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Letras Vivas, Imortais Idem

03.09.2020 às 16:45
Academia Alagoana de Letras - Reprodução

Nestes tempos em que Educação, Cultura e Ciência tem sido tão absurdamente desprestigiadas, é preciso seguir produzindo conhecimentos, preservando as histórias do passado sem deixar de escrever novos capítulos para o futuro, nem deixar de viver o presente. 

E neste agora, a vida desafiada e ameaçada pelo Coronavírus, cuja pandemia vem parando o mundo desde março, devemos reagir e resistir. Doença nova e desconhecida, sem informações sobre ela, sem remédio nem vacina, isolamento social foi a maneira encontrada para barrar a rápida e fatal contaminação. Aglomerações, nem pensar.

E assim, instituições paralisaram reuniões, como a Academia Alagoana de Letras, que não deixou de produzir atividades e conteúdos. Vitoriosos projetos vem mantendo a AAL na vitrine do Brasil e do mundo, utilizando as ferramentas da tecnologia. Sim, a língua é viva e sempre se atualiza, assim como as formas de se comunicar.

Os Imortais - Milena Lima/Reprodução

Ativo presidente, acadêmico Alberto Rostand Lanverly com inúmeras e valiosas  ações. Como o “Academia Alagoana de Letras junto a você”, com mensagens otimistas, positivas e operantes, gravadas por seus Imortais, sugerindo atividades culturais para enfrentar este forçado e necessário confinamento.

Na sequência, “Academia Alagoana de Letras Convida”, que movimentou abril, com 10 personalidades gravadas em vídeos incluindo depoimentos, poesias, músicas, leituras de autores alagoanos... Seus perfis em plataformas digitais, como Facebook, Instagram e YouTube vem tendo frequente aumento de acessos. Como no especial de Marco Lucchesi, presidente da Academia Brasileira de Letras e sócio benemérito da Academia Alagoana de Letras. Sem deixar de aplaudir também a participação de Cacá Diegues, duplamente Imortal, da AAL e da ABL.

Também tiveram muitas visualizações e curtidas, Elieser Setton, Heleninha Paiva, Selma Britto, Chico de Assis, Ricardo Cabús, Paulo Poeta, Alfredo Gazzaneo Brandão, Dom Antônio Muniz.

E colecionando sucessos, a Academia segue com seus projetos, como o também incrível “Alagoanidades”, que já eternizou Carlos Méro, Mírian Gusmão Canuto, Carlito Lima, monsenhor Pedro Teixeira, Jucá Santos, Vinicius Maia Nobre, Eliana Cavalcante, Rosiane Rodrigues, Ivan Barros, Ronald Mendonça, Marcos Daví, Jorge Luiz Soares, Fernando Maciel, Marcos Bernardes de Mello, Temóteo Correia, Benedito Ramos, Fernando Gomes, Arnaldo Paiva Filho, Milton Hênio de Gouveia, Diógenes Tenório Júnior. No conjunto desta obra coletiva, verdadeiro “raio X” do estado, com preciosas informações culturais, históricas, geográficas...

Presidente Alberto Rostand Lanverly  - Reprodução

E nesta pandemia, o 4* projeto capitaneado por Alberto Lanverly segue movimentando a cultura em Alagoas. No próximo, “Letras Alagoenses Ontem, Hoje e Sempre”, os atuais ocupantes das 40 seletas cadeiras resgatam a história literária dos Imortais que os antecederam. Como o próprio presidente, por exemplo, que é o 5* ocupante da cadeira n* 3, que vai falar em vídeo caseiro, sobre o patrono Ambrósio Lyra, advogado, engenheiro, natural de Passo de Camaragibe, onde também nasceu Lima Júnior, que ocupou a mesma cadeira 3, Paulo de Castro Silveira, cônego Teófanes de Barros e Antônio Sapucaia.

Importantíssima ação, para o público que se enriquece culturalmente, e também para os acadêmicos, que se ocupam e se preocupam em elaborar e produzir seus depoimentos, resgatando os ilustres precursores e confirmando que, consequentemente, eles próprios terão suas histórias contadas e eternizadas, merecidamente, por tudo que fazem, enriquecendo e valorizando o nome de Alagoas, berço de inúmeros e talentosos criadores.

