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Agora no Painel Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas

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Primeiro debate presidencial termina com Lula e Flávio ausentes

Ataques dominam o palco

24.08.2026 às 10:40
Divulgação


Inusitado

O primeiro debate televisivo das eleições de 2026, realizado pela Band na noite de domingo (23), teve um cenário inusitado: apenas três candidatos compareceram — Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury. Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema não participaram. As ausências acabaram se tornando o principal assunto do encontro, com críticas constantes dos candidatos presentes e um debate concentrado em segurança pública, economia, relações exteriores e jornada de trabalho.

Fortalecendo o diálogo 

Nos bastidores do Planalto, Lula intensificou a estratégia de manter contato pessoal com Donald Trump, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil. A avaliação de assessores é que um canal direto entre os presidentes poderia diminuir a influência do secretário de Estado Marco Rubio nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante das tensões diplomáticas recentes. O tema ganha dimensão política porque mistura diplomacia e repercussões sobre o ambiente eleitoral brasileiro.

Tramitações 

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado começa oficialmente a analisar duas das propostas mais relevantes do calendário político de 2026. A PEC que trata do fim da escala 6×1 terá relatoria de Omar Aziz, enquanto Rogério Carvalho será responsável pela PEC da Segurança Pública. A entrada das matérias na CCJ transforma duas promessas legislativas em pautas efetivas de discussão durante a campanha eleitoral.

Estrutura especial 

O Tribunal Superior Eleitoral instituiu uma Sala Nacional de Situação Climática para acompanhar diariamente previsões meteorológicas, alertas hidrológicos e possíveis impactos sobre locais de votação, transporte, energia e telecomunicações durante as eleições de outubro. A iniciativa busca antecipar medidas de contingência diante de eventos extremos e reforçar a segurança operacional do processo eleitoral em todo o país.

Justiça Eleitoral obriga Extra a retirar vídeo 

A campanha começou a ganhar também uma forte frente judicial. A coligação de JHC acionou a Justiça Eleitoral contra 16 perfis que divulgaram trechos de um discurso de Renan Filho contendo acusações contra o ex-prefeito. Entre eles estava o Jornal EXTRA Alagoas, que recebeu ordem para retirar uma publicação do Instagram em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Nova frente jurídica para a chapa de Renan

A candidatura de Yale Fernandes a vice-governador continua sob questionamento eleitoral. O Ministério Público Eleitoral questionou seu registro por causa da desincompatibilização do cargo que exercia, enquanto o MDB sustenta que o afastamento ocorreu dentro do prazo legal e apresentou documentação em defesa da candidatura. A própria cobertura política da Tribuna registrou neste domingo que o partido considera regular a situação de Yale.


Com informações CnnBrasil/Senado Federal/TSE/Tribuna Hoje/Extra-AL

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MDB apresenta a maior estrutura de candidaturas de Alagoas; PSDB aparece em segundo

22.08.2026 às 12:20
AssessorIA


MDB X PSDB

Levantamento publicado neste sábado pela Tribuna mostra que o MDB é o partido com maior número de candidaturas registradas em Alagoas: 45. São 27 candidatos a deputado estadual, dez a federal, governador, vice, dois candidatos ao Senado e quatro suplentes. O PSDB aparece em seguida, com 38 candidaturas.

Jornalistas na disputa

A Tribuna Independente destaca neste sábado a presença de profissionais de imprensa entre os candidatos de 2026, concorrendo a diferentes cargos. São jornalistas, radialistas e comunicadores que procuram transformar a experiência de exposição pública e contato cotidiano com problemas do estado em capital eleitoral.

Fortalezas eleitorais

Novos recortes do Datafolha ajudam a compreender melhor a eleição. Lula apresenta vantagem entre mulheres, eleitores de menor renda, católicos e no Nordeste. Flávio Bolsonaro, por sua vez, tem desempenho superior entre homens, evangélicos, eleitores de renda mais alta e no Sul. No Nordeste, o cenário de segundo turno aponta 61% a 30% para Lula; no Sul, Flávio aparece com 50% contra 38%. Sudeste e o conjunto Centro-Oeste/Norte apresentam maior equilíbrio.

