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Estilo Pessoal

13.06.2019 às 00:01


O que é estilo pessoal? É a forma de como você se comunica consigo mesmo e com os outros.

Dentro do seu estilo há outros estilos complementares que podem se traduzir em um mix de estilos, ou seja, você pode usar um tênis e um scapin (feminino) ou um sapatênis e sapato Oxford (masculino), mas o que vai definir o perfil esportivo do clássico são as escolhas que predominam no seu dia a dia. Peças que sem pestanejar, muitas vezes inconscientemente você retira do armário “trocentas” vezes para usar. Preguiça de pensar ou falta de habilidade para coordenar os looks?  Também. Entretanto, o comportamento fala por si. Um exemplo é o conforto e a praticidade. Há pessoas que não abrem mão disso, mas no ambiente de trabalho e mesmo no objetivo que desejam alcançar recorrem aos profissionais para uma transformação. Um bom profissional não transforma ninguém, orienta, ajuda no seu guarda-roupa, faz compras juntos (personal shopper) ajustando com seu conhecimento o novo momento de seu cliente na avaliação de interesses indispensáveis a ele.  É assim que funciona.

Os estilos nomeados como universais são sete: Esportivo, tradicional, contemporâneo, moderno, romântico, sexy e criativo.

As pessoas com o perfil esportivo ou casual prezam pela comodidade, pelo básico, pelo natural, se vestem com peças que lhe caem bem, com calçados confortáveis, mochilas e bolsas transpassadas.

O clássico, o mesmo que tradicional, os cortes de alfaiataria e os tons suaves são seus pontos chave. As peças são mais conservadoras, mais sóbrias. As pessoas com este estilo não se preocupam em acompanhar a moda. 

O elegante é muito confundido com o estilo clássico, mas existe uma pequena diferença, a modelagem é mais moderna, um pouco mais ousada e permite cores menos suaves. Por isso também é chamado de contemporâneo.

O moderno ou dramático é uma misturinha do contemporâneo com o clássico. O que distingue é a modelagem assimétrica, angulares e uma pitada extravagante. 

O romântico remete ao bucólico, babados, poás, estampas sutis, mangas bufantes, tecidos fluidos, tricô, renda, plissados.

O criativo é o estilo dentro de outros estilos, ama originalidade, experimenta novas possibilidades e adornos incomuns.   

O estilo sexy ama roupas justas, rendas mais ousadas, decotes profundos, cores vibrantes, especialmente o vermelho.  Em geral são pessoas autoconfiantes, naturalmente sedutoras. 

E agora, você saberia identificar o seu estilo?

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Pequenos truques

10.06.2019 às 00:01

Há truques na moda que realçam a beleza física.  Isso depende das cores, dos acessórios e dos cortes dos tecidos. 

 Hoje as minhas dicas são dirigidas às mulheres.

Como aumentar ou diminuir a região dos glúteos? Para aumentar prefiram roupas com stretch e cores claras. O jeans com lavagem é uma boa opção.  Para diminuir, cores escuras e modelagens que não marquem a cintura.  As calças e vestidos devem ser retas e de bom caimento.

Para disfarçar a barriguinha os blazers são grandes aliados, especialmente os mais compridos já que formam uma linha vertical no corpo.  Evitem acessórios próximos a gordurinha como cintos e faixas.

Com relação aos seios, as mulheres de seios volumosos devem adotar o decote quadrado com estampa discreta e tecido escuro. Devem evitar decotes profundos e colares chamativos nessa região. As de pouco seios é o contrário, as blusas cropped, os decotes em V e sutiãs com bojo valorizam o colo.

Braços grossos e pernas grossas podem ser suavizados sem muito esforço. Nos braços são aconselháveis camisas folgadas com mangas três-quartos ou longas arregaçadas.  As pernas muito grossas, saias na altura do joelho, longas e calças alinhadas.  Nas pernas mais curtas do que o tronco, adote calças e saias claras de cós alto, blazers curtos e calçados vazados, nude e de saltos.

Mulheres muito magras podem abusar de brilhos, tecidos claros, encorpados com texturas.   

A papadinha, algo que incomoda muito as mulheres é importante se atentar para a postura em primeiro lugar. Ao contrário do que muitas pensam as blusas de gola alta e lenços não valorizam, pois chamam mais atenção para essa área. O mesmo ocorre com o pescoço curto, os decotes e colares compridos são os mais indicados para alongar.

