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Quem representa a Zona da Mata?

20.06.2022 às 10:40

A Zona da Mata de Alagoas tem, pelo menos, três nomes na disputa à Câmara dos Deputados, e todos já com experiência política suficiente para que o eleitorado faça a escolha sem medo de votar no que não conhece.

Dois deles, de Ibateguara, ex-prefeitos João Caldas (UB) e Géo Cruz (MDB); o outro, de São José da Laje, ex-prefeito Rodrigo Valença (UB). 

João Caldas, ou JC, como é conhecido, foi também vereador de Ibateguara, deputado estadual, deputado federal, secretário de estado e presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA).  Além de eletrificação rural e ações específicas para a agricultura, JC levou para a região recursos e projetos para a saúde, educação, cidadania e infraestrutura.

Géo e Rodrigo foram prefeitos de seus municípios por dois mandatos consecutivos, bem avaliados pelo trabalho que realizaram.

O problema: a Zona da Mata, formada por 15 municípios, não tem votos suficiente para eleger os três, além de que há sempre o desembarque de candidaturas “forasteiras” por lá, mas seria importante que a região resgatasse na eleição desse ano um mandato federal para chamar de seu. 

Aguardemos!

Postado por Ponto Final

O mito insensível

17.06.2022 às 11:40


Sensibilidade significa emoção, sentimento, faculdade de sentir compaixão, simpatia pela humanidade; piedade, empatia, ternura.

Decididamente, não temos no Brasil um presidente sensível!

Veja aqui algumas declarações públicas de Jair Bolsonaro, recheadas de insensibilidade:

Durante uma de suas lives, Bolsonaro achou de bom gosto imitar uma pessoa com falta de ar, um dos principais sintomas da covid.

Logo no início da pandemia, após o Brasil ultrapassar o número de óbitos da China, o presidente foi enfático: “E daí? Lamento, quer que eu faça o que?”.

Quando o país tinha cerca de 2,5 mil mortos, o presidente Bolsonaro se recusou a responder à pergunta de um jornalista sobre o número. “Não sou coveiro!”, afirmou.

Em dezembro de 2021, quando começavam os preparativos para a imunização das crianças contra a covid-19, Bolsonaro passou a se manifestar abertamente contra a vacinação dos pequenos: “Não está havendo morte de crianças que justifique algo emergencial”.

Em outra ocasião, quando o país já registrava mais de 1,4 mil óbitos de crianças pela doença, o presidente minimizou o número. “Algumas morreram? Sim, morreram. Lamento, profundamente, tá. Mas é um número insignificante e tem que se levar em conta se ela tinha outras comorbidades também”, disse.

Sobre o assassinato de Genivaldo de Jesus Santos, morto em uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na cidade de Umbaúba, interior de Sergipe, Bolsonaro afirmou que seria feita justiça, mas criticou a pressão da imprensa sobre o caso: “Com toda certeza será feita a justiça e todos nós queremos isso aí. Sem exageros e sem pressão por parte da mídia que sempre tem lado, o lado da bandidagem”.

No caso do jornalista Dom Phillips e Bruno Pereira, o presidente falou que “vísceras humanas” haviam sido encontradas no rio e que tudo indicava que “fizeram alguma maldade com eles”.

Bolsonaro também criticou uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que mandou o governo federal adotar imediatamente “todas as providências necessárias” para a localização dos desaparecidos. “É preciso dizer para o senhor Barroso que temos dezenas de milhares de pessoas que desaparecem no Brasil. Agora ele se preocupou apenas com esses dois”, afirmou.

Vai vendo, Brasil, vai vendo!

Postado por Ponto Final

Quem aposta em quem?

16.06.2022 às 09:40

Há tempos que não vê em Alagoas uma pré-campanha eleitoral tão disputada como a desse ano.

Estão no páreo para o governo do estado, o atual governador, Paulo Dantas (MDB), os senadores Rodrigo Cunha (UB) e Fernando Collor (PTB), o ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSD), e a professora Mônica Carvalho (Solidariedade).