Rejeição elevada 

Outro dado do Datafolha merece atenção separada. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 46% dos entrevistados e Lula por 45%, situação de empate dentro da margem de erro. A pesquisa ouviu 2.058 eleitores entre 18 e 20 de agosto.

Instagram e IA nas campanhas 

Um levantamento divulgado pela própria Câmara dos Deputados mostra que o Instagram se tornou a principal plataforma utilizada pelos candidatos a deputado federal nesta largada eleitoral. A instituição chama atenção também para as regras digitais de 2026: conteúdos produzidos ou manipulados por inteligência artificial precisam ser identificados de maneira explícita, destacada e acessível.


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Alcolumbre envia PEC do fim da escala 6×1 e PEC da Segurança para a CCJ

21.08.2026 às 20:00
Saulo Cruz Agência Senado


Alcolumbre envia PECS  para a CCJ

 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou nesta sexta as duas propostas à Comissão de Constituição e Justiça. Omar Aziz (PSD-AM) será relator da PEC sobre a escala 6×1, enquanto Rogério Carvalho (PT-SE) ficará responsável pela PEC da Segurança Pública.

Omar Aziz já afirmou que pretende apresentar seu relatório sobre a 6×1 no início de setembro. Portanto, uma pauta inicialmente vista como possível bandeira eleitoral começa efetivamente a andar no Senado durante a campanha.

TSE define tempo de rádio e televisão 

O Tribunal Superior Eleitoral definiu a divisão do horário eleitoral gratuito para a Presidência. A coligação de Lula terá 5 minutos e 31 segundos por bloco, enquanto Flávio Bolsonaro terá 4 minutos e 20 segundos. A propaganda presidencial no rádio e na televisão começa em 28 de agosto e vai até 1º de outubro.

A diferença de pouco mais de um minuto dá a Lula vantagem na mídia tradicional, embora esta eleição provavelmente tenha nas redes sociais uma arena tão ou mais importante que rádio e televisão.

 Novos integrantes da equipe econômica

A campanha de Flávio Bolsonaro apresentou nesta sexta-feira sete novos nomes para a elaboração de seu programa econômico. Eles se juntam ao núcleo que tem Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, e Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia, entre seus integrantes. Entre os novos colaboradores há economistas, profissionais do mercado e antigos integrantes da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro.

O movimento indica uma nova etapa da campanha: depois de uma largada fortemente baseada no discurso político e na ligação com Jair Bolsonaro, Flávio começa a procurar dar maior conteúdo programático à candidatura, especialmente na economia.

 Lula leva campanha a Minas 

Lula participa nesta noite, em Belo Horizonte, do lançamento da candidatura de Patrus Ananias ao Governo de Minas Gerais, na Praça da Estação. O ato também reúne as candidaturas de Marília Campos e Áurea Carolina ao Senado e marca a entrada mais intensa da campanha presidencial petista no estado.

Minas merece atenção especial durante toda a campanha: além de ser o segundo maior colégio eleitoral brasileiro, tradicionalmente possui peso simbólico nas eleições presidenciais. A presença de Lula mostra que a campanha pretende investir cedo na construção de um palanque estadual competitivo.

Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar desembarcam em Alagoas na próxima semana

A campanha presidencial entrará diretamente no cenário alagoano. Flávio Bolsonaro e seu candidato a vice, o alagoano Alfredo Gaspar, cumprirão agenda no estado nos dias 25 e 26 de agosto. A programação prevista inclui compromissos em Maceió e outras atividades políticas ainda em organização.

Particularmente interessante

A visita será particularmente interessante depois do movimento que acompanhamos ontem. Lula já entrou diretamente na eleição estadual pedindo votos para Renan Filho; agora o campo adversário recebe Flávio e Alfredo.