A partir deste próximo sábado, até o final do ano, sempre às 4as e domingos, basta acessar o canal no YouTube ( @academiaalagoanadeletras ) devidamente repercutido no Facebook e Instagram. “E porque Alagoenses e não Alagoanas?”, me perguntou Lanverly, que rapidinho respondeu: “1 dos 1*s jornais da nossa terra, ainda no século XIX, início do século XX, chamou-se Íris Alagoense, que é, inclusive, nome de rua. Este projeto é também homenagem ao jornal, instrumento, ferramenta de divulgação das letras, que vem sendo abraçado e celebrado por todos os membros desta instituição que, no dia 1* de novembro próximo, completa 101 anos de atividades, inclusive e principalmente, culturais.

Postado por Felipe Camelo

Males da Ignorância

02.09.2020 às 21:43
Foto: Felipe Camelo

Começo esta postagem me desculpando pela involuntária ausência nestes 2 últimos dias aqui no blog. 

Na 2a-feira, precisei editar matérias nas 2 páginas que publico na Painel Alagoas. Sem falta nem atraso. Consegui. Ontem, consulta com dr. Marcos Moura, e aproveitei para ir resolver instalação de antena de Internet, pagar contas numa lotérica, e quando parei, estava tão cansado que não consegui me concentrar para escrever. Mas hoje, recarregado, inclusive de indignação. Já explico. 

Antes mesmo de pensar em ser jornalista, sempre fui curioso. Ler, inclusive dicionários, é prazeiroso, principalmente porque sempre achei terrível a ignorância. Nunca tive preguiça de pesquisar nem vergonha de perguntar. Assim, hoje, “Ignorância” é meu foco, já que é a tradução para as imagens que me marcaram desde ontem, e que agora compartilho com vocês. E fui confirmar que Ignorância é “Estado de quem não está a par da existência ou ocorrência de algo”; “Estado de quem não tem conhecimento, cultura, por falta de estudo, experiência ou prática”. 

Com ilimitado e pleno acesso à informações sobre tudo, impossível dizer “Eita, nem sabia”, principalmente em se tratando desta mundial pandemia do Coronavírus, que vem paralisando o mundo e matando milhares de pessoas, e tudo tem sido amplamente divulgado na Imprensa, seja rádios, TVs, jornais, revistas... na Internet então, o que não tem faltado é notícia, sejam positivas ou não. 

Claro que esta paralização geral da cadeia produtiva com rigorosa necessidade de isolamento social praticamente quebrou a economia, provocando caos no planeta. Doença misteriosa, mortal é desconhecida vem se alastrando desde o começo do ano, sem muitas informações sobre ela, que ainda não tem remédio nem vacina. Mas, comprovadamente, manter distanciamento, rigorosas regras de higiene, uso constante de álcool em gel e de máscara são atitudes fundamentais para evitar a crescente e constante onda progressiva de contaminação. 

Claro que todos precisamos trabalhar, inclusive gerando empregos e renda, e meses com indústria, comércio e serviços paralisados afeta e compromete drasticamente a vida de milhões de pessoas, em todos os níveis, idades e atividades. 

Também acho que parar esta infecção mundo afora é urgente, e creio que, se houvesse isolamento radical e consciência de todos, desde o início, já estaríamos comemorando a derrota deste Covid19 e a vida já estaria voltando ao trilho, com pleno vapor. 

É fato, todas as cidades que já voltaram ao movimento “normal” por acharem que já haviam controlado a pandemia, tiveram que engatar a marcha-ré, mundo afora. Com o aparente controle e diminuição do números de infectados e mortos, governos flexibilizam a quarentena, mas recomendando que a população mantenha rígidos os cuidados. Mas o que  vejo é estarrecedor.

Tenho visto mensagens escritas em muros, desejando que o “Brasil se f*%+#”. É ignorância torcer pelo atraso do país, e consequentemente, da vida de todos, indistintamente. 

Ao mesmo tempo que trabalhadores precisam voltar aos seus postos, é impossível evitar perigosas aglomerações, principalmente nos transportes públicos. 1 foto do interior de vagão em São Paulo (que infelizmente não descobri o nome do autor), é assustadora, comprovando ser impossível conter contaminação em massa (sic!), literalmente. Massa humana. Caso explícito de ignorância, de quem arrisca a vida da população por ganância, de querer movimentar a economia, garantindo a integridade dos operários e funcionários.

 Foto: Reprodução

Neste caso, estas pessoas não estão se arriscando desta forma, em trens e ônibus lotados, voluntariamente. Se a vida volta ao movimento, todos precisam se locomover, mesmo que não haja real controle de garantir total proteção e todos se comprometem, incluindo seus familiares. 