Ao Senado, constam as pré-candidaturas dos ex-governadores Renan Filho (MDB) e Ronaldo Lessa (PDT), do deputado Davi Davino Filho (PP), e do engenheiro agrônomo Mário Agra (PSOL).

Para a Câmara Federal, a briga não será menor, são 9 vagas para dezenas de políticos no mandato, que já tiveram mandato, e os que estão em palanques apontados como fortes eleitoralmente. Para a Assembleia Legislativa Estadual, a exemplo de eleições passadas, a renovação não será grande, mas também por lá a concorrência não está fácil. 

Quem é o favorito ao governo do estado?

Parece cedo para apostas, mas as pesquisas de intenção de voto vão dando os indicativos: uns crescem, outros diminuem; a indecisão ainda é grande e no final estão todos tecnicamente empatados na opinião pública.

Porém, é certo que a máquina governamental, a articulação política e o volume do fundo eleitoral que desembarca nas contas das campanhas a partir de agosto darão o tom nessa disputa. 

Aguardemos!

Postado por Ponto Final

Manda quem pode, obedece quem tem juízo?

15.06.2022 às 12:40


Há cerca de duas semanas houve um bate-boca na plenário da Câmara Federal, entre o presidente Arthur Lira (Progressistas) e o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). O motivo foi a possibilidade de se privatizar a Petrobrás, onde Braga questionava Lira de “não ter vergonha” de defender essa causa.

Pelo desdobramento da arenga, Braga entrou com uma representação contra Arthur Lira no Conselho de Ética da Casa. 

Por sua vez, Lira mandou o PL representar Braga.

Até aí, eles por eles, mas, a toque de caixa, Arthur Lira assinou o pedido do PL e o anunciou em plenário; Braga já foi ouvido pela Comissão de Ética, e a representação dele contra o presidente da Câmara dos Deputados, ninguém sabe, ninguém viu, até agora nenhuma movimentação no colegiado.

É aquela história, manda quem pode, obedece quem tem juízo?

Vai vendo, Alagoas, vai vendo.

Postado por Ponto Final

A Collor, o que é de Bolsonaro

13.06.2022 às 10:00
Assessoria

O fato novo no cenário pré-eleitoral de Alagoas está previsto para amanhã, dia 14. Lançamento da pré-candidatura do senador Fernando Collor (PTB) ao governo do estado, em um palanque raiz bolsonarista.

Na prática, significa que ele terá a máquina do governo federal a seu favor.

Ou seja, Collor não é político de dividir apoios, então, quem está em cargo federal de direção no estado, terá que pedir a benção a Collor, e quem conhece o senador sabe que dessa praxe não escapará ninguém, nem o superintende regional da Codevasf, João Pereira Filho (Joãozinho), indicado pelo primo Arthur Lira (PP), presidente da Câmara dos Deputados.

Lira é bolsonarista, isso é fato, mas o nome que ele escolheu, defende, protege e guia para disputar o governo de Alagoas, o senador Rodrigo Cunha (UB), já disse que em Bolsonaro ele não vota.

Então, a Collor o que é de Collor, ou, melhor dizendo, a Collor o que é de Bolsonaro.

Lira vai protestar?!

Postado por Ponto Final

Quem paga a pena na truculência de Lira

10.06.2022 às 10:40
Câmara dos Deputados


O deputado Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, dono em Alagoas do Progressistas e do União Brasil, e aquele que gosta de disparar desaforos nas redes sociais, focou sua truculência agora no PSDB de Alagoas.

Como o partido dos tucanos reclama de um acordo não cumprido com o União Brasil no estado e admite que essa insatisfação pode levar a legenda a uma ruptura com o grupo de Lira, que tem o senador Rodrigo Cunha como pré-candidato ao governo de Alagoas, o deputado acostumado a tentar intimidar políticos e jornalistas, ameaça tirar o apoio do Progressistas à candidatura de Rodrigo Garcia (PSDB) ao governo de São Paulo.