Questão adicional

E existe uma questão adicional: observar quanto JHC participará dessa agenda. Até aqui, sua estratégia parece ser evitar que a eleição estadual seja completamente absorvida pela polarização presidencial. A visita será o primeiro grande teste dessa posição.

Protagonismo concentrado

A eleição para o Senado começa a adquirir dinâmica própria. Alagoas terá sete candidatos disputando duas cadeiras, mas Renan Calheiros e Arthur Lira aparecem como dois dos nomes de maior peso político da disputa. O Jornal Extra chama atenção justamente para o protagonismo dos dois, apesar de pertencerem a grupos que historicamente protagonizaram fortes confrontos no estado.

Peculiaridade

Esse quadro reforça aquela peculiaridade que já foi assunto em nossos editoriais: o voto para governador não necessariamente determinará os dois votos para senador. Prefeitos e lideranças municipais podem apoiar Renan Filho ou JHC e, simultaneamente, construir combinações próprias para o Senado.


Com informações Poder 360/BandNews/Senado Federal/Portal Cada Minuto/Extra-AL

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TSE impõe fortes restrições à campanha de Pablo Marçal

20.08.2026 às 14:40
Reprodução CNN Brasil


Restrições à campanha

O TSE concedeu nesta manhã uma liminar que impede Pablo Marçal de participar de debates e atos de campanha, além de restringir seu acesso a recursos partidários, segundo a CNN Brasil. A decisão ocorre no processo que discute sua situação eleitoral e produz impacto imediato sobre uma candidatura presidencial em plena primeira semana de campanha. Por ser uma liminar, o caso ainda terá novos capítulos judiciais.

Sem tratamento diferenciado 

O chamado caso Lulinha voltou ao centro do noticiário político. Em reunião no Palácio da Alvorada, Lula reiterou que seu filho Fábio Luís Lula da Silva deve prestar os esclarecimentos solicitados pela Polícia Federal e que não deve receber tratamento diferente por ser filho do presidente. Segundo o Metrópoles, o assunto apareceu durante uma reunião que tratava também da estratégia eleitoral em São Paulo.

Estratégia seletiva

A campanha de Flávio Bolsonaro decidiu adotar uma estratégia seletiva para os debates presidenciais do primeiro turno. Segundo reportagem da Folha, Flávio pretende participar dos encontros nos quais Lula também esteja presente, procurando evitar debates em que se torne o principal alvo dos demais candidatos da direita. A decisão mostra como a campanha pretende reforçar desde o início a polarização direta com o presidente.

De olho no "centro"

Enquanto a campanha ganha as ruas, Lula também trabalha nos bastidores para ampliar sua base eleitoral entre partidos de centro que permanecem neutros na disputa presidencial. Segundo a Band, o presidente combina essa articulação com pressão para que o Congresso avance em pautas econômicas consideradas importantes pelo governo. A estratégia procura construir palanques estaduais mais amplos e reduzir o isolamento partidário em determinadas regiões.

Lula na campanha alagoana 

O presidente Lula declarou nesta quinta-feira apoio explícito à candidatura de Renan Filho (MDB) ao Governo de Alagoas. Em vídeo divulgado nas redes sociais do candidato, Lula pediu votos ao aliado e destacou sua experiência administrativa. O movimento formaliza algo que politicamente já era esperado, mas acrescenta um componente importante à campanha: o MDB passa a poder explorar diretamente a imagem e o apoio do presidente na tentativa de nacionalizar parte da disputa estadual.