Mas, tão ou + assustadora, é a foto de Ricardo Moraes/Reuters, que comprova definitivamente a total e coletiva ignorância de quem, literalmente, lotou as praias cariocas neste recente fim de semana. Me lembrou os verões no Rio, nos anos 80, com a vida efervescente e nenhuma ideia de que, em 2020, precisaríamos viver meses socialmente isolados para garantir saúde pública. Não é porque diminuíram os números de infectados ou óbitos que se possa provocar irresponsáveis aglomerações como esta, aqui retratada. E contra fotos, não há fatos. Neste caso, ignorância não é falta de conhecimento, de informações. É ignorância num sentido cruel e desumano, de achar que nada vai acontecer de ruim, apesar dos dados da realidade mostrarem o contrário. Esta ignorância significa desumanidade e total falta de amor, próprio e ao próximo. 

Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O que passa na cabeça de quem nega a pandemia? Que quem não segue a orientação do constante uso de máscara?!?!? Estes dias, 1 atuante produtor de conteúdo nas redes sociais questionou a importância da necessidade da constante uso de máscara com “se chego num lugar, conferem minha temperatura e tenho acesso ao álcool em gel, porque preciso ficar respirando o ar dentro da minha máscara? Já ouvi dizer que este ar viciado pode me fazer mal...”, postou ele. E com muitos seguidores, não faltaram comentários concordando com ele, numa avalanche a bobagens mal escritas. Mas este já é assunto para outra postagem. 

Por enquanto, sigo em campanha de combate aos praticantes de atitudes ignorantes, goístas e desumanas. Por + Empatia, + Respeito, + Humanidade, + Cultura, + Educação, + Ciência, + Conhecimentos. + Democracia!!!

Postado por Felipe Camelo

No liquidificador da Vida

28.08.2020 às 11:02
Felipe Camelo

E ontem, no Dia de Nossa Senhora dos Prazeres, do outro lado do mundo (que é comprovadamente redondo), na Nova Zelândia, pela 1a vez na história do país, foi confirmada pena de prisão perpétua “para Brenton Tarrant, que se define branco supremacista”, australiano de 29 anos condenado por 51 assassinatos, 40 tentativas de assassinato e terrorismo, cometidos em 2019.

As vítimas estavam em oração em 2 mesquitas quando o terrorista chegou com armas semiautomáticas, e o + estarrecedor, transmitiu tudo, ao vivo e em tempo real, pelas suas redes sociais. Verdadeira “live” do terror.

Imagem: reprodução

O condenado, durante os 3 dias de julgamento, em momento algum, demostrou arrependimento, muito menos compaixão. Tanto que não quis se pronunciar, nem ter defesa, como é seu direito, nem vai recorrer. Foi brutal e cruel. Suas ações foram desumanas. Depois deste ataque, no país, o governo definiu que armas semiautomáticas de estilo militar estão proibidas, revendo sua legislação bélica.

Enquanto isso, infelizmente, aqui no Brasil, vamos na contra-mão. Por ideologia armamentista, liberou geral, inclusive posse e porte de armas com alto poder de fogo. Armas estas, compradas formalmente e que, fatalmente (sic!) vão parar nas garras de bandidos milicianos, vitimando toda a população. É lógico, claro, óbvio, ululante, que, com + armas em circulação, + crimes, + violência, + sofrimento + mortes. Triste estatística, as vitimas, são homens, jovens, negros, pobres. Dados absurdamente confirmados.

Justo ontem, que acordei e logo pensei em Nossa Senhora dos Prazeres, Padroeira de Maceió, ela que é também “das Alegrias”, 1 das denominações da Virgem Maria, a Santíssima Mãe de Deus. Sua 1a alegria: a “Anunciação”; a 2a, a “saudação de Isabel”; a 3a, o “Nascimento de Jesus”; a “visitação dos Reis Magos”; o “encontro com Jesus no Templo aos 12 anos”; a “aparição de Jesus Ressuscitado”; e a 7a Alegria, a “coroação de Maria no céu”.

Quando nasci, minha avó Afra morava na rua Pedro Monteiro, e meus pais, na orla da Pajuçara. E eu adorava passar o dia com ela, passear pelo centro, comprar gibis na banca da praça Montepio e tomar sorvete, com a Igreja do Livramento e a Catedral, sempre no roteiro. Confesso que ficava encantado, principalmente pelos nomes das Santas, Nossa Senhora do Livramento e Nossa Senhora dos Prazeres.

 e me concentrei nas 2, rogando pra que ambas intercedam e nos concedam liberdade e prazer, incluindo saúde, educação, cultura, segurança, lazer, civilidade, empatia, respeito, aos próximos, ao Meio Ambiente, à Vida. E principalmente, nos livrando de tantas armas, e com elas, de tantas mortes. E por falar na Virgem dos Prazeres, e em Cultura, me lembrei de 1 incrível obra de Arte, assinada por meu querido da vida toda, Agélio Novaes, que, numa colagem, imaginou a chegada de Nossa Senhora dos Prazeres à Maceió. E com Prazer, ilustro esta postagem.

