Restrições à campanha
O TSE concedeu nesta manhã uma liminar que impede Pablo Marçal de participar de debates e atos de campanha, além de restringir seu acesso a recursos partidários, segundo a CNN Brasil. A decisão ocorre no processo que discute sua situação eleitoral e produz impacto imediato sobre uma candidatura presidencial em plena primeira semana de campanha. Por ser uma liminar, o caso ainda terá novos capítulos judiciais.
Sem tratamento diferenciado
O chamado caso Lulinha voltou ao centro do noticiário político. Em reunião no Palácio da Alvorada, Lula reiterou que seu filho Fábio Luís Lula da Silva deve prestar os esclarecimentos solicitados pela Polícia Federal e que não deve receber tratamento diferente por ser filho do presidente. Segundo o Metrópoles, o assunto apareceu durante uma reunião que tratava também da estratégia eleitoral em São Paulo.
Estratégia seletiva
A campanha de Flávio Bolsonaro decidiu adotar uma estratégia seletiva para os debates presidenciais do primeiro turno. Segundo reportagem da Folha, Flávio pretende participar dos encontros nos quais Lula também esteja presente, procurando evitar debates em que se torne o principal alvo dos demais candidatos da direita. A decisão mostra como a campanha pretende reforçar desde o início a polarização direta com o presidente.
De olho no "centro"
Enquanto a campanha ganha as ruas, Lula também trabalha nos bastidores para ampliar sua base eleitoral entre partidos de centro que permanecem neutros na disputa presidencial. Segundo a Band, o presidente combina essa articulação com pressão para que o Congresso avance em pautas econômicas consideradas importantes pelo governo. A estratégia procura construir palanques estaduais mais amplos e reduzir o isolamento partidário em determinadas regiões.
Lula na campanha alagoana
O presidente Lula declarou nesta quinta-feira apoio explícito à candidatura de Renan Filho (MDB) ao Governo de Alagoas. Em vídeo divulgado nas redes sociais do candidato, Lula pediu votos ao aliado e destacou sua experiência administrativa. O movimento formaliza algo que politicamente já era esperado, mas acrescenta um componente importante à campanha: o MDB passa a poder explorar diretamente a imagem e o apoio do presidente na tentativa de nacionalizar parte da disputa estadual.
*Com informações de CNN Brasil/Folha/Metrópoles/Band News/Portal Cada Minuto
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por Redação
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