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19/11/2019 às 19h30

Geral

TJAL inicia treinamento para migração do sistema de execução penal

Prevista para ser concluída em um mês, migração permitirá que familiares de presos acompanhem os processos por meio de celular

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) iniciaram a capacitação dos servidores que vão atuar na migração dos processos de execução penal do estado para o Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU).

Prevista para ser concluída em um mês, a migração ocorrerá simultaneamente à capacitação. A abertura dos trabalhos ocorreu nesta terça-feira (19), com a participação do desembargador Celyrio Adamastor, supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário.

Adamastor cita algumas das vantagens que o novo sistema trará. “Com a implantação, nós vamos ficar conectados com todo o país, sob o comando e a vistoria do CNJ. Os familiares dos presos vão ter acesso ao processo através do celular, com uma senha, e ter informações, por exemplo, sobre progressão e suspensão de benefícios por cometimento de infrações”.

As juízas Gisele Souza e Graciela Henriquez, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, representam o CNJ na missão em Alagoas, que conta também com onze servidores daquele estado.

Gisele Souza explica que os servidores vão se dedicar tanto à capacitação, quanto à efetiva implantação. “Tem sido, pra gente, uma experiência muito gratificante, de conhecer por dentro o TJAL e perceber o nível de comprometimento dos juízes, dos servidores, da Presidência, da Corregedoria. Tenho certeza que no dia 19 de dezembro nós vamos concluir os trabalhos com êxito”, disse a juíza, que já acompanhou o trabalho prévio da Diretoria de Tecnologia do TJAL.

O juiz José Braga Neto, titular da 16ª Vara Criminal - Execuções Penais, ressaltou a atual plataforma, o Sistema de Automação da Justiça (SAJ), vem funcionando bem, mas acredita que a mudança representa um avanço, principalmente devido à integração com os outros estados do País.

“Essa integração é primordial. Nós vamos ter contato direto com todos os estados através dos processos, então o preso que deu entrada aqui no Sistema Prisional de Alagoas, de imediato a gente vai saber se ele tem processos em outros estados. Isso é uma facilidade muito grande, uma evolução muito grande para o nosso Poder Judiciário”, avaliou Braga Neto.


Fonte: Dicom TJ/AL

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