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02/06/2020 às 10h54

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Protestos populares e movimentos suprapartidários

Crescem no país movimentos suprapartidários contra Bolsonaro


A la Klu Klux Klan

Foi um fim de semana de protestos pelo Brasil. Na noite de sábado, poucas dezenas de pessoas do grupo batizado de 300 se aglomerou à frente do Supremo para protestar contra as investigações que envolvem o presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores. Portavam tochas seguindo a estética compartilhada por fascistas e Klu Klux Klan.

A cavalo

 No domingo, torcidas organizadas de Corinthians, Palmeiras e Santos se encontraram na Avenida Paulista em um ato pró-democracia. Quando já estavam lá fazia mais de uma hora, por volta das 13h, houve um conflito com grupos pró-bolsonaristas. A polícia investiga se o estopim foi o uso de uma bandeira utilizada pelo movimento neonazista ucraniano. Neste momento, a PM tratou de separar os dois grupos — mas os ânimos estavam acirrados e os torcedores puseram barricas pela rua, com objetos em chamas. Os policiais chegaram a disparar bombas de efeito moral contra este grupo, que reagia lançando pedras. Ainda é difícil afirmar quem iniciou as hostilidades. Também na manhã de domingo, Bolsonaro recebeu em frente ao Planalto simpatizantes. Uma das faixas dizia: ‘Forças Armadas, fechem o Congresso e o STF já’. Sobrevoou de helicóptero a pequena manifestação e passou em revista, montado em um cavalo da PM.

Movimentos suprapartidários

Três campanhas suprapartidárias pela democracia começam a ganhar volume. Até esta manhã, o movimento Estamos Juntos se aproximava das 250 mil assinaturas. Enquanto isso, viralizava nas redes a hashtag #Somos70Porcento e o Basta!, um abaixo-assinado de advogados e juristas, ganhava igualmente corpo. Seu objetivo é reunir um amplo espectro, do centro à direita, em defesa da democracia. Uma live está sendo preparada para os próximos dias. 

Ausente

 O ex-presidente Lula não quis assinar. “Não tenho mais idade para ser maria vai com as outras”, afirmou. “Li os manifestos e acho que tem pouca coisa de interesse da classe trabalhadora. Não se fala em classe trabalhadora, nos direitos perdidos.” 

"Momento Ainda"

Entrevistado por Tales Faria, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que não é momento ainda para o impeachment. “A gente não pode colocar mais lenha na fogueira. Da mesma forma que eu acho que essas manifestações que atacam as instituições democráticas são gravíssimas, uma decisão de impeachment precisa ser muito bem avaliada para que a gente não gere mais conflitos e mais crise política no Brasil. No momento adequado vou decidir, e não vou ficar tratando desse processo que eu sou o juiz, eu defiro ou indefiro e não devo ficar dando muita opinião sobre esse assunto, sabendo que a nossa prioridade deve ser tentar unificar esse país para ter mais força e melhores condições para enfrentar esse vírus em todos os seus aspectos.” Já são mais de 30 os pedidos de impeachment em sua mesa. 


Com informações do G1 e Folha e Estadão


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