Deixo aqui, uma observação pertinente.  As dicas são para aquelas mulheres que não se sentem à vontade com uma parte do seu corpo e querem, com alguns recursos simples, disfarçar o que não gostam. Importante é agradar-se.

“A felicidade é o seu melhor look”.

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Mitos e verdades

06.06.2019 às 00:01

Não há regras na moda, já falamos isso aqui.  Porém, visualmente há cores que engordam, emagrecem, encurtam, alongam, alargam, afinam, iluminam e apagam.  

O preto absorve a luz, disfarça e reduz as gordurinhas. Entretanto o preto com brilho engorda.

O branco, assim como roupas muito claras tende ampliar o contorno da silhueta. O truque para quem deseja despistar é equilibrar com cores escuras e, para aquele (a) que deseja acentuar por ser muito magro (a) é usar peças claras na região ou regiões que julga importante ampliar.  

Algumas dúvidas que surgem:

Marrom com preto é uma boa combinação? Sim, tudo depende dos tons.

Cinza é uma cor triste? É cool. Combine com cores vibrantes ou claras para dar um up!  Nas mulheres o colar de pérolas, lenços e colares coloridos e nos homens, sobreposições caramelo, terracota, azul-marinho e cachecóis de xadrez são ótimas opções. A cor cinza é universal, fica bem com todo tipo de pele.

Pessoa madura com rosa-bebê, rejuvenesce?  Use com muita moderação, pois a mensagem da roupa pode não favorecer, especialmente em ambientes de trabalho. Saiba distinguir cores suaves com cores infantis para passar credibilidade através de sua imagem.

O vermelho alegra? Embeleza muitas vezes, mas não é uma receita de alegria. Dependendo do tom e quantidade de acessórios o efeito é oposto, transmite agressividade.

O moreno (a) fica bem com marrom? Não valoriza a sua pele, cria um tom monocromático. Uma coisa é usar vestuário monocromático, outra é usar a pele com roupas no mesmo tom.  Apaga, incrivelmente! O ideal é usar tons que destoam com harmonia dentro de sua cartela de cores como o verde, por exemplo. Da mesma forma uma pessoa negra deve evitar a cor preta e adotar o azul-marinho em seu lugar, principalmente próximo ao rosto.

As pessoas muito claras ficam pálidas com cores claras? Nem sempre. As cores com intensidades médias as iluminam.  

Querem mais? Há muito mais! Deem suas sugestões. 

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Moda Vintage

03.06.2019 às 10:43

Qual a diferença entre Vintage e Retrô?

No mundo da moda, o vintage é uma referência das décadas anteriores, são peças originais de vestuário e acessórios antigos em bom estado.

 Quem lança muito a mão do vintage é a família real britânica com a prática de doar as jóias de seus antepassados aos novos membros da família.   No conceito, as peças devem ter, no mínimo, 20 anos para ser consideradas vintage. Passados 100 anos é antiguidade. Há, no entanto uma situação em que, como documento histórico, os figurinos vintage são reproduzidos obedecendo com rigor os tecidos da indumentária e dos acessórios de uma determinada época visando apenas uma reconstrução cultural.  Neste caso, não são usados para outro fim.   

O estilo retrô é uma releitura de um passado pouco longínquo, dando espaço a várias observações sobre tendências, composições, matizes que influenciaram essas gerações.  O retrô nos serve como inspiração, é uma moda reeditada sem muita fidelidade, pois a ela são adicionadas informações e elementos da atualidade. A volta da pochete é um exemplo disso, hoje com muitos paetês e nova modelagem.  Outro exemplo é a saddle it-bag da grife Dior, criada pelo criativo estilista John Gallian em 1999.  Relançada agora em couro, a bolsa em forma de sela e alça curta promete fazer muito sucesso, especialmente para as amantes do clássico.

Há muitas informações equivocadas na internet com relação ao tema, já que muitos usam “novo vintage” e “verdadeiro vintage” para identificar o mercado da moda.

Em um breve resumo, vintage está associado ao requinte e as peças legítimas de boa qualidade de um passado que vai além dos 20 anos.

