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08/11/2019 às 06h30

Cultura

Estudantes da rede pública contam estórias para crianças na Bienal do Livro

Alunos também realizaram apresentação teatral sobre bullying; atividades aconteceram no estande da Esmal com a Almagis

Estudante Teresa Raquel contando a estória da 'Chapéuzinho vermelho' para crianças. - Lucas de França/Dicom

O Programa Cidadania e Justiça na Escola (PCJE) levou, nesta quinta-feira (7), para 9° Bienal Internacional do Livro, estudantes da Escola Municipal Mota Trigueiros, que realizaram contação de estórias voltadas para crianças. O público infantil ainda ouviu o grupo de poetas “Pé de Poesia” recitar alguns poemas tradicionais da literatura brasileira. As atividades ocorreram no estande da Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal) com a Associação de Magistrados de Alagoas (Almagis), localizado no Espaço Armazém.

No início da tarde, as crianças se reuniram para ouvir a estória da “Chapeuzinho Vermelho”, contada pela estudante Teresa Raquel, de 15 anos. “O contato com as crianças é sempre muito recíproco. É uma troca de experiências. Eu passo a história para elas e elas passam a história delas para mim. As crianças prestam bastante atenção. Por mais que já conheçam a história, é como se fosse algo novo”, disse.

A aluna Teresa ainda faz parte do grupo teatral de estudantes chamado "Lega dos Boregas", também da Mota Trigueiros, que realizaram uma apresentação teatral sobre bullying. “É importante debater esse tema o tempo inteiro. As pessoas podem até achar que é uma coisa batida, mas o bullying ainda é muito presente e, infelizmente, não é algo de agora”, ressaltou.

A professora Bianca Vieira avaliou como enriquecedor o envolvimento de seus alunos na contação de estórias. “É importante nossos estudantes terem esse contato com crianças mais novas porque é um incentivo para que eles leiam e busquem conhecimento e aprendizado”, disse.

Segundo Luzia Rodrigues, pedagoga do PCJE, as apresentações dos estudantes foram a comprovação do que o programa trabalhou durante o ano. “Esses alunos vieram para ser protagonistas hoje, já que eles trabalharam nas escolas através de palestras que levamos sobre bullying, drogas, entre outros temas. Eles aprenderam e agora vieram também contar histórias”, revelou.


Fonte: Esmal TJAL

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