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Mourão e a alcunha de “peru”

25.02.2022 às 10:20

O presidente Jair Bolsonaro não gostou que o seu vice, Hamilton Mourão, falasse publicamente sobre o papel do Brasil na guerra da Ucrânia. 

Não foi o conteúdo da fala do vice-presidente o motivo da irritação de Bolsonaro, mas a decisão de Mourão em opinar sobre o assunto, e Jair Bolsonaro sendo Jair Bolsonaro, disse que o seu vice deu “peruada naquilo que não lhe compete”.

"Quero deixar bem claro, está no artigo 84 da Constituição, quem fala sobre esse assunto é o presidente e quem é o presidente é Jair Messias Bolsonaro. Com todo respeito a essa pessoa que falou isso, e falou mesmo, eu vi as imagens, está falando algo que não deve. Não é de competência dela. É de competência nossa”, afirmou Bolsonaro.

Ora, pois! 

Mourão disse à imprensa o que faltou ao presidente Bolsonaro, “legitimado” pelo artigo 84 da constituição brasileira, dizer ao mundo e ao Brasil:

“O Brasil não está neutro. O Brasil deixou muito claro que ele respeita a soberania da Ucrânia. Então, o Brasil não concorda com uma invasão do território ucraniano. Isso é uma realidade”.

Por posicionar o Brasil contra a guerra, Mourão ganhou do presidente Bolsonaro a alcunha de “peru”. E o Brasil ganhou do presidente Bolsonaro mais uma chance de passar vergonha lá fora com pronunciamentos e posições de “espírito de porco”. 

Vai vendo, Brasil, vai vendo!

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A hora de Cunha, é essa!

23.02.2022 às 10:20

O senador Rodrigo Cunha (PSDB) vai disputar o governo de Alagoas na eleição deste ano, com legitimidade política e trabalho entregue ao estado.

Em sua trajetória de vida pública, do comando do Procon Alagoas à Assembleia Legislativa do Estado e bem eleito em 2018 para o Senado da República, presidente estadual de seu partido, o PSDB, Cunha não arrasta nenhum histórico de corrupção, de improbidade, de conluio eleitoreiro, de autoritarismo ou violência.

Como senador, tem trabalhado em leis e projetos que beneficiam o consumidor, a educação, o povo mais vulnerável socialmente e, em especial, a cidadania de todos de canto a canto em Alagoas.

Quem conversa com o senador, sabe que sua palavra é uma só, que compromisso assumido é pra valer, que combater a pobreza e as desigualdades no estado é uma de suas prioridades, e que sua história de superação pessoal o leva à coragem de enfrentar quem quer que seja na política.

Ou seja, a candidatura ao governo de Rodrigo Cunha já vingou.

Até porque, se não vencer, tem mais quatro anos de mandato como senador, tipo, está em uma zona confortável para ir à luta eleitoral sem medo de ser feliz.

Postado por Ponto Final

Cadê a paridade???!!!

22.02.2022 às 10:20


O edital da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Alagoas, para a eleição do Quinto Constitucional à vaga no Tribunal de Justiça, não trouxe a paridade na lista sêxtupla. Não acolheu o pleito da advocacia feminina e nem teve a sensibilidade para entender que esse seria um passo importante para a própria entidade.

Até porque, a valorização da mulher na advocacia alagoana foi base de discurso de campanha da diretoria atual da Ordem aqui no estado.

Mas na hora do “vamos ver”, cria-se uma “lenga-lenga” burocrática e engaveta-se um pleito que ultrapassa a advocacia e é também uma luta da mulher brasileira para ocupar, de igual para igual, posição nas instâncias de poder.

A paridade na lista sêxtupla para o Quinto Constitucional não é tema para depois, para uma próxima oportunidade, para um “quem sabe, na próxima”, é para já, é para agora, é uma reivindicação justa e que faz falta numa entidade de operadores e operadoras do Direito que defendem o direito de todas e todos.

E quanto discurso de “oba-oba” foi feito em nome do acolhimento, da sensibilidade feminina, do papel da mulher valorizado pela Ordem, do espaço de poder para as advogadas aberto pela entidade.

Uma pena, a OAB alagoana retrocede.

Postado por Ponto Final

Os passos silenciosos de Rui Palmeira

21.02.2022 às 07:40


Ninguém se engane, o poder de articulação política do ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira, nunca foi pequeno. Não é à toa que em pouco tempo de filiação ao PSD já é o presidente da legenda em Alagoas.

Se Rui diz que é pré-candidato ao governo do estado, acredite, e mesmo que não estejamos vendo movimento político em torno desse projeto, isso não significa que ele não exista, só é, por enquanto, silencioso. Há quem diga que conversações para a montagem de um palanque majoritário de sustentação dessa candidatura estão mais avançadas do que se pensa.

