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Ninguém está vindo te salvar, princesa!

Há vida pós-eleições: vamos assumir o protagonismo

28.10.2026 às 11:40


Olá, Poderosas!

Sabe aquela cena em que a princesa está em apuros e de de repente, aparece um príncipe em seu cavalo branco para salvá-la? Pois é! Às vezes, parece que estamos esperando esse momento acontecer na vida real.

Esperamos ganhar na Mega-Sena, ser sorteadas, receber uma oportunidade inesperada ou acordar em uma manhã e descobrir que tudo mudou, como num passe de mágica.

Mas será que a vida funciona assim?

Uma frase que sempre falo é: às vezes, precisamos fazer a roda girar. E isso significa parar de esperar que tudo aconteça e começar a fazer a nossa parte.

As eleições passaram, mas a vida continua. Independentemente de quem recebeu nosso voto, continuamos tendo contas para pagar, filhos para criar, sonhos para realizar e decisões para tomar.

Podemos confiar no governo, ter esperança e cobrar mudanças. Afinal as decisões políticas e econômicas afetam diretamente a nossa vida. Mas não podemos deixar todos os nossos planos em espera, esperando que alguém resolva tudo por nós.

Quando falo sobre protagonismo, lembro de uma experiência pessoal. Em determinado momento, decidi me arriscar a escrever um livro. Eu não fazia ideia de por onde começar, mas entendi que precisava dar o primeiro passo. Ninguém poderia fazer aquilo por mim. Eu precisava tentar, aprender e encontrar o meu caminho.

E você, Poderosa, consegue lembrar de alguma situação em que precisou fazer a roda girar?

Não estou dizendo que precisamos fazer tudo sozinhas. Ter apoio é importante! Mas existem decisões que só nós podemos tomar.

Eu mesma estou pensando em fazer um curso de educação financeira. Quero aprender mais, entender melhor minha relação com o dinheiro e fazer escolhas mais conscientes para o meu futuro e o da minha família.

Afinal, não basta esperar que a situação financeira melhore. Precisamos olhar para a nossa realidade, rever hábitos e nos preparar para os imprevistos.

Também penso no legado que quero deixar para os meus filhos. Quero que aprendam não apenas a sonhar, mas também a se preparar, buscar conhecimento e assumir responsabilidades.

Os governos mudam os cenários políticos se transformam e as circunstâncias passam. Por isso, precisamos acompanhar o que acontece no país, cobrar nossos representantes e cuidar daquilo que está ao nosso alcance.

Princesa, não espere o príncipe, a sorte ou o momento perfeito. Você pode contar com outras pessoas, receber ajuda e ter esperança em dias melhores. Mas não deixe de fazer a sua parte.

Às vezes, a mudança que tanto esperamos começa quando decidimos fazer a roda girar.

E você, Poderosa, o que precisa começar a fazer por si mesma?

Beijos de poder!

Postado por Entre Nós Mulheres

Nós Influenciamos. Nós Decidimos.

03.10.2026 às 13:20
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Olá, poderosas!

Amanhã é dia de eleição.

E às vésperas de irmos às urnas, eu quero conversar com você sobre uma coisa que talvez você não perceba no dia a dia: o tamanho da influência que uma mulher pode ter.

Porque nós influenciamos.

Influenciamos nossos filhos, nossas amigas, nossa família, nossas colegas de trabalho, nossas comunidades. Influenciamos quando damos uma opinião, quando compartilhamos uma experiência, quando defendemos uma causa ou simplesmente quando decidimos não ficar em silêncio.

E sim, também influenciamos na política.

Talvez você pense: “Ah, Mical, mas eu não entendo de política.”

Então vamos começar pelo básico: política não está tão distante da nossa vida quanto parece.

Ela está na escola dos nossos filhos.

No atendimento de saúde que recebemos.

No transporte que usamos.

Na segurança da nossa cidade.

Nas oportunidades de trabalho.

Nos serviços públicos que chegam ou não chegam até nós.

Por isso, participar da política não é apenas ocupar um cargo público.

É também acompanhar, perguntar, cobrar, conversar e votar.

E amanhã teremos justamente uma das formas mais importantes de participação: o voto.

Mas existe uma coisa que eu gostaria de lembrar às poderosas: não entregue a sua escolha para ninguém.

Não vote apenas porque alguém pediu.

Não escolha apenas porque todo mundo ao seu redor escolheu.

