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17/03/2022 às 16h37

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Arte nordestina na Ilha do Ferro

Foto:Jonaci Dias


Referência nacional quando se pensa em arte nordestina, a Ilha do Ferro, e seu entorno, coloca Alagoas na vitrine do mundo, com trabalhos manuais, totalmente artesanais, reproduzindo o cotidiano e a cultura nativa, sentida, vivida. Objetos do dia-a-dia ganham releituras em obras únicas, exclusivas, produzidas nas comunidades da orla do rio São Francisco.

 Enquanto isso, os artistas plásticos, galeristas, colecionadores, agitadores culturais e sociais, Maria Amélia Vieira e Dalton Costa, múltiplos e incansáveis, vem movimentando a região, realizando projetos que incentivam, estimulam e qualificam moradores de várias gerações na produção artística, e também compartilhando informações sobre empreendedorismo e noções de gerenciamento de comércio, transformando as obras de arte em produtos facilmente negociáveis. E tem ampliado fronteiras, expostas em importantes mostras e galerias, inclusive.

 Recentemente, com muito sucesso, Maria Amélia e Dalton encerraram o 2º Percurso Criativo Ribeirinho Ilha do Ferro - Mato da Onça, e a partir de hoje, 17 de março, reunindo mestres artesãos com jovens e crianças para troca de experiências e informações, iniciam o projeto Ressignificando Vestígios do Sertão (que foco nos jovens, compartilhando técnicas artísticas aplicadas em elementos utilizados no dia-a-dia, inclusive com objetos utilitários, objetos pra casa, bijuterias...), aprovado em Edital Funarte, numa proposição do Museu Coleção Karandash de Arte Popular e Contemporânea.

 E Maria Amélia adianta: “A troca de experiências dos mestres com os novos artesãos é riquíssima, tanto que apresentaremos exposição co Complexo Diteal, promovendo incrível diálogo entre essas várias linguagens, imersos na Arte Contemporânea com os pés na Popular, buscando vestígios artísticos do cotidiano de comunidades rurais, sem influência alguma das cidades”. Arte sentida, vivida e usada, com pureza de sentimentos. Confirmada a exposição ‘diálogos essenciais entreculturas’, no Complexo Cultural Teatro Deodoro, cuja abertura acontecerá às 19 horas do próximo dia 22. Mais informações no @galeriakarandash (no IG), no Museu Coleção Karandash de Arte Popular e Contemporânea (no FB,) ou no  https://www.karandash.com.br/


Felipe Camelo por Felipe Camelo

 Jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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