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Blogs

Abraços Fotográficos

17.06.2020 às 20:02
Fotos Walter Karwatzki - reprodução

Nestes tempos de isolamento e afastamento social é difícil controlar a vontade de encontrar pessoas que nos fazem bem ter por perto. O contacto físico, o toque, o abraço fazem falta. Como sempre digo, é impossível ser feliz sozinho, nem triste.

Claro que a família é fundamental, é a base, mas existe 1 relação social tão importante quanto, a amizade com pessoas que a existência promoveu aproximação, identificação, carinho... mútuos. Amigos são os parentes que escolhemos pra nos acompanhar vida afora, e pra além dela. Sim, porque a vida não começa na maternidade nem termina no cemitério.

Tenho amigos da vida toda, da infância e da adolescência, que mantemos contacto. Alguns foram morar longe, como 1 turma da qual faço parte há uns 40 anos. Éramos 8, mas a vida levou 1 pra Recife, 1 pra Belo Horizonte, 1 pra Natal, 1 pra Porto Alegre, eu também fui embora, mas nunca nos afastamos, realmente. Com as ferramentas tecnológicas, facílimo manter tudo em dia.

Hoje, trabalhei no jardim até umas 4 da tarde, tomei banho e deitei numa rede pra pensar na postagem do dia. Vi umas fotos minhas que fiz estes dias, cabelo e barba crescendo desde março, observando minhas mudanças externas, consequentemente internas, claro.

E pensando nisso, recebi mensagem pelo Whatsapp com fotos minhas, aqui em Guaxuma, registradas há uns 10 anos. Tomei 1 susto, quase choque, com minhas transformações. Coração acelerou, reagindo. Quem me mandou o presente???  Walter Karwatzki, este amigo que foi morar em Porto Alegre há 40 anos, e sempre que pode, volta aqui pra compensar a saudade.

Nas fotos, detalhes da tatuagem que outra amada amiga, Cláudia Fanti, fez em mim, reproduzindo fielmente fotografias minhas, ela que foi morar na Alemanha há uns 12 anos.

E ai, emocionado com a surpresa, momentos da vida eternizados em fotografias, pelo olhar de alguém que me conhece como poucas pessoas.

E pensando nesta atitude de Walter, confinados pelo Coronavírus e pela distância física, ele não chegou perto de mim. Ele entrou, na minha memória, no meu coração. Maravilhosas lembranças apareceram como filme, muito + que estas 5 fotos que recebi.

Por isso, pensei nesta postagem, sugerindo que, se aproxime de quem você gosta, assim. Aproveite o tempo que sobra, e muito, procure fotos e envie pra quem nelas aparece. Garanto, a sensação é incrível, de carinho, de cafuné, de conforto, de abraço.

Claro que o celular é indispensável, e estamos sempre como ele por perto. Pois então, caça às lembranças visuais. Compartilhe, mande. Bom inclusive pra descansar a mente das notícias da pandemia e da política, já que são 2 assuntos permanentemente abordados em todas as mídias. E principalmente, é 1 forma de estar com queridos, mesmo de longe.

Aqui, imaginando muitas fotos atravessando o tempo, ativando sentidos, aproximando pessoas. Verdadeira corrente de amor, sentimento que precisa ser sempre praticado. Ah! #fiqueemcasa #vaipassar #doeamor

Postado por Felipe Camelo

Ignorância mata

16.06.2020 às 15:04
Felipe Camelo

Começo me desculpando pela involuntária ausência ontem, aqui no blog, mas acordei tão cansado, com  incomodo mal-estar, sensação de dor de cabeça, impressão de ressaca alcoólica (sem ter bebido), fadiga profunda... passei o dia assim.

Deitei cedo, e hoje acordei me sentindo melhor. Não estou “zerado”, mas estou melhor que ontem, ou pelo menos, menos mal. Venho me ocupando, lendo, fotografando aqui entre muros, escrevendo, cuidando da casa, do jardim, da “pet-filha” Toda, de mim... e tenho me sentido bem cansado, exausto. Tenho certeza que não é físico, o corporal é consequência do mental. Por + que evite ficar acompanhando as péssimas notícias, me manter informado é imprescindível, e mesmo filtrando, esta impensável realidade tem me feito suspirar com muita frequência. Em alguns momentos, o suspiro se faz raso, curto, como se estivesse faltando força. Não, não é sintoma deste fatal Coronavírus. 

A cada falecimento de amigos, conhecidos, ou mesmo alguém que não seja do meu convívio, tristeza, principalmente pelas famílias, impossibilitadas de velar, se despedir e sepultar seus entes.

Confirmo total gratidão e solidariedade aos profissionais que estão se arriscando e perdendo suas vidas no combate ao Covid19, cujas mortes contabilizam 30% do total dos que não sobreviveram. Mas estes, não se infectaram quebrando o isolamento social e saindo pra fazer compras. Muitas vezes, se contaminam por falta de equipamentos de proteção individual, ou mesmo por algum descuido, pelo absurdo excesso na estressante jornada de trabalho.

