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Memória de Amor

25.03.2020 às 17:20
Acervo Pessoal

Vou contar 1 incrível História de Amor.

Minha família materna foi 1 das fundadoras de Porto de Pedras, com vastos sítios de coco, principalmente na praia do Patacho. Mas meu avô Luis foi estudar Farmácia na Bahia, e quando voltou, se elegeu deputado estadual, conheceu minha avó Asty, casaram e em Maceió, ficaram.

Uns anos depois, com 1 filho pequeno, meu saudoso tio Hélio, e ela grávida, estavam lá, de férias, quando o bebê resolveu nascer, era minha mãe Hilza, que chegou ao mundo no casarão que meu bisavô construiu em 1919, e que temos até hoje.

Enquanto isso, a família de meu pai, tinha raízes em Atalaia e no Pilar, onde nossa família fez da Cavalhada + que folclore, mas Cultura. Outro dia, encontrei recorte de jornal com matéria sobre Major Camelo, que comandava grupo de cavaleiros vestidos de vermelho e azul e ele, de linho branco. Nos cavalos, arreios de prata. Mas minha avó Afra conheceu meu avô José e em Maceió se instalaram. Minha avó engravidou 2 vezes, é tristemente, perdeu os bebês, o que a fortaleceu pra ter o 3* filho, e nasceu meu pai, filho único, Rubens, que cresceu saudável.

Se conheceram na Faculdade de Direito, onde papai era muito popular, pelos estudos, e principalmente, por seu espírito festeiro e carnavalesco. Namoraram e noivaram por 8 longos anos, e nada dele marcar o casamento. Nos bailes, eram, comprovadamente, exímios na pista, casais se afastavam pra vê-los dançar. E numa destas festas, no Jaraguá Tênis Clube, ela passou a noite toda dançando com o melhor amigo dele. Na manhã seguinte, logo cedinho, lá estava ele pra marcar a data, 25 de março.

Mas infelizmente, em dezembro, meu avô Luiz, indo pr’o Natal com a família em Porto de Pedras, faleceu quando a ônibus que ele estava caiu da balsa de acesso, e ninguém sobreviveu.

Por causa desta tragédia, remarcaram o casamento, pr’as 7 da manhã, evitando festa e muita gente, já que estavam todos muito arrasados com o acidente.

Como já ‘disse’, papai, e sua turma eram, comprovadamente, grandes foliões, fosse nos clubes ou nos corços na rua, cujos temas das fantasias e dos carros alegóricos eram críticas sociais ou algum tema do momento. Claro que frequentavam, com assiduidade, as boates do Mossoró, de quem ficaram amigos.

Então, na Catedral, as 2 famílias, e poucos amigos, que, em seguida, teriam café da manhã na casa de meus avós paternos. Mas voltando ao casório, terminada a cerimônia, na porta da igreja, surpresa geral, na praça Pedro II, verdadeiro corço armado pelos amigos, que levaram todas as meninas do Mossoró, com cartazes. Entre eles, “Raul Cunha saúda nobre sócio da buate Mossoró”, “Ai que saudade, ai que dó do Camelô cachaceiro que caiu no nó”, “Por motivo de herança, mudança de esta civil, Rubinho se despede das niquimbas”, “Quando é que vai começar a briga do Zeca (meu tio Zeca Normande, casado com minha tia Cidinha, irmã de mamãe) com o Rubinho pela herança dos cocos?”, “As meninas da Quitéria saúdam o Rubinho”, “Depois que viu a renda dos cocos...”, “Após 8 anos Kangurú foi vencido pelo cansaço”...

Minha mãe dizia que nesta hora, queria sumir dali, levando papai pela orelha, se fosse preciso. Mas, tadinha, não conseguiu. Saíram em carro conversível pelas ruas do Comércio até a Pedro Monteiro. O café da manhã virou farra, e, pelas fotos, mamãe preferia a calmaria. Mas, no fim, curtiu.