*Com informações de CNN Brasil/Folha/Metrópoles/Band News/Portal Cada Minuto

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TSE vive divisão interna em decisões sobre conteúdos da campanha de Lula e Flávio

19.08.2026 às 12:40


Divisão interna

Decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral expuseram divergências entre os ministros sobre os limites da propaganda política nas redes sociais. Segundo a CNN Brasil, o plenário reverteu decisões envolvendo conteúdos contra Lula, deixando o presidente do TSE, Nunes Marques, e André Mendonça em posição minoritária em alguns julgamentos. O assunto ganha importância porque a campanha oficial acaba de começar e decisões tomadas agora poderão ajudar a estabelecer os parâmetros utilizados pela Corte durante toda a eleição

 Caso do INSS no centro da campanha 

Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que o esquema de corrupção investigado no INSS teria chegado ao gabinete de Lula, elevando o caso ao confronto presidencial. A declaração foi feita durante atividade de campanha e indica que o episódio deverá ser explorado pelo candidato do PL como instrumento de desgaste do governo. A tendência é que o assunto permaneça no noticiário eleitoral, sobretudo se surgirem novos elementos das investigações ou respostas mais contundentes do Planalto.

Bets e "Blusinhas" em plena campanha

Lula reuniu ministros para discutir duas pautas com repercussão política e econômica: bets e a medida provisória relacionada à chamada “taxa das blusinhas”. O governo procura definir uma estratégia para os temas num momento em que o Congresso começa a reduzir seu ritmo por causa das campanhas estaduais. A discussão das apostas ganha dimensão adicional porque o assunto vem sendo incorporado também ao discurso eleitoral de diferentes candidatos.

Só depois da eleição

O Senado deverá avançar na tramitação das propostas relacionadas ao fim da escala 6×1 e à Segurança Pública, mas isso não significa necessariamente votação imediata em plenário. Análise publicada nesta quarta-feira pela CNN aponta que Davi Alcolumbre mantém o controle sobre o calendário e que a decisão final pode ficar para depois do segundo turno. O movimento permite que temas de forte apelo popular avancem no Congresso sem obrigar os senadores a uma votação definitiva em plena campanha eleitoral.

Invadindo redutos adversários

Os primeiros movimentos revelam uma estratégia curiosa. Renan Filho está mirando Maceió e o eleitorado evangélico, dois terrenos nos quais JHC tradicionalmente apresenta força. Nesta semana, Renan utilizou obras de mobilidade realizadas durante sua gestão para falar diretamente à capital e prometeu novos viadutos no Benedito Bentes e em Cruz das Almas. Também participou de atividade ligada à Assembleia de Deus. JHC fez o movimento inverso: visitou o Hospital da Cidade e passou a apresentar a saúde municipal como modelo que pretende levar para todo o estado — justamente uma área transformada em importante vitrine pelos governos estaduais do grupo adversário.

Pesquisas com recorte territorial

Uma decisão eleitoral importante desta quarta-feira: o TRE de Alagoas afastou multas aplicadas ao Instituto Falpe e à Plus Comunicação e reconheceu a possibilidade de pesquisas para cargos estaduais utilizarem recortes territoriais, desde que os critérios metodológicos sejam devidamente informados. O caso envolvia pesquisa sobre Governo e Senado realizada apenas em determinados municípios. A discussão é relevante porque pesquisas terão papel central numa disputa estadual que começa bastante competitiva e estabelece um precedente importante sobre como levantamentos regionais poderão ser divulgados durante a campanha.


Com informações CNN Brasil/Poder 360/Metrópoles/Tribuna Hoje

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Flávio Bolsonaro relata ao TSE aumento de ameaças durante a campanha

18.08.2026 às 10:40
Portal CNJ


Ameaças

A campanha de Flávio Bolsonaro encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral um relatório relatando uma escalada de ameaças e conteúdos considerados de risco contra o candidato. Segundo a CNN Brasil, o documento reúne postagens encontradas nas redes sociais e sustenta a necessidade de reforço das medidas de segurança. O assunto ganha relevância logo nos primeiros dias da campanha oficial e deverá mobilizar também os órgãos responsáveis pela proteção dos candidatos à Presidência.

 Mais de 20 mil pedidos de registro de candidaturas

Encerrado o prazo de registro, começa a aparecer a dimensão definitiva da eleição brasileira. Dados do TSE compilados pelo Senado mostram 20.506 pedidos de registro de candidatura para os cargos em disputa neste ano. O número inclui Presidência, governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas. Agora começa outra etapa importante: a Justiça Eleitoral analisará os pedidos e eventuais impugnações.

