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CPI vai apontar os criminosos

17.10.2021 às 13:20


PARA REFLETIR - O gestor público que muito engana, um dia será enganado. 


CPI vai apontar os criminosos

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), disse que a expectativa é de que o relatório final da comissão de inquérito proponha o indiciamento de pelo menos 30 pessoas.

Ao todo, a lista de investigados do relator, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), soma 32 pessoas, incluindo políticos, médicos e empresários.

O parecer final deve ser apresentado na próxima terça feira.

Calheiros disse que o número final de pessoas que podem ser indiciadas não foi fechado, mas salientou que enviará à PGR (Procuradoria-Geral da República) apenas os nomes que tiverem prerrogativa de foro.

A ideia é enviar os demais pedidos de indiciamento para ministérios públicos estaduais, procuradorias-gerais dos estados, tribunais de contas e assembleias legislativas.

Os crimes de Bolsonaro

Como se esperava desde a instalação da CPI, o presidente Jair Bolsonaro será o campeão de indiciamento, pela prática de pelo menos 13 crimes cometidos durante a pandemia. O temido relator (Renan Calheiros) cumpriu a profecia e sugere para o negacionista o castigo para seu comportamento marginal e condenável, a exemplo de prevaricação, charlatanismo, crime contra a vida, crime de responsabilidade, homicídio omissivo, infração de medidas sanitárias, genocídio de indígenas, crime contra a humanidade, violação de direitos sociais, entre outros. 

Sem impeachment 

Como a CPI não tem poder decisório para condenação, todo esse grande e exaustivo trabalho pode “morrer na praia” por dois motivos: a falta de interesse e o atrelamento do procurador geral da República, Augusto Aras com o presidente e o convencimento da Câmara e do Senado de que não há razões para o impeachment, mesmo entre parlamentares de oposição ao governo. O site Congresso em Foco realizou uma pesquisa com os principais nomes de congressistas das duas casas, que apontam como mínima a chance de acontecer o afastamento do presidente.

O impeachment só teria como acontecer com o clamor das ruas, o que a CPI não conseguiu angariar. 

Fim da impunidade no MP

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 05/21), que muda a composição do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), se for aprovada, pode representar “o fim da impunidade em um órgão muito forte”.

Segundo ele, a proposta é polêmica e há muitas versões criadas por integrantes do Ministério Público. Lira disse que um dos objetivos da PEC é fazer com que a sociedade civil tenha maior participação no CNMP, pois ele não tem funcionado para punir seus membros.

“São questões que serão decididas com transparência, mas sem versões, não é a PEC do ministro Gilmar Mendes. Hoje, nenhum membro do MP responde contra improbidade. É importante um conselho forte, com presença, para que tenhamos transparência”, disse Lira.

De acordo com o parecer preliminar do relator da PEC, deputado Paulo Magalhães (PSD/BA), o CNMP passa de 14 para 15 membros, dos quais 4 indicados ou eleitos pelo Legislativo.

Corrigindo vícios

O deputado Paulo Teixeira, (PT/SP), autor da proposição da PEC 05/21, disse ter apresentado a matéria para acabar com desvios nos ministérios públicos. “Quantos promotores e procuradores foram punidos nesses anos todos? O que vimos foram abusos de procuradores que fazem acordos espúrios com países estrangeiros sem passar pela autoridade nacional, que pegam a entidade lesada que deveria recuperar recursos desviados e se apropriam desses recursos, combinam decisões com juízes”.

Engana que eu gosto

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. A proposta segue para análise do Senado. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Dr. Jaziel (PL/CE), ao Projeto de Lei Complementar 11/20. O texto obriga estados e Distrito Federal a especificar a alíquota para cada produto por unidade de medida adotada, que pode ser litro, quilo ou volume, e não mais sobre o valor da mercadoria. Na prática, a proposta torna o ICMS invariável frente a variações do preço do combustível ou de mudanças do câmbio.

A mudança contraria os governadores de alguns estados, mas mesmo assim foi enfiada de goela abaixo, em uma manobra que vai acabar não influindo muito no aumento de preço dos combustíveis.

