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Renan diz que denúncia contra ele vem da milícia

22.07.2021 às 11:43


 “A democracia tem contornos às vezes de ficção. Até mesmo quem foge dos promotores há anos sistematicamente pode ir à sede do Ministério Público Federal. No Brasil, até a milícia denuncia! ”, reagiu o senador Renan Calheiros (MDB-AL), em suas redes sociais, à notícia de que o seu colega senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) o denunciara ao MPF por “abuso de autoridade” na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid.

O senador Flávio Bolsonaro acusa Calheiros de expor dados confidenciais durante as oitivas para pautar os seus “interesses egoísticos’, o que, em sua avaliação, caracteriza crime de abuso de autoridade.

Os assuntos confidencias que o filho do presidente cita dizem respeito a trechos de um depoimento que ele concedeu durante inquérito sobre atos antidemocráticos, e que estão sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio alega que Calheiros divulgou parte das gravações durante a reunião da comissão que recebeu o ex-secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten.

Na representação, Flávio Bolsonaro também afirma que o relator da CPI da Covid agiu de forma tendenciosa "buscando incriminar testemunhas, fazendo uso de provas obtidas de forma ilícita e ilegítima".

A denúncia do filho zero um do presidente Bolsonaro pode parecer fumaça, mas não há fogo suficiente para respaldá-la. No mais, surge como mi-mi-mi para tumultuar as investigações sobre as omissões e até possível corrupção do governo federal na compra de vacinas contra a covid-19.

Crime de abuso de autoridade deveria ser, em nome da presidência da República, se negar a vacinar e salvar vidas numa pandemia que já chegou a matar 3 mil pessoas por dia no Brasil, totalizando hoje quase 600 mil óbitos.

Postado por Ponto Final

O ponto de convergência que une Bolsonaro e Lula

21.07.2021 às 09:40

 

Numa coisa, Bolsonaro e Lula concordam plenamente: não querem uma terceira opção na disputa presidencial de 2022. Ambos sabem que a polarização ajuda os dois e se unem para combater quem ouse ser o que se chama “terceira via” para essa briga de direita contra esquerda.

Em entrevista a uma emissora de rádio, ontem, 20 de julho, Bolsonaro já descartou qualquer sobrevivência eleitoral de um terceiro concorrente: “Não existe terceira via, não vai dar certo, não vai atrair a simpatia da população”. Por sua vez, Lula, à outra rádio, desafiou: “o que tem de um lado é democracia e do outro é fascismo. Quem está sem chance usa de desculpa a tal da terceira via. Seria importante que todos os partidos lançassem candidato e testassem sua força”.

Unem-se para combater, com desdém, o mesmo inimigo.

Lutando para ser essa terceira via através do PSDB, dois governadores reagiram a essas falas.

“O sonho do Lula é disputar eleição apenas com o Bolsonaro. O sonho do Bolsonaro é disputar eleição apenas com o Lula. E o sonho dos brasileiros é que os dois percam a eleição. Não adianta serem contra, a melhor via devolverá a esperança aos brasileiros”, rebateu João Dória, governador de São Paulo.

“Ninguém chuta cachorro morto. Se não existe terceira via, não sei porque Lula e Bolsonaro estão se preocupando. Depois do tanto que já nos foi roubado, querem agora roubar a nossa esperança”, disse Eduardo Leite, governador do Rio Grandes do Sul.

Uma coisa é certa, o que se precisa, mesmo, é de um projeto de Brasil que una os brasileiros e não que os separe entre mitos de direita e de esquerda com intolerância nos discursos e agressividade nas ideologias.

Entre Bolsonaro e Lula, seria o petista quem poderia dar uma lição de democracia em favor desse projeto. Não dá. Seu projeto continua sendo o de poder, unicamente.

