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11/06/2018 às 15h30

Cultura

Governo de Alagoas investiu mais de R$ 7 milhões em diversas áreas culturais

Mais de 2 mil pessoas são beneficiadas direta e indiretamente com editais públicos desde 2015

Foram lançados editais, concursos e chamamentos públicos a fim de democratizar o acesso a recursos e investimentos - Márcio Ferreira/Agência Alagoas

A Cultura alagoana avançou nos últimos anos. Priorizada pelo governador Renan Filho, desde 2015, foram investidos R$ 7,5 milhões nas mais diversas áreas culturais em todo o Estado, beneficiando direta e indiretamente 2 mil pessoas durante os quase quatro anos de gestão, através de editais públicos abertos à população.

Com incentivos e investimentos, a Cultura vem sendo impulsionada por meio de um novo olhar voltado para o setor. Visando fortalecer e dar maior visibilidade ao segmento, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) busca promover inovação, diferenciação e competitividade em Alagoas. A pasta é administrada por Mellina Freitas, que ressalta que a motivação central e a orientação para o fomento da Cultura alagoana também evidenciam a representação da economia da cultural.

Desde o primeiro ano de gestão, foram lançados 54 editais, concursos e chamamentos públicos a fim de democratizar o acesso a recursos e investimentos, estimular a produção cultural alagoana e valorizar ações e projetos que resgatem e fomentem as diversas manifestações populares. 

Pela primeira vez, um governo apoiou efetivamente a Feira Literária em Marechal Deodoro e o Festival de Cinema de Penedo, além do apoio às quadrilhas juninas e grupos de coco de roda. O Festival de Música Popular, Em Cantos de Alagoas, também foi uma ação pioneira dessa gestão.

Foi retomada a Mostra de Dança, com a implantação do Prêmio Eric Valdo de Dança, movimento as companhias de dança e bailarinos de todo o estado. Além de produzir a Revista Secult em Cena, lançada para fomentar a produção cultural alagoana.

Projetos socioculturais como o Laboratório Vivo, no Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte), e os programas Na Base da Cultura, Cultura Socioeducativa e Cultura nas Grotas, têm difundido as artes do nosso estado para a população mais carente. Também foram realizados os primeiros encontros com comunidades quilombolas e mais ações em comemoração ao dia da consciência negra, ampliando as atividades relativas ao segmento afro.

O teatro também tem sido beneficiado com oficinas de preparação de atores, edição de vídeo, elaboração de projetos, com o objetivo de desenvolver os mais diversos segmentos culturais. Além de ter sido retomado o programa Pró-bandas, que leva oficinas musicais para o interior do Estado.

A secretária Mellina Freitas, frisa que nunca se fez tanto pela cultura em Alagoas. Neste sentido, a atual gestão apresenta olhar renovado sobre o segmento, e dá continuidade a perspectiva já em curso, conforme tem sido realizada há cerca de quatro anos.

“A cultura, suas interfaces e o desenvolvimento têm sido pensados sob uma nova ótica. Nós buscamos incentivar os artistas alagoanos, as pessoas que fazem arte, visamos apoiar todos os segmentos culturais, sem exceção, por acreditarmos que a cultura é para todos e que sem cultura não há futuro”, diz a secretária.

Para mais informações sobre os editais em andamento, visite o endereço eletrônico http://www.cultura.al.gov.br,ou siga as nossas redes sociais.

Lei de Incentivo à Cultura

Em 2018 não tem sido diferente. Um marco no segmento cultural alagoano foi realizado no início de junho, onde o governador Renan Filho assinou o decreto da Lei de Incentivo à Cultura, que prevê abatimento de impostos às empresas que financiarem a realização de eventos artísticos e culturais no Estado.

Por meio do decreto, com o incentivo à produção cultural independente, Alagoas passa a dispor sobre a concessão de incentivo fiscal com o objetivo de estimular as produções culturais, apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manifestações, contribuindo para facilitar o acesso às fontes de recurso. O mecanismo possibilita que empresas (pessoas jurídicas) apliquem parte dos impostos em ações culturais.

Para Mellina Freitas, secretária de Cultura, é papel do Estado trabalhar em todos os eixos de cultura e fazer a articulação tanto com os segmentos organizados e os agentes culturais, como com as empresas. “A lei foi construída juntamente com os representantes dos movimentos culturais do Estado, após diversos debates internos, como forma de ter uma ampla participação dos representantes”, disse.


Fonte: Agência Alagoas

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