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Orgulho Nordestínico

08.10.2020 às 19:41

Arretado, este 8 de outubro é celebrado como o Dia do Nordestino, cujo principal objetivo é reforçar nosso orgulho por sermos nativos desta região abençoada pela Existência. Motivos não nos faltam.

Engraçado, em 11 de março próximo, completo meu 59* ano de vida, e consequentemente no dia seguinte, inicio novo ciclo, o 60*. E percebo que, acumulando vivências, todos os fatos me ativam a memória, me lembrando de outras histórias, outros momentos.                                   

 Este “Dia” me remeteu aos anos 80, quando transferi o curso de Jornalismo da Ufal para a Faculdade da Cidade, no Rio de Janeiro. 1 das + nítidas diferenças entre nordestinos e cariocas é o sotaque, e confesso que me sentia deslocado nas aulas, tanto que sempre apresentava sozinho meus trabalhos. Haviam grupos entre os alunos, e eu, único “retirante”, não me sentia integrante de nenhuma das turminhas. E lembro bem de quando precisei ficar em pé, pela 1a vez, e falar sobre minha pesquisa, e da raiva que senti quando 1 aluno levantou 1 braço e eu me calei, achando que ouviria alguma observação sobre meu trabalho. “Você já está no final do 1* semestre estudando aqui e ainda não aprendeu a falar?”, foi a interferência do carioca “da gema”.                                           

 Respondi que nossas diferenças iam muito além do sotaque, já que, nós nordestinos, jamais desrespeitaríamos as regionalidades, as características culturais de ninguém. Lembro que os que riram com o “preconceito e racismo” do colega, me aplaudiram. E segui orgulhoso, inclusive de minha origem. E do meu sotaque.                                                         

E depois destes anos todos, os brasileiros “sulistas” seguem nos atacando, desvalorizando nossa existência, depreciando nossa cultura, nossa história. Triste constatar este absurdo comportamento, que caracteriza ignorância, inclusive e principalmente.

Comprovadamente, somos ricos em vários sentidos, como registra e comprova a história. Talentos não nos faltam, pelo contrário. Somos berço de inúmeras e diversificadas aptidões. Seja na literatura, nas ciências, nas artes, nas gastronomia, nas belezas naturais... somos o máximo, sem modéstia alguma. Acho que nem preciso citar nomes, já que faltaria espaço para escrever tantos.

 E aqui, numa rede no terraço de casa, pensando nisso tudo, acabei transformando memória em palavras, e assim surgiu esta postagem.                           

E para ilustrar? Pesquisei mapas do Brasil, destacando a região Nordeste, nossas praias, nossas comidas... mas quando olhei pra minha outra rede, pensei que elas bem podem ilustrar este Dia do Nordestino.Afinal, elas são a “nossa cara”, tanto quanto nosso sotaque e expressões linguísticas.                                                       

Assim, celebro este “nordestínico” dia para reafirmar meu #orgulhonordestino e de minha tristeza quando vejo colegas apresentando programas e telejornais “carregando” no sotaque “carioquês”, perdendo completamente sua principal característica, a fala original. Até podem colocar X onde teria S, mas a entonação, a respiração, impossível transformar.                  

Mas enfim, não sou ninguém para julgar ninguém. Eu? Sigo entre ôxe, oxente, eita, aiégua, arretado, aperreado, pipôco,  pocô...

Postado por Felipe Camelo

Na Mesa, Saúde

01.10.2020 às 16:45
Reprodução

Com tantas informações e conhecimentos sobre a importância de comer bem, não dá pra fazer de conta que “não sabia”. E comer bem não é só controlar a quantidade, não. Tem que saber equilibrar o quanto e o que se come.

Claro que as comidas que nos chama + atenção e nos provoca gula são, “coincidentemente”, as + calóricas e perigosas. Frituras, molhos, alimentos industrializados... são apetitosos mas não compensam o “custo-benefício”. As consequências podem ser desastrosas e, muitas vezes, fatais.

Mas, absurdamente, no Brasil de hoje, até  frutas, legumes, verduras, raizes... também podem ser terríveis para a saúde, já que, visando baratear os custos da produção e aumentar os lucros, centenas de agrotóxicos estão sendo usados num absurdo e criminoso volume.

Assim, o mercado de alimentos orgânicos só cresce, para felicidade de quem realmente se preocupa com qualidade de Vida.

E sabem o que tem feito o maior sucesso ultimamente??? A Feirinha que o pessoal da Aldeia Verde vem realizando das 7 às 10 da manhã dos sábados na Santorégano, em Riacho Doce. Se o restaurante/pizzaria já é agradável d+, o ambiente fica ainda + delicia na hora de fazer as compras dos + saudáveis alimentos e ingredientes. Anfitriões Anand Niyati & Almir Sakagami fazem as honras da casa, devidamente acompanhados pelas simpatissíssimas Dia e Rose, que atraem e conquistam cada vez + clientes com os + saudáveis produtos 100% livres de venenos e pesticidas.

