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25/01/2026 às 15h40

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Fundão imoral


PARA REFLETIR

O Fundo Eleitoral consome bilhões da saúde, da educação e da dignidade do povo brasileiro

Fundão imoral

Um país com fome, com sede e doente não pode se dar ao luxo de gastar R$ 4,9 bilhões com a farra das eleições, distribuídos aos partidos pelo chamado Fundo Eleitoral, um escárnio institucionalizado. Só para citar alguns números: o PL ficará com 17,8%, o PT com 12,10%, o União Brasil com 10,8%. Se confirmada a federação PP/União Brasil, juntos abocanharão cerca de R$ 953 milhões. É um crime moral contra a nação, um roubo escancarado, uma afronta direta a um povo que falta pão, remédio e dignidade.

Não vote

Comparecer às urnas é obrigatório. Votar, não. O ato de não votar, de anular ou deixar em branco, é a expressão clara de que nenhuma das candidaturas o convence, o representa ou merece sua confiança. É um gesto político, ético e consciente.

Não vote em quem já o enganou. Não vote em quem poderá enganá-lo. Não vote em quem não passou pelo crivo da sua consciência. Exercer a cidadania também é dizer “não”. Às vezes, o voto mais digno é a recusa.

Os mesmos, dos mesmos

As eleições em Alagoas se aproximam (outubro) e, pelos nomes que já estão em evidência, o eleitor alagoano pouco terá a escolher. Quando não são as mesmas figuras, são os mesmos sobrenomes. Muda a fotografia, mas o retrato do poder continua igual. A previsão, portanto, é de mais quatro anos de repetição: os mesmos grupos, as mesmas práticas, as mesmas mazelas, os mesmos pecados e, não raras vezes, os mesmos crimes. No fim da linha, como sempre, quem paga a conta e perde é o povo.

O equívoco do voto

Hoje, Palmeira dos Índios carrega o peso do desencanto. O orgulho deu lugar à frustração. A esperança, à descrença. A população lamenta o equívoco do voto e paga um preço alto por escolhas que comprometeram seu futuro. A “Princesa do Sertão” resiste, mas marcada por cicatrizes profundas, à espera de quem a devolva ao lugar de destaque que um dia foi seu por direito e por história.

A PF vem ai

Estive em Brasília, por esses dias e fiz minhas costumeiras “visitas institucionais”, ouvindo amigos e agentes confiáveis, soube de novas e boas. Não demora Alagoas vai ser sacudida por alguns “abalos sísmicos”, na política e na justiça. Coisas velhas serão retomadas e coisas novas vão aparecer com força. As sirenes da PF estão afinadas e agora é só aguardar o toc...toc...toc 

Pílulas do Pedro

Lojas de malas anunciam o aumento exagerado no volume de vendas. É a chegada das eleições, para transportar o material de compra d


Pedro Oliveira por Pedro Oliveira

Jornalista e escritor. Articulista político dos jornais " Extra" e " Tribuna do Sertão". Pós graduado em Ciências Políticas pela UnB. É presidente do Instituto Cidadão,  membro da União Brasileira de Escritores e da Academia Palmeirense de Letras.

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