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Agora no Painel Segunda etapa da vacinação contra raiva imuniza cães e gatos no próximo sábado

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Era para ser uma eleição atípica...

27.10.2020 às 09:53

Essa realmente era para ser uma eleição atípica, sem aglomerações, sobretudo. Afinal, estamos ainda na pandemia do Coronavírus, mas, se na pré-campanha os políticos não obedeceram às regras das autoridades médicas e da ciência, imagine se fariam isso, agora, na campanha propriamente dita?
Nos semáforos e em alguns pontos mais movimentados de Maceió, por exemplo, vê-se claramente jovens distribuindo adesivos e toda propaganda eleitoral, sem a devida proteção que o momento exige, à exceção da máscara que nem sempre está no rosto e com os cuidados necessários. Já as caminhadas, essas, não há qualquer prevenção, nem dos candidatos, nem dos prováveis eleitores.


Em três cidades do Litoral Norte, São Luiz do Quitunde, Barra de Santo Antônio e Paripueira, um juiz, eleitoral corajoso e sensato, proibiu comícios, caminhadas e quaisquer eventos que provoquem aglomeração.
Exemplo que deveria ser seguido nos demais municípios, em Alagoas e no Brasil.


Mas, já que é impossível seguir à risca a prevenção à Covid por meio do distanciamento social, que pelo menos as candidaturas banquem os EPIs (equipamentos de proteção individual) para quem trabalha, e oriente a população, nas aglomerações, a fazer uso da máscara e álcool em gel, evitando os abraços “calorosos” que se tornam cartão-postal das campanhas políticas.


A saga de Almeida


O ex-prefeito Cícero Almeida (foto) tenta retornar à prefeitura de Maceió desde 2016, quando foi derrotado em dois turnos pelo o hoje prefeito Rui Pal­meira. Esse ano, Almeida disse que era candidato, renunciou, voltou a ser candidato, renunciou e agora está no páreo novamente. É claro que surgiu muitos boatos acerca da motivação de toda essa confusão, inclusive, um deles apontava um acordo fracassado do partido do ex-prefeito om o PSB de JHC. O fato é que Cícero, pelo menos até o fechamento da nossa coluna, era candidato, embora há quem diga que daqui para mais tarde, o homem desiste de novo.


Redes Sociais


A ex-senadora Heloísa Helena (foto), candidata à vereadora por Maceió, está focando sua campanha nas redes sociais. Conversa com a população por pelo menos duas lives por semana e vídeos, falando de suas propostas para as políticas públicas da capital. Heloísa tem um trabalho substancial no município em várias áreas, principalmente nas da saúde, educação e social.


Articulador 


O candidato a vice-prefeito de Maceió na chapa de Alfredo Gaspar de Mendonça, Tácio Melo (foto) tem sido o grande articulador político da campanha. É dele o mérito de amenizar crises em alguns grupos políticos e juntar todos no mesmo compromisso por uma Maceió cada vez melhor.  

A Lua da UP 


Lenilda Lua (foto), candidata à prefeita de Maceió pela UP, tem surpreendido pela campanha clara, objetiva e próxima das reais necessidades da população de Maceió. Valéria Correia, candidata à prefeita pelo PSOL, perdeu a oportunidade de ter Lua como sua vice. Há quem diga que a representante da UP estava disposta à aliança para unir a esquerda em uma só candidatura, mas o partido de Valéria teria brecado. Lua tende a crescer mais ainda na disputa.

*Nunca foi pacifico o clima eleitoral em Arapiraca, mas esse ano superou-se. Quem viver, verá o resultado depois de 15 de novembro próximo. 


*Campanha formiguinha, porta a porta, olho no olho, a candidata a prefeita de São José da Laje, Noemi Lyra, vai conquistando simpatia e votos.


As desigualdades na pandemia da Covid


Na edição passada, a PAINEL ALAGOAS (foto) falou sobre as desigualdades sociais e econômicas na pandemia da Covid-19. Um cenário preocupante e verdadeiro, desnudo pela realidade do vírus no Brasil e no Mundo. Também trouxemos uma reportagem sobre o retorno do Tie Dye à moda e a grife Marina Ferro, pioneira em Alagoas desse estilo elitizado, falamos sobre a arte singular do arquiteto Lúcio Moura e do “novo normal” nas telinhas de TV, com os bei­jos de efeitos especiais. 


