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08/05/2021 às 11h00

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A difícil tratativa sobre ‘governador-tampão’ em 2022

 

Pode parecer cedo, mas grupos políticos em Alagoas já se organizam para 2022. Há alguns que já se articularam mais lá atrás, em 2018 por exemplo, e agora é cobrar a fatura para a eleição do ano que vem.

Institutos de pesquisas no estado já apontam favoritos para os cargos majoritários e nesse favoritismo, o governador Renan Filho (MDB) aparece bem para a única vaga ao Senado, hoje ocupada por Fernando Collor (PROS) que tentará mais uma vez a reeleição.

O quiproquó para a candidatura de Renan Filho ao Senado é que, sem vice-governador (Luciano Barbosa renunciou ao cargo para disputar a Prefeitura de Arapiraca em 2020), quem o substituirá no cargo pode não ser de sua confiança política e atrapalhar a sua candidatura. Nesse caso, se o governador, a Assembleia Legislativa Estadual tem 30 dias para convocar uma eleição indireta (os parlamentares serão os eleitores) e qualquer pessoa pode se candidatar e vencer. Inclusive um adversário do atual governador.

O governador tem hoje uma excelente relação com os deputados, mas na hipótese de se aventurar nessa história, terá que renunciar antes de saber até quem são os pretensos candidatos ao mandato-tampão para conduzir o estado até 31 de dezembro do próximo ano. Para deixar o cargo, é preciso que Renan Filho tenha um acordo muito bem trabalhado com os deputados que o possibilite de indicar, com total compromisso de não haver erros, o seu sucessor no governo.

E quais os nomes que o governador teria para trabalhar com a Assembleia Legislativa? Há quem aposte em Fábio Farias, secretário Chefe do Gabinete Civil do estado de Alagoas. Ou até mesmo ser um deputado estadual ou mesmo um deputado federal, em comum acordo com o grupo do presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP).  Essa adivinhação fica mais para a frente, mas nada é impossível no jogo político. Ainda mais quando se tem pela frente uma disputa eleitoral para o Senado da República e oito meses no comando do governo estadual.

Por ora, a única coisa que se sabe é que essa não será uma tratativa das mais fáceis e, talvez por isso, o governador siga no seu mandato até o final.


Ponto Final

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