Não deixe que uma amizade, uma pressão ou uma postagem nas redes sociais decida por você.

Pesquise.

Conheça os candidatos.

Entenda as propostas.

Observe as trajetórias.

Pense no que é importante para você, para sua família e para a sociedade.

E, principalmente, vote de acordo com a sua consciência.

Isso não significa que todas nós teremos a mesma opinião.

E ainda bem!

Mulheres podem pensar diferente, escolher diferente e discutir ideias sem transformar divergências em guerra.

Porque democracia também é aprender a conviver com escolhas que não são iguais às nossas.

E sabe o que é mais interessante?

Muitas vezes, nós mulheres não percebemos o quanto influenciamos umas às outras.

Uma conversa entre amigas pode mudar uma decisão.

Uma mulher que se posiciona pode encorajar outra.

Uma mãe que ensina os filhos a acompanhar a política está formando cidadãos.

Uma empreendedora que abre espaço para outra mulher está multiplicando oportunidades.

Uma mulher que participa da comunidade está ajudando a transformar o lugar onde vive.

Isso também é poder.

E poder, quando usado com responsabilidade, não precisa ser sobre mandar.

Pode ser sobre movimentar.

Movimentar ideias.

Movimentar pessoas.

Movimentar mudanças.

Por isso, amanhã, quando você estiver diante da urna, lembre-se: sua escolha é sua.

Ninguém precisa escolher por você.

E depois do voto, a nossa participação não termina.

Precisamos continuar acompanhando. Precisamos cobrar. Precisamos perguntar onde estão as promessas, quais decisões estão sendo tomadas e como elas impactam a nossa vida.

Porque não adianta reclamar da política e desaparecer depois da eleição.

Participação também é acompanhar o que acontece depois que a urna é fechada.

Então, poderosas, amanhã façam valer a voz de vocês.

Não porque somos mulheres.

Mas porque somos cidadãs.

queremos.

Nós influenciamos.

Nós participamos.

Nós escolhemos.

E entre nós?

Mulher que conhece a força da própria voz não entrega a sua escolha.

Beijos de Poder!

Postado por Entre Nós Mulheres

A Santa paciência que vai pelo ralo

Você sente isso também?

27.09.2026 às 12:40
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Antes de começar, preciso confessar: estou de TPM.

Já deu para perceber? 

Brincadeiras à parte, quero falar de uma sensação que muitas mulheres começam a perceber depois dos 30 e que para muitas, fica ainda mais evidente depois dos 40:

a nossa paciência começa a ficar seletiva.

Não é que a gente tenha ficado chata. É que começamos a entender o valor do nosso tempo.

Depois dos 30, muita mulher começa a olhar para a vida de outra maneira. Já viveu algumas histórias, quebrou a cara algumas vezes, aprendeu com outras e começa a pensar:

“Eu realmente quero gastar meu tempo com isso?”

Nos relacionamentos, então, nem se fala.

Joguinhos, enrolação, sumiços, falta de clareza…

Depois dos 30 a gente começa a querer menos complicação e mais verdade.

E depois dos 40, talvez essa sensação fique ainda mais forte.

A gente percebe que o tempo passou rápido. Que adiou sonhos, aceitou algumas coisas que não deveria e gastou energia tentando fazer dar certo o que, muitas vezes, já tinha mostrado que não funcionava.

Mas não é só no amor.

No trabalho também!

Sabe aquela reunião que poderia ter sido um e-mail?

Pois é. Depois dos 30, ela começa a testar nossa espiritualidade. 

A mensagem que chega com “bom dia” e depois de três minutos, vem:

“Você consegue fazer isso para ontem?”

Aquele grupo de WhatsApp que não para nunca.

A pessoa que manda áudio de quatro minutos para dizer uma coisa que caberia em duas linhas.

E fica esperando você responder para só então fazer a pergunta.

E tem também aquele famoso:

“É rapidinho.”

Quando você percebe, já está há uma hora resolvendo uma coisa que definitivamente não era rapidinha.

A maturidade vai ensinando que nem tudo merece nossa energia.

E isso vale para o trabalho, para as amizades, para a família, para os relacionamentos e até para aquela necessidade de responder todo mundo imediatamente.

A gente começa a entender que estar disponível o tempo inteiro não significa ser uma pessoa melhor.

E que dizer “não posso”, às vezes, é apenas organização não falta de educação.

