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14/10/2019 às 16h39

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Descobridor de Sentimentos

Felipe Camelo

Ontem, ouvi 1 respeitado pensador confirmar que, pra 1 sociedade ser considerada civilizada, precisa, fundamentalmente, de cientistas e artistas. Confesso que não lembro quem disse está lúcida pérola, mas, obviamente, concordo em gênero, n* e grau.

Obras de arte não só embelezam mas, principalmente, questionam, denunciam, sensibilizam, ativam todos os sentidos, bem + que a visão. A memória afetiva é absurdamente aguçada. Diante de 1 tela, muitas emoções e histórias são transmitidas e absorvidas,  provocando série de reações.

Arquiteto e urbanista por formação e professor, por missão, Pedro Cabral, assim como seu homônimo Álvares, também é descobridor. Descobriu talentos e há uns 20 anos, extravasa sua essência em telas cheias de sentimentos. 

Lembro de 2015, quando o bem amado da jornalista, e querida, Garetti Lima, me contratou pra registrar exposição na Galeria Cesmac de Arte Fernando Lopes, e lembro bem da minha emoção ao ver sua 1a individual montada. “Razões do meu coração”, aos 20 anos de carreira. Mexeu com o meu. Confesso que fiquei ‘marcado’ pelo trabalho artístico de Pedro, que transmite sua boa alma e belo sorriso em vibrantes telas. Fiquei bem impactado. 

E no mesmo grau de felicidade, ‘agendei’ com ele a cobertura de sua “Teia de Sentidos”, aberta na última 5a-feira, dia 10, reunindo umas 40 telas, que fazem surgir os + puros e sublimes sentimentos. Lembranças fluem dos quadros, impregnando muito além dos olhos. 

Com alma pura e fluida, Pedro é, praticamente, unanimidade, agregando gente do bem e de bem, reunindo família e amigos, entre poderosos e anônimos, numa harmonia impar. Era tanta gente interessante e interessada que me empolguei, e qual foi meu espanto quando, no dia seguinte, descobri que 1.079 cenas haviam sido registradas.

Eram tantas ações e reações que não tinha como me controlar. Fatalmente, consequentemente, foi impossível editar as fotografias, escrever o texto e postar no dia seguinte, como eu havia imaginado e anunciado. 

Assim, me desculpo pelo involuntário atraso, finalizando hoje a edição da matéria que público neste início de semana, convidado internautas pra irem até o Complexo Cultura Teatro Deodoro, aguçar, principalmente os sentidos, admirando as obras de Pedro Cabral, o descobridor de si mesmo. Em cartaz até 17 de novembro, vizinho ao centenário Teatro Deodoro, com certeza, vale visita. E consumo, já que as obras estão prontas pra habitar casas, edifícios, escritórios, e onde + algum sensível ser humano deseje ter obras que vão muito além do visual.

Ah! Algumas foram criadas utilizando 1 tipo de papel especial da Canson, “mi-teintes touch”, que 2* seu fornecedor, não será mais comercializado. Portanto, material raro e que não será + produzido, o que torna estes trabalhos de Pedro Cabral ainda + exclusivos e únicos. Ou seja, apreciadores de raridades, impossível não ir conferir. E consumir!!!


Fonte: Felipe Camelo

Galeria de Fotos


Felipe Camelo por Felipe Camelo

Felipe Camelo é jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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