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Agora no Painel STJ anula provas contra dois investigados pela Lava Jato
10/09/2023 às 09h12

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Lava Jato, a farsa

PARA REFLETIR

Sergio Moro e Deltan Dallangnol precisam ser investigados, processados e presos, por crime contra a Democracia brasileira.

Lava Jato, a farsa

(BRASÍLIA) - O presidente Lula estava condenado desde o primeiro momento em que se iniciou o processo da Operação Lava Jato.Com um enredo de filme de terror, sob a nefasta liderança do ex-juiz Sergio Moro e do ex-procurador Deltan Dallangnol, havia o objetivo calculado, tramado, com  uma capa de “moralidade  salvadora”, mas o que existia era um plano de poder, nascido da mente doentia, dessas duas figuras excrescentes e que felizmente não deu certo. 

Na decisão em que anulou provas usadas pela Lava Jato, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou duramente a operação e seus integrantes.

O magistrado disse que os investigadores forjaram provas e que os processos acabaram levando inocentes à prisão e causando a destruição de tecnologias nacionais e empresas.

Lava Jato, a farsa II

(BRASÍLIA) - Um dos trechos mais pesados na decisão do ministro Dias Toffoli, ressalta o rastro criminoso liderado por Sergio Moro e Deltan Dallangnol, ao afirmar:

“E pior, destruíram tecnologias nacionais, empresas, empregos e patrimônios públicos e privados”, declarou. “Atingiram vidas, ceifadas por tumores adquiridos, acidentes vascular cerebral e ataques cardíacos, um deles em plena audiência, entre outras consequências físicas e mentais”, completou.

A operação se utilizou de um “cover-up” [uma figura, um pretexto] de combate à corrupção, com o intuito de levar um líder político às grades, com parcialidade e, em conluio, forjando-se “provas”.

Fumaça Branca

(BRASÍLIA) Após intensas negociações que vinham ocorrendo há meses e marcam a entrada do partido Republicanos e do Partido Progressista (PP) -, este último tendo como principal expoente o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) - no primeiro escalão do governo. André Fufuca assume o lugar de Ana Moser, enquanto Silvio Costa Filho sucede a Márcio França (PSB), que assumirá uma nova pasta a ser criada, batizada de Ministério das Micro e Pequenas Empresas. Republicanos e PP estão entre as maiores bancadas parlamentares na Câmara dos Deputados, onde o governo busca consolidar uma base de apoio para aprovação de projetos. O anúncio foi comemorado, após a “fumaça branca” surgir na chaminé do Palácio do Planalto.

Toffoli, o perdão

(BRASÍLIA) Para a grande imprensa brasileira a decisão do ministro Dias Toffoli que anulou as provas do acordo de leniência da Odebrecht tem sua origem em janeiro de 2019, quando o presidente Lula, preso em Curitiba, pediu autorização para ir a São Paulo enterrar o seu irmão, Vavá. O ministro, a quem cabia decidir, passou longas horas em silêncio. Quando o ministro decidiu, impondo várias e complicadas condições logísticas, Lula decidiu não aceitar e guardou essa mágoa no peito. Desde então Toffoli, que foi nomeado por Lula, para o STF em 2009, tem procurado uma reaproximação com o presidente.

Os prêmios, os mesmos

Por estes dias, aguardando ser atendido em um consultório médico, folheei uma revista, dessas que estão sempre em salas e recepção. Uma publicação até bem-feita, gráfica e editorialmente, aí me deparei com um fato que não me surpreendeu. A escolha dos melhores de cada ramo de serviços e comércio, escolhidos e anunciados pela publicação, com um detalhe: a totalidade dos agraciados são anunciantes da revista. Não é um fato isolado, pois a maioria dos prêmios hoje em dia não são por conquistas, mas por “aquisição”.

O Brasil voltou

(BRASILIA) O presidente Lula (PT) participou do desfile cívico de 7 de setembro em Brasília, seu primeiro após o governo de Jair Bolsonaro (PL) e oito meses após os ataques golpistas de 8 de janeiro. Com o mote de união, democracia e soberania, o mandatário procurou desmilitarizar a cerimônia, e trazer a questão da pacificação do país. Um dos objetivos foi buscar associar as Forças Armadas com democracia, após meses de desconfiança devido à aproximação da cúpula militar com o bolsonarismo e mesmo as suspeitas relativas ao vandalismo nos três Poderes. Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão realizado na quarta-feira (6), pediu que a data ocorresse "sem ódio" e afirmou que é possível viver superando as divergências. A solenidade transcorreu na mais perfeita paz e o Brasil voltou a ser feliz.

Não há dúvida quanto a ação criminosa com a colocação de cercas na praia de Japaratinga, por ação de luxuoso resort. Só não vê quem não quer.

Pela hora da morte. Cemitérios de Maceió com excesso de lotação abre disputa por vagas de túmulos. O preço chega perto de imóveis residenciais. Alguém pode avisar ao prefeito? 


Pedro Oliveira por Pedro Oliveira

Jornalista e escritor. Articulista político dos jornais " Extra" e " Tribuna do Sertão". Pós graduado em Ciências Políticas pela UnB. É presidente do Instituto Cidadão,  membro da União Brasileira de Escritores e da Academia Palmeirense de Letras.

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