A gente continua tendo paciência para aquilo que importa: nossos filhos, nossos sonhos, nossos processos, nossos recomeços.

Mas começa a perder a paciência para aquilo que rouba nossa paz sem necessidade.

E falando em perder a paciência…

Vocês já viram aquelas histórias que circulam na internet em que a mulher chega ao limite e a santa paciência simplesmente pede demissão? 

Tem uma anedota que brinca com isso: o marido teria dito que o relacionamento estava “frio” e que queria se separar. A mulher, então, teria colocado fogo na casa. Quando ele voltou do trabalho, ela teria dito:

“Agora está quente.”

Calma, gente!

É só uma piada. Não estou incentivando ninguém a colocar fogo em nada!

Até porque eu não sou psicóloga e não tenho poder para diagnosticar se foi TPM, estresse, acúmulo de pequenas irritações ou simplesmente a santa paciência que foi pelo ralo.

Mas que algumas mulheres conseguem se identificar com a sensação…

Ah, conseguem!

Porque, às vezes, não é uma coisa enorme.

É o acúmulo.

É você sempre compreender o outro e ninguém compreender você.

É sempre esperar, relevar, entender, dar mais uma chance…

Até que um dia você pensa:

“Quer saber? Chega.”

Talvez seja isso que acontece depois dos 30.

E depois dos 40, a gente só fica ainda mais consciente.

Mas cá entre nós mulheres, isso é libertador!

Beijos de poder 

Postado por Entre Nós Mulheres

Melhor sozinha do que mal acompanhada? Talvez você precise descobrir isso.

O que Clara, personagem de Ingrid Guimarães, me ensinou em “Minha Melhor Amiga”

15.09.2026 às 19:20
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Olá, poderosas!

Eu preciso compartilhar uma coisa com vocês. Mas antes quero fazer uma pergunta: você tem medo de ficar sozinha? Já pensou nisso de verdade?

Porque vamos combinar, o mercado não está lá essas coisas… como já dizia uma amiga minha. E talvez seja justamente por isso que tantas mulheres tenham medo de terminar uma relação, mesmo quando já não estão felizes.

A gente pensa: “E se eu não encontrar mais ninguém?”, “E se eu me arrepender?”, “E se eu ficar sozinha para sempre?”. E nesse medo, acaba aceitando uma companhia que já não combina com a mulher que se tornou.

Foi impossível não pensar nisso depois que assisti a Minha Melhor Amiga, filme que estreou nos cinemas no dia 3 de setembro e já chegou fazendo barulho no cinema nacional. O longa, dirigido por Susana Garcia, é estrelado por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli e fala, entre outras coisas, sobre amizade, recomeços e a coragem de olhar para a própria vida.

No filme, Ingrid Guimarães interpreta Clara, uma corretora de imóveis, mãe, esposa, profissional e completamente sobrecarregada pela rotina. Mônica Martelli interpreta Júlia, uma jornalista divorciada e sua melhor amiga. As duas estão vivendo momentos diferentes, mas, de alguma forma, precisam olhar para suas próprias vidas e descobrir o que realmente querem.

E é justamente quando Clara sai daquela realidade que começa a descobrir uma nova realidade e principalmente, uma nova versão dela mesma.

Ela experimenta, se diverte, conversa, olha para a própria vida de outro lugar. E percebe que talvez o problema não fosse apenas o casamento. Ela tinha se perdido de si mesma.

E isso me fez lembrar de uma amiga. Vou chamá-la de Laura.

Laura passou anos em um relacionamento marcado por agressões. Ela sabia que sofria, mas tinha medo de ficar sozinha. Um dia, ela me disse: “E se eu não encontrar mais alguém?”

Aquilo ficou na minha cabeça.

Porque quantas mulheres não vivem situações parecidas, mesmo sem violência?

Às vezes, não permanecemos porque está bom.

Permanecemos porque temos medo do que pode acontecer quando decidirmos ir embora.

Só que existe uma coisa que precisamos lembrar: ficar acompanhada não significa necessariamente não estar sozinha.

Você pode dividir uma cama e se sentir completamente só.

Pode ter alguém ao seu lado e não ter paz.

Pode manter uma aparência de família feliz enquanto, por dentro, está pedindo socorro.

E talvez seja por isso que algumas mulheres precisem primeiro se afastar daquilo que conhecem para descobrir o que realmente querem.