Enquanto isso, com o relaxamento do confinamento em muitas cidades, o que se vê é irracional. Muita gente se aglomerando no comércio de rua ou mesmo em shoppings. Não é preciso ser estudioso e especialista pra saber que esta insanidade coletiva era esperada. Há pessoas descrentes da gravidade da pandemia, apesar da ampla veiculação na Imprensa,  e pra piorar, a irresponsável tentativa do governo federal de “maquiar” os assombrosos números de infectados e mortos, é impossível dizer “Eita, eu nem sabiiia”. Sabia sim, já que em todos os meios de Comunicação, esta é praticamente a única pauta. Em todas as mídias.

E pra piorar ainda +, com a pressão dos empresários capitalistas, ávidos pra recuperar em pouco tempo o que deixou de ganhar enquanto o isolamento era obrigatório, comércio abrindo, e o que se vê é gente sem máscara, sem respeitar a distância mínima entre as pessoas... e com as maiores autoridades do país minimizando o problema e desrespeitando as normas do bom senso, provocando aglomeração, e contacto muito próximo com a população, caos.

E, comprovadamente, em todas as cidades que já liberaram o confinamento, tem até boate funcionando com centenas de pessoas dançando aglomeradas, “como se não houvesse amanhã”. Também é comprovado que o convívio nas academias de ginástica é tão perigoso quanto a transmissão em hospitais. Não sou eu quem “diz”. Médicos e especialistas confirmam e provam, por +  que se diga “nós estamos controlando a higienização do ambiente e dos equipamentos”. É muito arriscado.

Na grande maioria destas cidades, os casos de contaminação tem, literalmente, explodido. Anotem, egoísmo, ganância e ignorância são tão perigosos e fatais quanto o vírus. Ou até +!!!

E o que + me doe é que este comportamento humano (sic!) destrói todo trabalho que médicos, enfermeiros, maqueiros, motoristas de ambulância, coveiros... vem realizando bravamente, pra garantir saúde e vida.

Assim, pra mim, é impossível responder que está tudo bem quando alguém me pergunta como estou, seja por telefone ou mensagens nas redes sociais. Não posso estar bem sabendo que muitos morrem pela doença, e muitos outros, por irresponsabilidade ou imbecilidade ideológica.

Da última vez que fui ao supermercado comprar comidas, parei num semáforo, e no carro que parou ao lado, a motorista sem máscara. Abri meu vidro e aconselhei que ela colocasse a máscara. Ouvi “o carro é meu e faço o que quiser”. Fechei o vidro e fui, horrorizado. Voltando pra casa, vi estes 3 seres irracionais, passeando por Guaxuma. Parei o carro, e fui fazendo com que voltassem pra ‘casa’, pelo mesmo lugar por onde saíram. Tudo bem, eles são irracionais, mas pessoas, dotadas de raciocínio e inteligência??? Imperdoável. E criminoso!!!

Postado por Felipe Camelo

Amor, Independentemente, Indistintamente, Plenamente

12.06.2020 às 15:08
Felipe Camelo

Seres vivos buscamos, naturalmente, a  felicidade. Desde que nascemos, precisamos de outros seres, não importando se somos iguais ou diferentes.

Comprovadamente, todos precisamos de todos, afinal, a vida é 1 “corrente”,  impossível ser feliz ou triste, sozinho. Mas se estamos sós, que nos bastemos, de certa forma. Há felicidade na solidão também, principalmente se voluntária. Claro que as espécies precisam procriar pra sobreviver. Mas nem todos precisamos reproduzir. Mas precisamos sim, sermos inteiramente felizes, e realizados.

E pra completar esta plenitude, encontrar alguém pra compartilhar intimamente a Vida, é fundamental. Não é imprescindível, mas é inclusive, divertido. Dividir, somar e multiplicar amor, é o sentido da existência. Lembro que fiquei incrédulo quando soube que existem animais, de diversas espécies, que praticam naturalmente a fidelidade, mantendo o mesmo parceiro, ou parceira, por toda a Vida. É lindo sim!

Enquanto isso, nós, seres humanos, não seguimos nesta linha.  Alguns relacionamentos não perduram “até que a morte os separe”, mas sem problema. O mundo é redondo (comprovadamente) e dá voltas, e tudo muda, evolui. É bacana quando se tem 1 única parceria, mas, na busca da tal felicidade, claro que vale investir em novos relacionamentos. E os ex, os antigos, mantem suas importâncias na história de casa 1. Creio que é eterno quando é incrível e não quando dura a vida toda.

