Comprar a cadeirinha ideal para o filho nem sempre é uma tarefa fácil para os pais. A altura, peso e a idade são alguns dos detalhes que devem ser observados. Além disso, é importante verificar também se o produto possui certificado do Inmetro, alerta o Procon/AL – órgão vinculado à Secretaria do Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos .
Desde quando entrou em vigor a Resolução nº 277/2008 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o uso da cadeirinha em veículo se tornou obrigatório em crianças de até 7 anos e meio.
Para cada idade existe uma norma diferente. Os bebês recém-nascidos e de até um ano devem ser transportados pelo bebê-conforto, que deve ficar virado para a parte traseira do veículo até quando a criança pesar menos de 9 quilos. Acima desse peso e até quatro anos, eles devem ficar na cadeirinha. De quatro a sete anos e meio, devem ficar no banco booster ou assento de elevação. A partir dos sete anos e meio até os dez, devem ficar no banco traseiro do carro e usar o cinto de segurança do veículo.
Vale ressaltar que quando o veículo não possuir banco traseiro ou quando a criança excede a quantidade de lugares, ela deve ocupar o banco dianteiro protegida com o cinto de segurança. Ao comprar o produto é importante pedir a nota fiscal. “É por meio da nota fiscal que o consumidor pode contestar algum defeito aparente que possa vir existir”, explica o superintendente do Procon, Rodrigo Cunha.
Recall
Recentemente, as empresas Galzerano, Chicco e Burigotto informaram o recall da fivela do cinto de segurança de cadeiras de bebê para automóveis. Segundo os fornecedores, existe o risco de abertura do fecho em caso de batida e eventual desprendimento da criança do dispositivo.
“É importante os consumidores ficarem atentos para o chamamento pelo risco que o produto pode causar”, explica o superintendente do Procon/AL. Os modelos com problemas são: Auto-Fix, da Chicco, comercializado entre os dias 1º de janeiro e 16 de maio de 2013; Burigotto Nonato, Tri-Fix K e Navegata XL, da Burigotto, fabricados entre janeiro de 2010 e maio de 2013; e Piccolina, da Galzerano, fabricado entre 18 de junho de 2010 e 25 de abril de 2013.
Os consumidores podem obter mais informações por meio dos sites dos fabricantes.
Fonte: Ascom Procon/AL