*Publicado originalmente na coluna Palanque da edição 41 da Revista Painel Alagoas

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Vacina chinesa?Não!!!!!!

21.10.2020 às 11:42
Sérgio Lima/Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro decidiu cancelar o acordo firmado pelo Ministério da Saúde para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

A reportagem do Poder360 apurou que Bolsonaro enviou mensagens a ministros com o seguinte teor:

Alerto que não compraremos vacina da China.

Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19“.

O presidente e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), são desafetos políticos.

Bolsonaro também manifestou publicamente sua percepção negativa sobre a vacina chinesa. Em resposta a usuários do Facebook, o presidente reforçou que o Brasil não comprará o imunizante da China e falou até em “traição“.

Horas depois da publicação desta reportagem, Bolsonaro voltou a comentar o que chamou de “vacina chinesa de João Doria” em suas redes sociais. O presidente publicou, às 9h45, que não permitirá que a população brasileira seja “cobaia de ninguém“. Eis o que escreveu Bolsonaro [os grifos são do próprio presidente]:

Para o meu governo, qualquer vacina, antes de ser disponibilizada à população, deverá ser COMPROVADA CIENTIFICAMENTE PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE e CERTIFICADA PELA ANVISA. O povo brasileiro NÃO SERÁ COBAIA DE NINGUÉM. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem. Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina“.

A decisão de Bolsonaro desautoriza o ministro Eduardo Pazuello (Saúde), que havia assinado o protocolo para a aquisição das doses na véspera (3ª feira, 20.out.2020). 

O acordo previa a edição de medida provisória para disponibilizar crédito de R$ 1,9 bilhão para comprar as vacinas.

Entusiasta da CoronaVac, João Doria tem reunião nesta 4ª feira (21.out), em Brasília, com o presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres.

A agência precisa autorizar o registro da vacina para que as doses possam ser disponibilizadas à população.

Bolsonaro e Doria tem atuado em polos opostos e protagonizado embates durante a pandemia. O presidente é contrário às medidas mais restritivas para obrigar o isolamento social, enquanto o governador paulista estimulou ampla quarentena no Estado mais rico do país. Os 2 chegaram a bater boca publicamente em reunião realizada em março.

Nos últimos dias, Bolsonaro e Doria têm divergido também sobre a obrigatoriedade da aplicação da vacina assim que ela estiver disponível. O tucano diz que irá exigir a imunização em São Paulo. Já o presidente afirma que o governo federal não tornará a vacinação obrigatória e que cabe ao Ministério da Saúde recomendações dessa natureza.

CORONAVAC X OUTRAS VACINAS

A vacina chinesa contra a covid-19 está na 3ª e última fase de testes. De acordo com o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, a segurança da substância já está comprovada. Falta agora ter certeza sobre sua eficácia.

No início desta semana, autoridades paulistas apresentaram os resultados dos estudos mais recentes com a CoronaVac. Segundo os estudos, 35% dos 9.000 voluntários tiveram reações leves, como dor no local da aplicação, e nenhum efeito colateral grave durante os testes. O resultado significa que a vacina tem “excelente perfil de segurança“, de acordo com Dimas Covas. “É a vacina mais segura, no momento. Não no Brasil. No mundo“.

Os testes com a CoronaVac no Brasil são realizados desde julho com 13.000 voluntários em São Paulo e mais 6 Estados, bem como no Distrito Federal. As doses são aplicadas em profissionais de saúde que atuam no combate à pandemia. Ainda neste mês, os testes serão expandidos também para idosos, gestantes e portadores de doenças preexistentes.

O Ministério da Saúde tem acordo para compra de imunizantes da AtraZeneca (Reino Unido) e também de adesão à aliança internacional Covax.

Pesquisa realizada em agosto pelo PoderData mostrou que as vacinas em desenvolvimento que mais inspiram a confiança dos brasileiros são as dos Estados Unidos. São 26% da população os que dizem que preferem tomar a vacina norte-americana, caso várias sejam disponibilizadas. As vacinas chinesas foram a opção escolhida por só 8% dos entrevistados.


Entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (aqueles que consideram o governo “bom” ou “ótimo“), 40% dizem preferir tomar a vacina dos Estados Unidos, enquanto só 7% dizem querer o imunizante chinês.


*Com informações do Poder 360



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Suspenso pelo STF

16.10.2020 às 11:21


Suspenso

O ministro Luís Roberto Barroso determinou o afastamento por 90 dias do senador Chico Rodrigues, apanhado pela Polícia Federal com R$ 33.150 no corpo — dentre os quais R$ 15 mil em maços de dinheiro entre as nádegas. “A gravidade concreta dos delitos investigados também indica a necessidade de garantia da ordem pública”, escreveu Barroso.

Circunstâncias não reproduzidas

 “O senador estaria se valendo de sua função parlamentar para desviar dinheiro destinado ao enfrentamento da maior pandemia dos últimos 100 anos, num momento de severa escassez de recursos públicos e em que o país já conta com mais de 150 mil mortos em decorrência da doença.” Os policiais informaram ao ministro terem escolhido não reproduzir, em seu relatório, o momento em que encontraram o dinheiro. “Considerando a forma como os valores foram escondidos pelo senador Chico Rodrigues bem no interior de suas vestes íntimas, deixo de reproduzir tais imagens neste relatório para não gerar maiores constrangimentos.”

 Questionamentos e contrariedades

No Senado, a decisão de Barroso foi questionada. “E o direito ao contraditório?", disse Ângelo Coronel, que é integrante do Conselho de Ética. O caso se tornou um problema para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Ele precisa que o Supremo aprove a constitucionalidade de sua reeleição para voltar, no ano que vem, ao comando da Casa. Mas um número grande de senadores está irritado com a decisão da Corte. No meio do tiroteio, informa a Coluna do Estadão, Alcolumbre não sabe a quem contrariar. 

Enquanto isso...

O STF decidiu, por 9 votos a 1, manter a prisão do traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap. Marco Aurélio Mello, como já era esperado, foi o único voto contrário. O traficante foi solto por liminar expedida pelo agora decano do STF.

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Soltura de traficante racha STF

13.10.2020 às 15:22
Arquivo Agência Brasil - Montagem Painel

Após anos de buscas...

A ordem de soltura de André Oliveira Macedo, o André do Rap, abriu um conflito dentro do Supremo que terminou por envolver o Ministério Público e o Congresso. Um dos chefes do Primeiro Comando da Capital, responsável por tráfico de cocaína para a Europa via Porto de Santos, André havia sido preso em setembro do ano passado após anos de buscas. O ministro Marco Aurélio Mello ordenou sua soltura na última sexta-feira.

Escafedeu-se

“Advirtam-no da necessidade de permanecer em residência indicada ao Juízo”, escreveu, “e de adotar postura que se aguarda do cidadão integrado à sociedade.” De presto, o líder do PCC desapareceu. A polícia avalia que já está fora do país.

A culpa é do "Pacote"...

 André do Rap estava preso preventivamente. No Pacote Anticrime sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, um dos parágrafos inclui a definição de que prisões preventivas devem ter seus pedidos renovados a cada 90 dias. Como o prazo expirou e não havia pedido de renovação, Marco Aurélio determinou a soltura. 

...ou do Procurador?

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu Marco Aurélio. “Por que a gente não cobra do procurador?”, questionou. “Por que não cumpriu o papel dele? Ele é pago para isso, jurou a Constituição para isso. A sociedade fica contra a decisão do ministro Marco Aurélio, mas a lei precisa ser respeitada.” As associações que representam procuradores da República e Ministério Público bateram de frente com Maia. Argumentam que no entendimento de pelo menos duas turmas do STJ a obrigação prevista em lei de reavaliar as prisões preventivas é da primeira instância da Justiça. Não dos procuradores. 

Condenado, e daí?

André do Rap já havia sido julgado e condenado em primeira e segunda instância pelo crime de tráfico internacional. A última condenação, em julho último, manteve pedido de prisão por 10 anos. Segundo o promotor de São Paulo Lincoln Gakiya, na segunda condenação o desembargador já havia decretado renovação do pedido de prisão preventiva. 

