Dólar com. 5.2607
IBovespa 0.03
18 de maio de 2021
min. 23º máx. 30º Maceió
chuva rápida
Agora no Painel Com novas doses, Alagoas inicia imunização por idade simples a partir de 59 e 58 anos

Blogs

Ministro diz que queixas por falta de vacinas é “cantilena” dos brasileiros

17.05.2021 às 10:00

 Sem enfeites, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, criticou ontem em Botucatu, interior paulista, as queixas contra a falta de vacinas no Brasil, e denominou essas reclamações de “cantilena”.

Segundo ele, o país passa por uma “dificuldade sanitária” que será logo resolvida. “O Brasil está indo bem na campanha de vacinação. Poderia ir melhor? Claro que sim, se tivéssemos mais doses”, destacou o ministro, acrescentando: ““É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando, faltando, faltando (IFA). ”

E por que não temos mais imunizantes, ministro? Essa pergunta o senhor não se fez porque a resposta compromete a sua pasta e o governo federal. Em apenas duas semanas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado, que apura ações e omissões de gestores no enfrentamento à pandemia da covid no Brasil, já mostra que não tivemos vacinas em 2020 e sofremos agora com a falta delas, porque o governo brasileiro ignorou a gravidade do vírus e negou-se a ouvir a ciência.

Para Queiroga, o problema de recebimento dos insumos essenciais para a produção de imunizantes no Brasil está no tipo de contrato. “Estes contratos têm cláusulas que são um pouco porosas porque não há comprometimento de prazos, justamente porque há uma carência de vacinas e de IFA no mundo inteiro”, alegou, descartando qualquer problema diplomático do Brasil com a China:

“O presidente (Jair Bolsonaro) tem uma excelente relação não só com a China, mas com todas as nações com quem o Brasil estabelece relações internacionais. A China integra um bloco econômico importante que são os Brics. O Brasil faz parte, a Rússia faz parte, e as relações são absolutamente normais”, afirmou o ministro da Saúde.

Até o momento, foram distribuídos a unidades da Federação e municípios do país o total de 85,2 milhões de vacinas contra a covid-19. Do montante, foram aplicados 52,7 milhões de doses, sendo 35,7 milhões da primeira aplicação e 16,9 milhões da segunda.

Em tempo: a ‘cantilena’ rechaçada pelo ministro de Bolsonaro encontra respaldo nas estatísticas de óbitos: 435 mil brasileiros perderam a vida para a covid em 15 meses.

Postado por Ponto Final

Pazuello “cantará de galo” na CPI da Covid

15.05.2021 às 10:00

 Os poderes de uma comissão parlamentar de inquérito não têm poderes absolutos, diz o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski em despacho na sexta-feira, 14, concedendo ao ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o direito de silenciar na CPI da Covid, no Senado Federal, sempre que entender que as perguntas podem levá-lo ao risco de produzir provas contra si.

Pazuello não poderá sofrer quaisquer constrangimentos físicos ou morais, em especial ameaças de prisão ou de processo caso esteja atuando em defesa de si mesmo, adverte Lewandowski, que garantiu ao ex-ministro a presença de um advogado durante o seu depoimento aos senadores.

Então, quais os deveres de Pazuello como testemunha na CPI da Covid?

Falar a verdade relativamente a todos os demais questionamentos não abrigados nesta cláusula.

Ou seja, se o ex-ministro entender que todos os questionamentos lhes são prejudiciais, poderá, por proteção da lei, não responder a nenhum deles.

Dos 15 meses da pandemia, Eduardo Pazuello chefiou as ações de enfrentamento ao vírus por dez meses, e, sob a guarda da Advocacia Geral da União (AGU) ganhou no STF o direito de silenciar sobre isso.

Independente de pelejas políticas, a CPI da Covid não chegará a lugar nenhum alijada de depoimentos e investigação.

O judiciário contribuiu para o fim da lava-jato (operação contra a corrupção política no Brasil) e agora ajuda a reduzir a importância da CPI da Covid. A bem da verdade, deveria ser o inverso: os exageros na CPI levados à Justiça e não a Justiça impedir que se conheça os detalhes de um período importante da pandemia no país, que podem nos levar a responsáveis pela morte de quase 500 mil pessoas.

Mas vivenciamos dias confusos, na política e no judiciário.

Em tempo: quem hoje defende o silêncio de Pazuello na CPI já criticou, anteriormente, o silêncio de outros depoentes.

O atual ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, por exemplo, disse em 2015 que em CPI “quem se vale do direito ‘ficar calado’ tem coisa a esconder , só bandido usa disso”. Na ocasião, a fala de Onyx foi direcionada a Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras condenado pela operação Lava Jato.

