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“Presente” ausente

28.10.2019 às 13:51
Felipe Camelo

Começo esta semana com diversos e diversificados assuntos, todos, interessantes e importantes que devem ser abordados.

Não vou nem lista-los, porque ai, vai ser a própria matéria. Minha ideia é ir postando diariamente, como faço, sem me preocupar se o fato é factual ou se já aconteceu. Se é de interesse, entra.

Sempre fui muito observador, principalmente do comportamento humano, que muitas vezes é tudo, menos humano.

Mas enfim, venho confirmando que, inclusive na correria pela sobrevivência, os país de hoje não repetem o modo de educar os filhos como em gerações anteriores. Pelo estilo e ritmo de vida, não dão a atenção que as crianças precisam.

Principalmente com a chegada dos celulares, que viraram “surto coletivo”, são, eles são, sem dúvida, o principal foco de atenção dos adultos. Já vi crianças bem novas ‘soltas’ na rua, enquanto os pais, ali perto, mas com todos os sentidos “plugados” no telefone, deixando os pequenos livres, correndo sérios e graves riscos.

E pra piorar, deixam a tarefa de educar como obrigação dos professores. Ora, eles ensinam, principalmente matérias, mas educação básica e doméstica, é função dos pais, avós, tios... a família tem que, também, dar exemplos. E, infelizmente, não dão.

Resultado, gerações de jovens e adultos muito mal educados. Digo “descivilizados”. A grande maioria, sem o mínimo pra viver e conviver em sociedade.

Mas enfim, isto tudo pra chegar ao assunto desta 2ª.

Quando meu amigo e talentoso fotógrafo Reynaldo Gama Júnior me contou que havia pensado numa exposição celebrando os 30 anos do Maceió Shopping, adorei sua ideia de inclusão. Ele, que sempre fotografou famosos e poderosos mundo afora, resolveu transformar vendedores, lojistas e clientes em estrelas.

Conseguiu parcerias, produziu-os e fotografou. O resultado? Incrível, pareciam modelos. As fotos foram ampliadas e coladas sobre pneus, algumas em 3 ou 4, outras, em apenas 1 pneu, devidamente posicionados seguindo projeto visual, em local delimitado, caracterizando explicitamente, ser 1 exposição de Arte, e não, 1 local de alimentação e brincadeiras. O local não foi isolado, exatamente pra que o público pudesse circular entre as fotografias e conferir a transformação dos ‘modelos’. A abertura reuniu muita gente, e deveria ficar em cartaz algumas semanas, na programação das 3 décadas do shopping.

Qual foi a surpresa de Gama Júnior quando lá chegou no dia seguinte pra conferir como estava tudo. Espanto seguido de tristeza, incredulidade e raiva, já que, das 24 fotografias, 19 (sim, dezenooove) estavam danificadas.

O sistema de câmeras não inibiu o vandalismo. Crianças subiram nas fotos sem que seus acompanhantes impedissem, adultos sentaram, como se fossem bancos de praça, colocaram bolsas e sacolas em cima, chegaram ao cúmulo de tentar descolar as imagens de seus suportes, rasgando. Olhem que miséria! Ai eu lembro que muita gente preconceituosa diria que este mal comportamento é usual em centros de compra “de periferia”, populares. Nananinanão!!!

O resultado? A mostra “Presente” ficou menos de 24h, quando estava programada pra ficar exposta algumas semanas. Quem perde? Principalmente o próprio público. Estes mal educados são, as mesmo tempo, vândalos e vítimas, de si mesmos.

Me desculpo por generalizar, nivelar “ por baixo”.

Claro que tem muita gente civilizada e educada, óbvio, mas acho que somos minoria. Sigo com Fé, crendo que este quadro se modifique, e que todos, honrem a classificação Humana.

Devidamente civilizada, educada, racional!!!

