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Agora no Painel Número de mortos na favela do Jacarezinho sobe para 28
30/04/2021 às 12h00

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400.000 mortes na república do "Mimimi"

 

Ranking pavoroso

O Brasil se tornou ontem o segundo país no mundo a ultrapassar a marca de 400 mil mortos pela Covid-19. Estamos mais perto das 575 mil mortes nos EUA que das 215 mil no México, terceiro nesse ranking pavoroso. Foram registrados na quinta-feira 3.074 óbitos, totalizando 401.417 vidas perdidas. A média móvel de mortes em uma semana foi de 2.523, o 44º dia acima de dois mil.

Não são números

Eram 400 mil indivíduos, 400 mil histórias, quase 400 mil famílias, já que muitas perderam mais de um ente querido. É impossível falar de todas, mas conheça algumas dessas pessoas, como homenagem às outras.

Dois Poderes

O Supremo Tribunal Federal (STF) e a Câmara dos Deputados fizeram, durante suas sessões de ontem, um minuto de silêncio pelas 400 mil vidas perdidas. Não houve manifestação oficial por parte do Executivo.

Horizonte preocupante

E há um risco no horizonte. Segundo epidemiologistas, o Dia das Mães, no próximo dia 9, pode, a exemplo das festas de fim de ano, agravar o contágio. Eles pedem que as pessoas evitem aglomerações.

Algumas boas notícias

No meio disso, algumas boas notícias. Chegou ontem ao Brasil a primeira carga de vacinas da Pfizer. O lote de um milhão de doses começa a ser distribuído hoje nas capitais. Já a Fiocruz entrega hoje 6,5 milhões de doses da AstraZeneca, seu maior lote até o momento.

A minoria do "MImimi"

Enquanto o Brasil rompia a barreira das 400 mil vidas perdidas, a minoria governista na CPI da Covid procurava obstruir os trabalhos da comissão. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) queria que todos os mais 200 requerimentos de depoimentos fossem votados de uma vez, o que inviabilizaria a sessão. Diante da recusa do relator Renan Calheiros (MDB-AL), Nogueira provocou, perguntando do que Renan tinha medo.

Com os ânimos acalmados

O relator reagiu dizendo que não votaria requerimentos elaborados pelo Planalto. Quando o clima serenou, foram aprovadas as convocações para depor já na semana que vem dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich (ambos na terça-feira) e Eduardo Pazuello (quarta), do atual, Marcelo Queiroga, e do diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, ambos na quinta.


Com informações UOL/G1/CNN Brasil/Estadão/Globo/Folha


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