A chantagem de Lira apequena mais ainda a sua forma miúda de fazer política em Alagoas.

Usa o chicote em vez do diálogo!

O problema de Lira não é o PSDB deixar o grupo, é que se o partido não se coligar com o União Brasil, sua prima, deputada Jó Pereira, tucana, não poderá ser a vice da chapa de Cunha, acomodado no União Brasil pelo deputado.

Ou seja, não tem nada a ver com coerência ou compromisso, mas com interesse político, apenas isso.

Seja lá como acabe esse imbróglio, quem mais tem a perder é Cunha.

Postado por Ponto Final

Bolsonaro ou não Bolsonaro, eis a questão!

07.06.2022 às 10:20

Nem bem começou oficialmente a campanha eleitoral deste ano, e o presidente Jair Bolsonaro já está “maquinando” a quem responsabilizar em caso de derrota na sua tentativa de reeleição. Agora, a bola da vez é o ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem acusa de ter agido na justiça eleitoral para beneficiar o ex-presidente Lula.

Pasmem, Bolsonaro quer que Fachin se considere impedido de conduzir o processo eleitoral. E disse em entrevista ao programa Terra Viva, da TV Bandeirantes:

“É bem claro o que está acontecendo: há dois anos ele (Fachin) falou que o Lula deveria ter participado do processo de 2018 pelo bem da democracia. E não podemos esquecer de que Fachin foi o relator do processo que tirou o Lula da cadeia e agora está à frente do TSE. Ou seja, tudo faz, obviamente no meu entender, para eleger o Lula de forma não aceitável".

E voltou a insinuar sobre uma sala secreta na Corte para contagem dos votos. Enfatizou que tem "direito" de desconfiar e espera que "não ganhe as eleições quem tem amigo dentro do TSE".

E como se não bastasse, atacou com mais essa sandice:

“O presidente do TSE chamou 70 embaixadores para ouvir "maravilhas" sobre as urnas. Deixa transparecer que eu estou duvidando do processo eleitoral, preparando um golpe para após as eleições. E deixa claro, nas palavras dele, que uma vez anunciado o resultado das eleições, o mundo todo deve reconhecer Lula como presidente da República eleito. Aí temos um fator gravíssimo".

Ou seja, se ele for reeleito, tá tudo certo, se for derrotado, é golpe do TSE.

Santa loucura!

Quando Bolsonaro e seus seguidores irão entender que as urnas são soberanas, que o voto eletrônico é seguro e auditável, e que o Brasil não aguenta mais um governo que nos tira cidadania a cada projeto de lei que encaminha ao Congresso Nacional, que ameaça a democracia em cada discurso feito, que incentiva a intolerância e o ódio entre os brasileiros pelo país a fora?

A questão não é Lula, é Bolsonaro.

Eis o contexto principal da disputa à presidência do Brasil neste ano de 2022.

Postado por Ponto Final

Cautela, chá de camomila e caldo de galinha na política, por favor!

06.06.2022 às 12:00

A campanha eleitoral de 2022 já está na rua, e sem nenhum disfarce!

Na disputa nacional, o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula já polarizam nas pesquisas de intenção de voto e ataques em redes sociais, com discursos agressivos e eleitorais. Só falta o tradicional “vote em mim”, mas já bravejam o “não vote nele”.

Em Alagoas, o clima não é diferente.

Busca-se qualquer coisa, do passado e do presente, que possa desconstruir o adversário de momento, pré-candidatos desfilam em vias públicas com faixas e cartazes com slogans que os identifiquem na política, vão a eventos, dão discursos, fazem “prestação de contas”, posam para fotos com possíveis eleitores, postam em redes sociais depoimentos em seu favor, e para a justiça eleitoral? Nem aí!

