O Agosto Dourado é o mês dedicado à conscientização sobre a importância do aleitamento materno, prática fundamental para a saúde e o desenvolvimento do bebê. No entanto, quando a maternidade cruza com um diagnóstico de câncer, uma série de dúvidas, medos e inseguranças toma conta das pacientes.
Para Bárbara Marques, oncologista da Oncomed-BH, o diagnóstico de câncer em mulheres em idade fértil exige um olhar humanizado e um planejamento cuidadoso por parte da equipe médica. "O desejo de ser mãe e de amamentar é uma parte muito importante da vida de muitas mulheres. Quando o câncer surge nessa fase, é comum que a paciente sinta que esse sonho foi interrompido. A informação correta é o primeiro passo para acolher essa mulher, desmistificando medos e garantindo a segurança tanto da mãe quanto do bebê", explica a especialista.
Para ajudar a esclarecer o tema durante a campanha do Agosto Dourado, a especialista listou quatro mitos e verdades sobre a relação entre amamentação e oncologia:
A médica ressalta, por fim, que cada caso é único e o planejamento deve ser sempre individualizado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar. "É fundamental que a mulher não se sinta culpada caso a amamentação não seja possível ou precise ser interrompida. O vínculo de amor e afeto entre mãe e bebê transcende o aleitamento e pode ser construído de inúmeras outras formas. O mais importante é garantir que essa mãe realize o tratamento adequado de forma segura, mantendo sua saúde para poder acompanhar o crescimento e o desenvolvimento do seu bebê", conclui a oncologista da Oncomed-BH.
Sobre a Oncomed-BH
A Oncomed-BH faz parte do Grupo Orizonti, fundado pelos médicos Amândio Soares Fernandes Júnior e Roberto Porto Fonseca – tendo como sócios os doutores Ernane Bronzatti e Marcelo Guimarães. A clínica é especializada na prevenção e no tratamento de câncer e tem como foco principal oferecer à sociedade local uma equipe multidisciplinar e acompanhamento integral com suporte psicológico, nutricional e bem-estar, garantindo a jornada do tratamento de forma humanizada.
Fonte: Assessoria