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E tem farra de viagra nas Forças Armadas!

13.04.2022 às 11:40


Não é nenhuma brincadeira, as Forças Armadas no Brasil perderam totalmente o senso de responsabilidade pública.

Vejamos:

A aquisição de filé, picanha, bacalhau e cerveja mais atrás, e agora a compra supostamente faturada de cerca de 28 mil comprimidos do Sildenafila (nome genérico do Viagra) que foram para a Marinha, 5 mil para o Exército e 2 mil unidades para a Aeronáutica.

Ah, não para por aí!

O Exército comprou 60 próteses penianas infláveis, com cumprimento que varia de 10 e 25 cm cada uma, ao custo total de R$ 3,5 milhões.

Os deputados federais Elias Vaz (PSB-GO) e Marcelo Freixo (PSB-RJ) estão acionando o Ministério Público Federal para investigar o caso. Pelas contas dos parlamentares, o governo federal pagou pelo viagra um preço 143% mais caro que o cobrado pelo mercado.

O assunto virou meme na internet, é óbvio! 

Afinal, o que tem a ver segurança nacional com impotência sexual???!!!!

Postado por Ponto Final

Em causa própria

11.04.2022 às 15:07


Não deverá vingar a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para apurar suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação. 

O apoio mínimo necessário é de 27 assinaturas, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) chegou a comemorar esse número, mas dois senadores retiraram suas assinaturas sob a justificativa de que uma CPI em ano eleitoral só servirá de palanque político.

Ou seja, para proteger a campanha de quem quer que seja, joga-se a investigação no lixo e castiga a ética pública.

A cara do congresso nacional, sem tirar, nem pôr.

Mas nesse ano de eleições, o que terá de político jurando amor eterno à ética, à luta contra a corrupção, à proteção e guarda dos bens públicos, não vai dar nem para contar! Para a grande maioria, o que vale em período eleitoral é discurso fake de que está ali para defender políticas públicas para todos e todas.

E a justificativa de que a CPI da Covid não deu em nada, não é verdadeira. Ela impulsionou a vacinação, desmascarou fake news que prejudicava o enfrentamento à pandemia, esclareceu sobre o vírus e mostrou a cara dos que menosprezaram a vida de milhares de brasileiros, alguns, até, cruelmente, com deboches.

E só para lembrar, o objetivo da CPI é investigar as denúncias de propina articulada pelos pastores evangélicos no Ministério da Educação durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro. Entre os fatos determinados estão tráfico de influência, emprego irregular de verbas públicas, advocacia administrativa, corrupção ativa e passiva, usurpação de função pública e crimes de responsabilidade.

Em tempo: as denúncias alcançam a família do vereador de Maceió, João Catunda.

Postado por Ponto Final

Tem bobo da corte na ALE?

A eleição para o governador-tampão de Alagoas já está selada

08.04.2022 às 12:20

O comandante da Assembleia Legislativa Estadual, Marcelo Victor, controla a maioria dos votos em favor do candidato dele e do ex-governador Renan Filho para o cargo, deputado Paulo Dantas.

A probabilidade desse cenário mudar é remota, remotíssima, salvo se o próprio Victor e Renan Filho desfazerem o acordado. Então, não passa de zoada sem propósito as candidaturas de um ou de outro deputado de oposição na Casa, qualquer uma delas sem serventia.

É que na Assembleia Legislativa de Alagoas sempre tem, aqui e acolá, um ou dois gaiatos brincando de fazer política, ludibriando a boa fé dos alagoanos e fazendo posse de herói sem poderes.

Uma pena para a política alagoana.

E sobretudo para a imagem tão desgastada do legislativo estadual.

Dica para esses cabras: denunciar o que está errado, cobrar o que tem de ser feito pelo bem coletivo da população de Alagoas.

Postado por Ponto Final

Quem será, quem será?

07.04.2022 às 12:40


Quatro partidos de Centro decidiram se unir e apresentar no próximo dia 18 de maio uma chapa à presidência da República, para fazer frente às já definidas pré-candidaturas de Lula e Bolsonaro. 

União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania se sentaram ontem em Brasília e definiram que seguirão juntos como a terceira via nesse processo eleitoral. O MDB inicia o debate com o nome da senadora Simone Tebet (MS), o PSDB com o ex-governador de São Paulo, Jorge Dória, e o UB tem na reserva o ex-juiz Sérgio Moro.