Não estou dizendo que terminar uma relação é sempre a solução. Cada história é uma história. Mas acho que toda mulher deveria em algum momento, fazer uma pergunta muito honesta:

“Se eu não tivesse medo de ficar sozinha, eu escolheria continuar aqui?”

Talvez a resposta assuste.

Talvez liberte.

E talvez você descubra que o medo de ficar sozinha nunca foi de fato, o maior problema.

O maior problema pode ser passar a vida inteira acompanhada e não conseguir mais se encontrar.

Então poderosas, fica a pergunta para vocês:

Você tem medo de ficar sozinha ou medo de recomeçar?

Beijos de poder. 

Postado por Entre Nós Mulheres

Sucesso na carreira, azar no amor?

02.09.2026 às 20:20
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Olá, poderosas!

Esses dias eu estava me lembrando de uma cena de O Diabo Veste Prada. O filme já não está no mesmo hype do lançamento, mas, com as conversas sobre O Diabo Veste Prada 2, algumas cenas voltaram a aparecer por aí.

Tem uma fala da Andy que me fez pensar. Em determinado momento, ela reclama que sua vida pessoal está por um fio por causa do trabalho. E Nigel, com aquele jeito irônico, praticamente responde: é isso que acontece quando você está indo bem profissionalmente.

Engraçado, mas também muito real.

Quantas mulheres são um verdadeiro sucesso no trabalho, mas, quando o assunto é amor, a história já é outra?

A mulher estuda, trabalha, cresce na carreira, conquista independência financeira, assume responsabilidades e corre atrás dos próprios sonhos. E, muitas vezes, o relacionamento vai ficando para depois.

Primeiro vem a faculdade. Depois o emprego, a promoção, o projeto novo, a vontade de se estabelecer. Quando percebe, já se passaram alguns anos.

E não é que a mulher não queira amar. É que hoje ela também não aceita qualquer coisa.

Depois de conquistar a própria independência, fica difícil entrar em um relacionamento que cobre um preço alto demais: abrir mão da liberdade, dos sonhos, da carreira ou da própria identidade.

E aí surge aquela velha pergunta: será que estamos ficando boas demais na vida profissional e azaradas demais no amor?

Eu não acho.

Acho que estamos aprendendo a escolher.

Casamento deixou de ser obrigação para muitas de nós. Ter filhos também não é mais um roteiro que todas precisam seguir. E estar solteira deixou de significar, necessariamente, que alguma coisa está faltando.

Mas isso não significa que não desejemos companhia.

Muitas ainda querem dividir a vida com alguém, construir uma família, viajar, rir de coisas bobas, chegar em casa e contar como foi o dia. A diferença é que não queremos mais fazer isso a qualquer custo.

E talvez seja justamente aí que esteja o desafio.

A mulher de hoje quer alguém que admire sua força, e não que tenha medo dela. Que entenda sua rotina, comemore suas conquistas e não transforme sua independência em uma disputa.

Porque, convenhamos: não faz sentido conquistar o mundo inteiro e precisar diminuir o próprio mundo para caber em um relacionamento.

Mas também não precisamos acreditar que uma carreira de sucesso significa, necessariamente, uma vida pessoal solitária.

Dá para querer os dois.

E falando em azarada, lembrei de outro filme: Sorte no Amor. Ashley é aquela mulher que parece ter nascido com a vida virada para a lua. Tudo dá certo. Até que ela beija Jake, um homem extremamente azarado, e os dois acabam trocando a sorte.

De repente, tudo começa a dar errado para Ashley.

E é aí que o filme fica interessante para essa nossa conversa. No meio daquela confusão, ela percebe que ter sorte não significa necessariamente ter uma vida perfeita. No final, quando precisa escolher entre recuperar sua sorte e ficar ao lado de Jake, ela percebe que não quer abrir mão do amor.

É uma comédia romântica, claro. Mas gosto da mensagem.

Talvez a gente passe tempo demais esperando a hora certa para tudo: a hora certa para crescer profissionalmente, casar, ter filhos, encontrar alguém, desacelerar.

E, enquanto isso, a vida está acontecendo.

Não acho que uma mulher precise escolher entre ser bem-sucedida e ser feliz no amor. Também não acho que casamento ou maternidade sejam obrigações. Mas acredito que amor e realização profissional podem, sim, caminhar juntos.

Talvez algumas coisas simplesmente aconteçam no tempo delas.