Neste próximo sabadão, por 3 horas, movimento de bacanas (todos usando máscaras, claro) na casa + gostosa do Litoral Norte, na AL101Norte. Aldeia Verde e Santorégano comprovando que a união faz a força e a diferença. Vamos comer cada vez melhor, para que envelheçamos plenos de saúde, e consequentemente felizes. Quem quiser saber +, acesse @santoregano e @aldeiaverde no Instagram. A Vida agradece!!!

Postado por Felipe Camelo

Rendendo Sucesso

29.09.2020 às 07:56
Divulgação

Se o Filé já tinha destaque como a + nativa das rendas em Alagoas, na última 5a-feira, 24, roubou a cena como principal elemento nas 50 criações apresentadas pelos 10 estilistas que participaram da 1ª Renda-se Mostra de Moda Alagoana, que só foi possível com patrocínio Magazine Luiza através de Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo.

Com estilos próprios, 5 estudantes de Moda da ETA/UFAL e 5 profissionais desfilaram seus modelos na passarela montada num dos salões do Espaço Armazém com transmissão do Youtube, com apresentação de Mirna Porto e David Farias, transmitido do México para toda a América Latina pelo SAYYEAH.TV, apresentado por Gabo Ramos & Octávia Porto Ramos.

Aproveito para agradecer por toda cobertura que a Imprensa tem dado ao projeto desde seu lançamento, confirmando a importância do Renda-se, que movimenta Moda, Economia, Cultura, Artesanato, Design, gerando trabalho e renda na cadeia produtiva.

Como fotos e imagens do desfile tem sido bem divulgados, posto hoje detalhes que me chamaram atenção. Ah! Na edição de outubro da revista Painel Alagoas, supermatéria. Nas bancas, logo no comecinho do mês. Quem ainda não assistiu, o espetáculo segue disponível.

Burburinho de estilistas já querendo participar da próxima edição. Como o público não teve acesso presencial para conferir de perto as criações, desde hoje, até 28 de outubro, todas as roupas, calçados e acessórios, com fotos e filmes do desfile, no Maceió Shopping, próximo aos cinemas. Com certeza vale visita e conferida.

Postado por Felipe Camelo

De Alagoas pr’o Mundo

24.09.2020 às 14:47
Divulgação

Eita que finalmente chegou este 24 de setembro, e às 8 da noite, diretamente da passarela de 20 metros montada no Espaço Armazém, grande espetáculo que vai colocar Alagoas na vitrine do planeta.

Como tem sido bem divulgado por todos os veículos de Imprensa, Renda-se 1ª Mostra de Moda Alagoana reúne 10 estilistas, 5 estudantes e 5 profissionais, imprimindo suas visões pessoais e intransferíveis do bordado + nativo, o Filé. Incrível, a mesma renda, mas cada 1 traduziu ao seu modo, transformando o desfile num rico congraçamento de talentos, sem deixar de falar na enorme interação deles com as 30 rendeiras do Inbordal.

Aqui, hoje, cenas do ensaio geral que movimentou a tarde e a noite de ontem em Jaraguá. Como todos sabem, não haverá público por causa da pandemia, e vocês vão poder conferir no conforto e na segurança de suas casas. Basta apontar o celular para o QRCODE,  se deliciar e reforçar o orgulho por ser alagoano. De nascença ou opção. Amor por Alagoas!!!

Postado por Felipe Camelo

Rendam-se ao Filé

23.09.2020 às 10:39
Divulgação

Movimento extra na Ilha de Santa Rita, + precisamente na sede do Instituto do Bordado Filé Alagoas, onde se concentra a maior parte das rendeiras que está caprichando nas produções dos modelos criados pelos 10 participantes da 1ª Renda-se Mostra de Moda Alagoana. Incrível integração e troca de conhecimentos entre as 30 artesãs do @inbordal , os 5 estilistas e os 5 estudantes de Moda da Escola Técnica de Artes da Ufal @eta.ufal ,  cujos croquis tomam formas pessoais e intransferíveis para ocupar a passarela que já está sendo montada no Espaço Armazém @espacoarmazem de onde o grande desfile será transmitido ao vivo pelo projetorendase.com.br no YouTube. Idealizado por Mirna Porto Maia @mirnaportomaia (numa realização da Ponto de Produção, proponente do projeto que tem patrocínio Magazine Luiza @magalu através de Lei de Incentivo à Cultura da secretaria especial de Cultura do Ministério do Turismo), tem como principal elemento o Filé, patrimônio Cultural e Imaterial de Alagoas.

Em tempo de pandemia do Coronavírus, todos os cuidados com a total segurança dos envolvidos estão sendo tomados, seguindo rigidamente as normas da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde.

Como o monumental desfile acontecerá no próximo dia 24, quem estuda, trabalha ou simplesmente curte Moda, já na expectativa, inclusive para conferir exposição que ficará em cartaz por 30 dias no Maceió Shopping, a partir do dia 28 de setembro, com filmes, fotos e os modelos especialmente criados e confeccionados para o Renda-se, confirmando a importância do Filé como a + alagoana das rendas. Este inclusivo projeto que movimenta a Cultura e a Economia em Alagoas só é possível graças ao total patrocínio.do Magazine Luiza através de Lei de Incentivo à Cultura da secretaria especial de Cultura do Ministério do Turismo.