A reunião dos presidentes Luciano Bivar (União Brasil), Baleia Rossi (MDB), Bruno Araújo (PSDB) e Roberto Freire (Cidadania) foi cercada de suspense. O local — um restaurante sugerido por Freire — foi mantido sob sigilo pelas assessorias partidárias, e o resultado do encontro, divulgado por meio de nota oficial.

O que muda com isso nas disputas estaduais?

Aqui em Alagoas, por exemplo, o MDB, que está fechado com Lula, é o maior adversário nas urnas do União Brasil e PSDB, que devem compor uma chapa majoritária com o senador Rodrigo Cunha (UB) e a deputada Jó Pereira (PSDB).

É esperar para ver.

Postado por Ponto Final

PSDB de bico novo

05.04.2022 às 12:00


Na condição de vice-presidente da executiva estadual do PSDB de Alagoas, o deputado Pedro Vilela assumiu a presidência do partido com a saída do senador Rodrigo Cunha para o União Brasil (UB), por onde o ex-tucano disputará o governo estadual.

O cargo não é desconhecido para Pedro Vilela, ele já presidiu os tucanos lá atrás, quando seu tio Teotonio Vilela Filho era governador de Alagoas. Tem experiência, trânsito livre e respeitado no PSDB nacional junto ao presidente Bruno Araújo e toda a executiva, e um mandato de trabalho e compromisso com o estado na Câmara dos Deputados.

Além de vir demonstrado que também sabe articular dentro e fora de sua zona política de conforto. 

Ou seja, ganhou o PSDB de Alagoas com Pedro Vilela no comando.

Agora, com o fim do prazo para filiações partidárias, o parlamentar tem como desafio formar as chapas proporcionais e ajudar na construção das alianças para a majoritária, onde o PSDB já indicou o nome da deputada Jó Pereira, recém-filiada, para compor chapa com Rodrigo Cunha ao governo alagoano.

E, de quebra, conseguir ser reeleito deputado federal.

Desafio topado sem pestanejar pelo deputado tucano, que não nega as raízes políticas de coragem que traz em sua trajetória familiar.

Postado por Ponto Final

Não olhe para a história

04.04.2022 às 12:36


Dizem que quem diz o que quer, ouve o que não quer.

Nem sempre, a memória da história política no Brasil não permite que façam piadas jocosas com quem sofreu torturas de qualquer espécie durante os 20 anos de ditadura militar no país.

A crueldade com que o governo da ditadura cerceou direitos e vidas, provocou cicatrizes físicas e emocionais profundas, censurou informações, limitou a cidadania e deixou uma Nação inteira sem identidade, não pode ser usada por quem quer que seja, em nome da causa que for, para mandar desaforos por aí a fora.

Ontem, em sua conta pessoal no Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (UB-SP) debochou da tortura sofrida pela jornalista Miriam Leitão durante a ditadura: “Ainda com pena da cobra”, escreveu o parlamentar em sua rede social.

Miriam foi torturada, grávida, pelos militares, que deixaram a jornalista nua num local escuro com uma jiboia.

A ira de Eduardo Bolsonaro foi por conta de uma nota na coluna de Miriam Leitão no jornal O Globo, edição de domingo, 3, onde ela afirma que o presidente Jair Bolsonaro é inimigo declarado da democracia. 

Ao exaltar nesse deboche a ditadura militar no Brasil, o filho do presidente Bolsonaro também se enquadra na avaliação de que é contra a democracia. É que democracia e ditadura são antônimos, tipo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Mas, convenhamos, o presidente Bolsonaro e seus filhos são uma coisa só, uma coisa que tem feito mal, muito mal, à democracia brasileira.

Postado por Ponto Final

Numa eleição, 2 e 2 são 4?

01.04.2022 às 09:40

Na guerra pelo poder a qualquer custo, políticos traem aliados, trocam de partidos pelo oportunismo e não pela ideologia, adversários históricos viram amigos de infância e está tudo bem, aliados ontem viram inimigos. Afinal, legendas, princípios, valores, trajetórias, tudo isso é bobagem quando a palavra de ordem é vencer, vencer e vencer.

Na disputa pelo governo de Alagoas, dois pré-candidatos se consideram favoritos, não pelo trabalho de cada um na política alagoana, mas pelos apoiadores que têm: o deputado Paulo Dantas, sob a proteção do senador Renan, e o senador Rodrigo Cunha, agora sob a guarda e guia do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara Federal.

Dizem por aí, que o embate, na verdade, é entre Calheiros e Lira, os cabeças-de-chapa não passam de coadjuvantes. 

Tipo, briga de cachorro grande.