 Dessa forma os anos 90 entram nesse pacote? Sim, desde que as peças sejam autênticas e, não uma reprodução da época. O “verdadeiro vintage” é denominado a peças dos anos 30, 40 por serem mais antigas.

Entenderam? Qualquer dúvida, conte comigo!

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Moda Retrô

30.05.2019 às 00:01


Popularmente usamos a expressão para denominar o antigo, mas na verdade o retro (de retrocesso) ou retrô é uma releitura do antigo, ou seja, é o novo com cara de velho.

A inspiração dos anos atrás, ou seja, de um passado próximo, assim como na moda está sendo difundida na decoração, no design e na arquitetura. Caiu na simpatia popular.

Um exemplo do estilo retrô é os anos 80, marcados pelo exagero onde os elementos como jaquetões customizados com taxinhas e pedras, muito brilho, ombreiras volumosas, sobreposições, estampas chamativas, cores vibrantes, botas de cano alto, maxi brincos, maxi colares, suspensórios, calças com cós alto, pregas, drapeados, mangas bufantes, saias balonê, minissaias com leggings, meias-calças coloridas, stretch, tênis All-Star, mocassins...

No meio corporativo o estilo “Yuppie”, especialmente o “YUP” masculino, sigla inglesa que significa Jovem Profissional Urbano, dominou a década com seu jeito despojado-chique associados às grandes marcas como Armani, Ralph Lauren, Gucci, Hugo Boss entre outros.

Nos palcos, Madonna, Michael Jackson e Xuxa foram referências de moda, também de comportamento. Aliás, a moda está intrinsecamente ligada aos fenômenos sociais e culturais.   

 Na cabeça, as famosas bandanas, acessório muito utilizado por Cazuza e Axl Rose da banda Guns N' Roses, assim como cabelos desalinhados, cortes assimétricos com ar de rebeldia influenciaram uma boa parte dessa geração. 

A moda é cíclica, ela demanda esforços para atender as pessoas de todas as idades e precisa estar alinhada aos anseios, aos valores e aos contextos político e sociológico. Ela é uma linguagem do tempo, portanto não é futilidade. 

Cabe a você se apropriar dos recursos que melhor traduzem a sua personalidade em concordância com a sua identidade visual.

 

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As passarelas da moda

27.05.2019 às 01:39

Entre extravagâncias e esquisitices encontramos tendências, formas e cores nos desfiles das passarelas.  As edições de cada temporada são estudadas por profissionais da moda, um deles, o caçador de tendências e ferramentas de inteligência artificial, responsáveis por levar as informações coletadas para os estilistas a fim de que possam criar suas coleções. Em geral as peças são conceituais, ou seja, não foram feitas para comercialização. Elas abordam de forma criativa através de temas os fenômenos sociais observados em diversas áreas, como economia, tecnologia e outros, assim como o comportamento humano e acontecimentos importantes de várias épocas.  

“A moda é o espelho da sociedade, as tendências identificam os desejos desta sociedade.”

Nesse mundo há marcas que apresentam modelos conceituais no início do desfile e peças para venda. Muito poucas, atualmente. Voltando aos conceituais que corresponde à grande maioria a dúvida de muitas pessoas é como traduzi-las?  

Toda peça exagerada é uma mensagem, ela quer chamar atenção sobre os elementos que estarão em alta na temporada, como cores, texturas, modelagens, silhuetas, comprimento, tecidos, estampas e etc. A unanimidade nos desfiles é que definirá as tendências de moda para aquela estação do ano. 

Como curiosidade, muito comentado entre os fashionistas foi o polêmico estilista Jum Nakao, que em uma das edições da São Paulo Fashion Week usou vestidos de papel e os rasgou no final da apresentação.

“Os desfiles são condutores da imaginação, criando vínculos entre o sonho e a realidade”.

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Silhuetas

23.05.2019 às 00:01

Cada corpo tem o seu formato e isso nada tem a ver com perfeição ou imperfeição.  Os nossos contornos são nomeados pelos profissionais da moda como triângulo, triângulo invertido, retângulo, ampulheta, oval e trapézio (geralmente nos homens).

No triângulo a proporção dos ombros é mais estreita em comparação aos quadris. Podemos equilibrar com truques que chamem atenção na parte de cima. 

No triângulo invertido, o volume está concentrado na parte de cima do corpo. Os ombros são mais visíveis do que os quadris e a cintura tende a ser reta.

