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16/06/2024 às 10h20

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Cochilou, o cachimbo cai


PARA REFLETIR  Um aviso aos candidatos a prefeito em Maceió: “Cochilou, o cachimbo cai”


Vai ser assim

Brasília, capital da República é onde tudo acontece. A efervescência política pulsa durante 24 horas, quer seja nas casas do Congresso, nos ministérios ou no Palácio do Planalto, se estende nas madrugadas, em restaurantes de luxo, ou mesmo nos “inferninhos” e boates, onde esses políticos descarregam suas energias. Quem conhece a cidade sabe, em Brasília não se guarda segredo por muito tempo. Ouvi de uma fonte confiável, que não é alagoana, mas sabe de tudo nos “tuneis secretos da política”, essa informação sobre as duas principais figuras políticas locais e o “ódio” exacerbado, que os confronta – Renan Calheiros e Arthur Lira – “Não se encontraram e talvez nem se encontrem ( só o tempo dirá),mas  o entorno privilegiado de ambos, tem feito movimentos enxadristas de mestres, numa ação “quase secreta” de mão dupla, buscando um armistício, em nome daquilo que buscam os dois: o poder. A estratégia é “qualquer um que ouse ao contrário, será atropelado por duas locomotivas de um trem bala”.

Rancor descabido

O encontro promovido pelo PSB, na semana passada, liderado pelos secretários Vitor Pereira e Barbara Braga, deixou a desejar nos quesitos, civilidade e habilidade política, que não se justifica mesmo para os dois, neófitos nessa ciência e talvez até sem vocação para o ofício. O partido cresceu em pouco tempo, após um ostracismo político, ao qual foi condenado pela soberba de seus dirigentes anteriores e promete chegar ao topo, com o “empurrão” do governador Paulo Dantas, e o comando de sua filha Paula Dantas. Aos dois secretários o alerta que em política nem tudo é ódio e “ranger e dentes”. Um dia vão aprender.

O Brasil e seus desastres

No Brasil, dados analisados pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) apontam que 93% dos municípios brasileiros foram atingidos por algum desastre climático que levou ao registro de emergência ou estado de calamidade pública, especialmente por tempestades, inundações, enxurradas ou alagamentos nos últimos 10 anos. No período de 2013 a 2022, mais de 2,2 milhões de moradias foram danificadas em todo o país por causa desses eventos, afetando diretamente mais de 4,2 milhões de pessoas, que tiveram de deixar suas casas em 2.640 cidades do país.

Os desastres não vão parar e até deverão aumentar se os governos continuam inertes e algumas vezes até incentivando a destruição desenfreada do meio ambiente. Onde está dona Marina Silva, ninguém sabe.

Claydson Moura, o Coringa

Conheci o jovem, militante político, Claydson Moura, ainda um garoto, nos idos de 1994, quando me foi apresentado pelo parceiro Pedro Collor de Mello, então candidato a deputado e meu sócio no jornal Correio de Alagoas. Me falou do seu espirito e liderança política, do quanto gostava dele e disse “esse garoto vai longe”. Logo depois Pedro faleceu. Tivemos poucos contatos, mas não perdi de vista o Mourinha. Voltamos a no encontrar após exatos 30 anos. Caminhou com seus próprios pés, enveredou pela Ciência Política, obteve muitas vitórias e tornou-se um dos maiores estrategistas que conheço. Na equipe do prefeito JHC, onde tem um problema, “chama o Mourinha”. Foi o principal condutor do exitoso combate ao Covid que colocou Maceió no topo, dos resultados positivos.

“Abbiamo il secondo turno”

As eleições de 2024 serão marcadas por um fato inédito no país: pela primeira vez, uma eleição municipal terá mais de 100 cidades que superarão os 200 mil eleitores, o que as fará escolher seus futuros prefeitos com a opção de dois turnos.

Segundo os dados de eleitorado disponíveis no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até abril, serão 102 municípios aptos a realizar a segunda rodada deste ano. Este número vem crescendo desde 1996, último dado que a Justiça Eleitoral possui, quando eram 47 as cidades que decidiam quem os representaria em duas idas à urna.

Em Alagoas apenas a capital está na condição de ter o pleito em segundo turno e os prognósticos mostram que aqui ninguém leva no primeiro.

Violência dá sinais

As denúncias de violência têm aparecido com frequência preocupante, nesse período pré-eleitoral e trata-se de um fato muito preocupante, depois de anos de tranquilidade nas eleições em Alagoas. Deputados já se manifestaram por diversas vezes, no plenário da Assembleia Legislativa a respeito dessa ameaça que faz a política local retroceder aos tempos das “vendetas” que tanto expuseram Alagoas como terra de bandidos.

O governador e o secretário de Segurança precisam agir, com urgência e rigor, que a grave situação exige.

Ronaldo na frente

 O prefeito de Penedo é sem dúvida, o melhor dessa atual safra nas administrações municipais. Deu, em sua gestão, corpo e alma a mais bela cidade de Alagoas, após uma administração equivocada do seu antecessor. Elevou a autoestima do penedense, que se orgulha de suas origens.

No campo eleitoral sua avaliação está nas alturas, competindo com o ex-prefeito Marcius Beltrão, que não fez uma boa administração.

Pílulas do Pedro

Quem imaginou que Maceió não vai ter segundo turno, vai morder a língua

Palmeira dos Índios não pode ser mais uma vez enganada. A tragédia não pode continuar


Pedro Oliveira por Pedro Oliveira

Jornalista e escritor. Articulista político dos jornais " Extra" e " Tribuna do Sertão". Pós graduado em Ciências Políticas pela UnB. É presidente do Instituto Cidadão,  membro da União Brasileira de Escritores e da Academia Palmeirense de Letras.

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