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05/08/2020 às 20h00

Geral

Programa Criança Alagoana apoia Centro de Parto Normal em Marechal Deodoro

Estado vai garantir que mais gestantes recebam atendimento humanizado

Apoiar investimentos na saúde que incentivem o parto natural e humanizado faz parte da política de cuidados com a primeira infância em Alagoas, e por isso o Programa Criança Alagoana (CRIA) está presente no novo Centro de Parto Normal Imaculada Conceição, inaugurado nesta quarta-feira (5) em Marechal Deodoro. Com o apoio do Governo do Estado, o centro vai possibilitar que as gestantes tenham assistência acolhedora do pré-parto até os primeiros contatos com o bebê.

A maternidade de Marechal Deodoro dispõe de três quartos PPP, um espaço destinado ao pré-parto, parto e puerpério, privativo para cada mulher e seu acompanhante, onde a atenção aos períodos clínicos do parto e do nascimento ocorre no mesmo ambiente, da internação à alta. No total, o Estado investiu R$ 970 mil na reestruturação na casa maternal.

Além disso, as pacientes contam com uma equipe especializada de obstetras, enfermeiros obstetras e tutores do Método Canguru e técnicos de enfermagem assistência ao pré-parto, parto, pós-parto e recém-nascido.

A coordenadora do núcleo da saúde do Programa CRIA, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Alessandra Viana, afirma que o novo Centro de Parto Normal reforça os pilares do programa da primeira infância de Alagoas, o qual incentiva o parto e o nascimento humanizado.

“Os equipamentos fornecidos pelo Estado, além de possibilitar a livre escolha da gestante de como quer parir, garante segurança ao ato de nascer. É nesse padrão de cuidados com a gestante e o bebê que o CRIA quer incentivar a abertura de novos centros de parto normal, assim como já acontece no Hospital da Mulher”, disse Alessandra.

O parto normal e humanizado baseia-se nos princípios de levar em consideração as experiências pessoais, culturais e sexuais da mulher, dando-lhe autonomia e protagonismo no parto e nascimento do bebê. Essas boas práticas adotadas nos centros de Alagoas baseiam-se nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e na Rede Cegonha.


Fonte: Agência Alagoas

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