As fotos da abertura são minhas, e, pra que vcs, internautas, possam conferir o excelente trabalho de meu querido Júnior, já que a exposição não está + em cartaz, posto no final desta matéria as fotos de “Presente”, com a estrelada assinatura Carlos Reynaldo Gama Júnior

Ah! Vale acesso matéria sobre a exposição “Presente”, postada no https://painelnoticias.com.br/blogs/felipe-camelo/159670/o-1-dia-e-os-30-anos

Postado por Felipe Camelo

A Itália, aqui

25.10.2019 às 19:20
Felipe Camelo

 Lembro bem quando minha querida Nide Lins me convidou pr’eu participar de 1 série de jantares no Basílico, restaurante italiano comandado pelo casal Stefano Cardilli & a chef Lory Dori,  que, rapidinho, conquistaram alagoanos com autêntica, caseira e artesanal gastronomia mediterrânea.

E nestes jantares, chef Lory só coordenava, dando consultoria, mas quem preparava os pratos eram alguns clientes que se arriscam nas panelas e caçarolas, devidamente selecionados e convidados por ela, e toda semana, júri indicava os melhores pratos, até que o melhor deles foi confirmado campeão. Confesso que foi 1 mês de delicias semanais, consolidando nossa amizade.

E qual foi minha felicidade quando minha amiga jornalista e badalada blogueira de Gastronomia e Turismo me chamou pra “Volta a Noite Italiana”, jantar com música e danças tipicamente italianas, com o casal Deiva & Francesco, ela paulistana e ele italiano que optaram por vir morar em Maceió. Ele, com repertório maravilhoso (voz,  gaita e violão), garantindo o cima da noite.

E pra ‘falar’ nas comidas, garanto que Crostini e Bruschetta feitos com maravilhoso, saboroso, inesquecível pão caseiro Toscano (sem sal nem fermento químico); Almôndegas de carne moídas por Lory (numa pesada máquina de moer que o pai de Stefano trouxe da Italia) com molho de tomate fresco estavam de gemer.

Como pratos principais (sim, no plural, mesmo), “Trio degustação de massas caseiras de frutos do mar” (destaque pra lasanha); e pra fechar com chave de ouro, a sublime sobremesa, “Torta de merengue recheada com morango fresco, suspiros, chantilly sem açúcar servida com calda de frutas vermelha e limão da Sicília”, 2* chef Lory. Suave delicia, sem nenhum excesso, nem de açúcar, não precisando nem mastigar, desmanchando na boca.

E garantindo perfeita harmonização, o vinho tinto Rosso Vigneti Delle Dolomiti, (cuja vinícula data de 1869), importado pela brasileira que se divide entre a Itália e o Brasil, a simpatississima Cristina Camargo, que adorei conhecer.

Claro que fomos, Nide e eu, de Uber, pra curtir tudo sem nenhum problema, muito menos com a Lei Seca. Cheguei feliz em casa, desejando outras noites italianissimas como esta.

Fiquem ligados pra não perderem a próxima. É reservar e se divertirem numa mesa com amigos. Eu? Recomendo!!!

Postado por Felipe Camelo

"Talk Day Arquitetura e Design"

24.10.2019 às 14:15
Zanini de Zanine - André Nazareth

São muitos os talentosos alagoanos reconhecidos mundo afora, quando se fala em Arquitetura e Design, e como é mercado em constante crescimento, troca de informações, experiências e conhecimento, seguir aprendendo e se atualizando, é preciso e necessário. 

E neste próximo sábado, 26 de outubro, movimento extra no Ritz Lagoa da Anta, das 2 da tarde às 9 da noite, com 4 dos + importantes escritórios do Brasil, Confirmados. Carlos Carvalho (do Studio RO+CA), Fernando Forte (do FGMF), Rodrigo Ohtake e Zanini de Zanine serão os palestrantes do "Talk Day Maceió".

Além das palestras (duração de 1h cada + 30 minutos pra perguntas e discussões), chance de integração dos participantes com os patrocinadores, num 'coffee break' no Espaço Connect. 