Entre todos os dedicados e talentosos estudantes de Moda da ETA, 5 foram selecionados, e com certeza, farão sucesso.

Perigou - Acervo Pessoal

Mineiro de origem e alagoano por opção, Perigou tem endereço fixo em Maceió e além da graduação académica e técnica, é também louco por música e afins. @perigouu faz “arte em imagens com trilha sonora” e é também muito conhecido como produtor artístico, DJ e ativista cultural e social. Participa do @coletivoumbral.

Raianny Yulle - Acervo Pessoal

De Maceió, Raianny Yulle, no 3* período, já é advogada, e apaixonada por trabalhos manuais, mantém o @pontodeluzbordadaria , onde apresenta seus bordados e acessórios, além de ser curadora no brechó virtual @umaevinterouparia.

Fênix Zion - Acervo Pessoal

Surgindo e ressurgindo de si, em formas e linguagens, Fênix Zion “pesquisa moda contracultural a partir das questões raciais, de gêneros, sexualidades, soropositividades e regionalidades”, como me disse. Alagoana , @fenixzion é graduada em Dança na UFAL, tem registro profissional em São Paulo, e naturalmente, imprime estilo autoral.

Sabrina Sena - Acervo Pessoal

Sabrina Sena @sabrinacsena , também é alagoana e além do curso de Produção de Moda, é fera em desenho, e unindo estas 2 paixões, expõe sua arte na vitrine do mundo. No @nurama._   da lingerie aos trajes de época, em traços leves e elegantes.

Dely Teodoro - Acervo Pessoal

Fechando este acadêmico quinteto, Dely Teodoro, recém formado na ETA e ainda graduando como Relações Públicas na UFAL, @dely.teodoro “Trabalha a manipulação de metal, criando formas e peças únicas, produzidas a mão e detalhadamente compostas”, me disse ele, que criou a coleção ‘Pedra de Água Doce’, inspirado “pelas pessoas que circulam ao redor de Filé criando uma fábula”, completou.

Neste projeto Renda-se, destaco o talento e a dedicação das rendeiras, que produzem obras de arte que agregam ainda + valor aos trabalhos criativos dos estilistas, numa verdadeira integração de saberes.

Outro congraçamento importante e valioso, entre estes 5 jovens acima citados e os 5 profissionais que investem a vida vestindo pessoas, e transformam roupas em comunicação, já que suas criações traduzem sentimentos, conceitos, pensamentos, atitudes. Comprovadamente talentosos, somam experiências, informações, descobertas que o ofício ensinou.

Alina Amaral - Acervo Pessoal

Alina Amaral,  jornalista que cobriu os principais eventos de Moda traduzindo em palavras as criações dos grandes estilistas, fez assessoria de Estilo de badalados cantores, até que se reinventou e assumiu  seu lado + criativo. Alinhavando o conceito “+ essência, menos reprodução”, foca na tônica do DNA alagoano, sensível, estético. Em sua coleção ‘Saudades’, memória afetiva da infância, das cores do barro, dos panos lavados no São Francisco secando ao vento, verdadeiros fragmentos de sua própria história.

Júlia Calheiros - Acervo Pessoal

Assim como Júlia Calheiros, que se descobriu criadora de Moda customizando 1 vestido de sua mãe para ir a 1 festa, e tão realizada com o resultado que deixou no 2* ano o curso de Arquitetura, e se dedica inteiramente aos croquis. Depois de curso de corte e costura no Senac e outro de Belas Artes, @juliacalheiros_  abriu @oshoficial , sua própria marca, Ôsh!, tendo como principal essência, exatamente o Filé. No Renda-se, o Guerreiro é sua fonte de inspiração, além das lagoas, cuja coleção foi batizada ‘Guerreiro das Lagoas’.

Nilda Rosa Leão - Acervo Pessoal

Nilda Rosa Leão, que cresceu numa família de talentosas bordadeiras, modistas, costureiras, e observando, perguntando e aprendendo, desde cedo foi se dando liberdade de criar, sem se distanciar de suas raizes. Com múltiplas aptidões, cria, desenvolve, executa artesanalmente seus modelos, sempre destacando sua alagoanidade. Tanto que nesta Renda-se 1ª Mostra de Moda Alagoana, @darosaleao apresenta símbolos e referências da terra e das águas, salgada e doce, em todas as suas nuances e tons. “O Filé em sua essência, com beleza, elegância e sofisticação”, me disse Nilda Rosa.

Augusto Christoff - Acervo Pessoal

Já Augusto Christoff, graduado em Desing de Moda pela Universidade Federal de Pernambuco e atuando desde 2017 com sua marca homônima, @augustochristoff, tem “ativo trabalho dentro da comunidade LGBTQIA+, trabalhando com artistas locais como Danny Bond e Maju Shanii , até Pabllo Vittar”. Sua coleção traz o conceito do Urban & Glam para o Filé, contando história sobre “Como a sociedade está nesse momento, desde o peso das dores até a luz da esperança no fim" , me confidenciou Augusto.