Procurado

O presidente do Supremo, Luiz Fux, suspendeu a medida liminar de Marco Aurélio e deve encaminhar a avaliação ao plenário do Supremo. A Polícia Federal incluiu seu nome na lista de procurados da Interpol. 

Enquanto isso...

 Um grupo de deputados quer retomar o debate sobre início do cumprimento de prisão após condenação em segunda instância. 


*Com informações de G1, Globo, Uol e Poder 360

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Sem retorno

Placar de 69 a 0 da Alerj complica, e torna praticamente irreversível, a volta de Witzel ao comando do governo do RJ

24.09.2020 às 14:00


Placar histórico

O placar de 69 a 0 da Alerj a favor do encaminhamento a julgamento do governador afastado, Wilson Witzel já sinaliza   que os cinco deputados selecionados, para votarem sobre seu afastamento e posteriormente sobre o impeachment, ratificarão seus votos. 

Autoconhecimento

Os desembargadores serão cruciais para o destino do ex-juiz. Para ter maioria, precisará que os magistrados se convençam de sua inocência.  O conhecimento jurídico de Witzel, acumulado na magistratura e nos tempos que atuou como advogado, deverá ser usado na defesa também da ação criminal que corre no Superior Tribunal de Justiça.

Enquanto isso...no gabinete

Enquanto o destino político do ex-juiz era chancelado, o governador em exercício, Cláudio Castro, despachava normalmente em seu gabinete. Nem à votação assistiu. O desfile de parlamentares que falaram no plenário, em uma inédita exibição de máscaras, chancelou o que era esperado: depois de afastado juridicamente, por seis meses, pelo STJ, Witzel recebeu o carimbo político para a decisão. 

Nova onda

Há uma onda de impeachments em curso no Brasil. Desde que a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada do cargo, estiveram ameaçados do processo os ex-governadores de Minas, Fernando Pimentel, e do Rio, Luiz Fernando Pezão. E estão sob ameaça, além de Witzel, o catarinense, Carlos Moisés, e o amazonense, Wilson Lima. Para Guilherme Casarões (FGV) “O que foi pensado, em 1950, para ser um instrumento absolutamente excepcional, vem se tornando lugar-comum na disputa político-partidária.

Custo mais baixo

Para o consultor João Villaverde “O custo de se fazer um impeachment abaixou. O custo era muito alto. Ou pelo menos era percebido como muito alto, quando aconteceu com o Collor”.


*Com informações de O Globo, Poder 360 e BBC

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Inverdades para o mundo

O conteúdo do discurso gravado para a ONU, coloca Bolsonaro como um dos principais disseminadores de informações erradas sobre o Brasil.

23.09.2020 às 12:13


"Vítima da desinformação"

Em discurso gravado para a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil é vítima de uma campanha de desinformação a nível internacional. “A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima”, afirmou. “Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil.”

Nominando "culpados"

De acordo com a versão do presidente, Amazônia e Pantanal, por serem biomas úmidos, não permitem que o fogo se propague. São as queimadas provocadas por índios e caboclos, para fazer a roça em terras já desmatadas, que fazem levantar fumaça.

De "mãos atadas"

Bolsonaro também defendeu a ação de seu governo contra a pandemia da Covid-19. “Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas a cada um dos 27 governadores das unidades da Federação. Ao Presidente, coube o envio de recursos e meios”, sugeriu, para dizer que esteve de mãos atadas.

Real "super valorizado"

Nas contas do presidente, seu governo pagou mil dólares a 65 milhões de pessoas no que classificou como o maior programa de assistência aos mais pobres da história do país. Bolsonaro ainda encaixou, no discurso, um apelo à liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia. 

Inverdade I

O conteúdo do discurso coloca Bolsonaro como um dos principais disseminadores de informação errada sobre o Brasil. A própria ideia de que florestas úmidas não queimam não é verdadeira. Tampouco há qualquer indício que sustente a ideia de que o fogo é provocado por indígenas ou população local e, em 2019, pelo menos um inquérito foi aberto para averiguar ações de fazendeiros para provocar queimadas.

Inverdade II

O STF não determinou que os governadores decidiriam sobre isolamento. A decisão foi de que a responsabilidade era compartilhada por estados e união. 