Dos 102 prefeitos alagoanos, contabiliza-se 60 para Dantas e o restante para Cunha, seriam os teleguiados por Renan Calheiros e por Lira, exatamente nessa ordem. Ou seja, quem for disputar o governo do estado por uma terceira via, já entra em desvantagem por essa matemática.

Mas quem disse que eleição é lógica?

A eleição ao governo de Alagoas de 2006 deveria ser referência histórica para quem já se sente o todo-poderoso agora. 

O empresário João Lyra (falecido), então candidato a governador, celebrava a cada dia prefeitos, deputados e lideranças que estavam com ele, divulgava fotos entre políticos de densidade eleitoral forte no interior e perdeu para Teotonio Vilela no primeiro turno.

 O ex-governador Ronaldo Lessa (hoje vice-prefeito de Maceió), tinha deixado o governo com alta popularidade e índice de aprovação, estava seguro de que seria eleito senador e perdeu para Fernando Collor, que entrou na disputa 28 dias antes do pleito.

Mais longe, em 1992, os favoritos para a Prefeitura de Maceió eram o senador Teotonio Vilela e o deputado José Bernardes, ambos com apoiadores e partidos fortes. Perderam para Ronaldo Lessa, sem nenhum vereador ou grande liderança política lhe apoiando.

O resultado de uma eleição é imprevisível, por mais previsível que possa parecer.

Postado por Ponto Final

Na real, a torcida sabe para quem torce?

30.03.2022 às 10:40


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), e os Calheiros (MDB), vide os Renans (pai e filho) serão os protagonistas do ringue eleitoral este ano em Alagoas. 

Não haverá diferença para a política alagoana, seja qual for o vencedor dessa luta.

Os Lira e os Calheiros são iguais na forma de pensar e fazer política, mais especificamente quando falamos em Arthur Lira e Renan pai. 

Então, dizer que Lira chega para acabar com o coronelismo político em Alagoas, é piada!

Os Calheiros vão de Paulo Dantas (MDB) para o governo, e Arthur Lira, pelo andar da carruagem, vai de Rodrigo Cunha (PSDB).  Nesse caso, Cunha, dentro do projeto de poder dos Lira, se igualará a Dantas na condição de soldado, nunca de comandante. Vá Rodrigo Cunha para o União Brasil, que Lira surrupiou de Marcelo Victor, ou não.

A ordem não mudará os fatores.

Tudo como dantes, no quartel de Abrantes.

Alagoas está vendo?

Postado por Ponto Final

A democracia golpeada

28.03.2022 às 10:00


Não é sobre intolerância, é sobre liberdade. 

Não é sobre eleições, é sobre a realidade política brasileira.

Não é sobre Bolsonaro e Lula, é sobre o Brasil.

Não é sobre uma ou outra candidatura, é sobre democracia. 

A proibição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a manifestações políticas em eventos artísticos, é censura sim! E nem é velada, é escancarada, colocando em risco o direito constitucional da livre expressão no Brasil.

Uma pena, para um país já tão devastado em sua cidadania.

Postado por Ponto Final

A caça e o caçador

25.03.2022 às 11:20

O cenário eleitoral em Alagoas começa a tomar visibilidade. 

Os Calheiros apresentaram ontem, dia 25, o seu time para entrar no jogo, com a filiação do deputado Marcelo Victor e seu grupo na Assembleia Legislativa  ao MDB, respaldando a pré-candidatura de Paulo Dantas ao governo do estado e a pré-candidatura de Renan Filho ao Senado. Mostraram ainda poder para a formação das chapas proporcionais aos legislativos estadual e federal.

E escolheram o alvo para a briga: o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que além do PP, comanda também aqui no estado o novíssimo União do Brasil (UB).

O senador Renan aproveitou o acirramento do momento e foi ao STF contra o chamado orçamento secreto de Arthur Lira, e à imprensa alagoana, Calheiros mandou dizer que o ato de filiação ontem dos deputados estaduais ao MDB é uma resposta ao presidente da Câmara Federal.

Resposta à esperteza de Lira em tomar para si o comando do UB? Ao fato de Lira não querer se unir aos Calheiros? A possibilidade de Lira convencer o prefeito de Maceió, JHC, a disputar este ano o governo do estado? Ou por Lira ter tirado Alfredo Gaspar do MDB?

Agora é aguardar pelas próximas definições, e pelo próximo capítulo da novela Calheiros e Arthur Lira.

A eleição por aqui promete ser mais movimentada do que de costume.

Postado por Ponto Final


Ponto Final por Redação

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