Reproduzo aqui, na íntegra, realise assinado pelo jornalista Kelmenn Freitas. +? No https:www.talkadaymaceio.com/

Arquitetura e design de José Zanine Caldas são revistos em livro

A publicação celebra o centenário de Zanine, criador multidisciplinar que teve a madeira e o saber artesanal como protagonistas em sua obra

Mestre da madeira, criador visionário e multidisciplinar, pioneiro do pensamento sustentável, José Zanine Caldas foi um dos grandes arquitetos e designers do País em todos os tempos e uma personalidade marcante na cultura brasileira do século XX, com sua postura crítica e empreendedora e uma incrível inventividade estética. Publicado pela Editora Olhares em parceria com a galeria americana R&Company para celebrar o centenário de Zanine, o livro revê sua trajetória a partir da pesquisa e texto de três autores: Maria Cecilia Loschiavo dos Santos, professora titular de design da FAUUSP, Lauro Cavalcanti, crítico de arquitetura e diretor da Casa Roberto Marinho, e Amanda Beatriz Palma de Carvalho, pesquisadora da obra de Zanine. A publicação reúne mais de 300 imagens históricas e atuais, com destaque para ensaio do fotógrafo de arquitetura André Nazareth.

Natural de Belmonte, no litoral sul da Bahia, Zanine iniciou a vida profissional como maquetista dos mais importantes arquitetos modernos no Brasil nos anos 1940. Tempos depois, ele mesmo se tornou um expoente da arquitetura nacional, com uma leitura muito particular das influências modernas e tendo como protagonistas a madeira e o saber artesanal. No design de mobiliário, conduziu a experiência da Móveis Z, fundada em fins dos anos 1940, apostando na industrialização para apoiar – e aproveitar – a difusão de um novo estilo de vida trazido pelos ventos de modernidade. Nos anos 1950, foi paisagista e teve uma loja de vasos e arranjos de flores na Av. Paulista.

No final da década se mudou para Brasília para produzir in loco maquetes dos prédios da nova capital em construção. Foi professor de maquetes na UnB (bem como na USP), mesmo sendo autodidata, e inventou as flores secas do cerrado, ainda hoje um dos souvenires mais tradicionais da capital. Na década de 1970, viveu entre o Rio de Janeiro, onde praticamente inventou o bairro da Joatinga, e Nova Viçosa, no sul da Bahia, onde desenvolvia estruturas pré-elaboradas para seus projetos, que eram montadas e desmontadas antes de viajarem centenas de quilômetros para onde seriam fixadas, e onde produziu uma linha de móveis pesados e esculturas, que utilizavam a madeira descartada no processo de devastação da Mata Atlântica que acontecia na região e eram chamados de “móveis-denúncia”.

Além disso, em sua inquietude, Zanine se envolveu em muitos projetos sociais, pesquisou a fundo o uso da diversidade de madeiras brasileiras e circulou por diversos países – em especial a França, onde teve exposição individual no Museu de Artes Decorativas do Louvre –, estabelecendo trocas culturais e de conhecimento técnico.

Além da parceria com a R&Company, o livro contou com a apoio da Fundação Jônice Tristão, Pousada Pedra Azul, Elahe Beigi e Najad Khouri, Etel, CasaPark Shopping, Construtora Barbosa Mello, Gasômetro Madeiras, Galeria Pena Cal, Marcela Bartolomeo Escritório de Arte e CliffSide Guesthouse.

Livro José Zanine Caldas

Publicação: Editora Olhares e R&Company Gallery (NY)

Autores: Amanda Beatriz de Palma Carvalho, Lauro Cavalcanti, Maria Cecilia Loschiavo dos Santos. 

Ensaio fotográfico: André Nazareth

Formato: 25x30 cm

Número de páginas: 300

Textos em português e inglês

Preço de capa: R$ 320

ISBN: 978-85-62114-92-2

Postado por Felipe Camelo

“Tem Espetáculo sim Senhor”

23.10.2019 às 19:45
Felipe Camelo

Impossível ser considerada civilizada, a comunidade que não tem acesso à Educação e Cultura, inclusive lazer e entretenimento.