E talvez a gente precise parar de chamar de “azar no amor” aquilo que, muitas vezes, é apenas a vida ainda não tendo acontecido do jeito que imaginamos.

Talvez, no amor, a gente não precise de sorte. Precise apenas encontrar alguém que faça a espera valer a pena.

E quem sabe seja isso: na hora certa, acontece.

Beijos de poder!

Postado por Entre Nós Mulheres

Estou vendo bolinhas em todo lugar! O que isso quer dizer para a nossa imagem?

28.08.2026 às 11:40
Divulgação Montagem Painel


Nas vitrines, no Instagram, nas produções de algumas fashionistas… o poá está aparecendo novamente com força e, sinceramente, acho que vale a pena prestar atenção nessa tendência.

E ai, gente… eu tenho uma pequena quedinha pelas bolinhas. O poá me lembra a Europa, Paris, aqueles cafés charmosos, filmes antigos e uma certa memória afetiva que eu nem sei explicar direito. É uma estampa que para mim, sempre carrega um pouquinho de romantismo.

Pesquisei algumas referências para vocês se inspirarem e percebi uma coisa: o poá é uma daquelas estampas que a gente conhece há anos, mas que sempre consegue voltar com uma nova proposta.

E é aqui que entra algo que eu adoro falar: a imagem comunica.

Antes mesmo de a gente dizer qualquer coisa, a nossa roupa já está transmitindo uma mensagem. A forma como escolhemos uma estampa, uma cor ou um acessório também conta um pouco sobre quem somos e sobre a imagem que queremos passar.

E o poá tem muitas possibilidades.

Ele pode ser romântico, elegante, divertido, moderno ou sofisticado. Tudo depende da forma como você combina.

Talvez, quando você pense em poá, venha logo aquela imagem de um visual bem retrô. Mas a moda está fazendo justamente o contrário: trazendo essa estampa clássica para produções muito mais atuais.

O poá aparece em vestidos, camisas, saias, calças, bolsas e acessórios. E você não precisa, necessariamente, montar um look inteiro estampado para entrar na tendência.

Uma camisa de poá com jeans já funciona super bem. Uma saia estampada com uma blusa básica também. E, para quem prefere começar aos poucos uma bolsa, um lenço ou até um sapato podem ser aquele toque divertido na produção.

As bolinhas menores costumam trazer uma imagem mais delicada. Já as maiores criam um visual mais marcante e cheio de personalidade.

O tradicional preto e branco continua lindo e, na minha opinião, nunca sai realmente de moda. Mas também estou vendo versões coloridas e combinações bem diferentes, provando que o poá pode ser muito mais versátil do que parece.

No fim, tendência boa é aquela que consegue conversar com o nosso estilo. Não é sobre usar porque todo mundo está usando. É sobre olhar, experimentar e entender se aquilo também comunica um pouco de quem somos.

E mais importante: vocês usariam poá ou essa tendência ainda não conquistou o coração de vocês?


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Postado por Entre Nós Mulheres

Elas no Negócio: conexões que transformam carreiras, sonhos e vidas

01.08.2026 às 08:40
Arquivo pessoal


Existe uma frase que diz: “Se você quer ir rápido, vá sozinha. Se quer ir longe, vá acompanhada." Para nós, mulheres, ela nunca fez tanto sentido.

Durante muito tempo, fomos ensinadas a acreditar que precisávamos competir por espaço. Hoje, felizmente, estamos descobrindo uma verdade muito mais poderosa: quando uma mulher apoia a outra, todas crescem.

Foi exatamente essa sensação que tive ao participar do Elas no Negócio, podcast do Grupo G3 Produções, apresentado por Hiolanda Praxedes e Larissa Carvalho. Mais do que um programa de entrevistas, encontrei um espaço onde histórias se encontram, experiências são compartilhadas e novas oportunidades surgem a partir de um bate-papo leve e acolhedor.

Talvez você esteja se perguntando: “Mas o que isso muda na minha vida?"

Muda muito.

Muda quando você percebe que outras mulheres enfrentaram os mesmos medos e desafios que você. Muda quando entende que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Muda quando uma história desperta uma ideia, uma parceria, um recomeço ou, simplesmente, a força necessária para dar o primeiro passo.

Nem toda mulher sonha em abrir uma empresa, mas toda mulher precisa acreditar no próprio potencial. E isso também é empreendedorismo: assumir o protagonismo da própria história, seja nos negócios, na carreira ou na vida.