Confesso que este texto está parecendo loucura, misturando armas e mortes com Nossa Senhora, Alegrias, Prazeres, Livramento, mas acho que há ligação entre os temas, chamando atenção pra fundamental importância da preservação da Vida e de Sentimentos, Humanidade, Fé, Respeito, Amor Próprio e ao Próximo.

Ah! Ótimo fim de semana com todos os cuidados, o Coronavírus não é “gripezinha” e segue infectando e matando!!!

Postado por Felipe Camelo

A Arte de Amar

26.08.2020 às 17:40
Acervo Pessoal/Reprodução

Principalmente nestes tempos de pandemia que comprovam ser impossível viver sozinho sem se preocupar com os próximos, sejam humanos, animais e/ou vegetais, empatia, respeito, compaixão, solidariedade e amor devem ser praticados e compartilhados, estimulando e sendo exemplo.

Nunca se estar errado fazendo a coisa certa, ou seja, boas atitudes agregam valor na história de vida que cada 1 escreve, se eternizando na existência. Acordei feliz hoje, com a repercussão da matéria postada aqui, ontem, confirmando minha incredulidade com a confirmação de inquérito policial sobre a pastora/cantora gospel/deputada federal Flordelis, que conseguiu finalmente ficar viúva, já que seria vergonhoso ser “separada” diante de Deus. Reuniu 7 filhos e 1 neta e acertaram 30 tiros no pastor que já foi seu filho, cunhado, genro e marido. Acreditem!!!

E sem saber ao certo o que abordar nesta 4a-feira, 28 de agosto, vi publicação na página de Suel Cordeiro Damasceno no Facebook, ele, dos + incríveis e talentosos artistas plásticos em terras Caetés, além de marido da igualmente maravilhosa Carol Gusmão, casal queridíssimo meu.

Mas enfim, confirmando que boas ações são até + benéficas a quem pratica do que os que recebem, a postagem de Suel “mexeu” comigo, principalmente por ter ficado muito mal outro dia, sabendo que tem aumentado o n* de animais envenenados durante este isolamento social. Confesso que não entendo como alguém segue vivendo “normalmente” depois de matar seres vivos, incluindo gatos e cães. E o texto dele, que costumo chamar de SoWell (num jogo de palavras entre seu nome e a expressão inglesa “so well”, que significa algo como “muito bom”, ou “ótimo”.

Além de confirmar ser amigo dos animais, Suel conheceu e tornou conhecida a dona Dasdores, que ele destaca que seu nome também é sua missão, de amenizar as dores dos animais.

E, deitado numa rede no terraço do meu “home office”, achei que os internautas deste portal ficariam também felizes com esta história da vida real, verdadeira cena urbana que deve ser admirada e seguida. Abaixo, reproduzo o texto postado por Suel, que prepara obra e participa da campanha cultural Cor & Arte, exposição virtual que Luiz Antônio Jardim promove em setembro, sorteando as obras entre seus clientes.

Mas esta será 1 outra matéria. Nesta, quero focar na postagem de SoWell, na dona Dasdores e no amor que ambos compartilham com animais abandonados, em situação de rua.

Ah! Não é porque o feriado de amanhã celebra Nossa Senhora dos Prazeres, que vale o risco de participar de aglomerações em bares ou baladas. Coronavírus continua matando, e o principal prazer deve ser se cuidar e cuidar dos outros!!!

Sobre Dona Dasdores, seu Pincher, eu e cadela que fez questão de mostrar a bunda para vcs: Ela, a cadela que vive ao lado do posto que  faliu ( atende pelo nome de "Venha cá minha nêga", "Chegaí galeguinha fofa", "Inje que delícia", "Aidaê porra que isso pode cair", "Venha não que eu tô ocupado" e "Solta a minha marmita!").

Está sendo alimentada pela acima citada jovem senhora que tem por coincidência um nome que condiz com suas ações para com a cachorra sem eira nem beira. Ela "tomou as dores" dessa canídea que está em situação de rua (ela, a cachorra, não usa drogas e só rouba para matar a fome). Tenho visto diariamente o carinho mútuo e a relação entre essas duas figuras que provam que a humanidade ainda tem salvação. Ela a alimenta e mata sua sede diariamente.