Foram morar na desabitada Pajuçara, logo no comecinho. E sabem o que aconteceu? Em 11 de março, 2 semanas antes do 1* aniversário de casamento, nasci. Em 3 de fevereiro, antes do meu 1* aniversário, adivinhem, nasceu Lavínia. Foi quando papai relaxou 1 pouco, e a família só ficou completa em julho seguinte, quando chegou Fabinho.

Foi quando 1 engenheiro americano vendeu a sua casa recém construída, porque ia voltar pr’os Estados Unidos. Nos mudamos e crescemos bem felizes, principalmente porque a casa era bem em frente onde hoje fica o Lopana, e a areia da praia vinha até nosso muro. A Pajuçara era praticamente nossa. Papai vinha de carro por entre os coqueiros, não tinha estrada.

Isso, em 1963. Hoje, 25 de março de 2020, papai falecido há 8 anos, alguns dias depois do dia 25. Mesmo em coma, pareceu que esperou pra fechar + 1 Boda, e alguns dias depois de sua partida, mamãe foi diagnosticada portadora do Mal de Alzheimer.

Confesso que este maldito Coronavírus já me infectou, mas de raiva, já que médicos nos proibiram de vê-la, aos 93 anos, sequer entrar no apartamento, devemos.  Coração acelerado e apertado aqui, com todas estas lembranças. Mas, como o mundo é redondo, dá voltas, assim como a vida, e creio que nada acontece por acaso. Tudo tem 1 “porque”, e este, literalmente, “pandemoníaco” momento, passará.

Eu, sigo aqui isoladérrimo, me ocupando e mantendo a esperança e a fé.

E hoje, celebrando as Bodas de Diamante que meus pais Hilza & Rubens fariam,  certamente ainda + apaixonados, e edito esta postagem, lembrando que não foram poucas as vezes que os flagrei dançando na sala, ou abraçados na varando, namorando. Viva o Amor!!! E  #fiqueemcasa

Postado por Felipe Camelo

Turi$mo, Emprego e Renda - II

19.03.2020 às 13:56
Felipe Camelo

Como ‘disse’ na postagem anterior, Maceió foi destino de muitos agentes de viagem e profissionais de empresas de doversos setores do Turismo.

Comprovadamente a maior do Nordeste, a alagoana Masterop Operadora reconhece que não cresce sozinha, e promoveu integração, no Ritz Lagoa da Anta, reunindo representantes do Egito e da Argentina, e + de 400 agentes, de vários estados, principalmente de Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia (estados nos quais a operadora mantém agências parceiras). E daqui de Alagoas, claro. 

Na tarde da 6a-feira, em rodada de negócios, estes profissionais conheceram “novos roteiros, ofertas de produtos nacionais, internacionais, cruzeiros marítimos, seguro viagem, com destaque pra venda de pacotes turísticos com aéreo, hotel e serviços”. E a noite, o Workshop promoveu ainda + negócios.

Claro que Carol Feitosa & Alexandre Lima não trabalham sozinhos. Desde 2004,  só crescem, e atualmente, na sede em Maceió, reúnem 40 ativos e dedicados colaboradores, que contam com a coordenação de feras, como Artur Francisco Filho na gerência de vendas, Márcio Costa na supervisão de vendas, e Jéssica Layane, no Marketing.

E reconhecendo também a importância dos agentes neste sucesso, em anos anteriores, automóveis 0km foram prêmios aos que + se destacaram. Assim como TVs, e outros eletrônicos já foram entregues, fazendo a alegria dos que + se dedicaram. Este ano, novidade: R$80.000,00 (em espécie) foi o total entregue, estimulando ainda + empenho em 2020.