É por isso que iniciativas como o Elas no Negócio fazem tanta diferença. Elas fortalecem uma rede de apoio, valorizam histórias reais e mostram que conhecimento compartilhado gera oportunidades para todas.

Se você busca inspiração, conexões e conversas que realmente fazem sentido, fica o convite: acompanhe o Elas no Negócio Podcast todas as sextas-feiras, às 17h, no canal G3 TV, no YouTube, siga @elasnonegociopodcast nas redes sociais.

Porque, no fim das contas, a maior transformação acontece quando uma mulher inspira outra a acreditar que ela também pode.

Beijos de Poder.


-Hiolanda Praxedes Barros Monteiro é uma das apresentadoras do Elas no Negócio, programa dedicado a fomentar diálogos sobre empreendedorismo, liderança e inovação, conectando pessoas, ideias e trajetórias que transformam realidades.

Pedagoga, nutricionista e Diretora de Marketing da Rede Estrela Supermercados, construiu uma trajetória marcada pela integração entre educação, comunicação, gestão e promoção da saúde. Sua formação multidisciplinar fortalece sua atuação em pesquisas acadêmicas, projetos de impacto social e iniciativas voltadas ao desenvolvimento humano.


-Larissa Carvalho é comunicadora, ministra da Palavra, apresentadora dos podcasts Elas no Negócio e Geradas para o Milagre e futura terapeuta.

Fundadora do projeto Geradas para o Milagre, dedica sua missão a fortalecer mulheres em sua identidade, cura e propósito, compartilhando uma mensagem de fé, esperança e transformação.


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Postado por Entre Nós Mulheres

A nova urgência feminina

Quem se cuida mais: homens ou mulheres?

16.07.2026 às 12:00
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Olá, poderosas!

A resposta pode até parecer óbvia, mas ela diz muito sobre a mulher que estamos nos tornando.

As pesquisas mostram que, sim, as mulheres ainda procuram mais médicos, fazem mais exames preventivos e costumam estar mais atentas aos sinais do próprio corpo do que os homens. Segundo o IBGE, 82,3% das mulheres consultaram um médico no último ano, contra 69,4% dos homens.

Mas acredito que existe uma mudança ainda mais interessante acontecendo.

Antes, cuidar da saúde era quase uma obrigação. Hoje, tornou-se um estilo de vida.

Nunca vimos tantas mulheres caminhando ao amanhecer, participando de corridas de rua, lotando academias e, muitas vezes, incentivando os próprios parceiros a adotarem hábitos mais saudáveis. Estamos aprendendo sobre alimentação, proteína, creatina, saúde intestinal, qualidade do sono, saúde hormonal e bem-estar. E isso vai muito além da estética.

Tem a ver com uma geração que descobriu que a saúde é o maior patrimônio que podemos construir.

Mulheres de 25, 30, 40, 50 e 60 anos estão falando abertamente sobre envelhecimento saudável, perimenopausa e menopausa, assuntos que nossas mães e avós, muitas vezes, enfrentaram em silêncio. Estamos entendendo que perder massa muscular não é simplesmente “coisa da idade”, que viver cansada o tempo todo não é normal e que sentir dores diariamente não precisa fazer parte da rotina.

A urgência mudou.

Já não queremos apenas parecer jovens. Queremos envelhecer fortes.

Queremos ter disposição para viajar, viver novas experiências, queremos como Elizabeth fez no filme “Comer, Rezar e Amar.” (2010)Afinal, quem nunca sonhou em fazer uma pausa para redescobrir a própria vida? Queremos namorar, brincar ter mais tempo de qualidade com amigos, filhos ou netos, continuar trabalhando com entusiasmo, conhecer novos lugares e chegar aos 70 anos com autonomia, independência e qualidade de vida.

Essa talvez seja a maior revolução feminina dos últimos tempos: entender que o verdadeiro sucesso não é apenas conquistar mais, mas viver melhor.

Durante muito tempo, a mulher adiou o autocuidado porque sempre havia alguém para cuidar antes dela. Hoje, ela finalmente entendeu que cuidar de si não é egoísmo. É responsabilidade. Afinal, para cuidar bem de quem amamos, primeiro precisamos estar bem.

A nova urgência feminina não é correr atrás de mais compromissos.

É correr atrás de mais saúde.