Neste Dia de Santo Antônio, celebrado como o Dia dos Namorados, destaco sentimentos fundamentais pra que relacionamentos se mantenham apaixonados, enamorados, como valorizar e respeitar o outro. Dar as mãos, principalmente em momentos difíceis, sempre. Saber que pode-se confiar e contar com a “metade”, é garantia de paz e tranquilidade entre o casal, independentemente de gênero. Nem todos optam por “acasalar pra procriar”. E  merecemos respeito por isso. Não se deve recriminar, julgar ou punir pessoas que se relacionam com outras que impossibilitem gravidez, como casais do “mesmo sexo”. Mas há possibilidade de ter filhos, e manter a espécie, adotando. Não se é menos mãe ou pai por não ter gerado naturalmente. Basta amar!!! E a família está formada.

Desde que a heterossexualidade foi definida como a forma “normal” e a única considerada “correta” e “aceitável”, o redondo planeta já deu muitas voltas, encerrou e iniciou vários ciclos. O correto e normal, é ser feliz e deixar que todos sejamos, independentemente de sermos diferentes uns dos outros.

Neste Dia dos Namorados, reforço minha posição (ops!) de total respeito à plena diversidade amorosa. Não é porque eu prefiro A + A que todos devam ser como eu. Que ótimo que há quem prefira A + B, ou A + C, ou... Se aquela “forma de amar”, não é a minha, não recrimino, respeito e não me envolvo. Simples assim. Se desenvolvo alguma reação, é porque estou diretamente envolvido na situação, mas ai é problema de cada 1, e que estes se resolvam, procurem ajuda, se o caso for grave.

O que não se concebe, em 2020, é alguém se achar superior aos outros, e queria mudar orientações que independem de controle e vontade, moldando toda a humanidade numa única fórmula de existir. Todos merecemos respeito.

Neste enamorado dia, desejo que todos se amem muito, e se apoiem, se amparem, se preocupem uns com os outros. Sejam explicitamente amorosos, cuidadosos. Faz diferença. Hoje, caminhando pelo jardim, esta cena me lembrou 1 casal, que se dão as mãos, principalmente em queda. Sejamos livres, principalmente pra amar e sermos felizes. Plenamente, coletivamente. E Viva Santo Antônio!!!

Postado por Felipe Camelo

Eterno, Inesquecível

11.06.2020 às 18:45
Felipe Camelo

Como já publiquei, estou 100% isolado, e só tenho saído pra compras de supermercado e farmácia. Hoje, precisei ir e aproveitei pra ver minha mãe, ficando distante até da porta do quarto. Uns 4 metros nos separam, mas conseguimos interagir, surpreendentemente, felizmente.

Indo, parei num semáforo e vi que a moça que guiava o carro ao lado do meu não usava máscara. Não me controlei e disse-lhe que é fundamental que todos usem este equipamento de segurança, e que é lei, mesmo sozinho dentro do carro é obrigatória a máscara. “O carro é meu e dentro dele faço o que quiser. Ninguém tem nada com isso” foi o que ouvi. Coração acelera, seguido de profundo suspiro.

Acho que a ignorância é 1 vírus + agressivo e mortal que o próprio Covid19. Ví grupo de uns 6 pescadores pedalando com varas e apetrechos de pescaria. Nenhum deles usava máscara, e lembrei de matéria que li, confirmando que fica 1 “rastro” de uns 10 metros, de qualquer coisa que saia da boca ou do nariz de quem estiver andando de bicicleta. Ou seja, verdadeiro agente contaminador, em série, deixando diversas pessoas, possivelmente infectadas.

Como jornalista, acompanho o que a Imprensa divulga, praticamente sem parar. Os telejornais não tem outra pauta, corretamente, informando tudo. Assim, difícil crer na desculpa “eu não sabia”. Todas as informações são acessíveis, principalmente pela televisão.

Enquanto estes insanos seguem se arriscando e pondo os outros em risco também, o mundo fica + triste e feio pelas partidas de gente inteligente, talentosa, produtiva. Confesso que fico sem graça quando alguém me pergunta se está tudo bem. Não poderia estar bem com tantas pessoas tão mal. Parentes sofrem, amigos sofrem, como hoje, com certeza, muita gente muito triste, com a partida do querido amigo, o estilista Audifax Seabra, que não resistiu ao Coronavírus.

Ele, que firmou seu nome como criador de Moda, principalmente noivas, se eterniza com impecável trabalho de alta costura, moldando verdadeiras obras de arte. Compartilho a dor com a família, especialmente seus filhos, e seu companheiro Wendel Seabra.

Como sempre digo, é eterno quando marca, e não quando dura a vida toda. E Audifax fez história, se tornando inesquecível. Marcou época com deslumbrantes criações. Sigo na certeza de que está no Caminho da Luz, pra ficar ao lado de Deus Pai.

Postado por Felipe Camelo

Descartando Devidamente

10.06.2020 às 17:42
Felipe Camelo

Nestes tempos de pandemia mundo agora, muita gente apavorada, recorrendo aos remédios, e muitas vezes sem procurar 1 médico. Comprovadamente, automedicação pode fatalmente, provocar problemas ainda maiores. Mortais.

