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O discurso de milhões!

17.08.2022 às 11:40
Reprodução TV Justiça


O ministro Alexandre de Moraes tomou posse ontem como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), numa solenidade prestigiadíssima por autoridades, juristas, diplomatas, entre outros, que somaram cerca de 2 mil pessoas na cerimônia.

Como manda o protocolo, Moraes sentou-se à mesa ao lado do presidente Jair Bolsonaro e foi dali que ele fez um discurso implacável de combate às fake news contra o sistema eletrônico de votação no Brasil.

Moraes também condenou a propagação do discurso de ódio no país e exaltou a democracia.

E assegurou:

"Somos 156 milhões de eleitores aptos a votar. Somos uma das maiores democracias do mundo em termos de voto popular. Mas somos a única democracia do mundo que apura e divulga os resultados no mesmo dia, com agilidade, segurança, competência e transparência. Isso é motivo de orgulho nacional".

Moraes também disse que a interferência da Justiça sobre as eleições será mínima, mas que não permitirá abusos do direito à liberdade de expressão. 

Destacou que o direito de se manifestar não é prerrogativa para propagação de discursos de ódio, citando que a Constituição não permite, "inclusive em período de propaganda eleitoral", a propagação de discursos de ódio e de manifestações, "sejam pessoais, seja nas redes sociais ou por meio de entrevistas públicas", que busquem o rompimento da democracia.

Foi aplaudido de pé pelo público presente, à exceção de Bolsonaro, é óbvio.

Postado por Ponto Final

Afastamento de GG é conversa pra boi dormir

13.08.2022 às 08:00


O prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (PP) e mais quatro secretários municipais foram afastados dos cargos por 60 dias, pela justiça federal, tempo previsto para as investigações da Polícia Federal de desvio de dinheiro público na cidade.

O montante dos recursos federais possivelmente desviados por GG e seus comparsas está estimado em R$ 20 milhões, R$ 12 milhões só na área da saúde e educação.

A intenção da justiça é não permitir acesso dos investigados à documentação ou qualquer coisa relativa à apuração pelos agentes federais.  Mas, sabe quem assume o cargo no lugar de Gilberto Gonçalves? Sua esposa, Cristina Gonçalves, vice-prefeita de Rio Largo, eleita na chapa do marido em 2020.

Diz a sentença judicial que os afastados dos cargos estão proibidos de frequentar órgãos públicos do município, proibidos de manter contatos entre si e proibidos de sair do País, devendo entregar o passaporte.

GG cumprirá na prática essa determinação? Com a mulher sentada em sua cadeira, com total poder sobre o céu e a terra da municipalidade?

Ou seja, é pra rir ou pra chorar?

E os arrumados familiares só tendem a crescer no processo eleitoral brasileiro, Alagoas é bem a cara desse tipo de manobra política que acontece em todo o país. 

Há quem diga que a vaga de primeiro suplente na chapa de senador do ex-governador Renan Filho será de sua esposa, Renata Calheiros...

E por aí, vai...

Postado por Ponto Final

Quem traiu JC?

10.08.2022 às 11:40
Assessoria


Diz o boca-a-boca nos bastidores da política e fora deles, que o maior traído no atual processo eleitoral em Alagoas é o ex-deputado João Caldas.

Ele teria sido convencido a deixar o PSB e ingressar no União Brasil, que tem como dono no nosso estado o deputado Arthur Lira (PP), presidente da Câmara Federal.

 Com a pressão nacional para que o PSB apresentasse um nome forte para deputado federal, o partido precisou tirar da disputa estadual João Antônio Caldas (Dr. JAC) e colocá-lo na briga por uma vaga de federal, impossibilitando politicamente o pai, João Caldas, de disputar o mesmo mandato.

E aí teria surgido a possibilidade de JC ser o primeiro suplente da chapa de Davi Davino Filho ao Senado.

Foi barrado.

Na justificativa oficial, porque o PP já teria se comprometido a ceder a vaga ao PSDB, na vera, o argumento de que a reputação de JC poderia detonar a candidatura de Davi.

JC então poderia disputar mandato de estadual?

Não, o União Brasil desconversou, disse que a entrada de João Caldas teria que ter 100% da concordância de todos os candidatos ao cargo de deputado estadual. A coisa não avançou. O PSB, presidido em Alagoas pelo prefeito de Maceió, JHC, e filho mais velho de JC, rompeu com o PP e com o União Brasil.