Chiquinho Almeida - Acervo Pessoal

E fechando este seleto time, Chiquinho Almeida, apaixonado por  todos os setores da Moda, desde a concepção ao acabamento, observando os mínimos detalhes do processo. Suas inspirações? Surgem quando menos espera, “do nada”, me confessou. “Estou descansando e quando observo, já estou com outro modelo pronto na cabeça. Especialmente vestidos de festa, seguimento que adoro atuar”. Neste Renda-se, “O Filé na modernidade, com atenção especial na escolha dos distintos pontos para cada modelo específico”, me disse @chiquinho_almeid.

E para mim, este projeto é comprovadamente 1 rito de passagem para estes 3 seguimentos, já que as rendeiras, os estudantes e os estilistas agregam + conhecimentos uns com os outros, numa incrível troca.

Com certeza, suas próximas criações terão ainda + valor, com todos o aprendizado posto em prática. Seus croquis, nas passarelas, nas ruas e na vida vem ainda + incríveis. Assim, aguarde o desfile e Renda-se!!!

Postado por Felipe Camelo

“Quem avisa, Amigo é”

22.09.2020 às 22:25
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Eita que este assunto ainda rende mal-estar, e que constrange todo mundo, e poucos sabem realmente como abordar o tema e ajudar alguém.

1 das “saias justas”, que nos deixa sem saber o que fazer. Avisa ou não avisa quando notamos que 1 botão ou o zíper de alguém está aberto. Eu? Sou dos que avisa, diretamente, sem rodeios, afinal, quando acontece comigo, fico muito grato, e logo fecho, claro, os botões da calça, já que não gosto de zíper.

O outro, ainda + “delicado” é avisar se perceber mau hálito em algum conhecido. Sempre observei, mas confesso que este tema está + presente no meu dia-a-dia depois que me aproximei de Marcos Moura, há uns 10 anos. 1 das pessoas + gentis que conheço, é também 1 dos dentistas + apaixonados pela profissão e dedicados ao trabalho.

Dr. Marcos Moura - Felipe Camelo 

Logo após concluir Odontologia na Ufal, rumou para São Paulo, onde participou de vários cursos de especialização, inclusive sobre Halitose, e se engajou tanto no seguimento que foi presidente da Associação Brasileira de Halitose por 2 mandatos  consecutivos, entre 2009 e 2013. Percebeu lacuna nesta área e além da odontologia estética, focou nesta área. Sua agenda na capital paulista era disputadíssima.

Mas a Vida o trouxe de volta para Maceió, sendo o único odontólogo credenciado pela ABHA em Alagoas. Só ele. Sua agenda na Clínica Adryana Moura, também é cheia. Muitos pacientes vem do interior alagoano para se consultar com ele.

 A Associação promoveu pesquisa entre os pacientes dos consultórios associados perguntando se eles gostariam de ser informados caso apresentassem halitose. E incrível, 99% das respostas confirmaram que sim, gostariam de ficar sabendo. Todos confirmaram que ficaram constrangidos e chateados, mas logo entenderam a importância de ficar sabendo e resolver o problema.

E gratidão foi a reação. Entenderam como prova de amizade e carinho de quem alertou sobre o mau hálito, que não é doença. Naturalmente, temos placa bacteriana na boca, sendo 1 das maiores causas de maus odores, que infelizmente, as vítimas não identificam facilmente, que pode ser combatido com a higienização correta da boca, inclusive da língua (que tem escova e creme específicos para ela). Após o fio dental e a consciente e atenta escovação dos dentes, quem merece atenção e limpeza é a língua.  Sim! Ela!!! 

Nesta enquete com pacientes, surgiu o tema da campanha em 2020, “Quem Avisa, Amigo é”. Avisar que aquela pessoa querida está exalando estranho odor na boca é prova de amizade e amor. É como sempre digo, não é somente o que você diz. É como diz. Com carinho e suavidade, deve-se, sim, dar este toque.

E o genial, no site da associação, pode-se mandar e-mail, anonimamente, avisando com as palavras certas que aquele destinatário está precisando dar atenção ao seu hálito. É o projeto “S.O.S. Mau Hálito”, ideal para os que não tem tanta intimidade mas que percebeu e achou bom avisar, confirmando amizade e bem querer. No site, digita-se o endereço eletrônico da pessoa, que recebe sem saber quem mandou, o remetente é a ABHA. Com dicas, inclusive. Muito bacana.

Como consegui “relise” da entidade, com todas as informações sobre a campanha, publico aqui também, na íntegra, já que, com certeza, eu não conseguiria explicar tudo, e tão bem. Ah! Não creia em enxágues e pastilhas milagrosas. Não mesmo, o correto é procurar profissional associado e seguir todas as orientações. Então pense nisso, identificando mau hálito em alguém, avise, ou mande e-mail através do “S.O.S. Mau Hálito”. Eu confesso que prefiro o olho no olho, mão no ombro e conversa.