Muitas vezes, estes remédios perdem a validade, ou deixam de ser consumidos, mesmo antes do vencimento, caso o “problema” deixe de existir. Resultado, comprimidos, pastilhas, xaropes... vão parar no lixo ‘comum’ do dia-a-dia, podendo ser encontrado e consumido por alguém que possa ter acesso, e causar problemão.

Também já ouvi gente dizer que, quando não precisa mais de algum medicamento, joga na pia, ou no vaso sanitário. Já ouvi vários profissionais de saúde e vigilância sanitária condenarem este irregular descarte, podendo contaminar o Meio Ambiente, inclusive.

Outro dia, precisei comprar uns remédios pra minha mãe, e vi este ‘display’ numa farmácia, e descobri que nem todas tem este serviço ao consumidor. Só os comerciantes que se preocupam com o assunto, procuram os órgãos competentes para recolher estes medicamentos, dando a correta destinação e descarte.

Como imagino que não haja lei que garanta que estes medicamentos químicos sejam destruídos corretamente, pergunto, porque não há lei que garanta este importante serviço de oferecer aos consumidores um local onde o que não for utilizado, não vá para inadequado destino??? Fica aqui a sugestão aos políticos que criam as leis, instituam projeto exigindo que todos os estabelecimentos que trabalhem com remédios e afins participem deste movimento que promove segurança, evitando inclusive, poluição ambiental. Remédios são químicos, e não podem ir parar em qualquer lugar, muito menos no Meio Ambiente.

Fico aqui na torcida pra que algum legislador público se preocupe e aja. A Vida agradece!!!

Postado por Felipe Camelo

Talentosérrima

09.06.2020 às 15:01
Acervo Pessoal/Reprodução

Quero começar me desculpando por não ter conseguido postar esta matéria ontem, como havia programado. Mas aqui vai.

Em tempos de pandemia, morte, isolamento e sofrimento, vitimando muita gente, direta e/ou indiretamente, receber notícia positiva é fundamental pra mantermos bem nosso astral.

Principalmente se é sobre 1 jovem alagoana que vem firmando seu nome, literalmente, mundo afora. Confesso que minha admiração pela jovem arquiteta Jacqueline Pedrosa Antunes Filha não segue no mesmo grau, não. Meu orgulho só aumenta (ela, que me deu o prazer em fotografar seus ‘15 anos’), e meu carinho também vem num crescendo, independentemente de ser filha de queridos amigos meus, Jacqueline & Edgar Antunes.

Como já publiquei aqui no blog, e na revista Painel Alagoas, ela se formou em São Paulo, na prestigiosa Fundação Armando Álvares Penteado de Arquitetura e Urbanismo, e seu Trabalho de Conclusão de Curso focou na nossa centenária Penedo, seu inesquecível e importante Festival de Cinema e os benefícios pra cidade na margem do São Francisco.

Confesso que quando ví o TCC, pedi o livro emprestado (sim, foi editado como livro). Logo pensei que este projeto fará muito bem ao povo da região e da histriônica cidade, que voltará ao merecido reconhecimento e destaque. Vai promover movimento, gerando educação, qualificação de mão de obra, emprego e renda, consequentemente. Só precisa que os governos federal e estadual e instituições abracem o projeto e o concretizem. Vai valer, e muito, o investimento.

É literalmente incrível o trabalho desta alagoana, Tão bem pensado e arquitetado, que logo escrevi texto e publiquei https://painelnoticias.com.br/blogs/felipe-camelo/158091/conclusao-tese-de-inicio . Também na revista Painel Alagoas, os comentários foram os melhores.

Umas semanas depois, este trabalho, muito bem orientado pelo Professor Doutor João Sodré, recebeu o Prêmio Perret, como o melhor TCC da FAAP, confirmando o que previ, Jacque vai muito longe, com seus conhecimentos, competência e sentimentos de humanidade.

Jaqueline Pedrosa Antunes Filha e o professor João Sodré - Acervo Pessoal/Reprodução

Claro que não sou vidente nem uso bola de cristal, mas tenho sensibilidade suficiente pra saber que minha intuição é real. E reforçando minha certeza, desta vez, a irmã de Filipe & Rodrigo viu seu esforço, foco e dedicação atravessarem o Atlântico e merecer o Prêmio FIPA -  Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico Brasil/Portugal, cuja entrega seria no Rio de Janeiro, mas com a política mundial de isolamento, a cerimônia foi adiada, mas segue confirmada que será na capital fluminense.

Jaqueline Pedrosa Antunes Filha teve ser trabalho também aprovado pra receber o sonho de muitos acadêmicos de arquitetura e urbanismo, o desejado Prêmio YTAA - Young Talent Architecture Award 2020, que integra a programação da badaladérrima Bienal internacional de Veneza, na Itália, como Jovem Talento na Arquitetura. Mas também teve sua entrega adiada por causa da pandemia do Covid19, e com certeza, estas trocas de datas provocam + ansiedade em todos os envolvidos. Mas os reconhecimentos nacional e internacional, valorizam o nome desta alagoana que honra o nome e a história do estado.