Cada qual olhando para seu umbigo, mas uma coisa é certa, ignorar o legado eleitoral de João Caldas é um erro de quem está jogando desse lado, e, convenhamos, reputação política por reputação política, quase nenhum se salva nesse cenário, e o próprio dono em Alagoas do UB e do PP, Arthur Lira, é um dos primeiros nessa lista.

Fica a pergunta: Quem traiu JC? 

Em tempo: esse jogo ainda não acabou, aguardemos até 15 de agosto!

Postado por Ponto Final

O voto do ex-governador Teotonio Vilela

07.08.2022 às 12:00
Assessoria


O ex-governador Teotonio Vilela, ex-presidente do PSDB nacional por cinco anos consecutivos, presidente de honra do PSDB de Alagoas, vota na eleição presidencial deste ano na candidata escolhida pelo seu partido, a senadora Simone Tebet (MDB). 

Não haveria de ser diferente, Teotonio sempre foi um político de partido, faz parte da executiva nacional dos tucanos, é um nome respeitadíssimo dentro e fora da legenda exatamente por possuir a confiança dos tucanos de canto a canto do Brasil. 

Porém Teotonio tem afirmado categoricamente que em caso de um segundo turno entre Bolsonaro e Lula, que é o que as pesquisas de intenção de voto vêm demonstrando, ele votará em Lula.

Quanto a isso, assegura o ex-governador, “não resta a menor sombra de dúvida”.

Ou seja, Teotonio não vota em Bolsonaro em nenhuma alternativa, essa é a verdade.

Postado por Ponto Final

O que mede a confiança entre políticos em Alagoas?

03.08.2022 às 09:20


O que é a confiabilidade na política? 

Vejamos, como exemplo, o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), atual vice-prefeito de Maceió, pré-candidato a vice na chapa de reeleição do governador Paulo Dantas (MDB).

Lessa já perambulou pra cá e pra lá em situação e oposição, buscando a melhor acomodação para ele e seu grupo.

Esteve com Rui Palmeira em 2016 (à época PSDB), com os Calheiros (MDB) em 2018, com os Caldas (PSB) em 2020, e agora de volta aos Calheiros em 2022.

E em nenhuma dessas últimas posições Lessa esteve como protagonista, esse protagonismo ele perdeu em 2006, derrotado ao Senado por Fernando Collor (PTB). De lá para cá, busca apenas onde se “escorar” politicamente...

Tipo, cada eleição, uma conveniência de poder...

Agora, saindo dos braços dos Caldas para o colo dos Calheiros, com JHC e os Renan´s ferrenhos adversários, diz a imprensa que Lessa e o prefeito de Maceió selaram um pacto de “não agressão” (??!!). 

Ou seja: você vai para a trincheira de luta do meu adversário contra mim, mas você não é meu adversário??!!!!

Enfim: qual o nível de confiança que se tem hoje na política?

Postado por Ponto Final

A lama do “beco da propina” salpica em quem?

01.08.2022 às 10:40

Alagoas não se surpreendeu com a reportagem do Fantástico, programa da Rede Globo exibido ontem, 31 de julho, em rede nacional, colocando o prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, como suspeito de receber cerca de 9 milhões em propina de uma construtora.

É que GG, como Gilberto é conhecido na cidade e nos meios políticos do estado, é freguês desse tipo de denúncia e já amargou até xadrez por conta de envolvimento com corrupção.

Agora, o que deixa muitos alagoanos de boca aberta, é a quem essa sujeirada toda atinge em plena campanha eleitoral.

A princípio, a filha de GG, Gabriela, que disputará mandato na Assembleia Legislativa Estadual, depois, seu maior apoiador, deputado Arthur Lira (PP), presidente da Câmara Federal, e, por tabela, o senador Rodrigo Cunha (UB), que o prefeito acusado de corrupção apoia.

É a máxima: “Dizes com quem andas e eu ti direi quem és”.

Fica a reflexão.