A  simpática cadela maltrapilha me fez notar uma humana que eu, que ainda por cima sou da mesma espécie, não a tinha tratado com o carinho devido tal benéfica persona. Nesse mundo frígido e egoísta é louvável que os animais nos façam perceber que existem pessoas de bom coração bem pertinho da gente e que não percebemos. Em dado momento Dona Dasdores perguntou porque estamos comendo comida fria, já que ela "tinha" uma lanchonete e seu microondas está a disposição e ela já "requentava" o rango de nossos predecessores.

 Ofereci imediatamente uma futura massa aos meus melhores molhos e ela me interrompeu imediatamente com uma resposta sobre sua dieta que por problemas de saúde não pode aceitar. Devo à ela uma salada exemplar e um agradecimento por saber que ainda existem pessoas lindas no mundo.

Evite aglomeração, mas seja íntimo à distância das belas pessoas que nos rodeiam. Ahh, o Pincher incrivelmente não latiu, nem olhou estranho para mim. Esse mundo ainda tem salvação...


Postado por Felipe Camelo

Flor que não se cheira

25.08.2020 às 18:11
Fotos: Reprodução/Acervo Pessoal

Sou muito grato por ter nascido numa amorosa família, que, além de educação, sempre compartilhou os melhores exemplos. Assim, tenho as melhores referências, e consequentemente, dou a devida importância a estes ensinamentos.

Com o contínuo movimento da terra (sim, comprovadamente ela é redonda, também conhecida por globo, que, de plano, não tem nada), ciclos se encerram, ciclos se iniciam. Com eles, costumes e comportamentos. O que era considerado “normal”, deixa de ser, e vice-versa.

Em busca da plena felicidade, os seres humanos vão se descobrindo e se diferenciando entre si, se assumindo. E para que vivamos todos em harmonia, respeito é fundamental. Não é admissível que alguém se ache superior ou melhor que outros. Intolerável!!!

Mas voltando ao respeito, é imprescindível que haja total tolerância aos que não seguem padrões pre-estabelecidos. Ignorantes atitudes de intolerância são são + admitidas. Inclusive as práticas religiosas devem ser de amor ao próximo, “como Jesus nos ensinou”, e entre as religiões, observo alguns pastores evangélicos como os + radicais, quando falo em respeitar todas as crenças e suas peculiares formas de reverenciar a Fé.

Alguns pastores chegam ao cúmulo de agredir e instigar seus fiéis aos + absurdos atos de agressões e violência. E o pior, propagam que, somente seu modo de vida é o correto, que são referências universais e únicas como “tradicional e conservadora família cristã”. Que exemplo dá aos filhos e netos 1 casal de “bispos”, presos tentando entrar nos Estados Unidos com milhares de dólares não declarados? Isto é fato. Mas mesmo assim, seguem administrando comercialmente sua igreja, frequentando a cúpula política do país.

Assim como o casal formado (sic!) por 1 pastor e 1 pastora/cantora gospel (que canta o casamento, a fé) que adotaram de 55 filhos, além dos que confirmavam serem “naturais e genéticos” do casal. Tão incrível sua história de vida, que virou filme, estrelado por muitos artistas.

De repente, o pastor morre, e nas 1ªs matérias veiculadas pela Imprensa, confesso que meu desconfiômetro sinalizou que Flordelis não é “flor que se cheire”, literalmente, perigosamente. E não foi surpresa pra mim quando as investigações da polícia confirmam que ela foi a mentora e mandante do assassinato, e o pior, com ajuda de filhos e 1 neta.

Não fiquei surpreso, mas abismado, estarrecido mesmo, com as revelações “policialescas” do caso. Diferentemente do que sempre afirmou publicamente, Flordelis fazia explícita diferenciação entre os filhos. Enquanto os “biológicos” tem tratamento, regalias e privilégios, os adotados não tem, inclusive com áreas delimitadas na residência, alimentação especifica para os 2 grupos, vários outros detalhes me confundem.

Vi que o próprio pastor Anderson do Carmo transitava entre vários galhos e ramificações da árvore ginecológica da família. Ops! Genealógica seria o correto, não é mesmo?!?!?? Mas como escrevi acima, estou muito confuso, afinal, parece que Anderson se agregou inicialmente como filho adotivo, mas mudou de “status”, quando namorou 1 filha, passando de filho a genro, mas também poderia ser cunhado, já que a tal filha biológica é, irmã de Flordelis.

Tá dando pra acompanhar? Entender é + complicado, mas, pelo menos, acompanhe esta saga, que está longinquamente distante do “The End” no final da diabólica trama. Mas voltando ao filho que virou genro e era, no fundo, cunhado: do Carmo deu 1 graduada novamente em seu escalada social/parental. Se casaram, e ele passou a ser padrasto da ex-cunhada, ex-namorada e ex-irmã. Flordelis, que era sua mãe, sogra, cunhada, agora era sua esposa.