Logo os aumentos voltarão a acontecer e nós nada poderemos fazer. 

Uma dupla de peso

Cada um com seu estilo, mas ambos convergindo para o mesmo caminho em busca da merecida vitória. Pode anotar os nomes dessa dupla, que deixa a carreira solo para ficar mais forte.

A união de Marx Beltrão e Rui Palmeira certamente acarretará duas vagas na disputa eleitoral do próximo ano.

Ambos bem articulados, com potencial político e serviços prestados para mostrar. Eu aposto nos dois.

Pílulas do Pedro

Clube de descontos do servidor. Uma ideia roubada, pelos que não sabem criar.

Um poeta faz “palestra” (?) e cobra 42 mil reais. Novos tempos? Alô vereadores.

Postado por Pedro Oliveira

O voto comprado, tomado e roubado

10.10.2021 às 08:40


O voto comprado, tomado e roubado

Desde as eleições com cédulas de papel, até atuais urnas eletrônicas, um fator sempre esteve presente a cada pleito, principalmente nas regiões mais pobres, a exemplo do Nordeste: a criminosa compra de votos. Ainda é muito comum pessoas transformarem seu voto em mercadoria, trocando-o por benefícios individuais e pouco éticos, muitas vezes até ilegais. Essas práticas são comumente denunciadas pela imprensa, por investigações feitas pela Justiça Eleitoral e ações da sociedade civil para combater o fenômeno. Todos esses casos mostram que a compra de votos ainda é uma prática bastante recorrente em parte do eleitorado.

Quem nunca ouviu falar de alguém que trocou o voto por cesta básica, gasolina, materiais de construção. A compra e venda de votos costuma ter sua importância minimizada, uma prática às vezes até já naturalizada em determinados locais.

Uma pesquisa encomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostrou que pelo menos 38% dos entrevistados têm conhecimento ou já testemunhou algum caso de compra de votos.

Ao vender o voto o eleitor é corrupto

Ao tratar seu voto como uma mercadoria, o eleitor ajuda a eleger alguém que usou de métodos imorais e ilegais para chegar ao poder. Sabendo disso, você acha que esse representante não repetirá esse comportamento quando for eleito?

Ao colaborar com esse tipo de prática, você ainda abre mão do seu papel de cidadão e permite que um governante corrupto tome decisões que influenciarão sua vida e a de todos os outros cidadãos. E não é só o representante que se elege de forma corrupta, ao vender seu voto, você se torna uma pessoa corrupta também.

Em seuartigo 299, o Código Eleitoral considera crime o ato de “Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”.

O fim das coligações

As mudanças recentemente aprovadas pelo Congresso Nacional na legislação eleitoral vão garantir “previsibilidade” para as futuras eleições e mantém a lógica de reforçar partidos que têm “independência” e “autonomia”, apontou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele ressaltou que a opção do Senado por não restabelecer as coligações partidárias nas eleições proporcionais mantém a essência da minirreforma eleitoral de 2017. Aprovadas antes de 2 de outubro, as regras valem para as eleições de 2022. 

Pacheco detalhou as mudanças, entre elas, a permissão para dois ou mais partidos políticos se unirem em federações por pelo menos quatro anos. A norma é resultado do projeto de lei, sugerido pela Comissão da Reforma Política do Senado. Para tornar lei a regra das federações partidárias, o Congresso derrubou o veto integral do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Fora do tom

A administração do prefeito JHC tem andado bem nesses quase dez meses, com uma avaliação altamente positiva. Várias pesquisas têm mostrado o alcaide com potencial político que o faz ser lembrado para a disputa ao governo nas próximas eleições.

Porém nem tudo é “doce” na administração. A SMTT, por exemplo, tem se mostrado uma nota fora do tom e do compasso, alvo de muitas críticas. Quase todos os dias as redes sociais têm mostrado agentes de trânsito truculentos e com falta de tato nas abordagens. Se não bastasse, o órgão tem tomado medidas equivocadas no disciplinamento do trânsito da capital, causando transtornos à população.