Recomendo dar foco ao centro do corpo para equilibrar o tamanho do tronco, colo e pescoço. As roupas devem ter um caimento suave e solto, com detalhes abaixo da cintura. 

O corpo ampulheta tem as mesmas proporções de busto e quadril, com cintura fina. A ideia é suavizar as curvas, deixar o corpo mais esguio, mais elegante, menos chamativo, alongar as pernas, marcar discretamente a cintura. 

O corpo retângulo é o preferido das passarelas porque em geral os modelos são altos e magros e as medidas de ombro e quadris são proporcionais. Esse corpo possui uma estrutura reta, sem curvas. Marcar a cintura é o objetivo.

O corpo oval é caracterizado por cintura maior ou na linha dos ombros e quadris. Em geral são pessoas acima do peso, pescoço largo, com gordura abdominal.  O ideal para o corpo oval são os decotes em V ou U, tecidos de alfaiataria, blazer, blusas na altura dos quadris, casacos longos e looks monocromáticos. 

O trapézio possui os ombros e quadris em harmonia, seu peito é um pouco mais largo do que a cintura. O único cuidado na hora de escolher as roupas é com relação à estatura. A recomendação para baixa estatura é que adotem peças que alonguem o corpo visualmente. 

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Consultoria de Imagem e Estilo

20.05.2019 às 00:01

A Consultoria de Imagem é um processo de autoconhecimento, por isso ele é personalizado. Autoconhecimento, em que sentido?

Você conhece o seu estilo pessoal? Sabe definir? O seu tipo de corpo? De rosto?

Sabe qual o melhor corte de cabelos para o seu formato de rosto e, o corte de tecidos para o seu corpo? E quais os tecidos que lhe caem bem?

Conhece as cores que favorecem os seus traços e sua pele e as que não favorecem?

Sabe valorizar pontos fortes de sua silhueta e disfarçar os fracos? Sabe consumir conscientemente, sem se deixar levar pelo ímpeto? Montar looks das peças que tem no armário? Conhece verdadeiramente o seu armário? Sabe coordenar poucas peças (roupas, sapatos e acessórios) multiplicando-as, usando estratégias? Sabe o que vestir em cada ocasião em conformidade com o seu modo de ser? Sabe montar um guarda-roupa inteligente que facilite a sua vida? Conhece o mercado da moda? O que pode beneficiá-lo nas compras, caso queira seguir algumas tendências?

Pois é, o consultor (a), além de analisar e orientar os seus clientes nessas questões, ele examina aspectos importantes de seu cotidiano, de seu comportamento, necessidades psicológicas e os objetivos que desejam alcançar no âmbito pessoal, profissional ou em ambos, os adequando à imagem que desejam corretamente projetar. Uma estatística diz que em poucos segundos a leitura da imagem visual é concluída por alguém e isso expressa à coletividade, apenas 7% no que se diz. Comprovadamente a primeira impressão é o que fica!

Daí a importância da estruturação de uma boa imagem, explorando o que cada um tem de melhor a fim de que possa transitar nas diversas esferas da sociedade com total confiança e segurança.

Tudo isso é trabalhado cuidadosamente por profissionais com competência em Imagem e Estilo através de pacotes que variam de 15 a 20 horas, encerrando com um dossiê completo do cliente.

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O vermelho da dama

16.05.2019 às 00:01


Sim, você leu corretamente, a bela Charlotte de Kelly LeBrock hoje dará lugar a uma outra estrela, o vermelho.

A cor vermelha remonta a pré-história. Na arte rupestre, a matéria prima era composta de sangue, carvão, pigmentos da terra e das plantas, usada com o auxílio de pincéis feita de pelos de animais como uma forma de comunicação entre os humanos. Daí a concepção de que as artes estão intrinsecamente ligadas à comunicação. Ainda na antiguidade outros pigmentos foram surgindo, como a raiz avermelhada da erva Garance, metais como o ferro, mercúrio e outras fontes. Sendo assim, o vermelho como símbolo do poder era relacionado ao sangue e ao fogo, razão pela qual foi muito utilizado na guerra e na religião.