Como casal modelo, exemplo de gente de bem, moral e bons costumes, foram aumentando a quadrilha. Ops! Família eu quis escrever. Ela, se elegeu deputada Federal, proclamando os ensinamentos de Deus em toda sua Glória. E de braços dados, frequentavam do Palácio do Planalto aos jogos do Flamengo. Mas Anderson “tomou ar”, e passou a comandar e administrar a grana do casal e da Igreja, imagino eu. Ela, querendo + dinheiro e poder, vinha tentando matá-lo desde maio de 2018, mas arsênico na comida não a livrava dele, até que achou forma + prática e eficaz, mandando 1 filho comprar 1 arma. E para não correr risco de sobrevivência, foram apenas 30 tiros. Sim, 30. Quem atirou? 1 dos filhos, claro.

E honrando sua religiosidade, temente a Deus, disse “Separar não posso, porque ia escandalizar o nome de Deus”, e muito insatisfeita com as garras expostas do marido, convenceu 7 filhos e 1 neta (que já estão presos), é literalmente, colocaram Anderson do Carmo nos braços do Senhor, e abaixo de 7 palmos de terra. Melhor ser viúva que separada. Que vergonha seria, para ela, que segue livre pelo foro especial de deputada.

Escrevi isso tudo, para chamar sua atenção para a empáfia deste povo que se arvora como os únicos dignos, donos da + absoluta verdade, melhores que muita gente, e acabam escrevendo estes trágicos, quase cômicos capítulos em suas histórias de vida. Se, antes disso tudo, “Flordelis o filme” mereceu cartaz, com certeza, vai virar série, “Flordelis, entre a comédia, o drama, a pornochanchada”. Quem viver, verá. Ou seria melhor não ver??? Cartas para esta redação, e se quiserem, podem mandar desenhos ilustrativos, temáticos. Quem sabe não publico num próximo episódio?!?!? Ou não!!!

Postado por Felipe Camelo

Alagoanidade

24.08.2020 às 17:56
Felipe Camelo

Excelente motivo tive para sair no último sábado, participar e registrar + 1 fase da Renda-se 1ª Mostra de Moda Alagoana, quando a idealizadora e curadora Mirna Porto Maia apresentou os 10 selecionados, sendo 5 estilistas profissionais e 5 graduandos do Curso de Produção de Moda da Escola Técnica de Artes da Universidade Federal de Alagoas, cujo auditório foi o cenário para as assinaturas dos contratos e a definição de muitos detalhes, como a identificação dos modelos que desfilarão para cada estilista.

Só pelos nomes, já dá para sentir que farão sucesso e ajudarão a manter Alagoas no cenário nacional da Moda. Me diga se Perigou (ausente neste dia por estar em São Paulo) Fênix Zion, Raianny Iuly, Sabrina Sena e Dely Teodoro não são nomes de capa de revistas, outdoor, e tudo +??? Literalmente, marcas e grifes. Não os conhecia, mas, com estilos próprios, pessoais e intransferíveis, já me deram “de cara”, a certeza, vão arrasar. Anotem estes nomes, porque farão tanto sucesso quanto os estilistas profissionais que agregam muito valor ao Renda-se.

Seus nomes tem reconhecimento do público e do mercado, aliando talento, criatividade, qualidade, e principalmente, Alagoanidade, levando o nome do estado para além divisas e fronteiras. E detalhe importantíssimo, geram trabalho e renda para muita gente, já que, além da criação, a confecção envolve muitos outros profissionais. 

Enriquecendo o projeto, Alina Amaral, Chiquinho Almeida, Júlia Calheiros, Nilda Rosa e Augusto Christoff,  que, com certeza souberam criar modelos utilizando e valorizando ainda + este nosso Patrimônio Imaterial e Cultural de Alagoas, o Filé. Outra certeza que tenho, a extrema excelência do trabalho das rendeiras, que (neste projeto patrocinado pelo Magazine Luiza através de Lei de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo/Secretaria Especial de Cultura) transformarão linhas em bordados artesanais seguindo a criação dos estilistas, ganham destaque e aplausos no Renda-se.

Arte, Cultura, Cidadania, Moda, Artesanato, Tecnologia, Comunicação, traduzindo e eternizando Alagoas no mundo.

Postado por Felipe Camelo

Renda-se

24.08.2020 às 13:53

O que não falta em Alagoas é gente talentosa, artistas principalmente. Seja que linguagem for, excelência e qualidade. Literatura, música, artes plásticas, gastronomia, artesanato e moda, claro, enriquecem nossa história.