Como nos anos anteriores, o cenário foi o terraço da praia do Hotel Jatiúca, onde o todo poderoso Cristiano Simplício fez as honras da casa, com sua peculiar simpatia. Caravanas de todos os estados nordestinos onde a operadora atua, marcaram animadas presenças, deixando a festa, ainda + divertida. Cada agente premiado chamado ao palco pela anfitriã Carol, os convidados se manifestavam, comprovando que formam 1 única equipe. Jornalistas também tiveram seu trabalho valorizado.

Este ano, destaque foi Santa Catarina, destino muito procurado e importante aliado da Masterop Operadora. A apresentação dos grupos folclóricos Alpino Germânico, Edelweiss e Alpen Bach, além da Banda Die Lustigens Musikanten arrasaram, tanto no Workshop quanto na Feijoada, interagindo com os convidados.

Claro que, pra trabalhar assim, planejaram com bastante antecedência, e estes eventos foram definidos em 2019, quando nem imaginávamos esta pandemia CVD19, e ainda não havia a recomendação de “isolamento social”. Mas todos os cuidados foram tomados, e as consequências foram muitos negócios concretizados.

Que este Coronavírus seja logo controlado e eliminado, e que o Turismo siga gerando qualificação, emprego e renda pra muita gente.

Quer ver a primeira postagem? Clica aqui . 

Postado por Felipe Camelo

Turi$mo, Emprego e Renda

18.03.2020 às 18:55
Felipe Camelo

Na última 6a-feira, Carol Feitosa & Alexandre Lima movimentaram o Ritz Lagoa da Anta, onde receberam 500 convidados, entre agentes de viagem de vários estados e parceiros/fornecedores, como cias. aéreas, hotéis, resorts, empresas de aluguéis de veículos, agências de receptivos... que prestigiaram o IV Workshop Masterop Operadora.

Destaque pr’o estande do Governo de Santa Catarina, que, além de material de divulgação, petiscos típicos e grupo catarinense de músicas e danças folclóricas roubaram a cena. Sem deixar de citar os gaúchos de Gramado, “destino desejo” de muitos alagoanos (pra onde vou há uns 10 anos, e adoro) que se encantam com o incrível Natal Luz, onde Brocker Receptivo é literalmente, Masterubertopsupermegahiper, a ++.

Com certeza, a economia do setor turístico foi bem movimentada, com muitos contatos e contratos fechados.

Mas, com esta alarmante e perigosa pandemia de Coronavírus, acabei priorizando este triste assunto, cujo número de vítimas só aumenta. Inclusive 17 integrantes da comitiva presidencial brasileira em recente viagem aos Estados Unidos, foram diagnosticados positivamente.

E ontem, o problema foi técnico tecnológico, impossibilitando postar qualquer matéria aqui. Me desculpo pela involuntária ausência.

Mas hoje, 2 postagens que se complementam. Na sequência desta, mostramos também a VIII Feijoada Masterop, que reuniu os 500 convidados no Hotel Jatiúca.

Vocês vão estranhar a reduzido número de fotos, tanto no Workshop quanto na Feijoada, mas é que, como convidado, só registrei o que me chamou + atenção. Com certeza,  confirmo que a operadora alagoana é a maior do Nordeste, colocando nosso estado na vitrine do mundo, de forma positiva e operante.

Quer ver mais do que vi na festança no Jatiúca? Clica aqui .

Postado por Felipe Camelo

Alarmante

16.03.2020 às 19:45
Felipe Camelo

Por + que alguns digam que este Coronavírus seja “fake news” da guerra comercial China x Estados Unidos, o fato comprovado é que muita gente morta, e + ainda, infectada em todos os continentes.

Incrível é que países europeus concentram o maior número de cidadãos contaminados. E aqui no Brasil, corremos riscos, como todo o mundo. 

Na internet, as palavras + postadas são ligadas ao surto, que a Organização Mundial de Saúde já classificou como pandemia, + pela rapidez do contágio que pela gravidade da doença.

Estava editando a postagem desta 2ª-feira, mas precisei parar pra ir ao supermercado e pagar umas contas na lotérica.