 314 candidatos ao Senado

A renovação de dois terços do Senado transforma a Casa numa das principais batalhas políticas de 2026. São 314 candidatos concorrendo às 54 cadeiras disponíveis, média nacional de 5,8 candidatos por vaga. Dos atuais integrantes da Casa, 32 senadores tentarão a reeleição. O resultado será particularmente importante porque definirá boa parte da correlação de forças no Congresso durante os próximos quatro anos — e terá reflexos que ultrapassam o próximo mandato presidencial.

Tarcísio mira agenda nacional

A entrada de Tarcísio de Freitas na campanha paulista também chamou atenção nacional. Embora dispute a reeleição ao Governo de São Paulo, Tarcísio utilizou sua largada para abordar temas que ultrapassam a agenda estadual: criticou as bets, defendeu mudanças no Código Penal e falou em reforma orçamentária. A movimentação mantém o governador como personagem relevante do campo da direita mesmo fora da corrida presidencial e já alimenta interpretações sobre sua posição no cenário político pós-2026.

Contaminação eleitoral em AL

Os primeiros movimentos indicam que a eleição estadual poderá ser contaminada — ou impulsionada — pela disputa presidencial. Renan Filho já associou explicitamente sua campanha a Lula, enquanto integrantes de seu grupo procuram vincular JHC ao campo de Flávio Bolsonaro. O deputado Rafael Brito afirmou que a presença do PL, de Arthur Lira e de aliados de Flávio na composição adversária torna essa polarização praticamente inevitável. A estratégia começa a desenhar uma campanha que pode deixar de ser apenas JHC × Renan para também incorporar o confronto político nacional.

 Manifestação conjunta de unidade

Depois das tensões provocadas pela indefinição das chapas, JHC, Ronaldo Lessa e Marina Candia apareceram juntos numa publicação divulgada na noite desta segunda-feira. O gesto procura transmitir unidade política após o fechamento das candidaturas e reorganizar publicamente o grupo para o início da campanha. A movimentação é especialmente relevante depois de uma semana marcada por negociações, rumores e mudanças de última hora na configuração eleitoral alagoana.


Com informações Senado Federal/Poder 360/Folha/Extra-AL

 

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Lula e Flávio dão a largada oficial à campanha em atos de São Bernardo e Copacabana

17.08.2026 às 10:20
AssessorIA


Foi dada a largada

Os dois principais candidatos à Presidência da República iniciaram oficialmente suas campanhas neste domingo. Lula voltou ao Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, cenário histórico de sua trajetória sindical, enquanto Flávio Bolsonaro escolheu Copacabana, no Rio de Janeiro. Lula enfatizou soberania nacional, defesa das riquezas minerais e a necessidade de eleger aliados para o Congresso. Flávio adotou discurso fortemente crítico ao governo e ao STF, utilizou um áudio de Jair Bolsonaro e procurou apresentar-se como herdeiro político do ex-presidente.

Estratégias distintas 

Mais interessante do que comparar simplesmente o tamanho das manifestações é observar como cada campanha pretende construir seu candidato. O PT explorou intensamente a história pessoal e sindical de Lula, além da defesa da soberania. Já Flávio buscou associar sua candidatura ao legado do pai, ao antipetismo e às críticas ao chamado “sistema”. Segurança pública, economia, eleitorado religioso e busca pelo voto feminino também apareceram nos discursos. Os primeiros atos, portanto, começaram a revelar a identidade que cada campanha pretende apresentar ao eleitor.

Disputa pelo Congresso 

No lançamento da candidatura, Lula deixou explícito que sua campanha não pretende olhar apenas para o Palácio do Planalto. O presidente pediu a eleição de deputados e senadores aliados, defendendo a formação de uma maioria parlamentar capaz de sustentar um eventual quarto mandato. A estratégia confirma algo que já vínhamos observando: a eleição para o Senado ganhou importância excepcional em 2026, quando dois terços das cadeiras estarão em disputa.

