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03/04/2024 às 13h30

Geral

Ressocialização inaugura mais uma biblioteca no sistema prisional alagoano

Dessa vez, contemplada será a Penitenciária de Segurança Máxima, permitindo acesso a 5 mil publicações

Mais uma biblioteca no sistema prisional está pronta para ser inaugurada nesta quinta-feira (4) - Matheus Omena/Ascom

A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) entregará, nesta quinta-feira (4), uma biblioteca dentro do sistema prisional alagoano, na Penitenciária de Segurança Máxima de Alagoas (PenSM). O equipamento vai homenagear a escritora, jornalista, pesquisadora e ativista alagoana Heliônia Ceres, nome sugerido pela Academia Alagoana de Letras (A.A.L.).

O espaço abrigará cerca de 5 mil livros, muitos deles doados graças às campanhas realizadas pela Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e parceiros, como o Poder Judiciário de Alagoas e A.A.L.

Essa é mais uma ação do Governo de Alagoas que acredita na leitura nos estabelecimentos prisionais como estímulo ao conhecimento e à reinserção social.

“A inauguração da nova biblioteca Escritora Heliônia Ceres de Melo é crucial por várias razões. Primeiramente, ela proporciona aos detentos acesso à educação, cultura e entretenimento, o que pode ajudar na sua reintegração à sociedade durante e após o cumprimento da pena”, afirma o chefe da Penitenciária de Segurança Máxima de Alagoas, policial penal Glauber Melo.

Na avaliação do policial penal, a leitura também pode ser uma forma de escapismo e uma maneira de lidar com o estresse e a solidão do ambiente prisional. “A biblioteca também pode contribuir para o desenvolvimento pessoal, melhorar habilidades de leitura e escrita e promover reflexão e autoconhecimento. Em resumo, a inauguração da presente biblioteca não apenas amplia as oportunidades de aprendizado, como também pode ter um impacto positivo na ressocialização dos detentos ali segregados”, completa Melo.

“A escolha da homenageada Heliônia Ceres, que dá nome à biblioteca da Penitenciária de Segurança Máxima ocorreu a partir do reconhecimento da alagoana, professora, jornalista, pesquisadora e militante da causa feminista. Compartilhar as obras da escritora com os reeducandos da PenSM, além do enriquecimento cultural e estímulo à percepção crítica, possibilita uma aproximação do leitor aos temas trabalhados, considerando tratar-se de uma alagoana que tanto contribui para a literatura nacional”, destaca a policial penal Clarice Damasceno, gerente de Educação e Cidadania da Seris.


Fonte: Regina Carvalho/Ascom Seris

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