Existem ainda alguns secretários e secretárias buscando holofotes e flash como se celebridades fossem, o que é ruim.

Obras eleitoreiras?

Desde o início do seu segundo mandato o governador Renan Filho não para de construir e inaugurar obras. Tem sido uma maratona intensa beneficiando todos os municípios do interior, independentemente da cor partidária do prefeito. Estradas novas são rasgadas interligando as cidades, com asfalto de qualidade, 300 ônibus  já foram entregues para transportar estudantes, sem contar com muitos outros benefícios que colocam a educação alagoana na vanguarda nacional. Novos hospitais construídos e modernos equipamentos para melhorar a Segurança Pública como novas delegacias, centros integrados, viaturas e armamento moderno para as polícias.

Ai o Tribunal de Contas sai de sua longa letargia, com a equivocada missão de “apurar a existência de supostas obras eleitoreiras.”

Desejariam os nobres conselheiros que o governador seguisse o mau exemplo da corte, e permanecesse inerte? Vão trabalhar, senhores.

Querendo contaminar

O deputado Ronaldo Medeiros apresentou projeto de lei que dispõe sobre a obrigatoriedade do comprovante de vacinação em estabelecimentos abertos ao público, a exemplo de todos os demais estados, que prezam vidas e estão vigilantes com uma possível volta da pandemia, mesmo em escala menor.

O absurdo se dá ao contrário, quando um parlamentar que prega tanto o espírito de solidariedade, se diz contra a medida e que “fará tudo para que o PL não logre êxito”.

Cortando as asas

O procurador Geral da República, Augusto Aras, protocolou no STF (Supremo Tribunal Federal) um total de 22 processos que visam derrubar uma legislação federal de 1994 e outras normas estaduais que concedem às Defensorias Públicas o poder de requisitar documentos de órgãos públicos. A medida é para corrigir a distorção quando defensores públicos, que nada mais são que advogados para defender a população mais pobre, que não tem acesso à Justiça e alguns desses defensores agem como se fossem agentes do Ministério Público, o que é um grande equívoco.

Pílulas do Pedro

Rafael Brito saiu do Turismo e a pasta apequenou literalmente. Chegou na educação e está revolucionando. Gestor é gestor e o resto é figuração.

Retornando de Dubai, o prefeito JHC comemora os resultados de sua viagem. Vendeu bem a imagem de Maceió para os Emirados Árabes. 

Postado por Pedro Oliveira

Brasil, um país com fome e miséria

03.10.2021 às 18:30
Getty Images


PARA REFLETIR

O grande problema do mundo não é a violência, a fome, ou a corrupção. Mas sim as pessoas que contemplam tais coisas e recusam-se a tomar uma atitude.

Brasil, um país com fome e miséria

O desgoverno do presidente Jair Bolsonaro tem levado o país, a cada dia, aumentar o índice de miserabilidade, reduzindo a renda de milhões de pessoas com extrema redução renda.

Pelo menos 2 milhões de famílias brasileiras tiveram a renda reduzida e caíram para a extrema pobreza entre janeiro de 2019 e junho deste ano. Os dados são do Cadastro Único do governo federal, o chamado CadÚnico, que aponta para um aumento mês a mês de pessoas na miséria desde novembro de 2020.

Em dezembro de 2018, durante o governo Michel Temer (MDB), eram 12,7 milhões na pobreza extrema. Dois anos e meio depois e com Jair Bolsonaro na Presidência, esse número chegou a 14,7 milhões em junho de 2021.
Família em extrema pobreza é aquela com renda per capita de até R$ 89 mensais. Em regra, são pessoas que vivem nas ruas ou em barracos e enfrentam insegurança alimentar recorrente.

Os números da fome

O número de junho é o maior de famílias na miséria desde o início dos registros disponíveis do Ministério da Cidadania —a partir de agosto de 2012— e representa 41,1 milhões de pessoas. Há ainda 2,8 milhões de pessoas na pobreza, ou com renda per capita de R$ 90 a R$ 178 mensais.