 Na Roma antiga, uma concha encontrada no Mar Mediterrâneo, uma variante do vermelho tingia as roupas do imperador, dos centuriões, dos guerreiros.  Depois com sua escassez, foi descoberta a cochonilha, um parasita de árvores que, com seus ovos, se extraia um vermelho intenso, muito utilizado nas vestimentas da alta classe, da aristocracia, também dos cardeais. A busca pelo corante gerou grande problema na indústria têxtil européia na idade média, pois os mercadores buscavam a cor que atraía a sociedade, ricos e pobres.  Foi a partir dessa época que a simbologia do poder, da sedução, da fertilidade (produtividade), da felicidade (conquista), do fogo (vida), da revolução e do luxo chegou aos tempos contemporâneos como a cor da paixão.

 A cor está fortemente ligada ao desejo, ao erotismo e também ao amor. A rosa vermelha, a única que tem aroma dentre outras flores vermelhas são oferecidas aos enamorados.

 Na China as moças mais tradicionais casam-se de vestido vermelho e as que optam por branco, vestem vermelho em outros momentos da cerimônia para trazer-lhes sorte. A cor intensa ainda predomina nos adereços da cerimônia e nos presentes.

A verdade é que o vermelho viaja através dos séculos nas duas esferas, material e imaterial. Ele vai do glamour do tapete vermelho, da famosa caixa Cartier, dos sapatos louboutin da Dior, do “rosso corsa” de Enzo Ferrari à tentação.

No Natal o vermelho significa o amor representado pelo sangue de Cristo. 

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A cor pessoal

13.05.2019 às 02:00

A coloração pessoal é uma técnica aplicada pelos consultores de imagem para descobrir a cor que melhor realça os traços do rosto de seu cliente, levando em conta a temperatura, a profundidade e a intensidade da pele. 

A história da colorimetria é antiga, já a análise de cores pessoais é mais contemporânea. Ela foi criada na Europa, aperfeiçoada nos EUA por Suzanne Caygill, pioneira na paleta de cores onde relacionava pigmentos do rosto, cabelos e olhos com as cores da natureza. Depois, Carole Jackson revolucionou o mundo da moda e a indústria de cosméticos com os livros Color Me Beautiful e Color for Men, publicados nos anos 80 causando frisson no mercado de beleza.   

O estudo sazonal que consiste nas estações do ano foi expandido para doze variações em 1991. E qual a sua importância e como isso funciona na prática? 

Observando o subtom de pele de cada pessoa, conforme o estudo da harmonia cromática sazonal, desenvolvida nos Estados Unidos é possível uma transformação, um novo olhar sobre si mesmo.  Subtom nada mais é do que a melanina, a hemoglobina e o caroteno encontrados na nossa derme, que misturados formam o fundo de pele amarelado, azulado ou esverdeado.   

Há duas temperaturas de subtom de pele, quente e fria e os tons de cada estação com seus contrastes e graduações: pura, clara, profunda (escura) e brilhante. 

Os tons dominantes de cada estação pessoal: 

Inverno: o branco, preto, rosa, bege, cinza, castanho escuro, azul. 

Verão: o branco, azul, cinza, castanho amarronzado, rosa. 

Primavera:o pêssego, rosa, bege dourado, marrom dourado, marfim, tons pouco terrosos. 

Outono: o marfim amarronzado ou ruivo, bege escuro, castanho, dourado, pêssego, tons muito terrosos. 

Exemplo: Pensem no inverno rigoroso da Europa e dos Estados Unidos, na neve, no gelo, nos galhos secos, na profundidade e nas sombras. Muitas pessoas têm essa característica, assim como outras estações do ano.

A análise cromática tem como finalidade orientar os clientes na escolha das peças do vestuário, dos produtos estéticos e outros componentes que favoreçam o subtom de pele harmonizando com as suas cores naturais.  As informações dos elementos próximos ao rosto, tanto podem realçar os traços quanto as imperfeições. Daí a importância da escolha do profissional e a cartela adequada para cada pessoa.   

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A Arte De Ser Você por Lucinha Saraiva

Profissional de Marketing Pessoal e Marketing Empresarial, atuou em estratégia colaborativa de negociação, ministrou etiqueta social, orientou e acompanhou eventos corporativos entre outras demandas solicitadas por empresas contratadas. Atualmente é consultora de Imagem e Estilo com conhecimento em moda e colorimetria . Criou "A Arte de Ser Você” com o propósito de ajudar as pessoas na autoestima, através de elementos simples e acessíveis.

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