E por falar em artesanato e moda, o filé se destaca como a + típica renda produzida em terras Caetés. Bordado originário daqui, surgiu nas redes que pescadores usam para trabalhar, e a partir desta tela, as tramas e os desenhos foram surgindo, e fazendo sucesso.

Com a inquietude característica de todo artista, novos pontos e modelos foram transformando o artesanato em verdadeiras obras de arte, ganhando passarelas, editoriais e capas de revistas. O Brasil e o mundo se rendem, literalmente, quando as rendas alagoanas aparecem.

E neste momento de isolamento e paralização geral, algumas cabeças não param, e reinventam a vida. Como a alcalina, incansável, produtiva arquiteta, urbanista, poetisa, paisagista, cenógrafa... Mirna Porto Maia, que teve a 2a edição de Velas Telas adiado para novembro.

Mas, eternamente inquieta, novo projeto trás a moda novamente ao seu foco, colocando o filé na vitrine do mundo. Num formato que respeita todas as medidas de segurança, reunindo consagrados nomes com novos talentos, a 1a Mostra de Moda Alagoana, Renda-se, consolida parceria com o nome + forte do varejo no Brasil, Magazine Luiza, aqui, representada por Fábio Elias Costa, especialista em Leis de Incentivos - Patrocínios, e 1 dos principais assessores da empresária Luiza Helena Trajano.

Expectativa grande entre estilistas, artesãos, modelos, fotógrafos, designers, loucos por moda, todos curiosos . Como as novidades ainda seguem em segredo, ansiedade. Mas, do jeito que o tempo voa, já já teremos todas as confirmações e informações.

É aguardar.

Postado por Felipe Camelo

Verde Vivo

24.08.2020 às 13:48
Felipe Camelo

Com tantas informações sobre a imprescindível é fundamental importância do Meio Ambiente para a preservação da vida, inclusive humana, cuidar para que a natureza se mantenha viva, em evolução, é imprescindível. Este é 1 dos assuntos que + me preocupam, e consequentemente abordo.

Neste caso, me impacta bem diretamente, já que, além de cidadão e jornalista, sou morador do Loteamento Gurgury, em Guaxuma, onde existe 1 triângulo absolutamente plantado, reunindo inclusive craibeira e pau-brasil, verdadeira e minúscula “florestinha” que separa a AL101Norte da rua Xavier de Araújo, que eventualmente transformamos em área de convivência de vizinhos, onde crianças brincam e jovens praticam skate.

Reprodução

Ansiosamente, esperamos a duplicação da rodovia, desafogando o transito, garantindo qualidade de vida. Pois qual foi nosso susto quando soubemos que o projeto original, apresentado e aprovado, inclusive pelos moradores, seria alterado causando o desmatamento da área verde, onde seria construído muro com 3 metros de altura, comprometendo a metade da rua.

Claro que reagimos e buscamos comunicação e entendimento com todos os órgãos envolvidos. Enquanto isso, promovemos ato pacífico de interdição de 1/2 pista, chamando atenção da Imprensa e sociedade.

Paula Amaral

Em pouco tempo, comissão de moradores foi convidada para conversar com Mosart Amaral, secretário de Estado de Transporte e Desenvolvimento Urbano, que se mostrou totalmente sensível e se confirmou compromisso de manter a traçado da duplicação, mantendo intactas, a Xavier de Araújo e principalmente nossa preciosa área verde.

Sempre ‘digo’ que ninguém é alguém sem outro alguém, e aproveito para reforçar gratidão aos que se solidarizaram conosco, além do Mosart, como André Paes, secretário Adjunto e Executivo de Gestão Interna da Setrand, o presidente OAB em Alagoas, Nivaldo Barbosa, o presidente da Comissão do Meio Ambiente da OAB, Ricardo Wanderley, e o superintendente da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, Antônio Moura.

Paula Amaral

O importante é que a duplicação será concluída seguindo seu projeto original e nossa qualidade de vida será preservado. Assim como nossa “florestinha”. O Meio Ambiente e a vida agradecem!!!

Postado por Felipe Camelo

Amor, curva Acima

24.08.2020 às 13:40
Reprodução

Coqueiros bem simbolizam Alagoas, e entre eles, 1 marcou época, exatamente por ser diferente. Cresceu, fez curva, cresceu pra baixo, mas logo retomou rumo ao alto, sendo carinhosamente batizado Gogó da Ema, animal tão famoso nestes dias.