Em Belo Horizonte, Cuiabá, Maceió, Manaus, São Paulo e Balneário Camboriú (SC) se revelam a insuficiência dos programas sociais e a dependência de doações de voluntários e ONGs contra a fome.

Proporcionalmente Maceió é a capital que apresenta um dos maiores índices de pobreza extrema no país. Mais uma vergonha nacional.

Segundo o economista e pesquisador da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) Cícero Péricles de Carvalho, o aumento do número de miseráveis é resultado de uma combinação de elementos estruturais com conjunturais, como a inflação e o desemprego.

Especialista alagoano explica as causas da miséria

"Pela Pnad [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE] de maio, o número de desempregados chega a 14,8 milhões de trabalhadores. Esse dado, mais a inflação, principalmente a de alimentos, influencia na renda e no consumo. O Dieese [Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos] calcula que, nos 12 últimos meses, a cesta básica teve uma variação média de 22% e que o valor do salário mínimo necessário seria de R$ 5.422, cinco vezes maior que o piso em vigor", afirma.

A Pesquisa de Orçamento Familiar, também do IBGE, já havia detectado um aumento de 33% na insegurança alimentar entre 2017 e 2018. "Além disso, pesquisa realizada em abril deste ano confirma que 19 milhões de brasileiros estavam em situação grave em relação ao acesso à alimentação", disse o professor Cicero Péricles em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Quando a miséria chega a nós

Era noite de um sábado quando Zenilda Silvino da Silva, 44, viu que não tinha nada em casa e decidiu enviar uma mensagem pedindo socorro a uma ONG de Maceió. "A gente realmente não tinha o que comer, faltava mesmo", conta

Zenilda veio com o marido no início do ano passado de São Paulo para Maceió, mas com a pandemia as coisas ficaram difíceis.

"A gente está tendo dificuldade pela falta de serviço, e aí acaba sem nada em casa para comer. Somos diabéticos, e você sabe que diabético não pode ficar muito tempo sem comida. Então acaba faltando as coisas dentro de casa, e a gente não tem muita ajuda das pessoas. Só quem veio ajudar a gente mesmo foram eles", dizem.

A entidade que ela procurou se chama Instituto “Amigos da Sopa”. O coordenador da ONG, Tibério Jorge, conta que pedidos assim se tornaram constantes.

"Nós ajudamos pessoas cadastradas, são 520 famílias. Mas quase todo dia recebemos pedidos de pessoas que não são cadastradas, sempre pedindo socorro porque não têm comida", diz.

Tentamos sempre ajudar porque a fome tem pressa, não pode esperar."

Miséria nas ruas de Maceió

Temos observado uma verdadeira “procissão de miseráveis” nas ruas e praças da capital, mulheres com crianças nos braços, nas portas de supermercados pedindo uma lata de leite. Ainda esta semana deixei duas dúzias de ovos e pão com pessoas que mendigavam à porta de um estabelecimento na Ponta Verde. É penoso, doloroso e cruel.

As políticas públicas são falhas e incapazes de atender a demanda de famílias que passam fome. Tenho dito insistentemente: não adianta investir no “digital” e deixar o social como menos importante.

Os se toma uma providência, do contrário esse cenário de miséria só tem de a aumentar, a cada dia, com consequências previsíveis.

A fome é geral e avança colocando o Brasil no abismo da miséria, não nos bastasse a vergonha política e institucional, agravando a situação de estados e municípios.

Não bastassem milhares de famílias enlutadas, durante a pandemia, por conta do negacionismo, nos sobra de presente a fome e a miséria, como cenários do bolsonarismo.

Pílulas do Pedro

No próximo ano a fome vai diminuir no Brasil. É ano de eleição.

Muitas pessoas vão trocar cada voto da família por uma cesta básica. É assim que funciona.

