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08/09/2021 às 09h40

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O 7 de Setembro na contramão da história


O presidente Bolsonaro conseguiu o que queria, a foto de milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo dizendo incondicionalmente sim a ele e ao seu governo.

Isso, apesar da alta inflacionária, de mais de 14 milhões de desempregados, da fome levando a pobreza à miséria e de uma Nação dividida pela régua da intolerância, do preconceito e do discurso do ódio e da anarquia constitucional.

Dizem os bolsonaristas que o movimento venceu porque foi “pacífico”. 

Engano total.

Sobre vitória, não se sabe o que venceram, porque só o país, enquanto Nação, é que perdeu com um espetáculo político descabido, numa campanha eleitoral antecipada de 2022.

Não houve agressão física, nem pedradas à sede do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do Congresso Nacional, mas houve agressão à Ordem Constitucional, em um pronunciamento feito pelo presidente Jair Bolsonaro e aplaudido pelos seus seguidores, que foram às ruas ignorando quaisquer medidas preventivas contra a covid-19 que continua a circular entre nós.

Como um presidente da República pode dizer que não cumpre uma ordem da Justiça? Como um presidente da República pode dizer que enquadra outro poder, no caso o Judiciário? Como um presidente da República diz que “ministros” do Supremo Tribunal Federal (STF) “devem pedir para sair”? 

Bolsonaro saiu das quatro linhas da Constituição Brasileira e incitou brasileiros a seguirem com ele.

Triste 7 de Setembro de 2021 que entrou para a história pela contramão.


Ponto Final por Redação

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