Aproveito e posto aqui os “links”, pra quem ficou curioso pra saber +, inclusive estudantes alagoanos de arquitetura, servindo como inspiração e estímulo. https://www.fipabrasil.com.br/  e também https://www.ytaaward.com/ além do http://ytaa.miesbcn.com/work/1011

Jaqueline, Jaqueline Filha e Edgar Antunes - Acervo Pessoal/Reprodução

Postado por Felipe Camelo

Meio Ambiente, literalmente Inteiro

05.06.2020 às 18:55
famurs.com.br/reprodução

Com “Ambiente Humano” como tema central, a Conferência de Estocolmo, na Suécia, foi aberta em dezembro de 1972, definindo este 5 de junho como Dia Mundial do Meio Ambiente.

 Estudos e experiências comprovam ser impossível a sobrevivência sem a preservação do planeta, incluindo, inclusive, os animais e as plantas. Incrível é que todos os seres tem por instinto nato, a perpetuação da espécie, sendo os seres humanos, os únicos dotados de inteligência e raciocínio, e absurdamente, somos os únicos que não tem esta preocupação, em manter o Meio Ambiente e seus habitantes bem preservados, garantindo vida plena para as próximas gerações e o futuro como 1 todo.

Já fotografei ninho de pássaros no alto de 1 poste, entre muitos cabos de alta-tensão. Claro que eles corriam riscos de descarga elétrica, mas garantiam que nenhum predador se arriscaria em tentar atacar os filhotes. E observem que são irracionais.

Claro que a cadeia alimentícia existe, e os animais só matam outros, pra comer, e alimentar as crias. O homem não. Mata por ganância, ignorância, maldade, “por esporte”, sendo responsável pelo extermínio e extinção de muitas espécies, comprometendo as demais.

E além disso, destrói os eco-sistemas, alterando a existência de biomas, como caatingas, pantanais, florestas, rios, mares... fatalmente, comprometendo o presente e o futuro, inclusive o nosso. Apesar de todas as comprovações, ainda tem quem negue catástrofes e graves alterações climáticas. Geleiras derretendo, absurda e generalizada poluição, desmatamento, comprometendo  o ciclo de chuvas e a qualidade dos rios que abastecem plantações e cidades.

Aqui no Brasil, o atual governo federal vem sistematicamente, promovendo criminosa política ambiental, comprometida com ideologia criminosamente capitalista, focando e estimulando desmedida e ilimitada exploração, sem se preocupar com nosso bem + precioso, a Vida. 

Incrivelmente, vamos na contra-mão dos outros governos, que tem investido esforços e muito dinheiro pra reverter esta destruição. Confesso que vivo triste e horrorizado com notícias de “catástrofes naturais”, mas que, na verdade, são consequências da danosa ação humana (sic!), como enchentes, secas, altas ou baixas temperaturas... desvirtuando a complexa e sábia existência do planeta e no planeta.

Sei que, do jeito que está, não temos motivos pra celebrar, mas pra alertar e conscientizar a população mundial para a real necessidade de transformar nosso modo de vida.  E a ela  dá sinais, indiscutíveis. Tanto que, neste isolamento social mundo afora, muitas espécies estão voltando a frequentar lugares onde há muito tempo, não tinham acesso. Seja na terra, na água, no ar.

Mas, por + sinais que a Natureza der, os seres humanos não entendem, nem querem, e seguem repetindo os mesmos erros, verdadeiros crimes.

Assim, neste Dia do Meio Ambiente, reforço aqui minha tristeza e preocupação. Claro que desejo que a vida na Terra seja infinita, mas não está fácil manter a crença e a fé nesta “vida normal”. Tudo que ela não é, é normal. Temos que começar tudo de novo, com nova visão, novas praticas, novas atitudes. Precisamos de “nova vida normal”, onde o respeito seja o principal sentimento. À vida como 1 todo, onde o homem viva em plena harmonia com o Meio Ambiente, incluindo todos os seres vivos, sejam humanos, animais, vegetais, minerais.

Encerro este depoimento, me esforçando pra seguir acreditando na racionalidade, sensibilidade e inteligência, características dos humanos. 

Desejando que, em 5 de junho de 2021, tenhamos todos os motivos e razões pra celebrar e festejar, principalmente o Meio Ambiente! E a Vida!!!

Postado por Felipe Camelo

Doe Vida, Ganhe Arte

04.06.2020 às 19:08
Divulgação

Com este confinamento, 100% isolado com minha “pet-filha” Toda, meu relógio biológico está também 100%, descompensado, “confuso-horário”.