Postado por Pedro Oliveira

Eleições milionárias

26.09.2021 às 12:14

PARA REFLETIR

“Nós temos um elenco de provas e, a cada dia, chegam mais provas de que essa coisa infelizmente, lamentavelmente, existiu” - Renan Calheiros sobre o gabinete paralelo no Palácio do Planalto

Eleições milionárias

Se aproxima o ano eleitoral (2022) que promete ser de disputas acirradas nos campos majoritário e proporcional. Pelo andar da carruagem, pra começo de conversa, será uma das eleições mais caras e para conquistar o pódio só há vagas para candidatos ricos (quase todos são) ou aqueles fenômenos eleitorais, que dificilmente surgirá, pelo momento eleitoral muito conturbado e polarizado eleitoralmente.

Um outro problema se apresenta para os candidatos, principalmente dos partidos pequenos, com as novas regras eleitorais proibindo as coligações nas eleições proporcionais, mesmo assim continuarão servindo de “legendas de aluguel” nas composições majoritárias e no tempo de televisão gratuito. Negócios milionários serão feitos em nome da unidade eleitoral espúria.

Aqui entre nós o quadro começa a se definir somente no início do próximo ano, embora as tratativas já estejam rolando nos bastidores.

Os caciques da eleição

Sabemos que na teoria eleição representa a vontade do povo, mas na prática não é bem assim. Os eleitores recebem o “cardápio” pronto para escolher em quem vota e na lista só constam os “ungidos”, pelos que têm o poder, pelas conveniências políticas e pelo dinheiro, que muitas vezes é tirado do próprio povo.

E no mais toda eleição é feita por “caciques” e os “índios” apenas seguem a ordem dada. Os que sabem votar e os “fora da tribo”, são geralmente minoria e não fazem diferença no resultado. Temos um exemplo muito evidente nas eleições de 2018, quando foram eleitos ou reeleitos exatamente os atores citados anteriormente.

Nem sempre é o melhor

Muitas vezes, saindo da bolha do voto negociado, há também, o voto equivocado, o que é tão maléfico quanto o primeiro.

No pleito de 2018, montado em um marketing caboclo, mas eficiente, o então deputado Rodrigo Cunha, que teve um mandato razoável na Assembleia Legislativa, ganhou uma cadeira no Senado, derrotando o deputado federal Maurício Quintella, recém-saído do Ministério dos Transportes, com atuação protagonista no Congresso Nacional e com grandes serviços prestados ao estado.

Alagoas saiu perdendo com a opção equivocada. Rodrigo Cunha é um senador de “segunda classe”, com um mandato pífio e quase que um desconhecido no Senado. Não são poucos os colegas que me indagam em Brasília quem é o terceiro senador de Alagoas (fora Renan Calheiros e Fernando Collor) e eu prontamente respondo: “ninguém”.

Mentindo na CPI

Durante seu depoimento na quarta-feira, o diretor-executivo da operadora de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, passou da condição de testemunha para a de investigado pela CPI da Pandemia. Tendo jurado dizer a verdade, Batista Júnior foi acusado por senadores de mentir e de ter trabalhado em conjunto com o chamado gabinete paralelo, que atuaria no Ministério da Saúde. O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), mostrou vídeos em que Batista Junior tratava de protocolos de combate à covid-19 com integrantes do grupo que atuava junto ao governo Bolsonaro. O problema é saber se a CPI terá tempo para ouvir um seu novo depoimento, uma vez que já são 35 testemunhas transformadas em investigadas e a comissão está se em caminhando para o fim de seus trabalhos.

Ofensa irrita senadores

(BRASÍLIA) - Na reunião da CPI esta semana os senadores se solidarizaram com Simone Tebet (MDB-MS). A senadora foi vítima de um ataque machista por parte do ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Wagner Rosário. Para os membros da CPI, a atitude do controlador foi uma agressão às mulheres de todo o Brasil e ao Senado Federal como instituição.