Espalhados pelo país 

Encerrados os atos inaugurais, começa hoje efetivamente a campanha de rua. Lula segue para o Amapá, enquanto Flávio Bolsonaro inicia compromissos em Minas Gerais. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concentram agendas em São Paulo. A campanha de Lula já planeja dar atenção especial ao Sudeste, onde estão os maiores colégios eleitorais do país e onde a disputa presidencial tende a ser particularmente importante.

Grande carreata em Maceió

Depois de dias de incerteza sobre seu futuro político, JHC (PSDB) iniciou oficialmente a campanha ao Governo de Alagoas neste domingo (16) com uma grande mobilização em Maceió. A concentração começou na região do Aeroporto Zumbi dos Palmares e reuniu apoiadores, candidatos e lideranças da coligação. Arthur Lira, candidato ao Senado, participou da mobilização ao lado de JHC. A carreata ganha peso político adicional porque funciona como uma demonstração pública de que a turbulência dos últimos dias não rompeu a aliança entre os dois.

Um pé em cada canoa

Uma movimentação que ilustra muito bem a peculiaridade das alianças alagoanas: o deputado federal Daniel Barbosa formalizou apoio a Renan Filho para o Governo, mas anunciou que seus votos para as duas cadeiras do Senado serão Arthur Lira e Renan Calheiros. A composição atravessa os dois principais campos políticos estaduais e mostra que a disputa para o Senado terá alianças muito menos rígidas do que a eleição para governador.

*Com informações de Metrópoles/Veja/Correio dos Municíoios/Extra AL

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O destino de JHC

Destino eleitoral de JHC (PSDB) chega ao momento decisivo.

15.08.2026 às 10:40


O destino de JHC

Depois de dias de especulações, encontros e informações contraditórias, o destino eleitoral de JHC (PSDB) chega ao momento decisivo. O prazo para registro das candidaturas termina às 19h deste sábado, e a principal expectativa da política alagoana é saber se o ex-prefeito manterá a candidatura ao Governo ou confirmará a surpreendente migração para o Senado. Embora aliados tenham relatado que JHC comunicou a Lula e ao PSDB sua disposição de disputar uma cadeira de senador, até esta manhã a mudança ainda não havia sido formalizada.Quaest aponta redução da distância entre Lula e Flávio Bolsonaro

Disputa mais apertada

Nova rodada da Quaest, divulgada neste sábado, mostra uma disputa presidencial mais apertada. Em eventual segundo turno, Lula aparece com 43% e Flávio Bolsonaro com 40%, configurando empate técnico segundo a margem informada pela pesquisa. O levantamento reforça uma tendência que diferentes pesquisas vêm captando com intensidades distintas: a eleição continua aberta e a distância entre os dois principais candidatos merece acompanhamento justamente quando começa a campanha oficial.

Destravando a pauta

A retomada do diálogo entre Lula e Davi Alcolumbre começa a produzir consequências concretas no Congresso. Depois das recentes reuniões entre os dois, o presidente do Senado avançou na tramitação de pautas importantes para o Planalto, entre elas propostas relacionadas ao fim da escala 6×1 e à segurança pública. O movimento confirma que a reaproximação não ficou apenas no terreno protocolar e pode melhorar a capacidade de articulação do governo no Senado.

Esforço concentrado

O presidente do Senado anunciou um novo período de esforço concentrado entre 31 de agosto e 4 de setembro, desta vez com presença física dos senadores. A medida tenta garantir votações importantes antes que a campanha eleitoral provoque um esvaziamento ainda maior do Congresso. A agenda legislativa deverá ficar cada vez mais condicionada às eleições à medida que deputados e senadores concentrem suas atividades nos estados.

