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21/03/2020 às 13h32

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Bolsonaro, e a "gripezinha" fabricada na China

Em entrevista coletiva ontem (20), Jair Bolsonaro afirmou que as relações entre Brasil e China estão ótimas


Sem querer, querendo...

"Jamais ofendi o povo chinês" afirmou Eduardo Bolsonaro (sem pedir desculpas). “A comparação entre o ocorrido em Chernobyl e o alastramento do coronavírus não é novidade pois ambos os casos ocorreram em países cuja liberdade de expressão e imprensa são limitados pelo governo.” A resposta da Embaixada veio na "lata": “São absurdas e preconceituosas as suas palavras, além de ser irresponsáveis. Não vale a pena refutá-las. Aconselhamos que busque informações científicas e confiáveis nas fontes sérias como a OMS, úteis para ampliar a sua visão.”

Gripezinha

O Itamaraty soltou nota oficial afirmando que o embaixador foi desrespeitoso com o presidente Jair Bolsonaro. Porém, nos bastidores, circula a informação de que o presidente ficou irritado com o filho. Em entrevista coletiva ontem (20), Jair Bolsonaro afirmou que as relações entre Brasil e China estão ótimas e que telefonaria para o presidente chinês   Xi Jinping na próxima semana. Ao final da coletiva afirmou que não será "uma gripezinha que vai me derrubar".

Irritação

Parlamentares ruralistas, da base do governo, demonstraram irritação com a crise artificialmente provocada com a China. O país é o maior parceiro comercial do Brasil .  Até o vice-presidente Hamilton Mourão se manifestou. “O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo.” Eduardo Bananinha virou meme no Twitter. 

Queda de braço

O incidente provocado pelo filho do presidente foi totalmente desnecessário, em meio ao cenário sinistro que assola o planeta. Alguns governadores em pronunciamentos oficiais, fizeram questão de pedir desculpas ao povo chinês pela desastrada declaração do filho do presidente. Em meio a crise pandêmica que se alastra, percebe-se no país uma evidente queda de braço entre governos estaduais e o executivo federal. Para Bolsonaro não se pode parar a economia e para os governadores há de se tomar medidas restritivas à circulação popular e atividades comerciais. 

Efetividade

Em tempos de corona vírus as políticas de isolamento seguem sendo as mais efetivas. Os EUA e o Reino Unido mudaram radicalmente suas posturas depois de estudo do Imperial College de Londres sobre o tema: se as quarentenas não fossem aplicadas, mais de 250 mil ingleses e 1,2 milhão de americanos morreriam.Apesar de não estarem nos grupos de riscos, jovens estão entre as vítimas ou casos mais graves da doença. 705 dos quase 2.500 casos de coronavírus nos EUA, tinham entre 20 e 44 anos. Entre 15% e 20% acabaram no hospital, incluindo 4% que precisavam de cuidados intensivos. Na China, entre as duas mil crianças com Covid-19, cerca de 11% ficaram em estados graves ou críticos.


Com informações do Twitter, Poder 360, Veja Online, Folha de São Paulo e BR Político 


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