Porque sucesso é maravilhoso. Mas ele perde o sentido quando falta energia para aproveitá-lo.

E você? Qual é a sua urgência hoje? Porque cuidar da saúde deixou de ser vaidade. Tornou-se um compromisso com a mulher que você deseja ser daqui a dez, vinte ou trinta anos.

Beijos de Poder!

Postado por Entre Nós Mulheres

Elas Estão Abrindo Portas: A Força Feminina no Mercado Imobiliário

Quem disse que lugar de mulher não é onde ela quiser?

26.06.2026 às 12:40
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Durante muito tempo, algumas profissões foram rotuladas como “masculinas”. O mercado imobiliário era uma delas. Negociações, vendas, investimentos e liderança pareciam assuntos reservados aos homens. Mas as mulheres chegaram, ocuparam seus espaços e provaram que competência não tem gênero.

Hoje, o mercado imobiliário brasileiro vive uma transformação silenciosa, porém poderosa. Cada vez mais mulheres atuam como corretoras, gestoras, empreendedoras, investidoras e líderes de equipes. E os números confirmam essa mudança.

Dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) mostram que as mulheres já representam cerca de 41% dos profissionais ativos do setor. São mais de 250 mil corretoras em atuação no Brasil, um crescimento expressivo na última década.

Mas a presença feminina vai muito além dos números.

As mulheres estão levando para o mercado imobiliário características que fazem toda a diferença: sensibilidade para entender sonhos, habilidade de comunicação, organização, capacidade de negociação e um olhar mais humano para cada cliente.

Afinal, comprar ou vender um imóvel raramente é apenas uma transação financeira. Estamos falando de projetos de vida, recomeços, conquistas e histórias. E muitas mulheres têm se destacado justamente por compreenderem esse lado emocional sem perder a objetividade dos negócios.

Em Maceió, a trajetória da corretora de imóveis Vivian Maria (CRECI 6474) representa bem essa nova realidade. Com cinco anos de atuação no mercado imobiliário, ela construiu uma carreira baseada em credibilidade, dedicação e relacionamento com os clientes.

Mãe, empreendedora e apaixonada pelo que faz, Vivian decidiu ingressar no setor em busca de uma profissão que proporcionasse melhores oportunidades financeiras e flexibilidade para conciliar a carreira com a maternidade. O que começou como uma busca por independência transformou-se em uma jornada de crescimento profissional e realização pessoal.

Segundo ela, um dos fatores que mais a motivou foi perceber que o mercado imobiliário é dinâmico, desafiador e repleto de oportunidades para quem busca conhecimento e evolução constante.

Ao longo desses cinco anos, Vivian também assumiu funções de liderança e gestão, contribuindo para a formação e o desenvolvimento de outros corretores. Compartilhar experiências, orientar profissionais e incentivar novos talentos tornou-se parte importante de sua trajetória, reforçando a ideia de que o sucesso é ainda mais significativo quando pode ser dividido.

Outro dado interessante é que pesquisas apontam que muitos clientes associam o atendimento feminino à empatia, atenção aos detalhes e comunicação eficaz, características que fazem diferença em um momento tão importante quanto a compra de um imóvel.

Além da corretagem, as mulheres avançam em áreas antes consideradas predominantemente masculinas, como engenharia, incorporação imobiliária, gestão comercial e direção de empresas do setor. Cada vez mais ocupam cargos estratégicos e participam das decisões que movimentam o mercado.

E talvez a maior conquista não seja apenas ocupar esses espaços, mas inspirar outras mulheres a acreditarem que também podem chegar lá. Histórias como a de Vivian mostram que é possível construir uma carreira de sucesso sem abrir mão dos próprios valores, da família ou dos sonhos.

O mercado imobiliário ensina uma lição valiosa: antes de vender imóveis, é preciso construir confiança. E as mulheres têm mostrado, todos os dias, que sabem construir muito mais do que negócios. Elas constroem relacionamentos, oportunidades e caminhos para outras mulheres seguirem.

Quando uma mulher conquista seu espaço, ela abre uma porta. Quando muitas mulheres avançam juntas, elas transformam todo um mercado.

E essa transformação já começou.

Beijos de poder

Postado por Entre Nós Mulheres

Por Que Ainda Competimos ENTRE NÓS?

Rivalidade Feminina em Pleno Século 21.

