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Queiroga se mantém na contramão de Bolsonaro. Até quando?

15.06.2021 às 09:00

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, está de seringa na mão para vacinar o presidente Jair Bolsonaro contra a covid, assim que o chefe de estado “quiser” ser imunizado.

Ontem em Brasília, numa ação simbólica a favor da vacina, Queiroga imunizou com a primeira dose o ministro de Relações Exteriores, Carlos França, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

"O presidente sempre brigou pela liberdade das pessoas. O nosso governo é um governo liberal que defende o direito à liberdade, o direito às escolhas e na hora que o presidente se sentir confortável, ele vai tomar a decisão dele", disse Queiroga, na defesa da negação de Bolsonaro em se vacinar.

Não, a vacina, e vacina contra um vírus letal, perigosíssimo como o da covid-19, que já matou quase meio milhão de pessoas no Brasil, não é uma escolha simplesmente de caráter individual. Cada pessoa a menos que se imuniza, está apta a ser infectado e infectar mais pessoas.

Queiroga tem o dever de convencer Bolsonaro que a vacina é ciência e não política.

Tarefa difícil, porque o presidente não é contra a vacina apenas por desacreditar da ciência, ele é contra a vacina porque defende o uso da cloroquina como protocolo preventivo e curativo da doença.

Diga-se de passagem, uma defesa inoportuna, errada e criminosa contra a vida dos brasileiros.

Postado por Ponto Final

“Acelera para Cristo”, Brasil!

14.06.2021 às 09:40

 

Quando se compara o governo Bolsonaro ao governo nazista de Hitler, tem mais semelhanças nessa comparação do que exageros. Bolsonaro segue à risca o ensinamento do ministro da propaganda alemã, Joseph Goebbels, de que uma mentira repetida mil vezes, vira verdade.

Sábado, 12 de junho, quando o Brasil amanheceu com 484 mil mortos pela covid-19, o presidente Jair Bolsonaro após uma “motociata” em São Paulo, manteve o discurso contra a ciência, contra a vida, contra a ética médica e contra o bom senso que todo e qualquer líder político é obrigado a ter.

Para agravar, colocou sob suspeitas as vacinas contra o vírus.

De certo mesmo, nesse ato, que contou com cerca de 12 mil motocicletas, é como intitularam a “motociata”:  “Acelera para Cristo” tem tudo a ver com os mais de 2 mil óbitos diários causados pelo coronavírus no país.

“O Brasil na verdade tem um dos índices mais baixos de mortes por Covid graças ao tratamento precoce (...) Dizem que não tem eficácia científica [a cloroquina]. O que tem no momento no mundo comprovado cientificamente para combater o vírus? Tudo o que está aí é emergencial, é experimental”, discursou o presidente.

Bolsonaro traz para a sua gestão as lições de Goebbels, que também deverão ser utilizadas na campanha eleitoral de 2022, onde disputará a reeleição.

E assim como os seguidores de Hitler naquela época, pelas bandas de cá, décadas depois de positivos avanços tecnológicos na informação, ainda há quem acredite cegamente e perigosamente nas pregações bolsonaristas.

E o vírus resiste com apoio de Bolsonaro.

É ou não genocídio? Eis a questão!

Postado por Ponto Final

“Pau que nasce torto, morre torto”

13.06.2021 às 09:20

 

Há um ditado que define bem o comportamento do presidente Jair Bolsonaro na pandemia da covid-19 no Brasil: “pau que nasce torto, morre torto”.

Não adianta apelos, consensos científicos e nem quase meio milhão de brasileiros mortos por um vírus em praticamente um ano e meio, que Bolsonaro não cede: continua a combater a ciência em todos os aspectos possíveis.

Incentiva aglomeração, não usa máscaras, ignora totalmente o distanciamento social e passa aos seus seguidores, a um país enlutado e a um Mundo estarrecido, fake news sobre os números da doença e da vacinação no Brasil.

