TSE restringe canal de apoio a Lula com milhões de seguidores
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira a suspensão de novas publicações e da entrada de seguidores no canal de WhatsApp Exército do Lula, administrado pelo deputado André Janones.
A decisão foi fundamentada na ausência de registro formal do canal na Justiça Eleitoral. A campanha de Lula realizou o registro ainda nesta terça, mas a retomada das publicações depende do prazo regulamentar de 48 horas.
O episódio ocorre após decisões divergentes entre Nunes Marques e o corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva. A área técnica do TSE não havia identificado conteúdos falsos no canal durante análise anterior.
MDB do Norte e Nordeste declara apoio a Lula no segundo turno
Diretórios estaduais do MDB nas regiões Norte e Nordeste divulgaram nesta terça-feira uma manifestação conjunta de apoio à reeleição de Lula.
O documento menciona programas sociais, investimentos e políticas econômicas do governo federal, além de convocar prefeitos, parlamentares e dirigentes regionais a participarem da campanha.
O movimento evidencia a diversidade de posições internas do MDB, partido que reúne lideranças com alianças nacionais e estaduais distintas.
Hugo Motta articula bloco de centro para a próxima legislatura
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira que os partidos de centro precisam se reorganizar diante da nova composição do Congresso.
O PL elegeu 121 deputados, enquanto legendas tradicionalmente associadas ao centro perderam espaço. Motta busca a recondução à presidência da Câmara em fevereiro de 2027 e recebeu o apoio do líder do PSD, Antônio Brito.
A articulação envolve a formação de um bloco parlamentar capaz de negociar a distribuição de cargos e a condução da agenda legislativa.
Meta responde ao TSE e nega favorecimento eleitoral nas redes sociais
A Meta apresentou esclarecimentos ao TSE sobre denúncias da campanha de Lula envolvendo o alcance de publicações no Instagram.
A empresa reconheceu falhas técnicas na contagem de visualizações de vídeos e um bloqueio indevido de anúncios, mas negou qualquer manipulação para favorecer Flávio Bolsonaro. Segundo a plataforma, o problema de visualizações atingiu usuários de mais de cem países e não alterou a distribuição dos conteúdos.
A controvérsia permanece sob análise da Justiça Eleitoral, que busca esclarecer a atuação das plataformas digitais durante a campanha presidencial.
Painel Político
por Redação
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