Na madruga da última 3ª, sabendo de muita gente está passando aperto, principalmente quem trabalha com eventos culturais e sociais, tem vivido no sufoco, literalmente. E preocupado com esta triste realidade, pensei em criar projeto pra arrecadar cestas básicas e produtos de higiene pessoal e limpeza, que, com certeza, vem faltando na casa de muita gente.

Mas antes de chegar ao ponto X desta postagem, confesso que 1 das coisas que + me tem feito muita falta é a Galera Gamma. Não só das aberturas de exposições, mas também por ser local de reuniões, pra conversar, assistir filmes de Arte, palestras...

Quando acordei ontem, contactei minha amiga, artista/galerista Verinha, pra pensarmos juntos em como ajudar. Narrei tudo que estava na minha cabeça e ela me contou que também estava triste e preocupada, e que outras pessoas igualmente preocupadas já haviam ligado pra ela se oferecendo pra ajudar, de alguma forma.

Lhe disse o que achava que poderia ser feito, e o resultado disso tudo é a Campanha “Arte é Vida”, lançada hoje, na intenção de reunir forças por 1 bem comum, solidariedade, humanidade.

Assim, nestes ‘banners’ que posto aqui, pode-se ter todas as informações sobre como participar.

É como sempre digo, ninguém é alguém sem outro alguém. Se todo mundo ajudar, todos ganhamos. E quem doa ganha até + do que quem recebe. Verinha & Dalminho não escondem, ambos são vítimas diretas do Covid19, e estão bem, em plena recuperação, isolados em casa, mas preocupados com o próximo, encaram este desafio, emprestam a galeria e convocaram o sempre gentil e prestativo Lenilson pra ficar na Gamma,  devidamente protegido e seguro, recebendo os produtos e cestas básicas.

Dalminho Peixoto & Verinha Gamma - autorretrato

Os solidários doadores poderão escolher 1 reprodução (série limitadérrima) de trabalhos dos artistas (listados aqui) para emoldurar, quando tudo isso passar, e ter 1 obra de Arte, simbolizando esta benemérita ação.

Certo de que muita gente que gosta de arte, e são clientes destes profissionais que serão ajudados, hão de participar.

Eu, em nome de todos os envolvidos, já agradeço, claro!!!  #isolamento #isolamentosocial #pandemia #pandemiamundial #pandemiacoronavirus #pandemia2020 #coronavirus #covid19 #covid_19 #toemcasa #fiqueemcasa #fiquememcasa #vaipassar

Postado por Felipe Camelo

Sentidos Aguçados

03.06.2020 às 19:14
Felipe Camelo

Já publiquei minha amorosa e antiga relação com o Hotel Jatiúca, que desde sua inauguração coloca Maceió e Alagoas na vitrine do mundo, atraindo grandes empresários, industriais, artistas, gente badalada, principalmente de Minas, São Paulo e Rio.

Lá se vão 35 anos de sucesso, se mantendo no topo da lista dos melhores resorts urbanos do país. O que já era incrível, ficou ainda +, com reforma que o modernizou, mantendo sua sofisticação, sem perder as características.

Claro que 1 restaurante igualmente incrível é forte atrativo e agrega ainda + valor. E com estrema qualidade, e serviço de excelência, agrada gente de bom gosto, com saborosas iguarias. ‘Falo’ do Vini! Parrilla, com suas carnes nobres (com estrelada assinatura Bassi) e outras delícias. Além de seu cardápio de bebidas, incluindo seleta adega, repleta dos melhores rótulos.

Nestes tempos de pandemia e isolamento, passou algumas semanas sem funcionar, se adaptando para seguir atendendo com total segurança.

Outro dia, minha querida Nide Lins postou o Veni! Parilla com destaque, e no dia seguinte, o igualmente querido e também jornalista Antônio Noya me comunicou pelo Whastapp que o restaurante estava funcionando com entrega em domicílio, “delivery”. Claro que festejei, desejando voltar a degustar suas iguarias.

Como creio na força do pensamento positivo, minha gastronômica vontade foi captada na área da Lagoa da Anta, já que minha mentalização deu certo.

Estava hoje em casa, trabalhando com meu irmão Fabinho, quando o celular tocou. Era a sempre gentil Célia, coordenadora de eventos e assessora do querido e competente gerente geral, Christiano Simplício, avisando que estava na minha porta com 1 surpresa.

Veio com Milena coordenadora de recepção, me trazendo sacolas. Impossibilitado de abraça-las, recebi, agradeci, tirei foto nossa (os 3 sorrindo, apesar das máscaras), e entrei. Quando abri as 2 bolsas, com carinhosos recadinhos, diversos aromas invadiram minha alma, me fazendo levitar. Corremos pra por toalha, pratos e talheres na mesa, e quando abrimos as varias embalagens, uaaau, parecia cena do icônico filme “Festa de Babete”. Se os cheiros me inebriaram quando abri as sacolas, quando abrimos os depósitos, então, me senti no próprio restaurante do Jatiúca.