E quem conhece o ex-prefeito da capital sabe que ele é bom numa campanha eleitoral.

Rui foi deputado estadual, deputado federal e prefeito de Maceió por dois mandatos consecutivos. Não aterrissará num embate eleitoral sem consistência, sabe muito bem onde pisa. 

Então, se Rui Palmeira diz que “tudo está acontecendo”, é bom não subestimar essa declaração.

Partiu, eleição 2022!

Postado por Ponto Final

Paridade já!

18.02.2022 às 10:20


A seccional alagoana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pode dar um tiro certeiro na sua política de inclusão, caso determine no edital para a eleição do Quinto Constitucional a paridade na lista sêxtupla.

O pleito é liderado por advogadas e advogados e virou uma Carta Aberta, com abaixo-assinado, entregue ontem, 17, ao presidente da OAB alagoana, Vagner Paes. O documento traz um recado justo e forte: “Negar a importância da paridade na lista sêxtupla para o quinto constitucional é o mesmo que negar uma realidade perversa de exclusão feminina”.

Com razão. 

Na história do quinto constitucional em Alagoas, nunca uma mulher foi escolhida para a vaga e, sem a paridade na lista sêxtupla, a chance para isso acontecer continua praticamente impossível. Para se uma ideia, dos 97 desembargadores que estão ou já passaram pelo Tribunal de Justiça, apenas 3 foram mulheres e nenhuma delas oriunda do quinto. 

Hoje, entre os 16 desembargadores do judiciário alagoano, há apenas uma mulher, a desembargadora Elizabeth Carvalho.

Como referência, a OAB de São Paulo se posicionou recentemente no sentido de garantir que a lista sêxtupla adote o critério da paridade, sob a justificativa do reconhecimento das desigualdades históricas que a OAB, como farol do progresso da sociedade, deve lutar para que sejam superadas.

Em tempo: Não precisa de muita lenga-lenga, burocracia e muito menos debates longos e incansáveis. A paridade tem pressa!  É para já! Lembrando que a diretoria da OAB alagoana se elegeu em novembro do ano passado sob o discurso do acolhimento, inclusão e nova política na entidade.

A hora é agora!

Postado por Ponto Final

Um culpado para chamar de “seu”

17.02.2022 às 10:20


O presidente Jair Bolsonaro não dá tréguas ao sistema de votação no Brasil pelas urnas eletrônicas. Sempre que pode, alfineta com suspeitas de possíveis fraudes o sistema eletrônico de votação no país e mantém a mesma “lenga-lenga” de que ele próprio foi lesado em 2018, embora tenha vencido a eleição.

Segundo Bolsonaro, o Ministério da Defesa apontou falhas no sistema operacional. 

Na verdade, o que houve foi um pedido de informações do Ministério da Defesa sobre o funcionamento do sistema e seu sistema de segurança, devidamente respondido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE): não há risco de fraude.

A estratégia bolsonarista é continuar nesse “batente”, para que em eventual derrota do presidente na eleição deste ano haja um culpado oficialmente declarado: o sistema brasileiro de votação eletrônica.

O perigo é que a desqualificação das urnas eletrônicas desacredita a justiça eleitoral e coloca em risco a própria democracia institucional. 

Uma estratégia sem lógica dos bolsonaristas da cúpula do Planalto, o adversário da reeleição de Jair Bolsonaro não é o voto eletrônico, nunca foi. 

Falta ao Planalto e aos “conselheiros” de Bolsonaro mais atenção na “terra plana” onde fazem política. Lá, até pode ser que tudo o que reluz seja ouro, mas no Brasil real, pobreza, fome, desemprego, covid-19, intolerância política, corrupção lá e acolá e falta de uma liderança com credibilidade no comando da Nação, são inconfundíveis.

Postado por Ponto Final

Guerra anunciada

16.02.2022 às 10:40


O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor, aproveitou discurso de abertura dos trabalhos na Casa, ontem, dia 15, para dar seu recado eleitoral: “Estamos prontos para a guerra que está por vir em 2022”. O “estamos” significa que os deputados – com raríssima exceção – vão seguir unidos na eleição deste ano para o governo do estado e senado federal, especificamente. 

Até agora, essa unidade é em torno do nome do deputado Paulo Dantas ao governo do estado.

A depender para onde vá politicamente Renan Filho, caso ele saia do governo para disputar o Senado, o grupo político de Marcelo Victor pode chegar junto, há bastante linha nas mãos do governador e do presidente do Poder Legislativo de Alagoas para costurar essa aliança, assim como não será de se estranhar se o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, também fizer parte desse palanque.