Hoje tive dia bem atribulado e infelizmente não consegui editar esta postagem + cedo, afinal, é o Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito e merece atenção. E não esqueça, “Quem Avisa, Amigo É”!!!

‘Mau hálito: quem avisa amigo é’ é tema de campanha nacional

Ações com informações e o orientações sobre saúde bucal e tratamentos serão realizadas nas redes sociais

“Quem avisa amigo é”. Não há dúvidas de que todo brasileiro já ouviu essa famosa frase, que até música já virou, além de samba-enredo no Carnaval de 1988. Já neste ano, a verdade contida no ditado é tema da Campanha Nacional de Combate ao Mau Hálito, promovida pela Associação Brasileira de Halitose (ABHA), a partir do dia 22 de setembro, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito.

"Diante da situação mundial atual, a campanha precisou ser adaptada pela impossibilidade de se reunir pessoas em palestras ou ações, como fazemos todos os anos. Sendo assim, toda a nossa campanha acontecerá nas redes sociais da ABHA. No entanto, o objetivo é o mesmo: informar sobre a saúde do hálito e nortear pessoas que passam pelo problema e buscam a solução", explica Karyne Magalhães, vice-presidente da ABHA. Prevendo orientações sobre higienização, adequação dos hábitos diários para manutenção da saúde bucal e informações sobre tratamento direcionado, que possam tranquilizar o paciente, as ações seguem até o dia 25 de outubro, data em que se celebra o Dia Nacional do Cirurgião-dentista.

A halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito (odor expirado pelos pulmões, boca e narinas), que se altera de forma desagradável. No Brasil, pesquisas revelam que aproximadamente 30% da população sofrem com o problema, cerca de 50 milhões de pessoas. A halitose não é uma doença, mas pode denunciar a ocorrência de alguma patologia, problema de saúde ou alteração fisiológica. Ou seja, é um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado através de um correto diagnóstico e tratado adequadamente quando o problema torna-se crônico.

"Todos nós, um dia ou outro, podemos apresentar um hálito desagradável. E sabe de uma coisa? Podemos não sentir o odor vindo da própria boca. O mau hálito ou halitose tem inúmeros efeitos negativos na vida das pessoas. A insegurança e o isolamento social, resultando em transtornos psicológicos, são alguns deles.

Muitas vezes, afasta o indivíduo do convívio social, afetivo e profissional. Na maioria dos casos, a pessoa desenvolve ansiedade, depressão, baixa autoestima, hábitos deletérios, como escovação excessiva dos dentes, limpeza exagerada da língua e se torna dependente das gomas de mascar e balas para mascarar o problema, além de casos de alcoolismo”, explica Karyne.

Ainda conforme a cirurgiã-dentista, sabe-se que quem sofre com halitose não é capaz de avaliar o próprio hálito. “É por isso que o tema deste ano é 'mau hálito: quem avisa amigo é'. Como bem sabemos, avisar um ente querido pode parecer uma tarefa difícil, mas saber como avisar faz toda diferença. Afinal, quando a gente gosta, a gente cuida. Assim, ser sutil, honesto e se dispor ajudar podem ser o melhor caminho para avisar um parente ou amigo que sofre com a halitose e aparenta não perceber. Se você teve o cuidado e a gentileza em fazer o alerta, isso demonstra que você se preocupa e quer o bem da pessoa. Caso contrário, essa pessoa pode passar por situações constrangedoras e excludentes.”

A vice-presidente da ABHA alerta que é comum as pessoas associarem o mau hálito a falta de higiene e aos problemas gástricos. “Piadas e chacotas correm soltas por aí, mas o que poucas pessoas sabem é que, muitas vezes, as alterações salivares, a desidratação das mucosas da boca, a retenção de bactérias no fundo da língua e as doenças gengivais sub-diagnosticadas são causas que levam a halitose. E muitas vezes, uma boa consulta diagnóstica e o tratamento adequado, em poucas sessões, podem ser capazes de controlar a alteração sentida ou não pela pessoa", finaliza.

SOS Mau Hálito

Comunicar o problema para quem tem mau hálito pode ter uma solução simples, gratuita e anônima. É o “SOS Mau hálito”, uma “área destinada a pessoas que têm um amigo (a) portador (a) desse problema e ficam constrangidas de informá-lo (a)”, diz o texto da entidade. Em um link disponível no site da associação (www.abha.org.br), você pode enviar um e-mail, de forma anônima e gratuita, para qualquer pessoa que tenha mau hálito.

O texto da instituição também traz esclarecimentos sobre halitose e, principalmente, sobre como resolver o problema. A associação reforça, ainda, que o serviço não deve ser usado como brincadeiras, mas sim para que quem realmente sofra do problema possa buscar uma solução.