Imaginem, Salada Veni!,  com porção de artesanais torradas; 1 enorme ‘Short Ribs (corte dianteiro, macio e saborosérrimo); Ravioli artesanal recheado de queijo Gouda; potinhos com farofa, molho de ervas, maionese, queijo ralado, torradinhas de alho; e fechando com chave de ouro este real banquete, ambrosia, pudim (macio “de tremer”), e o máximo dos máximos, Tiramisú com farta calda de frutas vermelhas, especialmente para o menu do Dia dos Namorados. Confesso exagerando, comi gemendo. Todas estas delicias, preparadas pelo talentoso chef Adriano Leal, que comanda dedicada equipe. Ah! Numa embalagem, cervejas artesanais pilsen puro malte Deodora com Jatiúca destacado no rótulo azul.

Sou obrigado a confessar também que não foi fácil parar de comer. Ainda + neste confinamento que aguça o apetite. E com esta profusão de sabores, assumo que não está nada fácil me concentrar pra escrever este depoimento pra lá de verídico.

Acabamos a refeição e meu irmão não conseguiu nem terminar o trabalho que estávamos fazendo, agradeceu e correu pra casa dele. Eu? Confesso inclusive que tive dificuldade pra ir escovar os dentes, com pena de destruir meu enebriado paladar com creme dental. Mas acabei me rendendo aos cuidados dentários, e estou desde então, escrevendo, deixando meu coração ditar o texto. Acho que estou me psicografando.

Sem dúvida, inesquecível experiência extra-sensorial, que indico e recomendo. Ops! Recomendo ou re-comendo??? Porque dá vontade de começar tudo de novo. Mas vou me controlar e esperar poder ir pessoalmente, quando tudo isso passar. “Ah!” novamente, espero ter conseguido traduzir em palavras o estou sentindo até agora, em Guaxuma, nesta noite de lua quase cheia.

Postado por Felipe Camelo

Em inglês ou português, Vidas Importam

02.06.2020 às 20:42
Rote/Reprodução

Comprovadamente (apesar de insana opinião “terraplanista”), o mundo é redondo e ter relações entre os países, é fundamental para o crescimento global. E para que haja entendimento entra as nações, natural que haja estudo das suas culturas e línguas. Pela importância dos Estados Unidos, por ser a maior potência, saber inglês sempre foi fundamental para a formação de qualquer adolescente.

Em 1976, eu tinha 14 anos, quando meus pais me inscreveram num programa de intercâmbio, o Youth for Underestand, em bom português, Juventude para Entender, ou Entendimento, ou Conhecimento, significando aprendizado pra vida.

Embarquei rumo ao desconhecido, já eu iria passar 6 meses morando na casa de 1 típica família americana, gente que eu não conhecia. Mas, como sempre fui muito curioso e corajoso, adorando aprender e descobrir, lá fui eu. Fiquei num subúrbio, O’Fallon, em Saint Louis, no Missouri, estado no centro dos Estados Unidos da América. Na beira do Mississipi, cidade antiga, linda, com influência arquitetônica francesa, e bem na orla do rio, 1 dos monumentos + famosos no país, o Arco do Triunfo, bem moderno, todo de aço, constratando incrivelmente com os edifícios antigos. Logo me adaptei, já que eu estudava inglês com ninguém menos que Nabor Bulhões, estudante de direito, e professor no Lincoln Center, acho que a única escola de inglês em Maceió naquela época. Atualmente, Nabor é respeitado e famoso advogado.

Mas voltando ao foco da postagem, aprendi a gostar muito dos EUA, muito diferente do Brasil. Meus pais tinham 1 casal amigo que morava em Nova York, e acabei indo passar 1 semana com eles. Qual não foi minha surpresa quando sentei na poltrona do avião e ouvi alguém falando português atrás de mim. Meses só ouvindo e falando inglês, claro que me virei, e não acreditei, era Pelé, que jogavas  no Cosmo. Lhe disse ser brasileiro e puxei conversa, já que, quando ele esteve em Maceió pra inaugurar o estádio com o nome dele, eu fui com meu pai, que era diretor do Detran. Ele achou incrível a coincidência, e pediu que seu acompanhante trocasse de lugar comigo, e fomos conversando até aterrissarmos no aeroporto La Guardia. Até hoje tenho seu autógrafo. Surpresa quando me convidou pra assistir o treinar em Nova Jersey, onde ficava o campo do time. 2 dias depois, mandou sua Limousine me buscar e passei o dia acompanhado do Rei Pelé, que era muito respeitado por todos lá. Foi realmente incrível e inesquecível.

Mas eu ficava pensando, porque o Pelé é endeusado e outras pessoas de sua etnia não tinham o mesmo tratamento?