Última etapa burocrática

Partidos e federações têm até hoje, 15 de agosto, para apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro dos candidatos que disputarão as eleições de outubro. É a última grande etapa burocrática antes da abertura oficial da campanha. A conclusão dos registros também permitirá enxergar com maior precisão o quadro definitivo das disputas para Presidência, governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas.


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Campanha eleitoral começa oficialmente neste domingo e novas regras para IA entram em cena

14.08.2026 às 13:20


Falta pouco...

A partir de domingo, 16 de agosto, candidatos estarão oficialmente autorizados a fazer propaganda eleitoral. Além das regras tradicionais, 2026 terá atenção especial para o ambiente digital: conteúdos produzidos ou manipulados por inteligência artificial precisam ser identificados, enquanto deepfakes estão proibidos, mesmo quando houver autorização das pessoas retratadas. Lives de candidatos também passam a estar submetidas às regras eleitorais. O início da propaganda deve mudar significativamente o ritmo da disputa já neste fim de semana.

Filiação corrigida após registro indevido

Um episódio bastante incomum movimentou a eleição: Flávio Bolsonaro apareceu no sistema da Justiça Eleitoral como filiado ao partido Missão, o que inicialmente impediu o registro de sua candidatura presidencial pelo PL. O presidente do TSE, Nunes Marques, determinou o restabelecimento da filiação ao PL e a exclusão do vínculo indevido. O tribunal informou que não se tratou de invasão hacker, mas de uso indevido do sistema por alguém com credenciais partidárias. Diante do caso, o TSE suspendeu temporariamente o processamento de novas filiações e determinou apuração.

 Segunda grande batalha nacional 

A disputa presidencial está transbordando para os estados. Lula e Flávio Bolsonaro passaram a se envolver diretamente nas campanhas de aliados ao Senado, gravando materiais, articulando palanques e tentando transferir votos. O motivo é estratégico: dois terços das 81 cadeiras estarão em disputa. Uma maioria favorável pode alterar profundamente a correlação de forças no Congresso a partir de 2027, inclusive em indicações para tribunais superiores e em eventuais processos contra ministros do STF.

Endurecendo o discurso

O programa apresentado por Flávio Bolsonaro mantém elementos econômicos e conservadores associados ao governo de Jair Bolsonaro, mas avança em posições mais duras em determinadas áreas. Segundo análise do documento, há propostas de mudanças relacionadas ao STF e forte ênfase em segurança pública. A apresentação do programa é relevante porque começa a deslocar parte do debate da simples polarização Lula × Bolsonaro para a comparação concreta entre propostas de governo.

Confronto de gigantes em Alagoas 

A eventual mudança de candidatura de JHC não resolve simplesmente um problema — cria outro enorme. O ex-prefeito entraria numa eleição que já tem Arthur Lira e Renan Calheiros entre seus protagonistas, com apenas duas vagas disponíveis. Reportagens nacionais destacam particularmente o impacto sobre Lira, até então aliado político de JHC. Segundo o UOL, a comunicação da mudança provocou forte irritação no grupo do ex-presidente da Câmara. A Gazeta do Povo também aponta que a entrada de JHC ameaça diretamente o favoritismo construído por Lira para chegar ao Senado.

Próximas horas decisivas

Enquanto parte do noticiário já dá a candidatura ao Senado como certa, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, adotou posição mais cautelosa nesta sexta-feira. Questionado sobre o destino de JHC, afirmou que “até agora” não havia definição e ressaltou que a situação alagoana é peculiar. O ex-governador Teotonio Vilela também afirmou que o partido ainda não sabia se JHC disputaria Senado ou governo. A divergência entre os relatos de bastidores e as declarações partidárias torna particularmente importantes as próximas horas, às vésperas do encerramento do prazo para registro das candidaturas.

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E se JHC for candidato ao Senado?

Esta é a nova pergunta que ganhou as últimas horas na reta final da definição das chapas

13.08.2026 às 12:00


Ricardo Leal*

A política alagoana ganhou nas últimas horas uma nova pergunta — e ela é grande o suficiente para mexer praticamente em todas as peças do tabuleiro eleitoral: e se JHC desistir de disputar o Governo de Alagoas e for candidato ao Senado?