Associação Brasileira de Halitose

Rua da Paz, 195, Sala 524 – MAB Centro Médico – Curitiba – PR CEP 80060-160

www.abha.org.br [email protected]

Conheça a ABHA

A Associação Brasileira de Halitose, designada pela sigla ABHA (www.abha.org.br), é uma Associação Civil, de direito privado, de caráter cultural e científico, sem fins lucrativos, religiosos ou políticos, constituída por um número ilimitado de associados. Atualmente é a principal referência quando se fala em halitose no Brasil, graças ao desempenho de seus diretores e membros, que trazem em cada ato a seriedade e, acima de tudo, o compromisso com a categoria odontológica e a população. Um dos objetivos é alertar a população contra o uso indevido de produtos que não possuem registro junto à ANVISA. Além de incentivar o desenvolvimento e aprimoramento de estudos e pesquisas na área de Halitose, contribuindo para o crescimento técnico e científico dos profissionais de diferentes áreas da saúde.

Postado por Felipe Camelo

Civilização ao Volante

21.09.2020 às 17:16
Felipe Camelo

Meu pai era advogado e lembro dele como delegado de acidentes. Uns anos depois, tomou posse como diretor geral do Departamento de Trânsito em Alagoas, cargo que exerceu por uns 20 anos, + ou -.  Ele trabalhou com muitos governadores.

Lembro também quando a sede do Detran saiu da dom Antônio Brandão para o Pontal da Barra, e de como papai era preocupado com as leis do trânsito e a segurança, tanto dos motoristas quanto dos pedestres, ciclistas, motociclistas. Cresci observando seu trabalho e até hoje este assunto me chama atenção.

Como jornalista, observo o comportamento das pessoas no trânsito, guiando, pedalando ou caminhando. E vejo barbáries, absurdos. Muitas vezes, 1 pequena bobeira, ou barbeiragem, causa sérios acidentes. Parar em local proibido, tipo  “não, foi só 1 paradinha, rapidinho eu tô saindo”, não é nem pode ser desculpa. Se não pode, não pode, e pronto. Especialistas dos órgãos públicos do setor atentam o que pode e o que não pode. Só nos cabe respeitar. Não importa se seu carro tem cabine tripla, importadão, bancos de couro, frigobar... ninguém é melhor que ninguém. Leis de Trânsito protegem e garantem a vida de todos. Os números de acidentes não param de crescer, dos + leves aos + graves. No Brasil, morre + gente no trânsito que nas guerras que estão acontecendo no mundo.

O Código de Trânsito Brasileiro “É um documento legal que define atribuições das diversas autoridades e órgãos ligados ao trânsito do Brasil, fornece diretrizes para a engenharia de tráfego e estabelece normas de conduta, infrações e penalidades para os diversos usuários desse complexo sistema”, 2* Wikipedia.

 Acidentes podem ser evitados se todos respeitarem as regras de boa conduta e educação. O que custa fazer contorno de quadra para não passar em cima de faixas contínuas, como aqui neste flagrante? É o básico para o convívio social. Parar para pedestres atravessar, por exemplo, é muito + que obrigação, é humanidade, é gentileza. E gentileza faz muito melhor em quem a pratica que em quem recebe. Estacionar sem se preocupar se está ocupando 2 vagas, é outro exemplo comum no meu dia a dia. Já fiquei uns 20 minutos rodando, procurando vaga, e alguns carros ocupando + 1. Outra que me faz muito mal, estar numa fila, e carros ultrapassando todo mundo pelo acostamento. Confesso que fico observando pelo retrovisor se vem algum “espertalhão”, pela “chamando todos nós de idiotas”, por estarmos ali, aguardando. E quando vem 1 desses, puxo meu carro para perto do acostamento, impedindo sua ultrapassagem. Alguns ficam putos e me xingam barbaridades. Não acham que é muito abuso destes miseráveis???

Anualmente, de 18 a 25 de setembro é definida como a Semana Nacional de Trânsito e aproveito para chamar atenção  para o excesso de automóveis e muitos outros veículos que engarrafam ruas e avenidas pelo país. O fluxo cada vez + lento, não só pela quantidade mas principalmente pela qualidade dos motoristas, pelo péssimo comportamento de condutores. Creio mesmo que se houvesse respeito, fluiríamos melhor. Por + Educação, principalmente no Trânsito!!!

Postado por Felipe Camelo

A Verdade

17.09.2020 às 14:38
Adriano Argolo - Arquivo Pessoal

Desde que “me entendo por gente” que sigo 1 dos primeiros ensinamentos de meus pais, “verdade sempre”. Por mais difícil e dura que seja, é infinitamente melhor que mentir. Lembro bem do “mentira tem perna curta”, e também de “o diabo encobre, encobre, um dia, ele mesmo desencobre”.

Como jornalista, é premissa em meu trabalho, se não for verdadeiro, não indico, não recomendo, não divulgo.

Pode até demorar, mas o que é real, se comprova, afinal, contra a verdade, não há mentira que sobreviva. Lembrando aqui de quando começou a maldita onda das notícias falsas. E como brasileiro adora estrangeirismos, “fake news” passou a fazer parte da vida Brasil afora.