Nada como uma CPI atrás da outra, e uma conveniência no meio.

Postado por Ponto Final

Bolsonaro desdiz o que diz o Ministério da Saúde

14.05.2021 às 12:00

 

O presidente Jair Bolsonaro e a comunicação do governo federal andam em caminhos diferentes.

Bem diferentes, por sinal.

Acuados pela CPI da Covid no Senado, o Ministério da Saúde e a Secom de Bolsonaro jogaram uma campanha educativa no ar, de prevenção ao vírus. Tecnicamente ruim, a peça defende os cuidados básicos recomendados há mais de uma no pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela ciência.

Ou seja, higienizar constantemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel, ficar em casa, evitar aglomeração, manter o distanciamento social e usar máscara sempre que sair de casa.

Orientações que, obviamente, estão longe de ser seguidas por Bolsonaro.

Em Maceió, quinta-feira, 13, o presidente do Brasil esteve em Alagoas, na capital e interior, não usou máscara, incentivou aglomerações e fez questão de mostrar que é contra o distanciamento social, apertando mãos, abraçando apoiadores e cumprimentando com abraços as autoridades nos palanques onde pisou em Maceió e São José da Tapera.

Ou seja, o presidente segue à risca o “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, e torna o governo e ele próprio, inconfiáveis.  Em que ou em quem acreditar numa pandemia que já matou mais de 430 mil brasileiros? E que só ontem matou 2.383 no país?

E governistas ainda dizem que a CPI trabalha contra Bolsonaro.

Uma dúvida: é possível ser a favor?


Confira a peça publicitária aqui

Postado por Ponto Final

Renan e Flávio Bolsonaro quase vão aos tapas após sessão da CPI

13.05.2021 às 12:00

 

Os xingamentos trocados entre os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foram além da sessão da CPI da Covid e dos holofotes da mídia.

Após a suspensão da sessão da CPI pelo presidente Omar Aziz (PP-AM), Renan, que foi chamado de “vagabundo” por Flávio Bolsonaro, foi para cima dele com dedo em riste e o chamou  de “moleque”. “Moleque é você”, retrucou Flávio.

E ficaram alguns minutos, frente a frente, chamando um ao outro de “moleque”.  Não fosse a turma do “deixe-disso”, a coisa poderia ter partido para algo mais grave.

Ânimos políticos acirrados dentro e fora do Congresso, em especial nas redes sociais, a eleição presidencial de 2022 não será fácil para nenhum lado. Nem mesmo para uma terceira via, que poderá ser esmagada pelo ódio dos extremos.

Quem viver, verá.

Postado por Ponto Final

Venda de sentenças - PF chega ao STF e ministro deve ser investigado

12.05.2021 às 14:00

 O ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, deve ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Polícia Federal.

O pedido, que já se encontra no STF, tem como base uma delação premiada feita pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB), que acusou o ministro de integrar um esquema de venda de sentenças no judiciário.

Segundo o ex-governador, Toffoli teria recebido R$ 4 milhões para favorecer duas prefeituras do estado do Rio de Janeiro. Tais valores seriam dados em troca de julgamentos enquanto Toffoli compunha o TSE.

Por nota, a assessoria de Toffoli negou o fato:

"O ministro refutou a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções".

É claro que a Corte pode recusar o pedido da Polícia Federal, tem autoridade e legitimidade para isso, mas a depender do fundamento da acusação, seria de bom tom que a investigasse, sob pena de comprometer a sua credibilidade e inflamar mais ainda os bolsonaristas que viraram oposição ao STF.

Essa é uma história que fará barulho no judiciário brasileiro e que pode puxar outras denúncias semelhantes nos tribunais estaduais de justiça.

É aguardar, para ver.

Postado por Ponto Final

Surge governador defendendo impeachment de Bolsonaro

Para Flávio Dino, o presidente é 100% inconstitucional e amigo dos crimes de responsabilidade

10.05.2021 às 10:00

 

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), defende publicamente o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Para Dino, jurista por formação, o presidente é “inconstitucional do cabelo ao pé”, e embora admita diferenças com o vice-presidente Mourão, vê mais espaço de diálogo com o militar do que com Bolsonaro.