E confesso que observei que ninguém adotou ainda o comportamento que pode evitar o contágio, seguindo orientação do Ministério da Saúde. Claro que ninguém sabe se já está infectado ou não, e, sem querer, pode estar compartilhando este vírus, involuntariamente.

Vi gente se abraçando ao encontrar conhecidos, trocando beijinhos, muitos apertos de mãos... e se apoiando em balcões, corrimão de escada, locais onde este vírus pode estar. Se normalmente, não sou de ficar pegando, segurando, ou me apoiando em locais onde outras pessoas possam ter estado também, propagando involuntariamente qualquer tipo de moléstia, agora então, é que redobro os cuidados. Seja em bancos, cinemas, lojas... Garanto que não estou paranóico, mas preocupado, e cuidados, estou tendo.

Afinal, já entrei no meu 60º ano de vida, e o motivo maior, minha mãe, aos 93 anos, acamada permanentemente, e com Alzheimer, não posso, nem vou, me arriscar, ou arrisca-la.

Já combinei com meus irmãos pra evitarmos contacto muito próximo. Eu mesmo, enquanto estou com ela, fico fazendo carinhos, beijando... em pé ao lado da cama, mas agora, nem pensar. Vamos inclusive, usar máscaras, quando estivermos com ela.

Sinto muito postar aqui este triste assunto, mas é impossível não me posicionar e fingir que não está acontecendo. Claro que a vida segue, mas se cuidar, se prevenir, evitando graves problemas, é preciso. Não sou negativo, pessimista, mas cuidadoso, todos temos que ser. Vim pra casa pensando nisso tudo, e também numa imagem que pudesse “ilustrar” este texto.

Foi quando, entrando em casa, vi esta carregada nuvem. Subi na laje e registrei-a, na intenção de chamar sua atenção pra esta carregada, pesada e preocupante realidade. Não podemos abstrair e fingir que este problema está longe da gente. É o que chamo “inimigo oculto”, já que não conseguimos identificar quem possa estar infectado pelo Coronavírus, transmitir e aumentar os riscos, que já são enormes.

Sendo assim, repito a máxima “melhor prevenir que remediar”. O preço é, comprovadamente, alto.

Postado por Felipe Camelo

Viver e Agradecer

13.03.2020 às 16:57

Desde a juventude, Perla de Melo Gomes dita moda em Maceió, e há 32 anos, gera emprego e renda, movimentando a ‘economia fashion’ alagoana. Só com a marca ‘Santa H’, já são 12. Seus lançamentos sempre se destacam pelo capricho, nos mínimos detalhes, já que são eles que fazem diferença.

Não foi a 1ª vez que a bem amada do igualmente querido Luiz Otávio agenda apresentação de nova coleção pr’o dia 11 de março, data em que Neu Leão (loira, toda de preto, plena de “turquesas”) e eu fazemos aniversário, seus amigos da vida toda.

E nesta recente 4ª-feira, não foi diferente. Com auxílio luxuoso da queridaça amiga Bethânia Ducarmo, Perla recebeu com seu peculiar estilo, mostrando as tendências da temporada, celebrando a vida e os 2 aniversários, o de Neu e o meu. Confesso, claro, que demonstrações de amizade e carinho, como esta, sempre emocionam, ainda + se os homenageados são de Peixes, signo cuja maior característica é ser extremamente emotivo.

Como já publiquei, agradecendo todas os “Parabéns” que recebi, pelas + diversas mídias, incluindo telefonemas e presencialmente, reforço estes agradecimentos publicando aqui neste Portal, fotos que Bethânia Ducarmo, Luciana & André Fon, eu e a própria anfitriã, fizemos. Confesso que agradeço até aos amigos que não puderam se manifestar. Sem cobrança nem problema. Vida que segue!!!