Inverdade III

A soma do total de nove parcelas do auxílio emergencial resulta em R$ 4.200, que equivaleria aproximadamente a US$ 770. 


*Com informações do Poder 360

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Parabéns "Meu Brasil"

18.09.2020 às 11:41

Áreas indígenas

O fogo já toma quase metade das áreas indígenas regularizadas na região do Pantanal, revelou um levantamento inédito da Agência Pública. A apuração, que analisou todos os focos de incêndio registrados em 2020, revelou que o número começou a aumentar no final de julho, mas explodiu em agosto e setembro – 72% dos focos do ano ocorreram apenas nesses meses.

Áreas privadas

 Os dados de satélite revelam também que, em alguns dos locais que mais sofreram com as queimadas, os focos de incêndio surgiram e se multiplicaram primeiro em propriedades privadas.

Áreas de reserva legal

Além disso, parte do fogo teve início em áreas de reserva legal e de mata nativa de donos de terra, que são protegidas por lei e devem ser preservadas.

Parabéns

Em meio ao aumento recorde nas queimadas no Pantanal, o presidente Jair Bolsonaro disse ontem que o “Brasil está de parabéns” pela forma como preserva o seu meio ambiente. A declaração foi dada durante a inauguração de uma usina fotovoltaica no interior da Paraíba.

Rumo ao sudeste

A fumaça das queimadas que atingem o Pantanal chegou ao Sudeste e à cidade de São Paulo. A expectativa é em relação à possibilidade de “chuva negra” até o próximo domingo em todo o município, a exemplo do que ocorreu em agosto do ano passado com o material particulado que veio da Amazônia.


Com informações do Canal Meio

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Bolsonaro cancela "Renda Brasil" e dá "Cartão Vermelho" à equipe econômica

Para Paulo Guedes houve "barulheira"

16.09.2020 às 13:15
Reprodução/Redes Sociais

Cartão Vermelho

O presidente Jair Bolsonaro publicou ontem cedo, em todas suas redes, um vídeo demonstrando irritação com as manchetes dos jornais do dia. Não gostou de saber pela imprensa que a equipe econômica estudava o congelamento de benefícios e aposentadorias, além da desvinculação com o salário mínimo, para financiar o programa Renda Brasil — uma versão ampliada do Bolsa Família. “É um devaneio de alguém que está desconectado com a realidade”, afirmou o presidente. “Quem porventura vier propor uma medida como essa, eu só posso dar cartão vermelho. É gente que não tem o mínimo de coração, o mínimo de entendimento como vivem os aposentados.”

Tirando "da reta"

 A ideia, que saiu do Ministério da Economia, foi divulgada inicialmente por Waldery Rodrigues, secretário especial de Paulo Guedes. Guedes que tirou o corpo fora. “Como todos os jornais deram isso, que o presidente vai tirar dinheiro dos frágeis e vulneráveis para passar aos paupérrimos, o presidente repetiu o que tinha dito antes”, disse o ministro. “E levantou um cartão vermelho, que não foi para mim.” Ao sair do Planalto, Guedes se queixou de que estava havendo barulheira. “Aí descredenciou a ideia do Renda Brasil.” 

Seduzido...mas nem tanto

Bolsonaro tinha gostado da ideia de turbinar o Bolsa Família. A decisão repentina de abater a proposta do Renda Brasil mostra que, embora seduzido pelo plano de cimentar sua popularidade entre famílias de baixa renda, não está disposto a perder apoio em outros segmentos. Nas últimas semanas, disse duas vezes que não pretendia ‘tirar dinheiro dos pobres para dar para os paupérrimos’.

Agenda incompatível

O governo nunca demonstrou interesse em cobrar essa conta dos mais ricos. O presidente se mostra indisposto a comprar essa briga enquanto ainda tenta consolidar suas curvas de popularidade. Ao desistir do novo programa, Bolsonaro reconhece que seu projeto político é incompatível com uma parcela considerável da agenda de Guedes. 

Trajeto equivocado

Chamado ao Planalto para se explicar, Guedes saiu da reunião com o presidente preocupado com o seu pescoço. Além de não entender os limites impostos pelo presidente, a equipe de Guedes repetiu um trajeto equivocado no qual os colunistas e repórteres dos jornais que o presidente despreza souberam antes dele quais eram os planos. É muita falta de noção para não entender o quanto isso irrita o presidente.