Mas enfim, voltei pra Saint Louis, cheio de boas lembranças de Nova York, e impressionado com as torres gêneas, o World Trade Center (que Osama Bin Laden mandou explodir). Segui minha vida de estudante. No colégio, nunca havia aparecido 1 estudante brasileiro, provocando muita curiosidade nos alunos, já que, do Brasil, só conheciam Pelé, e as “mulatas do carnaval”. Lembro que fiquei chocado com a ignorância deles sobre outros países, além do deles.

Lembro bem que houve estranhamento dos alunos brancos, amigos dos meus ‘irmãos’ americanos, com minha aproximação com os estudantes pretos, assim como me relacionava com eles, sem distinção. Na casa que fiquei, o casal tinha 2 filhas e 1 filho, e + outras 2 filhas casadas. Nenhum deles tinha amigos que não fossem brancos. Confesso que estranhei, porque aqui, meus pais tinham amigos pretos, e sempre confirmaram que ninguém é melhor ou pior que ninguém, principalmente pela cor da pele. Esta falta de convívio e o afastamento entre brancos e pretos me chocou. Mas independente, foi 1 incrível experiência, me fazendo amadurecer muito.

Estes anos todos depois, qual foi meu espanto, quando Barack Obama foi eleito num país de maioria branca, mas com enorme população de afro-descendentes, sendo, incrivelmente, o 1* presidente preto. Achei que o racismo por lá estava diminuindo, e acompanhei seu governo, voltado pr’o bem estar de todos, indistintamente.

Deixa que o triliardário Donald Trump consegui se eleger pra dominar a Casa Branca (sic!) , e numa visão retrógrada, e racista, vem desfazendo todas as ações de Obama. Sua política de extrema-direita, prioriza o empresariado, sem se preocupar com os trabalhadores e com a população carente. Em sua política,  nenhuma preocupação com o Meio Ambiente, em detrimento aos conglomerados que ajudaram em sua eleição, bancando inclusive “fake news” para derrotar Hillary Clinton.

Paralelamente, aqui no Brasil, depois de 27 anos como deputado federal sem ter tido nenhuma importância por trabalhos, propostas e projetos, só conseguindo destaque por defender ditadura, tortura, armamento e violência, Jair Bolsonaro também foi eleito, depois de conturbada disputa cheia de absurdos, escusos subterfúgios, num verdadeiro golpe. Seu desgoverno vem, assim como o de Trump, priorizando o capital, sem a menor atenção aos operários, atacando e destruindo todas as chances de manter qualidade de vida da população, atacando setores fundamentais pr’o crescimento e evolução humana, garantindo qualidade de vida ao povo.

Os pontos em comum entre os 2 são visíveis.

Por exemplo, ambos negam o aquecimento global, e não se preocupam em preservar ecossistemas inclusive vida animal. Enquanto o americano autoriza a caça de animais silvestres, o brasileiro segue na mesma mira. Recentemente, lá, as recentes vitimas, são os ursos, aqui, as tartarugas.

Tanto cá quanto lá, vidas humanas importam, se forem brancas e ricas. Pretos e pobres? “Se virem por conta própria”.

Nos últimos meses, não faltaram jovens assassinados no Brasil, como o garoto de 14 anos, João Pedro, fuzilado pela polícia militar, que atirou + de 70 vezes em sua casa, atingindo o menino pelas costas, sem a menor chance de se defender e sobreviver.

Numa mórbida “coincidência”, nos Estados Unidos, a polícia matou o segurança desempregado George Floyd, por asfixia, absurdamente indefeso, clamando por ar, repetindo “Não consigo respirar”.

Mas, infelizmente, as coincidências seguem nos 2 casos. Tanto cá quanto lá, não creio que culpados sejam exemplarmente punidos, pelo contrário.

Mas como sou homem de Fé e creio na lei do retorno, os culpados terão o que merecem.

E por falar em Fé, creio que sobreviveremos, e o respeito à Vida e o amor ao próximo voltarão aos corações, afinal, somos humanos, e ninguém é alguém sem outro alguém, e estes insanos sairão do poder, dando lugar ao espírito de humanidade, solidariedade, respeito incondicional aos seres humanos indistintamente. Não importa se brancos, pretos, orientais, indígenas, ricos ou podres, todos merecemos as mesmas chances, as mesmas oportunidades.

Em inglês, português, ou em qualquer outro idioma, seremos todos felizes, e saudáveis. Incrivelmente, estes imperdoáveis fatos acontecem em plena pandemia de Coronavírus, que vem infectando e matando milhares de pessoas mundo agora, cujas vítimas não são números, são seres que merecem atenção e respeito, incluindo saúde e segurando públicas que priorizem a Vida, que tem muito + importância que dinheiro, independente da cor da pele.

Pra mim, somos 1 única raça, Humana, e merecemos viver em igualdade, inclusive de Direitos.

Todas as Vidas importam, sejam humanas, animais ou vegetais. Afinal, todas se completam e se complementam. Respeito á Vida. Já e Sempre!!!

Postado por Felipe Camelo


Felipe Camelo por Felipe Camelo

Felipe Camelo é jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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