Postado por Felipe Camelo

2 Visões de 1 Casamento -II

12.03.2020 às 18:30
Felipe Camelo

Como ‘disse’ na postagem anterior, depois das fotos que Mônica Guimarães fez no casamento de Sarah Mendes & Rodrigo Aragão, agora, posto as que eu fiz, claro que, das + de 1.000, umas 180 editadas, com o que + me chamou atenção. Comportamentos, atitudes, detalhes...

Oficializado pelo sensível pastor Jaime Eduardo Guimarães, da Igreja do Jacintinho, emocionou geral, o “Sim” dito pelo casal que confirmou o Amor gerado por 8 anos, dos 10 que eles se conhecem. O pagem e as daminhas roubaram a cena, absurdamente fofos.

Claro que o buffet e os doces são fundamentais numa festa, principalmente se o noivo é talentoso e badalado chef, e Sarah & Rodrigo convidaram a também chef, e querida Andréa Britto, que arrasou, inclusive nos doces finos.

O local já é lindo, e ficou ainda +, com decoração de Evila Mariana. E mantendo a pista cheia, as bandas Unidade Nova Praia e Temperinho (versão ‘enxuta’ da banda Temperado), ideal pr’um casório de chef.

Então, reforço aqui meus votos de que sejam, casados, + felizes que solteiros. Que tenham lindos e saudáveis filhos, formando adorável família. Parabéns, queridos, inclusive pela cerimoniarte e pela divertida festa. Foi, literalmente, d+++!!!

Não viu a primeira parte? É só clicar aqui!!

Postado por Felipe Camelo

2 Visões de 1 Casamento

12.03.2020 às 16:43
Mônica Guimarães

E no ultimo dia 7, no Sítio Guaruçá, na Ilha de Santa Rita, queridos Sarah Mendes & Rodrigo Aragão confirmaram amor, oficializando a união, diante dos pais, Jane Rouse de Paula & Ricardo Mendes e Anair Araújo e Eduardo Aragão, das respectivas famílias e dos melhores amigos, num espetacular por do sol na beira da Mundaú, em Marechal Deodoro.

Foi tão bonito e emocionante que me empolguei e registrei + de 1.000 cenas, do que + me chamou atenção. Além de mim, a talentosa, fofa e querida Mônica Guimarães comandava sua equipe, que fotografou e filmou, literalmente tudo. A linguagem, a mesma, fotografia, o foco, o mesmo, o casamento, mas com linguagens e estilos pessoais e intransferíveis.

Por isso pensei em fazer 2 postagens, esta 1a, com os registros da irmã da também incrível Fernanda Guimarães, e em seguida, outra, com as fotografias que fiz. Assim, observem como nossos trabalhos se complementaram. 

Quer ver as minhas fotos? É só clicar aqui !!

Postado por Felipe Camelo

Novo, aos 60

11.03.2020 às 14:12
Reprodução

Eita, + 1 dia 11 de março, e hoje, nesta data, lááá em 1961, nascia 1 menino loirinho, com olhos verdes, e que “chorava muito”, na Maternidade Paulo Neto, como dizem as amigas de mamãe.

Acho que tanto choro já era vontade de me comunicar, indicando que, dar minha opinião seria minha carreira profissional, Jornalismo. Hoje, completo 59 anos, fechando + 1 ciclo. Consequentemente, amanhã, inicio meu 60* ano de vida, me sentindo pleno, e bem feliz, principalmente pela família na qual a existência me incluiu, e pelos amigos que venho mantendo, conquistando e colecionando.

Desde cedo, tenho recebido “Parabéns” nas muitas mídias disponíveis. Mensagens com doces palavras, algumas com símbolos característicos das redes sociais, todas transbordantes de amor, amizade, carinho, respeito, os melhores desejos e votos.

Com tantas paradas, não estou conseguindo finalizar a postagem do recente casório de Sarah & Rodrigo, já que fiz muitas fotos.