E também lembro bem da minha indignação quando vi a Polícia Federal entrando na casa da família do advogado Adriano Laurentino de Argolo, bem cedo na manhã do dia 21 de março de 2019. Este mandato de busca e apreensão foi, literalmente, o n* 1 no inquérito que apura estas famigeradas “fake news” no país. Nesta ocasião, levaram até o celular de Adriano, que ainda não devolveram, 1 ano e 8 meses depois. 

Neste tempo todo, a indignação e os traumas em todos da família não amenizaram, mas a certeza de que a verdade seria comprovada se manteve. Adriano e eu moramos na mesma quadra no Gurgury, e estamos sempre em contacto, inclusive através de grupo de vizinhos no Whastapp, e qual foi minha felicidade esta manhã, quando ele compartilhou esta boa nova, o inquérito foi devidamente é justamente arquivado. O + incrível, a denúncia era que Adriano Argolo estava ameaçando ministros do Supremo através de sua conta no Facebook. O + incrível ainda, ele nunca, eu ‘disse’ nunca, teve conta na citada plataforma de relacionamento social virtual. Só daí, este arquivamento deveria ter acontecido, já que, esta conta era falsa, Adriano não tinha perfil no FB.

Mas enfim, por + que alguns ideologicamente insanos creiam na “terra plana”, o globo terrestre é redondo e dá voltas ininterruptamente, e por + que a verdade demore a ser comprovada, ela  chega. E este absurdo caso está arquivado.

Claro que não apagará da memória e do coração das vítimas as consequências desta mentira, nem este desfecho terá o mesmo destaque dado pela mídia quando esta invasão policial pôs a vida da família Argolo de cabeça para baixo, mas aqui, confirmo que nunca acreditei que Adriano houvesse ameaçado ninguém, e feliz por ele e com ele, celebro + esta vitória da verdade, que pode demorar, mas garante Justiça. Parabéns Adriano, por se manter correto na vida e com a vida.

Postado por Felipe Camelo

S.O.S.

14.09.2020 às 17:41
OneVoxPressBrasil/reprodução

Desde pequeno, adoro “mato”. Minha avó Afra tinha 1 único irmão, tio Jorge, que tinha a fazenda Vale Alegre, em Joaquim Gomes. Adorava sempre que íamos. Da mesa farta às 5 da manhã, com tudo que se possa imaginar. Tia Íris nos “entupia” de comida, e com carga total de energia, era banho de bica no meio do pedaço de floresta que ele mantinha lá. Adorava, ficava horas observando árvores e animais, ou cavalgar, tinha até 1 cavalo pra “chamar de meu”. Putz, eu me achava.

Se nas férias do meio do ano era no interior, o verão era em Porto de Pedras, origem do lado materno da família. Lá também, o contacto com a Natureza era constante. Se não estivesse na Crôa do Tubarão, onde quilômetro de areia fica descoberto na “maré baixa”, ou nos coqueirais, tanto na praia quanto no morro, onde fica o centenário cemitério, com incrível visão da praia. Também adorava subir entre enormes árvores e pés de mangaba para chegar ao impressionante farol, tanto quanto sua vista, com o encontro do rio Tatuamunha com o Atlântico. Eram 2 meses que só ia em casa para comer, tomar banho e dormir.

Silas Ismael/acervo pessoal/reprodução

Desde então, e sempre, procurei estar em contacto com o Meio Ambiente, até quando morei em São Paulo, visitando parques e jardins. E o mar, quando podia. E por gostar tanto, ler, pesquisar, me informar sobre qualquer assunto que tenha Natureza, Meio Ambiente, animais, poluição, crimes ambientais... me cham atenção. Como já publiquei, e com tantas informações sobre a importância de preservar o planeta para preservar a Vida, inclusive humana, é impossível dizer “eita, não sabia”. Em todos os Meios de Comunicação, inclusive Internet, tudo que acontece é transmitido em tempo real.

Lávia Davies/RedeContraFogo/reprodução

E o que não tem faltado é notícia ruim, péssimas. Tanto pelos fenômenos naturais, quanto pela ação do homem, poluição vem comprometendo a saúde de rios e mares, desmatamento de florestas e outros biomas igualmente importantes, causando a morte de milhões de animais, extinguindo várias espécies, inclusive... o Meio Ambiente arde em vários lugares do mundo. Na Austrália, na Califórnia, sem esquecer recente fogo na África, Ásia, Rússia.

E o pior, a maioria destes incêndios é consequência da ganância e ignorância humanas (sic!). Pelo que tenho acompanhado, milhares de focos simultaneamente matam a Amazônica, assim como no Pantanal Mato-grossense, ou na Chapada dos Guimarães, ou na Serra da Bocaina, santuários ecológicos que tive a chance de conhecer e morar por alguns meses, gravando novelas. Lembro bem de como me sentia bem quando as cenas eram no meio das árvores, sob o céu e o sol., ou a lua.