Confesso que desde a infância, sempre fui fascinado por Arte em geral, seja qual for a linguagem, principalmente espetáculos de circo.

Do latim Circus, significa ‘circunferência’, por sua forma redonda, verdadeira arena coberta de lona, reunindo artistas de varias especialidades, como malabaristas, contorcionistas, trapezistas, mágicos, palhaços... e até pouco tempo, animais também faziam parte do show. Infelizmente, por ignorância e ganância, elefantes, leões, macacos, zebras... eram explorados e muito mal tratados, mal cuidados.

Com a consciência de que os bichos tem direitos mínimos, como alimentação correta, água limpa e farta, acomodação, respeito ao tempo de repouso entre as sessões... e com todas as carências devidamente identificadas, foi proibida a participação de bichos, limitando aos humanos, serem os artistas/atrativos do circo.

Claro que as grandes companhias circenses promovem grandiosos espetáculos, com riqueza de estrutura, figurino, adereços, músicos... atraindo grande público.

Mas os de pequeno porte também tem seu público cativo, sendo diversão garantida nas cidades do interior e nas cidades grandes, se concentram nos bairros da periferia.

 Apesar da frágil e precária estrutura, os pequenos circos seguem em atividade, mantendo a tradição circense, se confirmando como polos de cultura.

Lembro bem das férias em Porto de Pedras, berço de minha família materna, e da felicidade que meus irmãos, primos e eu sentíamos quando chagávamos e descobríamos que 1 circo estava lá instalado. Se pudéssemos, assistiríamos todos os espetáculos, todos os dias, adorando as precárias arquibancadas. Tudo era motivos pra festejar e curtir. Lembro que, quando chegávamos em casa, até adormecer, o barato era comentar o que havia sido apresentado pelos artistas.

Com a correria do dia a dia, e com poucas opções circenses, nunca + revivi esta saudosa época, e qual foi minha felicidade quando hoje, passando pelo dique estrada, na beira da lagoa Mundaú, quando vi este modesto circo.

E obviamente, muitas lembranças me fizeram sentir 1 sorriso no rosto. Minha reação foi fotografar e pensar em postar, sugerindo este Circo Mágico Aladim como ótima opção pra este, e pr’os próximos finais de semana. Claro que shows maravilhosos estarão em Maceió nesta e nas próximas semanas, principalmente às 6ªs, sábados e domingos, mas juntar família e amigos e se divertir muito, gastando pouco.

Então esta é minha sugestão, reunir amores e amigos e se divertir horrores. Pipoca, maçã do amor... garantem os sabores característicos do circo, que, apesar de mambembe, vale espetáculo e aplausos, como se estivéssemos no Cirque du Soleil.

E como pergunta o apresentador, também conhecido como ‘Mestre de pista’: “Hoje te espetáculo???”, e todos respondíamos: “tem sim senhor”.

Chamem uber, pra não ter preocupação com estacionamento, e rumem pra orla da lagoa, bem próximo ao mercado da produção. E já cheguem preparados pra se divertir muito.

Postado por Felipe Camelo

Na Vida Eterna

21.10.2019 às 16:01
Luiz José do Monte Vasconcelos sempre com os filhos Milton, Adriana, Luiza & Luiz André (foto Fernanda Tognon- reprodução)

Entre todas as certezas e verdades, a maior delas, somos fisicamente finitos.

Minúsculos, diante da grandeza da vida e do planeta. Não somos maiores nem melhores, nem menores, nem piores que outros, já que, somos da mesma matéria e nosso corpo não ficará pra eternidade.

O que fica pra sempre, é a história de Vida que cada 1 escreve, vivendo, deixando exemplos e referências

Como sempre ‘digo’, somos muito além da maternidade e do cemitério. Há muito + Vida entre estes 2 polos.