E defende piamente o tratamento precoce.

Presta um desserviço nocivo à nação.

E a esperança dos que precisam de um presidente que trabalhe pela vida e não pela morte está, hoje, literalmente numa Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instalada pelo Senado Federal.

Que haja menos palanque eleitoreiro, da oposição e dos governistas, nesta CPI, e que os senadores ouçam o choro das famílias enlutadas, a oração dos que lutam para se prevenir contra o coronavírus e encontrem uma saída para esta situação.

Já!!!!!

A vida tem pressa.

Postado por Ponto Final

Bolsonaro afronta a ciência e desmoraliza seu “joão-bobo”

O governo Jair Bolsonaro deve ter o quinto Ministro da Saúde.

11.06.2021 às 10:00



O presidente Bolsonaro não gostou nadinha da segunda vez que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi à CPI da Pandemia e defendeu medidas restritivas como prevenção à covid-19, a exemplo do uso de máscaras para quem teve coronavírus e para quem não teve, para vacinados e não vacinados.

Não saímos ainda nem do patamar de 11% de vacinados com a segunda dose da vacina e Bolsonaro ameaçou, ontem, baixar um decreto abolindo o uso de máscaras para quem já foi infectado e para os imunizados com a vacina.

É um desaforo para a ciência, um desrespeito à vida e uma provocação para Queiroga a mínima possibilidade desse decreto presidencial.

De modo que, ou Queiroga obedece ao presidente e se desmoraliza definitivamente, ou pede para sair. O fato é que, a partir de agora, o ministro não pode mais ser o “joão-bobo”, o que balança, mas não cai.

Ou cai pela responsabilidade, ou se sustenta pela obediência cega a um desmando criminoso de Bolsonaro.

A ciência ainda não decretou o fim da pandemia. Para que isso ocorra, é preciso reduzir o contágio e aliviar o sistema de saúde, que continua sob pressão. Esta semana, por exemplo, 20 estados apresentaram situação preocupante de ocupação de leitos, 11 deles e o DF acima de 90%. Mato Grosso do Sul se viu obrigado a enviar pacientes para outros estados.

Postado por Ponto Final

Que Messias é esse?

Bolsonaro vai a culto evangélico e prega “tratamento precoce” contra a covid-19

10.06.2021 às 09:20

 

Ao participar ontem, quarta-feira, dia 09, de um culto evangélico em Anápolis, no estado de Goiás, Bolsonaro voltou a defender o tratamento precoce contra o coronavírus. E relatou uma conversa que teve recentemente com os índios tukanos e ianomâmis, no Amazonas.

“Perguntei se os índios haviam sido acometidos de covid nas duas etnias. Quase todo mundo, sim. E nas duas etnias, perguntei: ‘Quantos morreram? ’. ‘Nenhum’. ‘Tomaram o quê? ’ Citaram três nomes de chá de casca de árvore. Ah, não tem comprovação científica’. E eu pergunto: a vacina tem comprovação científica ou está em estado experimental ainda? Está em estado experimental”, destacou o presidente.

Não é verdade que a vacina esteja em estado experimental. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão do governo federal, atestou a eficácia e a segurança de vacinas e as liberou para aplicação no país.

E como se isso não bastasse, Bolsonaro repetiu o que acredita piamente: “há supernotificação de casos de covid-19 no país. Se retirarmos as possíveis fraudes, teremos em 2020 o país como aquele com menor número de mortos por milhão de habitantes por conta da covid. Que milagre é esse? O tratamento precoce”.

E estamos chegando a quase meio milhão de óbitos por covid, não conseguimos sequer atingir 12% da vacinação com a segunda dose da população brasileira, e o Messias que conduz o poder político do Brasil continua acreditando que é o próprio Deus, num país onde a única verdade é a que ele acredita.

Pobre Brasil.

