tribunal que decida pela sua soltura, a não ser um ‘tribunal’ composto pelo próprio juiz Moro"


Vulnerável

O documento revela ainda a preocupação do ex-presidente com a possibilidade de ser preso :” Embora o reclamante ainda não tenha sido preso, na qualidade de suspeito declarado ele está vulnerável”. 



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