E Alagoas empobrecida desde o recente fim de semana, com a prematura partida do querido Luiz José do Monte Vasconcelos, membro de família das + respeitadas, sobrenome diretamente ligado ao Turismo, promovendo qualificação de mão de obra, gerando emprego e renda pra centenas de alagoanos.

Honrando o tino pra hotelaria herdado na genética, criou seu próprio grupo, em novembro de 1988, e com sua bem amada Andrea, investiu na educação de Milton, Adriana, Luiza & Luiz André, que continuam o trabalho, comandando equipe de 190 colaboradores.

Que Lula Vasconcelos siga no Caminho da Luz e sua família, mantenha a Fé.

Postado por Felipe Camelo

O ‘1* Dia’ e os ‘30 Anos’

16.10.2019 às 13:30
Felipe Camelo

3ª-feira com duplo compromisso.

Estive no Maceió Shopping, onde estaria sendo montada a exposição “Presente”, celebrando os 30 anos do + tradicional centro de compras de Alagoas (com fotos do fera Reynaldo Gama Júnior, ambientação de Lúcio Moura, e consultoria de Ana Waleska Bulhões), cujo coquetel de abertura vai movimentar a frente da loja/âncora Renner e do salão Fios.

Mas no comecinho da noite, atendendo convite da querida Elzlane Santos, estive na inauguração da Imaginar - presentes criativos, onde a incrível Margareth Cruz recebia num longo estonteante, com seu bem amado Márcio Santos e o ‘pequeno príncipe’ Otávio Augusto Cruz Santos. Comidinhas deliciosas, espumante gelado (estava dirigindo, e fiquei na água), som do DJ Duarte, clima de festa na galeria do Hotel Intercity Maceió, na Abdon Arroxelas. Aqui, 1 curta-metragem que registrei antes de partir pr’o shopping em Mangabeiras.

Já hoje, a partir das 5 e 1/2 da tarde desta 4ª-feira, imperdível a mostra fotográfica de Gama Júnior, que retratou pessoas bacanas, que frequentam o ‘30tão’ Maceió Shopping, incluindo lojistas, vendedores, seguranças, clientes... pessoas que não vivem o glamour de celebridade no dia a dia, mas viveram momentos de estrela, ao se produzirem pra posar no estúdio Maceió40graus pr’as lentes do badalado fotógrafo. Amanhã, cobertura da abertura da inclusiva mostra.

Mas hoje, Margareth Cruz em noite de estreia.

Coincidência que notei agora. Na mesma noite, “presente” foi o tema. De loja de presentes a exposição “Presente”, a Vida segue generosa.

Postado por Felipe Camelo

Os Mestres da Vida

15.10.2019 às 16:38
Arquivo Pessoal

Lembro bem da minha felicidade no dia desta foto. Na minha cabeça, formatura era o reconhecimento de toda meu foco na sala de aula. Desde cedo, sempre pensei que, se vou ter que passar aquelas horas todas na sala de aula, eu não podia perder o mesmo tempo estudando em casa, e prestava total atenção no que diziam os professores, por quem sempre tive respeito.

Minha mãe dizia que não era pra chamar professor de “tio”, ou “tia”, que são familiares. Era pra chamar professor.

Assim, cresci estudando de manhã e passava as tardes brincando na areia da Pajuçara, que vinha até o muro da minha casa, entre os anos 60 e 70, enquanto os colegas da turma ainda iam ter que estudar em casa, já que, no colégio, não focavam nos estudos, como eu. Em casa, só precisava “fazer os deveres”.

Confesso que não achava justo eu estudar tanto e, na hora das provas, algum aluna vir pedir “cola”. Eles ficavam com raiva, mas eu não dava. Nem deixava que olhassem minhas respostas. Porque não estudaram, como eu? Quando não sabia ou não entendia, nunca tive vergonha de perguntar. Eu não queria ficar na ignorância. Sou assim até hoje. 

Lembro de todos os mestres que passaram em minha vida, de todos. E meu respeito aos professores só aumenta.