04.06.2026 às 16:21


Outro dia, durante uma conversa entre amigas, ouvi uma frase que ficou na minha cabeça:

“Mulher apoia mulher até a página dois.”

A afirmação pode parecer dura, mas me fez refletir. Afinal, em pleno século 21, depois de tantas conquistas femininas, da luta por igualdade, da ocupação de espaços de liderança e do discurso cada vez mais forte sobre sororidade, por que a rivalidade feminina ainda insiste em existir?

A verdade é que ela existe. Talvez não da mesma forma de décadas atrás, mas ainda está presente em ambientes que frequentamos diariamente.

Na escola, tudo começa cedo

Muitas mulheres carregam lembranças da infância e da adolescência.

A menina que era excluída do grupo porque era considerada “bonita demais”. A outra que sofria porque não se encaixava nos padrões estéticos. A que era alvo de comentários por tirar boas notas. Ou aquela que era criticada simplesmente porque chamava atenção.

Não era raro ver meninas disputando popularidade, amizades ou validação.

Sem perceber, muitas cresceram acreditando que outra mulher era uma concorrente natural.

No ambiente de trabalho, a competição ganha novos formatos

Ana (nome fictício) conta que, ao ser promovida a coordenadora, percebeu uma mudança no comportamento de algumas colegas.

“As mesmas pessoas que me parabenizaram começaram a me excluir das conversas e questionar minhas decisões. Foi doloroso perceber que parte da resistência vinha de outras mulheres.”

Já Carla lembra de uma situação semelhante.

“Quando entrei na empresa, uma gestora me tratava como ameaça. Eu admirava o trabalho dela e queria aprender, mas ela parecia acreditar que eu estava ali para ocupar o lugar dela.”

Histórias assim são mais comuns do que imaginamos.

Mas será que o problema está nas mulheres?

Talvez não.

Durante muito tempo, fomos ensinadas que existiam poucas vagas para nós. Poucas líderes, poucas oportunidades e pouco reconhecimento. Em vez de cooperação, aprendemos competição.

Nas redes sociais, a comparação virou rotina

Hoje, a rivalidade ganhou um novo palco.

Enquanto uma mulher posta uma viagem, outra questiona sua própria vida. Enquanto uma comemora uma conquista profissional, outra sente que está atrasada. Enquanto uma exibe felicidade, alguém do outro lado da tela acredita que está fracassando.

A comparação silenciosa virou uma das maiores inimigas da autoestima feminina.

E o pior: muitas vezes ela acontece entre mulheres que sequer se conhecem.

Mas existe uma mudança acontecendo

A boa notícia é que cada vez mais mulheres estão rompendo esse ciclo.

São empreendedoras indicando o trabalho umas das outras.

Líderes formando novas líderes.

Amigas celebrando conquistas sem transformá-las em competição.

Mulheres entendendo que o brilho de uma não apaga o da outra.

Porque sucesso não é uma pizza dividida em poucos pedaços.

Há espaço para todas.

Talvez a verdadeira sororidade não esteja em dizer que nunca sentimos inveja, insegurança ou comparação. Talvez esteja em reconhecer esses sentimentos e escolher não alimentá-los.

No fim das contas, a pergunta permanece:

Quando vemos outra mulher vencer, ficamos inspiradas ou incomodadas?

A resposta pode revelar muito mais sobre nós do que sobre ela.

E você, já viveu alguma situação de rivalidade feminina na escola, no trabalho ou até mesmo dentro da própria família?

Beijos de poder.

Postado por Entre Nós Mulheres


Entre Nós Mulheres por Mical Rocha

Sou uma mistura de entusiasmo pela comunicação, amor por café, doces e pessoas inteligentes, uma pitada mágica para transformar problemas em soluções digitais incríveis.

“Aqui quem fala é a Consultora Digital de sorriso no rosto e estratégias na manga!”

Mical Rocha

Alagoana, mãe de 3 filhos, jornalista, escritora, autora do livro “Mostre o Seu Poder”, direcionado ao público feminino. Sua primeira experiência na comunicação foi como radialista em uma Rádio Comunitária (2003-2005), e nessa função, apresentou vários programas atuando também em outro estado na Rádio Atalaia – Aracaju-Se (2005-2006) e  Rádio Farol FM em Maceió-AL, por um período de 3 anos. Já foi compositora e cantora gospel. Atualmente é consultora digital feminina e realiza alguns projetos em assessoria na área da comunicação.

Contato: 82 99691-7755

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