Postado por Ponto Final

A ameaça ineficaz de Ramos contra Bolsonaro

20.07.2021 às 09:40

 

Atacado por Bolsonaro, o deputado amazonense Marcelo Ramos (PL), vice-presidente da Câmara dos Deputados, ameaça solicitar da presidência da Casa acesso aos mais de 120 pedidos de impeachment do presidente da República.

Em que isso vai dar?

Tecnicamente, em nada, mas se Ramos tiver uma boa estratégia de comunicação pode incomodar muito o Palácio do Planalto e o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), caso essas solicitações possuam mesmo argumentos fortes para tramitarem. Fora isso, a reação do deputado só tem o dom de reagir à provocação que lhe foi feita por Bolsonaro, com outra provocação.

A propósito, Lira não faz segredo de que não tirará da gaveta um só desses pedidos contra Bolsonaro, mantendo, sem esforço, o presidente seu refém.

Ontem, à TV Brasil, Bolsonaro voltou a criticar o aumento do fundo eleitoral, disse que a tendência é vetá-lo “em respeito ao trabalhador”, citou obras de infraestrutura que podem ser feitas com esses recursos, mas não bateu o martelo.

Certamente ouvirá Arthur Lira antes de vetar ou buscar uma justificativa para sancionar recursos de R$ 5,7 bilhões para partidos políticos bancarem as eleições do ano que vem.

Tudo como dantes, no quartel de Abrantes.

Postado por Ponto Final

Bolsonaro faz cara feia, mas não diz que vetará aumento do “Fundão”

19.07.2021 às 09:00

 

O presidente Jair Bolsonaro criticou o novo valor do fundo eleitoral, aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo congresso nacional. De R$ 2 bilhões em 2018, o chamado “Fundão” será de R$ 5,7 bilhões em 2022.

Bolsonaro jogou a responsabilidade desse aumento no vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), que presidiu a sessão onde se viabilizou a ampliação dos recursos para o fundo eleitoral.

E, mais uma vez, ao contrário de mostrar aos brasileiros onde o país perde com essa aprovação, partiu para a tentativa de desqualificar o deputado. Disse que Marcelo Ramos atropelou, ignorou, passou por cima e não votou o destaque que poderia impedir o fundão: “Pelo amor de Deus, o estado do Amazonas ter um parlamentar como este".

O texto, aprovado na Câmara por 278 votos a favor, 145 votos contra e uma abstenção, teve o referendo de deputados da base governista. Para o presidente, a culpa não é deles. "Teve a votação da LDO, que interessava ao governo. Em um projeto enorme, alguém botou essa casca de banana, ou esta jabuticaba", buscou justificar o presidente, que embora discorde do aumento, não informou se vai vetá-lo.

Ou seja, se Bolsonaro não vetar o aumento que praticamente triplicou o valor do “Fundão”, podemos questionar, “Pelo amor de Deus, o Brasil ter um presidente como este? ”

O presidente teve alta ontem do Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or. Ele estava internado desde a quarta-feira, 14 de julho, para tratar um quadro de suboclusão intestinal. Segundo nota da Secretaria de Comunicação do governo, Bolsonaro seguirá com acompanhamento ambulatorial pela equipe médica assistente.

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Fundo Eleitoral para 2022 será de R$ 5,7 bi

Deputados e senadores aprovaram ontem a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022

16.07.2021 às 11:20

 

Ou seja, teremos ano que vem uma eleição mais uma vez caríssima, paga com dinheiro público e sob prejuízo de políticas públicas fundamentais como saúde, educação, cidadania e segurança pública.

O texto aprovado mantém as estimativas do governo para a economia no ano que vem: salário mínimo de R$ 1.147; inflação de 3,5%, crescimento do PIB de 2,5% e taxa básica de juros média de 4,7%. A LDO prevê um déficit de R$ 170,474 bilhões nas contas públicas do governo federal em 2022, o equivalente a 1,9% do PIB.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), mais conhecido como fundo eleitoral, é um fundo público destinado ao financiamento de campanhas eleitorais de candidatos políticos estabelecido pela lei nº 13.487, de 6 de outubro de 2017, considerada uma minirreforma eleitoral.