Então, neste 15 de outubro, confirmo admiração e gratidão, acreditando que diariamente deveria ser celebrado o Dia do Professor, categoria marcada por amor, dedicação, abnegação, num trabalho ininterrupto de eterno aprendizado, já que, pra ensinar, eles seguem aprendendo, se atualizando, investindo em + conhecimentos. Quando não estão em sala, estão aproveitando qualquer horinha pra preparar aulas e provas, corrigi-las, muitas vezes deixando a família em 2* lugar. 

Noto que, atualmente, os pais, por motivos diversos, deixam a educação dos filhos pr’os professores, apesar de que, muitas lições tem que vir da família, em casa, inclusive com bons exemplos. Comportamento social e humano se aprende em casa. Na escola, o aprendizado deve ser outro.

Pra piorar a sobrecarga destes profissionais, ainda tem que enfrentar absurdas agressões físicas e verbais dos alunos, e quando os repreendem, os pais aparecem na escola pra atacar os professores que “maltrataram” seus filhos.

E neste grave momento em que vivemos no Brasil, na Educação, com professores sendo alvos de perseguição trabalhista, educacional e didática, com certeza, nunca foi tão difícil ensinar. 

Os salários, miseráveis, sobrecarga na jornada de trabalho, qualidade de vida, seriamente comprometida, quando na verdade, estes operários, trabalhadores da Educação deveriam ser os profissionais + bem remunerados e respeitados de toda cadeia produtiva. Sem eles, nenhum conhecimento, formação, qualificação. Deveriam, por merecimento, estar no topo da pirâmide.

Com este depoimento, reafirmo meu total apoio aos que vivem pra semear conhecimentos, garantindo crescimento e evolução humana, formando todas as outras categorias.

Que esta volta do planeta Terra se conclua logo, e sigo desejando que, no próximo ciclo, estes meus pensamentos sejam entendidos, absorvidos e praticados.

Sem Educação, nenhum povo é civilizado!!!

Postado por Felipe Camelo

Descobridor de Sentimentos

14.10.2019 às 16:39
Felipe Camelo

Ontem, ouvi 1 respeitado pensador confirmar que, pra 1 sociedade ser considerada civilizada, precisa, fundamentalmente, de cientistas e artistas. Confesso que não lembro quem disse está lúcida pérola, mas, obviamente, concordo em gênero, n* e grau.

Obras de arte não só embelezam mas, principalmente, questionam, denunciam, sensibilizam, ativam todos os sentidos, bem + que a visão. A memória afetiva é absurdamente aguçada. Diante de 1 tela, muitas emoções e histórias são transmitidas e absorvidas,  provocando série de reações.

Arquiteto e urbanista por formação e professor, por missão, Pedro Cabral, assim como seu homônimo Álvares, também é descobridor. Descobriu talentos e há uns 20 anos, extravasa sua essência em telas cheias de sentimentos. 

Lembro de 2015, quando o bem amado da jornalista, e querida, Garetti Lima, me contratou pra registrar exposição na Galeria Cesmac de Arte Fernando Lopes, e lembro bem da minha emoção ao ver sua 1a individual montada. “Razões do meu coração”, aos 20 anos de carreira. Mexeu com o meu. Confesso que fiquei ‘marcado’ pelo trabalho artístico de Pedro, que transmite sua boa alma e belo sorriso em vibrantes telas. Fiquei bem impactado. 

E no mesmo grau de felicidade, ‘agendei’ com ele a cobertura de sua “Teia de Sentidos”, aberta na última 5a-feira, dia 10, reunindo umas 40 telas, que fazem surgir os + puros e sublimes sentimentos. Lembranças fluem dos quadros, impregnando muito além dos olhos. 

Com alma pura e fluida, Pedro é, praticamente, unanimidade, agregando gente do bem e de bem, reunindo família e amigos, entre poderosos e anônimos, numa harmonia impar. Era tanta gente interessante e interessada que me empolguei, e qual foi meu espanto quando, no dia seguinte, descobri que 1.079 cenas haviam sido registradas.

