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10/03/2020 às 11h46

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Nos EUA, Bolsonaro afirma que houve fraude nas eleições de 2018


Turistando

Ontem(9), em Miami,  Jair Bolsonaro e a Primeira Dama visitaram o ateliê do pintor Romero Britto. O presidente ensaiou umas pinceladas numa tela antes de posar para fotos com senadores republicanos e com o ex-piloto e campeão de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi. Enquanto "turistava", seu twitter dava destaque sobre uma polêmica atração do Fantástico, apresentada pelo Dr. Dráuzio Varella. O presidente afirmou ainda que o mundo está, segundo ele, superdimensionando o poder do coronavirus.

Fraude Eleitoral

Reunido com um grupo de empresários brasileiros, Bolsonaro afirmou ter vencido as eleições de 2018 no primeiro turno.  "Vou mostrar brevemente que fui eleito no primeiro turno. No meu entender houve fraude", afirmou. Enquanto Bolsonaro desqualificava  o pleito de 2018 a economia desmoronava com queda recorde da Bolsa de Valores e mais uma alta considerável do dólar.

Crise interna e externa

A guerra do petróleo entre a Arábia Saudita e a Rússia levou a pânico no mercado financeiro. O barril caiu mais de 24%. O Ibovespa então despencou 12,17%, a maior baixa num dia desde 1998. O dólar bateu em R$ 4,728, mesmo com o BC intervindo. O pregão da Bolsa paulista entrou em circuit breaker, quando durante meia hora foram interrompidas as negociações para acalmar os operadores e evitar perdas adicionais pelos investidores. A última vez que isso aconteceu foi em 2017, quando foram divulgado áudios do empresário Joesley Batista que comprometiam o então presidente Michel Temer. A Petrobras foi a mais afetada: perdeu R$ 74,7 bilhões em valor de mercado. Para reverter o cenário, o BC resolveu mudar sua estratégia e atuar no mercado à vista. O risco-país subiu 40%, o maior aumento já registrado, e retornou ao patamar de dezembro de 2018.

Trégua? Nem tanto...

Alguns auxiliares diretos do presidente sugerem que o momento é propício para se ensaiar uma trégua entre executivo e legislativo, mas...Bolsonaro parece preferir seguir outros caminhos. Levantamentos de consultorias dão conta de que a pauta econômica é desgastante para o governo. Sair desse foco favorece a imagem do presidente. Outro levantamento conclui que Bolsonaro está, ainda que lentamente, perdendo terreno nas redes sociais. Enquanto isso Câmara e Senado parecem ter adotado a tática do "deixa ele ficar falando sózinho".

"No centro do furacão"

O principal embate entre Executivo e Legislativo atende pelo nome de Orçamento Impositivo. Parlamentares apoiadores do Governo se organizam para barrar o acordo enviado pelo Planalto para a repartição do "bolo orçamentário". O Senado manteve os vetos do presidente sobre o controle do Congresso sob os R$ 30 bi. Se não acontecer nenhum acordo nessa semana, a pauta do Orçamento deve virar atração nas manifestações programadas para o próximo dia 15.

Com informações do G1/Agência Estado e O Globo


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