Postado por Ponto Final

Todas as ameaças de Bolsonaro à democracia brasileira

30.07.2022 às 14:00


Quando se diz que o presidente Jair Bolsonaro ameaça a democracia brasileira, há quem reaja afirmando que isso é uma mera “narrativa de oposição”. Não, não é apenas um discurso eleitoreiro, Bolsonaro tem atacado a democracia sem nenhuma sutileza e com total consciência de seus atos. O jornalista Rudolfo Lago, analista do portal de notícias Congresso Em Foco, enumerou pelo menos dez vezes em que isso ocorreu:

1 - 23 de agosto de 2021, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez atacou o Supremo Tribunal Federal (STF). Chamou os ministros de “surdos de capa preta”. Enquanto ele falava, seus apoiadores gritavam que “Supremo é o povo”. O artigo 2º da Constituição afirma que os três poderes da República devem ser “independentes e harmônicos”. A todo momento, o presidente provoca desarmonia entre os poderes. Toda vez que ele provoca desarmonia entre os poderes, ele ameaça a democracia.

2 - No mesmo domingo, 23 de agosto, o presidente convocou as pessoas a irem às ruas no dia Sete de Setembro “pela última vez”. Para que o Supremo entenda o que é “a voz do povo”. Um princípio basilar do Direito é que o juiz deve julgar de maneira imparcial. Ainda que isso seja uma impossibilidade prática do mundo real, ainda que se soubesse que um juiz, como qualquer cidadão, tem suas posições políticas, ele deve se esforçar ao máximo para evitar que elas interfiram nas suas decisões. Os ministros do Supremo devem procurar realizar seus julgamentos à luz do Direito, e não da pressão popular. Se Bolsonaro ou qualquer pessoa do governo diverge de alguma decisão do STF, precisa divergir tecnicamente, com recursos jurídicos. Quando coloca o povo contra as decisões tomadas por um poder, Bolsonaro ameaça a democracia.

3 - Bolsonaro começa a repetir, assim, o que fizera no Sete de Setembro do ano passado, quando disse, em discurso, que não mais obedeceria a decisões judiciais que fossem tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Qualquer cidadão que desrespeita uma ordem judicial sofre sanções por isso. Normalmente, o cidadão comum vai preso. Quando um presidente diz que não cumprirá uma ordem judicial, dá um péssimo exemplo para os demais cidadãos. Na ocasião, o STF deixou claro ao presidente que, nessa balada, haveria consequências. Bolsonaro recuou. E recuou porque sabia que, naquele momento, ameaçava a democracia.

4 - Quando concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que sofreria sanções por desobedecer a ordens judiciais, Bolsonaro realizou o mesmo tipo de ataque. Sinalizou ali que os “amigos do rei” estão libertos de obedecer à Justiça. Tipo de situação que faz engrossar o coro de que “Supremo é o povo”. Quando um dos poderes é desacreditado e tem sua harmonia e independência comprometida, a democracia está ameaçada.

5 - Bolsonaro reuniu embaixadores de diversos países para repetir inverdades sobre o sistema eletrônico de votação. No mínimo, para repetir questionamentos sobre os quais ele não tem a menor comprovação. Valeu-se, assim, da estrutura de governo para lançar questões que só interessam a ele. Quebrou o princípio da impessoalidade. Lançou dúvidas à democracia. É inquestionável aqui a ameaça à democracia.

6 - Ao longo de sua vida política toda, Bolsonaro enalteceu o regime militar brasileiro, que foi uma ditadura. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) reconheceu 434 mortes e desaparecimentos políticos ocorridos durante a ditadura militar.

7 - Ao votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro fez uma homenagem ao general Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura. No regime militar, Dilma Rousseff foi torturada. Não há tortura em uma democracia.

8 - Quando deputado, certa vez Bolsonaro pregou o “fuzilamento” do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente pela defesa que Fernando Henrique fazia á época da privatização de estatais. Hoje, o presidente Bolsonaro privatiza a Eletrobrás e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a privatização da Petrobras. Pode-se até discutir a privatização de estatais. Mas sugerir fuzilamento de presidente é ameaça à democracia.

9 - Em uma entrevista em 1999, Bolsonaro pregou que os problemas brasileiros só se revolveriam com uma guerra civil em que morressem “uns 30 mil”. Emendou dizendo que morreriam “uns inocentes, mas tudo bem”. O estado democrático de direito não pode admitir por normal uma situação em que morram inocentes. A declaração é uma ameaça à democracia.

10 - Somente pela covid-19, já morreram no Brasil mais de 600 mil inocentes…

Que presidente é esse, Brasil??!!!

Postado por Ponto Final

Mais surpresas nas alianças eleitorais? Veja aqui!

A cada dia, uma surpresa na política brasileira para as eleições deste ano.