E como estamos em época junina, não tem quadrilha que se preze que não receba a visita de “políticos”, que até se balançam em ritmo de forró, “mostrando” intimidade com a cultura regional, antes de usarem o microfone e jogarem o “contem sempre comigo”!

Mas no meio de tudo isso, as lideranças devem ter uma preocupação básica, no palanque que for: promover a paz, para que haja entre os eleitores o debate político e não a violência eleitoral. Quando os líderes promovem a guerra, os eleitores os seguem, e nessa arena podem tombar literalmente inocentes, manipulados pela força do ódio.

Que saibamos fazer política com paz, em paz.

E com respeito à legislação.

 Afinal, oficialmente, a campanha “não começou”. Ou não deveria ter começado, né isso Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?

Postado por Ponto Final

Os saltos altos do PT

02.06.2022 às 14:00


O PT calçou saltos altos com a eleição de Lula para presidente do Brasil em 2002 e nunca mais saiu deles. Nem mesmo para fazer uma autorreflexão após o impeachment de Dilma e a prisão de Lula.

E essa reflexão era necessária, independente da saída da presidente Dilma ter sido golpe, ou não, e da prisão de Lula ter sido injusta, ou não. 

O PT cometeu erros e sobretudo erros na soberba da gestão, no aparelhamento de poder, no narcisismo desacerbado, na ganância de ser o “dono” do mundo em um país de tantas diferenças sociais, políticas e econômicas.

A falta da avaliação profunda do que foi o PT no governo, na parceria com outras legendas, na relação com o Congresso Nacional e o judiciário, faz com que, hoje, Lula e a cúpula do partido tendem a cometer a mesma prepotência de antes.

A fala de Lula nessa semana sobre o PSDB, revela exatamente isso: 

"Um senador do PFL disse, uma vez, que era preciso acabar com a 'desgraça do PT', o Jorge Bornhausen. O PFL acabou. Agora, foi o PSDB que acabou, e o PT continua forte, continua crescendo".

Lula só esqueceu de dizer que o PT também continua arrogante.

Independente de ser verdade ou não a expressão, ela afasta mais ainda a possibilidade de os tucanos somarem com Lula contra Bolsonaro. E se Lula não sabe contar, o PSDB sabe muito bem fazer a conta de quantos tucanos podem atrapalhar o PT nas eleições deste ano, inclusive começando pelas alianças e parcerias estaduais.

A declaração de Lula ganhou reações tucanas em todo o país, mas a do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) está conectada a avaliação desse blog: “A fala revela o quanto ele (Lula) está de salto alto”.

De salto alto, Lula demonstra que nem ele e nem o PT aprenderam coisíssima alguma com a vitória de Jair Bolsonaro em 2018.

Lamentável.

Postado por Ponto Final

Não é cancelar, é adiar!

31.05.2022 às 10:40

São 3 óbitos e mais de 18 mil alagoanos desabrigados e desalojados com as recentes chuvas no estado, até o início da manhã desta terça-feira, 31 de março. 

Adiar os festejos juninos na capital e no interior é sinal de bom senso.

Primeiro, pela própria sensibilidade ao momento, segundo, para que cada centavo que seria gasto nesse período seja dirigido para acolher essas famílias, com aluguel social, cestas básicas, entre outras necessidades básicas.

É evidente que o segmento cultural em Alagoas, reprimido durante dois anos por conta da gravidade da covid-19, vê no São João uma oportunidade de recomeçar a recuperar suas perdas, com total legitimidade.

Então, que o poder público não cancele os shows juninos, mas que reduza o seu custo mantendo apenas as atrações locais e adie a data para eles acontecerem.

Acomoda o dever de cuidar das vítimas das chuvas, as festas para a população, dinheiro no bolso para os profissionais da música no estado, e ainda fica de bem com os santos Antônio, João e Pedro.

É só uma questão de calcular pelo dever público e não pelos frutos eleitoreiros ditados pelas redes sociais.

Postado por Ponto Final


Ponto Final por Redação

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