Postado por Ponto Final

O joão-bobo de Bolsonaro na CPI da Covid

09.06.2021 às 11:20


 O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga ações e omissões na pandemia da covid, senador Renan Calheiros, comparou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga a um joão-bobo, brinquedo que balança de um lado a outro e não cai.

Queiroga deu seu segundo depoimento à comissão, ontem, dia 8. E o senador Renan avaliou a participação dele em três etapas:

1 -O ministro inaugurou uma nova etapa do negacionismo. O neonegacionismo. Finalmente, admitiu a ineficácia da cloroquina, mas continua sem coragem de tirá-la das normas do MS. Não conhece o gabinete das sombras, mas conhece os seus integrantes.

2 - Disse que não tem nenhum infectologista no ministério, mas não soube quantos ex-militares exercem funções sem especialidade. Blindou o presidente e disse ter sido ele quem vetou a médica Luana Araújo. É a favor da Copa América, mas dispensa vacinação dos jogadores.

3 - Queiroga é como um João Bobo: vai pra um lado, vai pra o outro. Entrega os anéis para não perder o cargo.

As declarações do senador estão em suas redes sociais.

Postado por Ponto Final

Bolsonaro desmentido!

TCU não tem relatório sobre óbitos de Covid; presidente faz fake news e passa vergonha ao ser desmascarado

08.06.2021 às 09:00

 

A fake news do presidente Jair Bolsonaro de que existe um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelando que mais de metade dos óbitos pela pandemia em 2020 não foram causados pelo vírus da covid-19, foi desmentida.

Ontem em Brasília, no cercadinho do Palácio da Alvorada, em conversa com seus apoiadores, Bolsonaro afirmou:

“O relatório final, que não é conclusivo, disse que em torno de 50% dos óbitos por covid no ano passado não foram por covid, segundo o Tribunal de Contas da União”.

O presidente ainda acrescentou que o documento seria divulgado na tarde desta segunda.

O TCU desmentiu em seguida, através de nota pública:

“O TCU esclarece que não há informações em relatórios do tribunal que apontem que “em torno de 50% dos óbitos por Covid no ano passado não foram por Covid”, conforme afirmação do Presidente Jair Bolsonaro divulgada hoje”.

Só para constar: “quem é mesmo que politiza a pandemia? ”

Bem que os conselheiros do presidente poderiam informa-lo que fake news é crime e que é feio para um chefe de estado difundir uma mentira como essa, comprometendo a ciência e os próprios dados de seu governo sobre as estatísticas da pandemia no país.

Como diria Faustão em seu “Domingão”, “Ô louco!”

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O assediador da CBF derrotado em campo

07.06.2021 às 10:00

 

Um chefe pergunta a uma funcionária se ela se masturba, tenta invadir sua privacidade questionando sobre a convivência dela em casa, a chama de “cadelinha”, fala de sua própria intimidade com a esposa e acha que tudo isso é apenas uma brincadeira “inadequada”? A constrange ao ponto de ela buscar ajuda junto a outros diretores da empresa para poder sair da sala dele, e a justificativa de sua defesa é que ele “nunca” se aproximou fisicamente dela? E ainda a critica porque em vez de receber pelo silêncio ela decide denunciá-lo?


A nota de Rogério Caboclo sobre a denúncia de assédio a uma funcionária é tão esdrúxula quanto o próprio comportamento dele com a funcionária. Ela esperou três meses para fazer a denúncia? Ora, tem mulheres todos os dias sendo assediadas em seus locais de trabalho e que nunca criam coragem para denunciar os assediadores. Por que? Porque é a sua palavra contra a dele na maioria dos casos, é porque é uma humilhação que constrange, é porque é uma exposição que dói.