Foi quando recebi esta ‘montagem’ com fotos minhas, desde a infância aos dias de hoje, que a querida Bethânia Ducarmo postou, e me deixou bem emocionado, característica de meu digno, Peixes. Choro por tudo, sempre fui assim. Mas enfim, esta postagem é, principalmente, pra agradecer.

E por falar em agradecimento, reforço gratidão aos meus 3 editores, Afrânio & Eliane Aquino & Ricardo Leal, por terem me recebido tão bem na revista Painel e aqui neste Portal, onde mantenho muito prazer em trabalhar, fazendo como eles, jornalismo sério, com responsabilidade. 

Não vou citar os autores das mensagens que venho recebendo, mas confirmo, felicidade também com as ligações tradicionais, “pra ouvir a voz”, e também com a chamada de vídeo que recebi da Espanha, com Laurinha reforçando carinho.

Agradeço e retribuo no mesmo grau, por tanto carinho, garantindo me manter digno destas amizades, sinceras e sem 2as intenções.

Vou postar estes agradecimentos e correr pra ficar com mamãe, que, mesmo com Alzheimer aos 93, vai demonstrar seu amor por mim, com certeza. Seus olhos brilham sempre que me vê, e hoje, será especial, sei disso.

Claro que meu 1* pensamento quando acordei hoje, foi lembrando de papai, com + saudade ainda, agradecendo por ter me dado a vida e me feito o homem humano que sou. Imagino que, até o fim do dia, + “Parabéns” chegarão, aos quais, antecipadamente, agradeço. Obrigado, obrigado, obrigado!!!

Postado por Felipe Camelo

“Quem casa quer casa”

10.03.2020 às 19:34
Felipe Camelo

E por falar em casamento, estive num emocionante, na beira da Mundaú, no último sábado, que confirmou o amor entre Sarah Mendes & Rodrigo Aragão, ambos, queridos meus.

Claro que vou postar matéria aqui, mas é demorado editar as 1.010 fotos que registrei e escolher as ++. Quem também fotografou foi a também querida Mônica Guimarães, o que me deu a ideia de postar as 2 visões, o que eu fiz, e o que ela fez, mas com linguagens e olhares pessoais e intransferíveis. E com tantas fotos, impossível publicar rápido.

E no que eu vinha pensando nisso, me deparei com muitas pessoas embaixo de 1 árvore na orla de Jaraguá, de frente pr’o cais do porto. Jornalistas, somos naturalmente curiosos, e imediatamente parei.

Eram servidores de vários órgãos públicos numa ação conjunta, pra retirar 1 casal que, pelo visto, transformou a amendoeira num “lar, doce lar”. Não quis descer do carro, e dali mesmo, fui fotografando. Em cima dos galhos, 1 jovem casal, ela, visivelmente abatida e triste, ele, com cabelos descoloridos, empenhado em retirar seus pertences, que eram colocados num caminhão.

De onde eu estava, não podia ver o que tinha na árvore, e foi enorme minha surpresa ao ver o que seria (ou teria sido), 1 cama “tipo box”, umas panelas, caixas de papelão, algumas bolsas, sacolas, e, imagino eu, o maior bem da dupla, 1 bicicleta, último objeto retirado.

Confesso que fiquei muito triste com a cena urbana, mas concordo que ninguém pode, nem merece, morar neste improviso do que seria 1 poética “casa de árvore”, mas entendo que a preocupação maior era com a segurança deles.

Claro que é romântico e lúdico morar numa árvore, com vista espetacular do Atlântico, dormir, amar e sonhar sob estrelas, sobre galhos. Mas, com certeza, vai de encontro aos ditos oficiais da administração municipal. E esta solução foi a encontrada.

Apesar da lamentável realidade do casal, o inusitado da cena me fez decidir compartilhar com vocês, internautas do @painelnoticias , torcendo que eles tenham ido pr’uma casa digna, que se acertem na vida e sejam felizes.