Eram tantas ações e reações que não tinha como me controlar. Fatalmente, consequentemente, foi impossível editar as fotografias, escrever o texto e postar no dia seguinte, como eu havia imaginado e anunciado. 

Assim, me desculpo pelo involuntário atraso, finalizando hoje a edição da matéria que público neste início de semana, convidado internautas pra irem até o Complexo Cultura Teatro Deodoro, aguçar, principalmente os sentidos, admirando as obras de Pedro Cabral, o descobridor de si mesmo. Em cartaz até 17 de novembro, vizinho ao centenário Teatro Deodoro, com certeza, vale visita. E consumo, já que as obras estão prontas pra habitar casas, edifícios, escritórios, e onde + algum sensível ser humano deseje ter obras que vão muito além do visual.

Ah! Algumas foram criadas utilizando 1 tipo de papel especial da Canson, “mi-teintes touch”, que 2* seu fornecedor, não será mais comercializado. Portanto, material raro e que não será + produzido, o que torna estes trabalhos de Pedro Cabral ainda + exclusivos e únicos. Ou seja, apreciadores de raridades, impossível não ir conferir. E consumir!!!

Postado por Felipe Camelo

Mudança de Pauta

11.10.2019 às 20:04
Felipe Camelo

Sucessaço a abertura da exposição “teia de sentidos”, ontem, no Complexo Diteal. Tanta gente bacana que acabei registrando, absurdamente, 1.097 cenas. Hj, quando fui editar, nem cri. Mas enfim, ótima noite que reúne amigos, como o casal Marcelo Victor. O casal anfitrião, Pedro Cabral, feliz da vida.

Mas, foi impossível escolher as melhores pra postar no ‘meu’ blog, logo hj, como imaginei e publiquei. Infelizmente não consegui, e pra não postar sem a devida atenção, prometo que na próxima 2ª-feira, o longa-metragem estará aqui. Minhas desculpas. Assim, hj, somente só esta imagem dos casais acima citados. 

Inclusive porque, tive notícia que me deixou triste, mas sigo com Fé. Meu queridaço Miguel Torres está precisando urgente de sangue tipo A- (negativo), para Miguel Soares Torres Filho, no Hemopac da Centenário. Até o próximo dia 16, todos podemos compartilhar Vida com este incrível ser humano e jornalista de muita ética e qualidade. +, pelo @torres.jornalista e @hemopac_al


Postado por Felipe Camelo

30 Anos com Estilo

09.10.2019 às 14:39
Felipe Camelo

Noite de espumantes e bombons, ontem, reuniu os ++, profissionais da arquitetura e design, artistas, poderosos, influentes... celebrando 30 anos do grupo comandado pela família Theotonio. 

Claro que muitos detalhes me chamaram atenção. Tudo e todos me interessam. Meu foco é no ‘como se usa’, independentemente de marca ou preço. Meu pisante favorito? Xô-boi. Já usei ate com ‘smoking’ numa festa ‘black-tie’. 

Então, eram tantos detalhes me chamando atenção que fiz pouquíssimas fotos das pessoas, só registrei mesmo, o  que diferencia umas das outras. Santos Detalhes!!! 

Claro que, em situações formais, oficiais, fotografias posadas e produzidas, mas o livre flagrante do que + me chama atenção, me instiga, me desafia, me provoca. Chego feliz em casa. Nesta informal e espontânea cobertura, somente o que parei quando vi. Tipo assim, vi, fiz. Rápido, sem ‘fashes’, poses ou retoques. 

Com todos estes exemplos aqui, siga livre. Seja! E não se pasteurize, não use só “porque tá na moda”. Não saia ‘no estouro da boiada’, se conheça, defina seu estilo. E fique bem “na fita” e nas fotos. Com cara de feliz.

Postado por Felipe Camelo


Felipe Camelo por Felipe Camelo

Felipe Camelo é jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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