Stephen Lam/Reuters/reprodução

Mas infelizmente, tenho ficado muito mal com as desgraças que a Imprensa tem transmitido. Cenas de animais mortos, queimados, machucados, me fazem muito mal, inclusive imaginando como os que sobreviverem sobreviverão, sem água, comida. Muito triste mesmo. Bem desconfortável só em procurar fotos para ilustrar esta postagem. Tanto que só peguei algumas poucas.

Também seguem me fazendo mal as fotos que miseráveis caçadores postam com elefantes, onças, leões, mortos e exibidos como troféu. Fico pensando que o grau de ignorância é tão grande que estes malditos não tem vergonha em se eternizarem diante do mundo desta forma, agredindo e matando o planeta, comprometendo a integridade e a sobrevivência das espécies, inclusive a nossa, única dotada de inteligência racional. Mas infelizmente, raciocínio anda em falta no comportamento das pessoas.

Saeed Khan/reprodução

Aproveito para confirmar meu agradecimento aos brigadistas, bombeiros, Veterinários, voluntários... que vem se arriscando em defesa da Vida.

Mas o pior mesmo, que contribui com estes absurdos crimes ambientais contra a humanidade vai muito além do ataque de latifundiários que desmatam e queimam a floresta para plantar, criar gado e conquistarem + poder, + dinheiro. Os meios governamentais de defesa do Meio Ambiente estão sendo desmontados, deixando o futuro do planeta enfrentando graves, sérios e irreversíveis riscos. Manter a fé e dar minha opinião é o que me resta. Que a Existência nos salve!!!

Postado por Felipe Camelo

Além da Estética, Saúde

14.09.2020 às 08:27
Felipe Camelo

Entre as várias delicias de morar em Maceió é conhecer os amigos dos amigos, e assim surgem novas e solidas ami­zades. E como sempre digo, impossível viver sozinho.

Entre 2007 e 2008, conheci Marcos Moura, seu irmão Paulo e sua cunhada Fábia, amigos do inesquecível, saudoso e eterno Audifax, e a mútua identificação foi consolidan­do a relação que só se fortalece com o tempo.

Marcos já havia se formado aqui em Odon­tologia e ido morar em São Paulo, para onde foi se especializar em endodontia, e aprofundando nos estudos, foi se atualizando até se envolver com a halitose, especifica área do chamado mau hálito. Se aprofundou tanto que chegou na presidência da Asso­ciação Brasileira de Halitose. A vida o trouxe de volta para sua terra natal, sendo atualmente o único indicado pela ABHA em Alagoas.

Enquanto isso, sua irmã Adryana Moura tam­bém se graduou em Odontologia, com especialização em prótese dentária, focando na missão de melhorar sorrisos, e consequentemente, garantir au­toestima dos pacientes. Nestes 25 anos de atuação, muitos cursos de especialização, além de participar de inúme­ros congressos, nacionais e internacionais.

Há 3 anos, atende na clínica que tem seu nome, projetada pela arquiteta Adriana Per­man, no The Square Park Office, com os + modernos equipamentos, como o laser érbio Yag Litetouch, com o qual conseguem in­crí­veis resultados sem precisar do tradicional “mo­torzinho” nem anestesia, garantindo tran­quilidade, conforto e excelência de qualidade.

Claro que os irmãos compartilham além da Odontologia e atuam na mesma clinica, onde recebem como se estivessem em casa, com absoluta simpatia, característica herdada na genética.

Claro que a boca é 1 das + im­portantes áreas do corpo humano, sendo nosso verdadeiro “cartão de visitas”, e qualquer pro­bleminha, interfere no corpo, como 1 todo. Nossa boca tem que estar permanentemente bem cuidada, evitando maiores é sérios pro­blemas, que podem, fatalmente provocar alterações em outros órgãos. Cuidados com boca e dentes vão muito além da estética, mas, nestes tempos de redes sociais, e inú­me­ras “selfies”, melhor estar com tudo em ordem, garantindo, inclusive, o sucesso nas fotos.

Como jornalista, confirmo ser impossível viver sem comunicação, e conseguimos trans­mitir sentimentos, experiências e informações com todo o nosso corpo, mas é pela boca que a comunicação é melhor transmitida. E ela tem que estar impecável, muito bem cuidada e tratada. Como comunicador que sou, reconheço a importância destas 2 feras da Odontologia na minha vida, eles que garantem minha plena Comunicação.

Quem acompanha meu tra­balho nestes anos todos, sabe que só indico o que acredito e consumo, sem nenhuma outra intenção. Assim, aproveito esta coluna aqui na Painel Alagoas para eternizar minha real experiência, cuidando de minha boca e meus dentes com Marcos Moura na Clínica Adryana Moura, que facilitam, e muito, minha vida pessoal e profissional.

Postado por Felipe Camelo


Felipe Camelo por Felipe Camelo

 Jornalista formado no Rio de Janeiro. Em Alagoas, passou pelas principais redações de jornais e portais .Tem em sua história profissional a cobertura de vários eventos importantes festivos e culturais em Maceió e outras cidades. É um apaixonado por fotografia. Para Felipe, “fotografar significa congelar o tempo”.

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