A hipótese deixou de ser apenas especulação depois da notícia de que o ex-prefeito de Maceió esteve em Brasília para uma conversa reservada com o presidente Lula. Do encontro teria saído a sinalização de que JHC poderia trocar a candidatura ao governo por uma das duas vagas ao Senado.

Se isso realmente acontecer, será necessário olhar a decisão por dois ângulos.

Pelo lado pragmático, disputar o Senado pode representar para JHC um caminho eleitoral menos arriscado. Ele chegaria à disputa carregando um patrimônio político considerável, construído sobretudo em Maceió, onde deixou a prefeitura depois de uma reeleição consagradora em 2024. Em uma eleição com duas vagas, não precisaria necessariamente derrotar todos os seus principais adversários, mas apenas estar entre os dois mais votados.

Há também uma questão de tempo. JHC tem 39 anos e uma eventual passagem pelo Senado poderia ampliar sua dimensão política nacional, fortalecer relações em Brasília e permitir que retornasse futuramente à disputa pelo governo ainda jovem e, talvez, politicamente mais estruturado.

Mas a conta está longe de ter apenas vantagens.

JHC deixou a Prefeitura de Maceió antes do término do mandato justamente para ficar apto a disputar as eleições deste ano. Durante meses, construiu sua imagem como principal alternativa ao grupo político que governa Alagoas e preparou sua candidatura ao Palácio República dos Palmares. Recuar agora inevitavelmente produziria uma pergunta entre seus próprios eleitores: por que desistir justamente quando chegou a hora do confronto?

Esse talvez seja o maior custo da mudança.

Uma candidatura majoritária não se constrói apenas com pesquisas eleitorais. Constrói-se também com expectativa, discurso e posicionamento. Ao apresentar-se como candidato ao governo, JHC reuniu aliados e passou a representar eleitoralmente uma parcela expressiva dos alagoanos que desejava uma alternativa ao grupo dos Calheiros. Deixar essa disputa praticamente entregaria a Renan Filho uma estrada muito menos acidentada de volta ao governo.

Existe ainda outro componente explosivo.

Se JHC entrar na corrida pelo Senado, não chegará a um terreno vazio. Renan Calheiros busca a reeleição e Arthur Lira também está na disputa. Ou seja, uma eventual candidatura de JHC transformaria a eleição para senador numa das mais duras e imprevisíveis batalhas políticas da história recente de Alagoas.

Nesse cenário, alguém grande necessariamente ficaria pelo caminho.

E talvez esteja justamente aí uma das razões pelas quais Brasília observa Alagoas com tanta atenção. Para Lula, retirar JHC da disputa pelo governo seria extremamente conveniente: fortaleceria Renan Filho e praticamente eliminaria o principal obstáculo eleitoral à candidatura do MDB. Ao mesmo tempo, porém, lançar JHC ao Senado acrescentaria um personagem fortíssimo a uma disputa que já envolve Renan Calheiros e Arthur Lira.

Para JHC, portanto, a decisão não parece simples.

O Senado pode significar menor risco eleitoral, oito anos de mandato, projeção nacional e a possibilidade de adiar — e não abandonar — o projeto de governar Alagoas.

O Governo, por outro lado, representa a oportunidade de enfrentar agora uma eleição para a qual ele se preparou durante anos e consolidar definitivamente sua condição de liderança estadual.

Há momentos na política em que prudência e ousadia apontam para caminhos diferentes.

O Senado pode ser a escolha mais segura.

Mas é o Governo de Alagoas que pode transformar JHC, já em 2026, no principal protagonista de uma nova configuração do poder político alagoano.

A pergunta, portanto, talvez não seja apenas se JHC pode vencer uma eleição para o Senado.

A pergunta que ele terá de responder é outra:

quanto custa desistir de disputar o governo justamente agora?



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