Enfim, como já disse Antoine de Saint-Exupéry em seu clássico O Pequeno Príncipe, “também somos ricos de nossas misérias”.

Postado por Ponto Final

Empresa do filho de Arthur Lira atua em contratos de publicidade no governo federal

15.07.2021 às 08:40

 

A imprensa nacional deu ênfase, ontem, ao fato de o filho do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, atuar em contratos de publicidade que envolvem o governo federal.

Arthur Lira Filho é dono de uma empresa de representação de veículos publicitários que, por sua vez, prestam serviço para órgãos públicos, tendo como sócia no negócio Malu Cavalcante, filha de Luciano Cavalcante, braço direito, secretário parlamentar e coordenador de campanha de seu pai, deputado Arthur Lira.

Com pouca experiência na área e na faixa dos 20 anos, Arthur Filho e Malu recebem comissão de cerca de 7% a 15% do valor do contrato entre a agência e o veículo que representam.

Segundo o portal de notícias Congresso Em Foco, empresas agenciadas por Malu e Arthur Filho foram contratadas como fornecedoras em publicidade pela Caixa: a Akee Mídia em janeiro deste ano e a Agência Musik'a entre dezembro e fevereiro, entre outras que trabalham junto ao Ministério da Cidadania e ao Ministério do Turismo.

“Desde que Arthur Lira virou presidente, a empresa [do filho] passou a vender mais”, disse ao Congresso Em Foco um dos interlocutores que participou de uma negociação com a agência de Arthur Filho. Os envolvidos negam irregularidades e dizem que a atuação é condizente com a praticada no mercado.

A empresa dos dois jovens, a Mídia Nova Representações, aberta no final de 2019, não tem sede, site ou mesmo e-mail oficiais. O endereço que consta no registro de CNPJ é de um apartamento residencial da Asa Norte, em Brasília - onde Malu mora com os pais.

Pelas bandas de Alagoas, já há quem suspeite da atuação da Mídia Nova na Câmara Municipal de Maceió.

A empresa teria sido levada à câmara por um vereador ligado a Arthur Lira (pai) e ao seu assessor Luciano Cavalcante.

Quem seria o vereador??????

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Cunha traz Eduardo Leite para conversar com tucanos de Alagoas

14.07.2021 às 09:20

 

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), estará em Maceió no próximo sábado, 17. Vem como convidado do senador Rodrigo Cunha, presidente do PSDB de Alagoas, para uma conversa com filiados.

Eduardo Leite disputa dentro do partido a pré-candidatura à presidência da República em 2022, cuja eleição interna está prevista para novembro deste ano.

Disputam ainda essa pré-candidatura no PSDB, o governador João Dória, de São Paulo, e o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto.

Eduardo Leite tem 36 anos é bacharel em Direito e atual governador do Rio Grande do Sul, cargo que exerce desde janeiro de 2019. Anteriormente, foi prefeito de Pelotas de 2013 a 2017, cidade onde também foi vereador.

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A lenda urbana do mito de pés de barro

13.07.2021 às 09:20

 Há quem jure que a defesa de Jair Bolsonaro pela impressão do voto não passa de uma cortina de fumaça para encobrir as investigações de propina em seu governo e a sua responsabilidade em mais de 500 mil óbitos por covid no Brasil, ou mesmo para criar um salvo-conduto para futuro ‘mi-mi-mi’ em caso de não ser reeleito.

A elegibilidade do ex-presidente Lula em 2022 criou fantasmas suficientes no Palácio do Planalto para a defesa de quaisquer bandeiras que possam, de alguma maneira, afetar a disputa presidencial ano que vem.

Por mais idiotas que essas bandeiras possam ser.