Mas enfim, este coqueiro se eternizou e mesmo não + existindo, segue na memória, e estes dias, foi lembrado por completar 65 anos de sua queda. Creio que é eterno quando marca e não quando dura a vida toda. Gogó da Ema segue confirmando a importância em ser diferente. Enquanto seus iguais sobem retilíneos, sua sinuosa curva o fez especial. Viva as diferenças!!!

E neste agosto em que celebramos o Dia dos Pais, encontrei esta foto do meu,  Rubens Camelo, aos 18 anos, com seu “possante”, posando exatamente com o inesquecível coqueiro. Confesso que me sinto privilegiado por ter tido ensinamentos e exemplos como a melhor herança. Na genética, respeito e amor ao próximo, solidariedade, humildade, empatia... sentimentos e praticas raros. Mas que eu e meus irmãos temos.

E, claro, pensando no Dia dos Pais, reforço aqui o que postei no blog do Portal Painel Notícias, sobre a campanha que Natura convidou Thammy Miranda e seu pequeno Bento, para serem exemplo de amor paterno. Enquanto ignorantes protestam e condenam por ele ser homem trans, o mercado financeiro reagiu surpreendentemente, fazendo com que, as ações da companhia brasileira de cosméticos subissem na Bolsa, comprovando que visão e inclusão são valores agregados.

A principal característica de ser pai não é ter pênis. Ser pai é querer ser, e se doar, transformando a vida do filho com muito amor, e isso, pelo visto, Thammy tem de sobra. Que esta atitude Natura seja exemplo, e que outras minorias sejam consideradas “normais”, mesmo que diferentes.

Vamos ampliar horizontes, visando plena e coletiva felicidade, no presente e no futuro. Desejo que este novo ciclo seja de igualdade e fraternidade. Ame como gostaria de ser amado, respeite para ser igualmente respeitado. E que todos os dias sejam felizes para todos os pais, e consequentemente para as mães e principalmente para os filhos. + Amor, sem rancor!!!

Postado por Felipe Camelo

Sobre Viver

24.08.2020 às 13:35
Felipe Camelo

Inesperadamente, o mundo parou. Desde março, pandemia mundial, isolamento social, e nossa Painel Alagoas, fora das bancas. Claro que o trabalho faz muita falta, e como o confinamento é a única maneira de evitar + sofrimento e morte, nos recolhemos. Mas, como o mundo é, comprovadamente redondo, e dá voltas, nós aqui novamente. Confesso que é difícil, nesta época, estar feliz, por sérios e vários aspectos, mas me trouxe alegria saber que esta incrível revista segue seu papel de bem informar. Então, reforço meu orgulho em fazer parte desta equipe, comandada por Ricardo Leal, Eliane & Afrânio Aquino.

E por ‘falar’ em mundo, volta, ciclo, aproveito este confinamento pra ver, rever, pensar, repensar. Em tudo, inclusive em mim e no que desejo da vida. Até fisicamente, mudanças tem me feito bem. Há uns 30 anos cortando o cabelo a cada 15 dias com máquina 1 ou 2, desde março, pelos crescem, e confesso que estou me reconhecendo bem e tranquilo, curtindo o resultado. 100% isolado, só saio a cada 10 dias, para supermercado, farmácia, loteria para pagar contas e ver minha mãe, mesmo que de longe.

E quando isso acontece, todos os cuidados recomendados, como uso contínuo de máscaras. E nestas raras ocasiões, observo a absurda quantidade de pessoas sem a menor proteção, como se não estivéssemos em plena pandemia mundial.

Claro que a economia precisa retomar atividades, mas, infelizmente, todas as cidades do mundo que já reabriram indústria, comércio, serviços, lazer... tiveram que engatar marcha-ré, já que a população externa absoluta ignorância, promovendo aglomeração em festas “clandestinas”, sem se preocupar, nem consigo nem com os outros. Se estivéssemos em total e respeitado bloqueio, talvez já estivéssemos nos livrando do Coronavírus. Incrível ter ouvido Luciano Huck dizendo na TV que estava de volta, “pós pandemia”. Ôxe, como pós?!?!? Ai o povo vê isso e acha que a bagaceira passou. Ê irresponsabilidade.

Estamos em plena acessão da doença que não tem cura, remédio, vacina, e que provoca graves problemas da cabeça aos pés, literalmente. E me revolta ver gente minimizando, desrespeitando e agredindo quem luta pra combater a doença. Aproveito para registrar meu respeito aos que se arriscam e aos que faleceram infectados, na linha de frente da guerra pela vida. Gratidão!!!

Postado por Felipe Camelo


Felipe Camelo por Felipe Camelo

 Jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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