Eu agora? Vou editar o casório de Sarah & Rodrigo, torcendo pra que eles também sigam felizes, na certeza de que terão lindos filhos. Aguardem!!!

Postado por Felipe Camelo

Sob a Lua, Sobre o Mar

09.03.2020 às 19:31
Felipe Camelo

Nossa Maceió segue na lista das “10 orlas + bonitas do mundo”, e ainda  rouba a cena com o título “a orla + linda do Atlântico na América do Sul”. E pra mim, entre todos os cartões postais, o farol da ponta da Ponta Verde é, literalmente, a cara da cidade. Sempre que passo por lá, me encanto, como se nunca tivesse visto.

Que Alagoas é maternidade de talentosos artistas, também é público e notório. Seja na Literatura, Música, Artesanato, Design, Gastronomia, Arquitetura, Cultura Popular... exportamos qualidade. E nas Artes Plásticas então, inegável o grau de criatividade, ousadia, bom-gosto.

E neste “Mês das Mulheres”, minha homenageada de hoje é a arquiteta, paisagista, urbanista, escritora, artista plástica, colecionadora, produtora e agitadora cultural e social, locomotiva, formadora de opinião... a alcalina e estilosa Mirna Porto Maia, que vem movimentando Maceió com incríveis projetos culturais de inclusão.

Ano passado, a 1a edição do VelasTelas foi sucessaço, de crítica e de público. Durante 4 noites, centenas de pessoas ocuparam a areia bem na frente do farol, onde verdadeira galeria de arte ao ar livre apresentava obras de 16 artistas, projetadas em velas de jangadas, ancoradas em fila, com altíssima tecnologia. Pra completar o cenário de tirar o fôlego, lua cheia e maré baixa, 0*.

Na concepção da idealizadora e curadora Mirna, muitas cadeiras pr’os + velhos, e esteiras pr’os + novos, tudo com maravilhoso repertório. Na abertura do ano passado, típica banda de pífanos confirmou a alagoanidade nordestina da cena, que provocou “ah!s” e “oh!s” a projeção toda. Registros de fotos e filmes não faltaram. Como não foram poucos os elogios e parabéns que Magazine Luiza recebeu, pelo total patrocínio, tudo com o devido aval de Fábio Elias Costa, responsável pela área de patrocínio do grupo Magalu.

E pra felicidade geral, confirmadíssima a edição 2020, que chega ampliada e repleta de novidades e surpresas. Da noite da 4a-feira, 8 de abril, a noite do sábado, 11, em plena Semana Santa, não agendem nada entre o fim da tarde e o começo da noite, pra não perder nenhum destes espetáculos que são únicos, já que, na programação, cada noite, obras de 4 artistas deixarão a paisagem ainda + incrível, e as atrações musicais também seguem agenda, e todos os shows, imperdíveis.

No dia 8, Fernanda Guimarães e Rock Maracatu farão som pr’as obras de José Paulino (através de entrevista com Delson Uchôa), Zumba, Alex Barbosa (por Cármen Lúcia Dantas) e Irinéa de Mukem. No dia 9, Wado e obras de Eva Le Campion. Agélio Novaes, Jeanine Toledo e Dalton Costa. Dia 10, Mopho e a arte de Myrna Maracajá, Suel, Pedro Cabral e Lu Azul. E fechando no sábado, Som de Vinil e Hilda Moura, Marta Emília, Joe Santos e Sagaz.

Claro que esta matéria é só pra provocar e aguçar seus sentidos. Fiquem ligados, porque o projeto conta com amplo, geral e irrestrito apoio da Imprensa, que, desde o ano passado, ‘abraçou’ o VelasTelas e vai repetir este mesmo apoio. Tudo devidamente divulgado.

E garanto, imperdíveis, as 4 noites!!!

Postado por Felipe Camelo


Felipe Camelo por Felipe Camelo

Felipe Camelo é jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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