Perdendo espaço

Guedes entrou no governo com a missão de dar um choque liberal na economia. Com a pandemia, o espaço das reformas foi reduzido,   no entanto, deu  oportunidade a Guedes para crescer. Ele recebeu de Bolsonaro a missão de formatar um novo programa social, o Renda Brasil, capaz de trazer ao presidente o mesmo sucesso do Bolsa Família, que ajudou as vitórias petistas de 2006, 2010 e 2014. Se obtivesse sucesso na modelagem do Renda Brasil, Guedes voltaria a ter voz e voto nas decisões do governo, mas perdeu de novo.. 

*Com informações do G1, Folha de SP e Veja

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Políticos ignoram covid na pré-campanha eleitoral

14.09.2020 às 12:33

Políticos ignoram covid na pré-campanha eleitoral 


A população dos bairros periféricos de Maceió tem recebido a visita de pré-candidatos a prefeito e a vereador da capital, em plena pandemia do coronavírus, a maioria indiferente ao distanciamento social que continua recomendado pela Organização Mundial de Saúde e autoridades sanitárias lo­cais. Sem nenhum constrangimento, postam fotos de abraços (alguns até sem máscaras), apertos de mão, conversas de pé de orelha, junto a diversas pessoas, reuniões em comunidades, como se a Covid já tivesse sido debelada.
No interior do estado, a situação se repete e é até mais grave quando, além da aglomeração, ferem a lei eleitoral descaradamente. Já há pré-candidatos a prefeito usando em redes sociais e adesivos de carro até o seu número que, legalmente, só será oficializado após a convenção partidária e a candidatura registrada. 


Mas, se não ligam a Covid, um vírus que infecta, contagia e mata, imagine se vão dar atenção à legislação eleitoral? 


É Alagoas num Brasil de Meu Deus!!!! 


Pastor João Luiz lança pré-candidatura a vereador 


O ex-deputado estadual João Luiz (foto), vereador de Maceió por seis mandatos consecutivos, já anunciou a sua pré-candidatura à Câmara Municipal da capital pelo PRTB. Como vereador e como deputado estadual, a sua plataforma de trabalho sempre foi na área social. “Minha história de vida, como menino de rua, humilde, tendo enfrentando muitas dificuldades para chegar até aqui, me aproxima do povo mais carente, mais necessitado, mais dependente da assistência pública para sobreviver, e é dessa forma que vejo a política atuando por meio de mandatos que respondam à confiança do voto popular”, diz o Pastor. 


Justiça seja feita 


A prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura (foto), que vai à reeleição pelo Democratas, tem feito uma gestão de excelência nesses quase quatro anos. A diferença, para quem mora ou frequenta a cidade, é bem visível: organizou as finanças do município, pagou débitos passados, valorizou o servidor púbico, investiu em saúde, educação e infraestrutura, tem qualificado as políticas sociais, e está abrindo as portas com responsabilidade e compromisso para o turismo, vocação econômica do lugar. 

O laranjal 


Nem começou ainda a campanha, já tem pré-candidatos laranjas por aí a fora. Como funciona? Servem a algum político para tentar, no discurso agressivo e, na maioria das vezes, fake news, desqualificar o adversário de quem lhe paga para isso. Uma das vítimas constantes desses laranjas é a ex-senadora Heloísa Helena, que esse ano disputará o mandato de vereadora de Maceió. Ou seja, está bem na mira da podridão dos que usam a política para o mal.  

*O falecimento do prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, há cerca de um mês, modificou a disputa eleitoral no município. A sua vice-prefeita, que assumiu agora a titularidade do cargo, vai à reeleição e deverá mesmo disputar o mandato com o vice-governador Luciano Barbosa, ex-prefeito da cidade por dois mandatos consecutivos. 


*Em São José da Laje, a oposição ao prefeito Rodrigo Valença ganhou mais um nome na disputa pela prefeitura do município: Noemi Lyra, irmã do ex-prefeito Dudui.  