É evidente que a conversa gravada não foi o único momento de tentativas de assédio de Caboclo a sua funcionária. Mas é óbvio que a gravação foi uma prova inteligente, corajosa e fundamental nesse episódio e cabe à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que afastou Rogério Caboclo temporariamente da presidência da entidade, que o puna com o afastamento definitivo, e que a justiça seja capaz de fazer o assediador entender que suas “brincadeiras inadequadas” em ambiente de trabalho e fora dele, não cabem mais em nosso mundo.


Solidariedade à funcionária da CBF e a todas as mulheres assediadas constantemente em seus locais de trabalho.


Em tempo: que a punição seja adequada para Rogério Caboclo.

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Promessas e desejo de Queiroga na pandemia

Ministro da Saúde peita presidente e defende medidas restritivas e não farmacológicas contra a covid

05.06.2021 às 10:40

 

Iniciamos a vacinação contra covid no Brasil em janeiro deste ano e, de lá para cá, só imunizamos 12% da população de todo o país com as duas doses necessárias para prevenir a doença.

Ontem o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, prometeu que todos os brasileiros acima de 18 anos de idade estarão totalmente vacinados até o final de 2021.

“Temos trabalhado todos os dias para ter mais doses. No mês de maio, por exemplo, distribuímos mais de 30 milhões de doses. Isso dá para vacinar a população de Portugal, da Grécia, de Israel. No mês de junho, temos assegurado mais de 40 milhões de doses e firmamos o contrato de transferência de tecnologia entre a AstraZeneca e a Fiocruz para a produção de vacinas no Brasil com o IFA nacional. Isso é uma grande conquista”, comemora o ministro.

Sobre se o pais poderia ter começado mais cedo a vacinação, Queiroga diz:

“Eu acho que o que nós devemos é valorizar o nosso Programa Nacional de Imunização (PNI). Devemos levar confiança ao povo brasileiro para que eles possam realmente acreditar que essas vacinas estão disponíveis nas salas de vacinação. São 38 mil salas de vacinação espalhadas por todo o Brasil e, se tivermos doses suficientes, podemos vacinar até 2,4 milhões brasileiros [por dia].”

E para enfrentar uma possível terceira onda do coronavírus no Brasil, o ministro defende:

“Então, a gente precisa em primeiro lugar avançar a campanha de vacinação, em segundo lugar avançar a campanha de vacinação, e em terceiro avançar a campanha de vacinação. Em quarto lugar, insistir nas medidas não farmacológicas e, em quinto adotar, uma política de testagem que seja mais eficiente e já estamos fazendo isso. A expectativa é que testemos até 20 milhões de brasileiros todos os meses. Com esse tripé (vacinação, uso de medidas não farmacológicas e testes), vamos tentar diminuir a circulação do vírus”.

Ou seja, Queiroga vai na contramão do presidente Bolsonaro que é publicamente contra as medidas restritivas e a favor do tratamento precoce (farmacológico). E nesse conflito de opiniões e poder, o ministro pede a confiança do brasileiro no governo federal. O povo deve confiar no Ministro ou no Presidente?

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As declarações do ministro Marcelo Queiroga foram dadas às jornalistas Bruna Lima e Maria Eduarda Cardim, do jornal Correio Braziliense.

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Cardiologista no rumo da ALE

04.06.2021 às 10:40

 

A classe médica alagoana terá uma candidatura para chamar de sua, na eleição do próximo ano para a Assembleia Legislativa do Estado.

O médico cardiologista José Wanderley Neto será candidato a deputado estadual pelo MDB, partido que está filiado desde que decidiu seguir na política. Foi suplente de senador e vice-governador de Alagoas.

Também foi gestor público como secretário de Estado da Saúde de Alagoas.

 Em 2004, Wanderley se candidatou a prefeito de Maceió, mas não conseguiu chegar ao segundo turno. Especialistas à época diziam que se ele tivesse ido ao segundo turno, teria vencido o pleito.

Chega com legitimidade à disputa eleitoral do próximo ano.

Tem história e credibilidade, na política e na medicina.

Postado por Ponto Final


Ponto Final por Redação

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