"Bolsonaro é inconstitucional ele próprio. Ele todinho, do cabelo ao pé é incompatível com a Constituição Federal, em tudo. [...] Ele é um presidente inconstitucional. Nós temos que fazer com que o campo da Constituição se una, no primeiro ou no segundo turno, em 2022", declarou o governador em entrevista ao portal Congresso em Foco, reforçando:

“Considerando que estamos em meio a uma pandemia pessimamente gerida, o impeachment é imprescindível. É um imperativo da hora presente para salvar vidas. Tenho certeza que o vice-presidente Hamilton Mourão, com quem tenho óbvias diferenças ideológicas, seria um gestor com mais atributos, qualidades e capacidades cognitivas para poder entender o que está se passando no Brasil e no mundo e, com isso, poder governar melhor. Sou daqueles que acham que todo momento é propício para fazer impeachment diante de um governo tão desastrado e inconstitucional e de um presidente da república tão amigo dos crimes de responsabilidade. ”

Ontem, domingo das mães, o presidente Bolsonaro liderou um passeio de motociclistas pelas ruas de Brasília e, ao final, houve aglomeração, ele e muitos de seus seguidores sem máscaras. Segundo o presidente, o evento teria sido para homenagear as mães. Agora, cá pra nós, o que tem a ver motos com mãe? Em tempo: não havia mães no tal passeio bolsonarista...

A propósito de Flávio Dino, ele defende que aa investigações da CPI da Covid alcancem estados e municípios.

Postado por Ponto Final

A difícil tratativa sobre ‘governador-tampão’ em 2022

08.05.2021 às 11:00

 

Pode parecer cedo, mas grupos políticos em Alagoas já se organizam para 2022. Há alguns que já se articularam mais lá atrás, em 2018 por exemplo, e agora é cobrar a fatura para a eleição do ano que vem.

Institutos de pesquisas no estado já apontam favoritos para os cargos majoritários e nesse favoritismo, o governador Renan Filho (MDB) aparece bem para a única vaga ao Senado, hoje ocupada por Fernando Collor (PROS) que tentará mais uma vez a reeleição.

O quiproquó para a candidatura de Renan Filho ao Senado é que, sem vice-governador (Luciano Barbosa renunciou ao cargo para disputar a Prefeitura de Arapiraca em 2020), quem o substituirá no cargo pode não ser de sua confiança política e atrapalhar a sua candidatura. Nesse caso, se o governador, a Assembleia Legislativa Estadual tem 30 dias para convocar uma eleição indireta (os parlamentares serão os eleitores) e qualquer pessoa pode se candidatar e vencer. Inclusive um adversário do atual governador.

O governador tem hoje uma excelente relação com os deputados, mas na hipótese de se aventurar nessa história, terá que renunciar antes de saber até quem são os pretensos candidatos ao mandato-tampão para conduzir o estado até 31 de dezembro do próximo ano. Para deixar o cargo, é preciso que Renan Filho tenha um acordo muito bem trabalhado com os deputados que o possibilite de indicar, com total compromisso de não haver erros, o seu sucessor no governo.

E quais os nomes que o governador teria para trabalhar com a Assembleia Legislativa? Há quem aposte em Fábio Farias, secretário Chefe do Gabinete Civil do estado de Alagoas. Ou até mesmo ser um deputado estadual ou mesmo um deputado federal, em comum acordo com o grupo do presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP).  Essa adivinhação fica mais para a frente, mas nada é impossível no jogo político. Ainda mais quando se tem pela frente uma disputa eleitoral para o Senado da República e oito meses no comando do governo estadual.

Por ora, a única coisa que se sabe é que essa não será uma tratativa das mais fáceis e, talvez por isso, o governador siga no seu mandato até o final.

Postado por Ponto Final

Trocando farpas em rede nacional

Bolsonaro provoca Renan e senador diz que governo é “inepto”

07.05.2021 às 11:45

 

Enquanto a CPI da Covid ouvia ontem no Senado Federal o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente Jair Bolsonaro, em sua live semanal, provocava o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB/AL), acusando o governo de Renan Filho de desviar recursos federais para enfrentamento da pandemia no estado.

"Frase não mata ninguém. O que mata é desvio de recurso público que seu estado desviou. Vamos investigar o teu filho que a gente resolve esse problema. Desvio mata. Frase não mata", alardeou o presidente.

Ainda durante a oitiva do ministro no Senado, o senador Renan Calheiros respondeu ao presidente:

“O que mata é a pandemia. Pela inação, inépcia que eu torço que não seja dele (Bolsonaro) – porque não queremos fulanizar isso aqui. Com relação ao estado de Alagoas, que ele não gaste seu tempo ociosamente, como tem gasto seu tempo enquanto os brasileiros continuam morrendo. Aqui nesta Comissão Parlamentar de Inquérito, enquanto houver necessidade, todos, sem exceção, serão investigados."

Enquanto Bolsonaro delira, a CPI “investiga”, a tropa de choque governista se articula no Senado, brasileiros continuam morrendo por covid em todo o país e falta vacinas para imunizar a população.