*Na eleição deste ano, só uma tucana tem defendido o fortalecimento do PSDB na capital: deputada federal Tereza Nelma. Ninguém mais, nem os cabeças brancas, nem os cabeças pretas. A propósito do PSDB de Alagoas, em Marechal Deodoro os tucanos marcharão com a reeleição de Cacau, do MDB. Só em Maceió que o partido não “pode” fazer aliança com a legenda do governador Renan Filho. #váentender 


*De frente para a Lagoa será retomado nesse finalzinho de gestão do prefeito Rui Palmeira. Dia 26 agosto passado, em Brasília, ele conseguiu incluir o projeto no programa Casa Verde e Amarela, go governo federal, que substituirá Minha Casa, Minha Vida.

 

A grife que chega aos projetos sociais


Capa da nossa edição de agosto (foto) traz o empreendedorismo da alagoana Endy Mesquita, dona de uma grife de joias que ultrapassa o mercado local de vendas e faz a releitura de conceitos e projetos sociais, geração de trabalho e incentivo ao micro e pequeno empreendedor no estado. A modelo que usa as joias produzidas pela marca Endy Mesquita, em nossa reportagem (página 11), é Octávia Porto. A revista também traz matéria sobre os países que abriram suas fronteiras ao turismo, mesmo com a Covid ainda circulando, a espetacular coluna do jornalista Felipe Camelo, notícias culturais, políticas e outras. 


*Publicado originalmente na Coluna Palanque da edição 40 da revista Painel Alagoas

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2022 - Polarização a vista

08.09.2020 às 12:49

Defendendo 1964

O presidente Jair Bolsonaro foi à TV, ontem, para aproveitar o 7 de Setembro na campanha de seu governo para oferecer uma visão de país. “Nos anos 60, quando a sombra do comunismo nos ameaçou, milhões de brasileiros, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, foram às ruas contra um país tomado pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada”, afirmou, em defesa do golpe militar de 1964 que instaurou uma ditadura de duas décadas. “Somos uma Nação temente a Deus, que respeita a família e que ama a sua Pátria.”

Conquistando espaço

Também o ex-presidente Lula achou espaço para dar sua visão de país. “O Brasil está vivendo um dos piores períodos de sua história. Com 130 mil mortos e quatro milhões de pessoas contaminadas, estamos despencando em uma crise sanitária, social, econômica e ambiental nunca vista.” Lula acusou o governo de submisso aos interesses dos Estados Unidos, citando privatizações e acordos militares.

Candidato

E, pela primeira vez, se apresentou claramente como candidato. “Nessa empreitada árdua, mas essencial, eu me coloco à disposição do povo brasileiro, especialmente dos trabalhadores e dos excluídos. Minhas amigas e meus amigos, queremos um Brasil em que haja trabalho para todos.” 

Alvo Nordeste

O cenário principal desta disputa, de acordo com pesquisas, será o Nordeste, onde o PT tem sua fonte mais sólida de eleitores. É também onde o presidente Jair Bolsonaro vêm crescendo mais, na trilha do auxílio emergencial. Na região, muitos candidatos a prefeituras vêm buscando se ligar à imagem do presidente. “Não sou militante de esquerda, mas reconheço o governo Lula como sendo bastante exitoso”, conta o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, filho do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho. “Mas o presidente Bolsonaro vem trabalhando para poder também se inserir.” 

Confiança no Supremo

Para o jornalista Merval Pereira “a certeza de que será decretada pelo Supremo a parcialidade de Sérgio Moro como juiz nos processos que condenaram o ex-presidente Lula é tamanha que ele ontem se lançou candidato à presidência da República em 2022. Colocou-se ‘à disposição do povo’.

Aproximação com a esquerda

Ao se insinuar candidato, Lula desmente que o PT pudesse ter outro candidato, como insinuou recentemente. O pronunciamento, e alguns movimentos anteriores, são sinais de que Lula tenta se reaproximar da esquerda, que já tem dois candidatos colocados, Ciro Gomes pelo PDT e Flavio Dino, do PCdoB. Há quem veja até possibilidade de Lula vir a repetir Cristina Kirchner, e apresentar-se como vice de uma chapa de esquerda. Difícil acreditar numa manobra dessas, pois tanto Ciro quanto Dino têm peso político próprio.”


*Com informações do Poder 360, Folha de SP e o Globo

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