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19/05/2017 às 23h00

Geral

Estudantes alagoanos participam da Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

Em todo o Estado, 260 escolas se submeteram às provas, aplicadas nesta sexta-feira (19)

Alunos da Escola Estadual Irene Garrido desenvolvem foguete com materiais recicláveis, com alcance de 94 metros - Foto: Valdir Rocha

Oitocentos mil estudantes do ensino fundamental e médio de todo o Brasil participam das provas da 20ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da 11ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) nesta sexta-feira (19). Em Alagoas, 260 unidades de ensino aplicam as provas – 78 a mais do que em 2016, quando 182 participaram da competição.

Na Escola Estadual Vitorino da Rocha, no Cepa, mais de 80 estudantes do 4º e 5º anos do ensino fundamental responderam às provas, cujo principal intuito é despertar a curiosidade e o interesse dos estudantes pelas ciências. No mesmo complexo, alunos da Escola Estadual Maria José Loureiro também participaram da Olimpíada.

“A OBA motiva os alunos para a ciência, pois a Astronomia costuma encantar a garotada. Ela é uma olimpíada singular e contextualiza assuntos de diversas disciplinas”, explica Adriano Aubert, professor e coordenador do Observatório Astronômico Genival Leite Lima (OAGLL), localizado no Cepa.

Ainda segundo Adriano Aubert, mesmo premiando os alunos com medalhas de acordo com o desempenho na avaliação, o propósito maior da Olimpíada não é a competitividade, mas o conhecimento.

“A prova, em si, não tem um caráter classificatório. Existe uma premiação de medalhas, mas o objetivo maior é motivar os alunos a gostar de ciências”, frisa.

Mostra de Foguetes

Na Escola Estadual Irene Garrido, no conjunto Dubeaux Leão, 120 alunos participaram das provas da OBA. Dentre estes, dez estudantes do ensino médio também marcaram presença na Mostra de Foguetes e, para isso, construíram um foguete artesanal com garrafas pet, tubos de papel, canos de pvc e canudos de refrigerantes, alcançando 94 metros em lançamento promovido no Campo da Marituba, no Conjunto Salvador Lyra.

Os alunos passaram um mês construindo o foguete e, até o dia do lançamento, fizeram quatro testes, com alcance máximo de 85 m. “Ficamos muito felizes com este resultado, pois conseguimos nos superar neste lançamento”, contam os estudantes Jadson Santos e Victor Douglas.

Os meninos, por sinal, empenharam-se tanto para a Mostra que chegaram a promover lançamentos em suas próprias casas. “Minha mãe me incentivou muito neste processo. Agora, depois de lançar o foguete, pedia que eu limpasse a sujeira”, brinca Allan Rocha, também membro da equipe.

Diretora-geral da Escola Irene Garrido, a professora Lucimar Melo enumera os benefícios da Olimpíada. “Eventos como a OBA e Mostra Foguetes mobilizam toda a escola e fazem com que os alunos tenham um aprendizado amplo, pois da construção até o lançamento de foguetes, utilizamos conceitos de Matemática, Física e Química”, explica a gestora.



Fonte: Agência Alagoas

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