Por ora, no entanto, está tudo no âmbito das conversações, até mesmo a possibilidade de Arthur Lira vir a apoiar a pré-candidatura de Rui Palmeira ao governo de Alagoas, indicando a deputada Jó Pereira para vice.

O senador Rodrigo Cunha também não está fora das articulações e pode ser mais um candidato ao governo do estado a “namorar” o apoio do deputado Arthur Lira, embora já seja pré-candidato com um “baita” cabo eleitoral, o prefeito de Maceió, JHC.

E claro, há outros nomes na pista, como o do prefeito do Pilar, Renatinho Rezende, e o do deputado Antônio Albuquerque.

Ou seja, a guerra está posta no tabuleiro eleitoral, vamos ver quem vence as primeiras batalhas.

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O bate e volta no Brasil político

As regras políticas no Brasil são um vai e vem sem medidas.

15.02.2022 às 10:40

Agora, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) regulamentou a propaganda partidária em rádios e televisões, extinta em 2017 e que o Congresso Nacional decidiu trazer de volta em votação pelo plenário em dezembro de 2021.

A novidade é que o uso de recursos que garantam acessibilidade, subtitulação por meio de legenda aberta, janela com intérprete de libras e audiodescrição, sob responsabilidade dos partidos políticos. É bom lembrar que a propaganda partidária é usada pelas legendas para divulgar ações, mostrar posições políticas e ideológicas em relação a diferentes temas e buscar novas filiações.

Continua vedada a participação de políticos que não sejam filiados ao partido responsável pelo programa.

Um passo pra frente, outro para trás, assim caminha a política brasileira, em especial a eleitoral. 

Ou seja, tudo como dantes no Quartel de Abrantes.

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Os descartes de Lula no xadrez eleitoral

14.02.2022 às 09:40


Está cada dia mais claro, não é petismo, é lulismo. 

Ou seja, a campanha de Lula para a presidência da República deve mesmo extrapolar o seu partido, o PT, trazer novas peças ao jogo eleitoral e descartar as mais velhas que, porventura, possam dar discurso aos opositores e atrapalhar a caminhada política do ex-presidente de volta ao Planalto.

Sexta-feira, 12, Lula e o ex-tucano Geraldo Alckmin jantaram na casa de Fernando Haddad, em São Paulo.

 Alckmin integra o grupo de novas peças no xadrez eleitoral do ex-presidente petista, já no descarte, está a ex-presidente Dilma Rousseff que não deve fazer parte de um eventual governo em 2023 e, segundo aliados de Lula, Guido Mantega e José Dirceu, que também ficarão longe do comando de ministérios.

O que pesa contra eles? Os pontos principais são falhas na Economia puxada por Mantega, e corrupção, por Dirceu. No caso de Dilma, o impeachment sofrido por ela em 2016, por crime de responsabilidade, é outro fator que pode atingir negativamente contra Lula e aumentar sua rejeição.

Mas alguns petistas "raiz" devem permanecer próximos a Lula em um eventual governo. A exemplo da presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (RS), do senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PE) e do deputado federal Reginaldo Lopes (MG). Assim como os governadores Wellington Dias, do Piauí, Rui Costa, da Bahia, e Flávio Dino (PSB), do Maranhão. Além do senador Randolfe Rodrigues, da Rede do Amapá, que estará na coordenação da campanha de Lula.

O resto, que lute!

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A “butuca” em Arthur Lira

11.02.2022 às 09:40


Para a disputa ao governo de Alagoas, três nomes efetivamente movimentam o xadrez do jogo eleitoral. São eles: senador Rodrigo Cunha (PSDB), deputado estadual Paulo Dantas (MDB) e o ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSD).

No MDB ainda existe uma luta interna de alguns nomes para ocupar essa candidatura, mas nessa briga Dantas tem levado a melhor com apoio do presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor, e grande parte de seus pares na Casa.

A última pesquisa divulgada de intenção de voto para o governo do estado não incluiu o nome de Rui Palmeira, mas especialistas em política eleitoral asseguram que o ex-prefeito polariza com o senador Rodrigo Cunha numa campanha como essa.

Por ora, todos trabalham para articular forças políticas, estrutura de campanha e encontrar o melhor caminho de interação com o eleitor alagoano. 

Em tempo: os três de “butuca” num possível apoio do deputado Arthur Lira (PP), presidente da Câmara Federal e o alagoano politicamente mais forte no Planalto da República, dono de redutos eleitorais invejáveis aqui em Alagoas.

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Ponto Final por Redação

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