Em tempo: Frase mata quando incentiva as pessoas a não seguirem a ciência, a se aglomerarem e a tomarem medicamentos sem eficácia contra o coronavírus e que atingem perigosamente outros órgãos do organismo humano como, no caso, a cloroquina. No dia 23 de março, o jornal O Estado de S. Paulo divulgou que em São Paulo, pelo menos cinco pessoas foram para a fila de transplante de fígado pelo uso do remédio, três morreram.

A propósito, de quem é a (ir)responsabilidade da falta de imunizantes no Brasil?

Postado por Ponto Final

Bolsonaro desiste de se aproximar de Renan e solta Onyx contra a CPI da Covid

06.05.2021 às 10:00

 

O presidente Jair Bolsonaro tentou até onde pode construir uma ponte entre ele e o relator da CPI da Covid no Senado, Renan Calheiros.

Recorreu ao ex-presidente José Sarney e conta-se nos bastidores que até o filho do senador, governador de Alagoas Renan Filho, foi procurado pelo Planalto para trabalhar essa aproximação.

Não deu certo e agora Bolsonaro soltou seu ministro “boca-dura”, Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral), para coordenar a força-tarefa do governo na CPI. O presidente aposta na experiência de Lorenzoni em outras CPIs e no seu conhecimento político sobre o congresso nacional e, em especial, sobre o senador Renan Calheiros.

Integrantes do G7, o grupo majoritário na comissão, ironizam a decisão de Bolsonaro de dar mão forte a Onyx. Avaliam que o ministro está mais próximo do banco de depoentes da CPI do que da coordenação da bancada governista.

Onyx afirmou numa entrevista que é inútil recorrer ao isolamento social para refrear a propagação do coronavírus: "Alguém consegue impedir que nas áreas urbanas o passarinho, o cão de rua, o gato, o rato, a pulga, a formiga, o inseto, que eles se locomovam? Alguém consegue fazer o lockdown dos insetos? É obvio que não. E todos eles transportam o vírus. Não são contaminados pelo vírus, mas podem transportar o vírus."

O raciocínio, por risível, converteu Onyx num personagem sanitariamente anedótico, já escreveu o jornalista Josias de Souza sobre o episódio.

O fato é que Bolsonaro acha que sua defesa nesses dois dias na CPI vai mal e quer mudar o cenário.

Uma missão praticamente impossível diante das graves e fatais consequências da omissão do governo federal na aquisição de vacinas e no negacionismo de medidas restritivas contra o coronavírus desde o início da pandemia.

Aguardemos a “mão forte” de Lorenzoni na condução governista dentro da CPI.

Postado por Ponto Final

Mandetta dá show de segurança na CPI e incomoda Planalto

Governo faz hoje reunião de urgência com tropa de choque para reforçar enfrentamentos na comissão

05.05.2021 às 10:00

 

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi o primeiro convidado a falar à CPI da Covid do Senado Federal. Ontem, por cerca de dez horas, Mandetta manteve postura serena, objetiva e segura sobre todos os questionamentos que lhes foram feitos, pela oposição e pela base de sustentação do governo na Casa.

Não aceitou provocações, não foi irônico e muito menos atacou gratuitamente o presidente Bolsonaro.

Passou credibilidade, confiança na ciência e sobretudo nos profissionais da Saúde que há mais de um ano estão corajosamente à frente da pandemia para salvar vidas.

Como mensagem à comissão, Mandetta deixou a certeza de que o negacionismo do Planalto e pessoalmente do presidente Bolsonaro, é o maior responsável pelo atraso na vacinação, por consequências fatais com orientações de tratamentos precoces sem comprovação científica, e pelas aglomerações que levaram ao avanço da contaminação comunitária.

O testemunho de Mandetta obviamente incomodou o governo federal.

Tanto, que hoje tem reunião de urgência no Palácio do Planalto para tentar “melhorar” a performance dos governistas na comissão. Estarão presentes os ministros Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral), além dos líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB/PE), no Congresso Nacional, Eduardo Gomes (MDB-TO) e dos senadores Ciro Nogueira (PP/PI), Marcos Rogério (DEM/RO) e Jorginho Melo (PL-SC), a tropa de choque bolsonarista.

Mas não haverá desvio na investigação, por mais palanque eleitoral que a CPI queira ou possa fazer. Os mais de 400 mil óbitos por covid no país é a prova concreta de que o governo federal não fez sua parte na história, mesmo que, em alguns casos, divida essa responsabilidade com governadores e prefeitos.

No mais, Mandetta mostrou ao país que ele é muito maior do que o próprio Bolsonaro jamais imaginou.

Postado por Ponto Final


Ponto Final

 Blog Político

Todos os direitos reservados
- 2009-2021 Press Comunicações S/S
Tel: (82) 3313-7566
[email protected]