28.07.2022 às 14:20


Imagine que o União Brasil (UB), nas mãos do senador Rodrigo Cunha aqui em Alagoas, sob o apadrinhamento e condução do bolsonarista Arthur Lira (PP), presidente da Câmara dos Deputados, pode se juntar ao PT nacionalmente pela candidatura de Lula à presidência do Brasil.

O presidente nacional do UB, deputado federal Luciano Bivar (PE), pré-candidato na disputa presidencial, pode recuar desse projeto para apoiar Lula. Os dois andam conversando nesse sentido e há quem diga que Lula propôs apoio da bancada petista à candidatura de Bivar à presidência da Câmara Federal, caso se eleja com o apoio do União Brasil, um sonho antigo do político pernambucano.

Quem acompanha essa novela, garante que Bivar se mostra simpático à ideia. 

O problema é que ele teme, nesse caso, pela desagregação do partido, que reúne adversários ferrenhos de Lula, como o ex-juiz Sergio Moro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. O primeiro é pré-candidato ao Senado pelo Paraná e o segundo disputa a reeleição.

Uma coisa é visível e há consenso no UB sobre ela: a candidatura de Bivar à presidência da República nunca saiu do lugar.

Há ainda a possibilidade de Bivar desistir da candidatura, tentar a reeleição a deputado, apoiar publicamente Lula e deixar que cada estado apoie quem quiser na questão presidencial. É que, formado numa fusão entre Democratas e PSL, há no União Brasil alas próximas a Jair Bolsonaro, outras simpáticas a Lula e uma terceira refratária a qualquer um dos dois e que optaria, no primeiro turno, por se aliar a Ciro Gomes (PDT) ou Simone Tebet (MDB).

Tipo: até 5 de agosto tudo pode acontecer. Ou nada.

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Guerrilha contra Tebet

27.07.2022 às 09:40
Reprodução GloboNews


A ala lulista do MDB berrou, esperneou, tentou evitar a convenção do partido para homologar a candidatura da senadora Simone Tebet à presidência da República, mas deu com os burros n´água. 

O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro Edson Fachin, manteve a convenção. E, falando sério, não há nenhuma motivação jurídica para impedi-la!

Mas os emedebistas-lulistas não param por aí.

Lula teria sido chamado pela ala emedebista que o apoia para a guerrilha contra a candidatura de Tebet. 

Segundo o blog da jornalista Denise Rothenburg, do Correio Braziliense, o ex-presidente teria ligado para o senador Tasso Jereissati, na tentativa de formar no Ceará um palanque entre o PT e PSDB depois do rompimento entre o PDT de Ciro Gomes e os petistas. Lá, o MDB já apoia Lula e, agora, a ideia é atrair os tucanos, tirando Tasso da chapa de Tebet.

Ou seja, a ideia é reduzir ao máximo a chance de um segundo turno na disputa presidencial, mantendo a polarização Direita versus Esquerda.

É difícil avaliar pela visão esquerdista de que, nesse caso, seja Lula o vencedor, mas uma coisa é certa, quem bater o pé com firmeza em “Não eles” (Lula e Bolsonaro), a votação nula ou em branco para presidente do Brasil terá um crescimento gigante na eleição deste ano.

E a quem isso ajuda?

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TJ-AL empossa na tarde desta segunda-feira, 25, Fábio Ferrario como novo desembargador.

25.07.2022 às 12:40
Caio Loureiro/Dicom TJAL/Arquivo


Ferrario entra no TJ representando a advocacia alagoana.

Ele foi eleito pela maioria dos advogados e advogadas na eleição para a lista sêxtupla, dia 8 passado, escolhido por unanimidade pelos desembargadores para a lista tríplice e nomeado pelo governador Paulo Dantas.

Ferrario tem 32 anos de militância como advogado, com atuação nas áreas Cível, Penal e Eleitoral. É graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Centro de Estudos Superiores de Maceió (CESMAC), atuou como juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) entre os anos de 2001 e 2004, e desempenhou diversas funções na OAB/AL, dentre elas as de Conselheiro Seccional e de presidente da Comissão de Estudos Constitucionais.

Em tempo: assume o cargo de desembargador um dos mais notáveis advogados alagoanos, um jurista renomado, que chega ao judiciário levado por sua trajetória sem máculas na advocacia do nosso estado.

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Ponto Final por Redação

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