O voto eletrônico sempre foi auditável, tanto que em 2014 o PSDB fez uma auditoria na votação que reelegeu Dilma Rousseff e comprovou que o seu candidato, Aécio Neves, de fato perdera nas urnas sem nenhuma ilicitude do processo de votação.

Já disse o ministro Gilmar Mendes que voto impresso é uma lenda urbana, e ele tem razão, é mesmo uma lenda urbana criada por um mito com pés de barro, como já o descreveu a jornalista Ana Pompeu, da Revista Congresso Em Foco:

“Embora atue como parlamentar há quase 30 anos, Bolsonaro é um grande desconhecido para diversos setores da economia e da sociedade. O deputado – que chegou a declarar que, se fosse eleito presidente, entregaria metade do ministério aos militares – é uma incógnita ambulante. A habilidade dele para criar conflitos é tão grande quanto a desconfiança sobre sua capacidade de governar o país”.

Nada além disso.

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Bolsonaro confirma conversa com Miranda

12.07.2021 às 09:20

 

O deputado Luís Miranda (DEM-DF) não mentiu quando informou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, ter comunicado ao presidente Bolsonaro supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.

Ontem, 11, em Porto Alegre, onde promoveu uma motociata de apoiadores de seu governo, Jair Bolsonaro confirmou  à Rádio Gaúcha o depoimento de Miranda aos senadores, inclusive confessando que não adotou nenhuma providência para apurar a denúncia do parlamentar: “Eu tenho reunião com cem pessoas por mês, não posso simplesmente tomar qualquer providência das coisas que chegam pra mim [sic]”.

Mas, se entre cem pessoas, uma é deputado federal, de sua base política, essa, pelo menos, deveria ser ouvida com mais atenção pelo presidente. Sobretudo se a denúncia feita se tratar de possível corrupção em seu governo.

O “ouvido mouco” de Bolsonaro também “cagou” para o alerta, assim como o presidente diz “cagar” para a CPI e, certamente, “caga” para mais de 500 mil óbitos por covid no Brasil, enlutando o país inteiro.

As pesquisas de opinião pública sobre o governo de Bolsonaro e sua candidatura à reeleição ano que vem, mostram que, igualmente, tem muita gente “cagando” para o presidente.

Datafolha constata, em dados colhidos entre os dias 7 e 8 deste mês, que 70% dos brasileiros acreditam que há corrupção no governo Bolsonaro e  52% acham que o presidente é desonesto.

É o resultado de muita “cagada”, com certeza.

Postado por Ponto Final

Cagadas de Bolsonaro o fazem despencar na opinião pública

O presidente Jair Bolsonaro continua seguindo uma bússola confusa.

10.07.2021 às 11:20

 

Ele ameaça a democracia brasileira ao bradar que, “ou fazemos eleições limpas ou não temos eleições”, depois de xingar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dizer que “caga” para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instalada pelo Senado Federal, para apurar omissões e ações na pandemia da covid-19 que já matou cerca de 600 mil brasileiros em um ano e meio.

Continua a perambular pelo país defendendo tratamento precoce (ineficaz) contra a covid e negando as medidas restritivas para prevenção da doença.

Goza do luto, da dor e da apreensão dos brasileiros em cada fala pública menosprezando a ciência.

Ignora denúncias contra seu governo, faz comunicação pelo avesso, está na contramão da história.

Lidera fanáticos que, segundo pesquisa recente do Datafolha, não passa dos 30%, percentual que não lhe garante mais a reeleição em 2022. Nesse cenário, perde para o governador de São Paulo João Dória e para Lula, no primeiro e segundo turnos da eleição. E impressão nenhuma de voto lhe dará a vitória, topou na sua própria incompetência em fazer política e gestão.

Perdeu o jogo, não por ter adversários fortes, mas por não saber jogar.

 Em suma é isso: o que ele sabe mesmo é cagar e se sujar com o resultado.

Postado por Ponto Final


Ponto Final por Redação

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