“A agressão que nós vimos – e já vimos aqui a manifestação de vários senadores e senadoras – não só atinge todas as mulheres mas atinge esta Casa, porque se tentou, de uma maneira chula, de uma maneira ordinária, de uma maneira canalha até, atingir a imagem da nossa grande e inspiradora amiga Simone Tebet — afirmou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Durante o seu depoimento, após discordar da senadora, o ministro usou o termo "descontrolada" e sugeriu que a parlamentar “lesse de novo” todo processo referente à vacina indiana Covaxin. Segundo ele, ela teria dito “inverdades” sobre o caso.

Renan Calheiros, missão cumprida

Não foi sem razão que os componentes da CPI da COVID escolheram o senador Renan Calheiros para ser seu relator. Sabiam de antemão as reações desleais do Palácio do Planalto, as tramas e ameaças que circundam o gabinete do presidente e a interferência maléfica dos seus filhos e a sanha criminosa de seus seguidores. Não era tarefa para um senador qualquer. Foram buscar o mais astuto, o que mais em tende de regimento do Congresso Nacional e com coragem suficiente para enfrentar o lado podre do bolsonarismo. Odiado por muitos e amado por alguns, Renan cumpriu fielmente o seu papel, fazendo tremer as bases do Palácio do Planalto e impondo noite insones da Bolsonaro.

O relator está finalizando o aguardado veredicto, que certamente irá incriminar além de políticos, destacadas figuras públicas e empresários, com o presidente da República encabeçando a lista. A montanha não vai parir um rato.

Pílulas do Pedro

Vagner Paes se encaminha para obter vitória nas eleições da OAB. Há uma onda de adesões importantes, à sua candidatura.

Maceió é a única capital que não tem uma política pública voltada para a causa animal.

Postado por Pedro Oliveira

Porque esquerda e centro poderão perder

18.09.2021 às 19:05

PARA REFLETIR

“O comportamento belicoso e desestabilizador de Bolsonaro, configura método já visto em outros ladridos ditatoriais. Ele vive o desespero de estar em processo irreversível de baixa popularidade”. (Senador Renan Calheiros).

Porque esquerda e centro poderão perder

Os atos do último domingo deram uma mostra evidente da fragilidade de um movimento centrista com o objetivo de enfrentar o presidente Jair Bolsonaro e “apeá-lo” do poder.

Movimentos de centro e de direita tentaram  turbinar seus protestos , confiantes em que a bizarra tentativa presidencial de emparedar o Poder Judiciário faria a classe média que apoiou em parte a rua de 2013 e a tomou em 2016 voltasse a dar as caras. Fracassou, como qualquer pessoa com visão razoável perceberia ao examinar as imagens da avenida Paulista. Isso para não falar no vazio no resto do país. A presença das maiores lideranças de uma possível terceira via, a exemplo de Mandetta, Ciro Gomes, Amoedo e Dória não conseguiu atrair o povo para a manifestação.

Ao olhar esses nomes não encontramos um sequer, com musculatura eleitoral para competir com Lula ou Bolsonaro, mas atrapalha um bocado. A impossível união dos partidos de centro e de esquerda que poderia levar a uma vitória no primeiro turno, está descartada. Se Bolsonaro segurar seus arroubos de ditador de republiqueta, parar com confrontos com os poderes e mantiver um relacionamento republicano (o que não é fácil) poderá sim, conquistar o segundo mandato, mesmo que seja um desastre para o país.

Mirando Bolsonaro

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, defendeu a união entre os Poderes para enfrentar a crise sanitária e econômica. Segundo ele, é obrigação de todos trabalhar em sintonia para acabar com a pandemia, diminuir o desemprego e solucionar os problemas relacionados aos precatórios, que podem afetar os investimentos públicos e o teto de gastos.

“Toda instituição republicana ou Poder só existem para servir ao País. Temos a obrigação neste momento de trabalhar em sintonia para acabar com a pandemia, diminuir o desemprego, solucionar os precatórios, que podem afetar os investimentos públicos”, afirmou Lira, por meio de suas redes sociais.

Ele reafirmou que não é o momento de desarranjos institucionais e disse esperar que a nota oficial do presidente Bolsonaro seja uma oportunidade de recomeço de conversas para estabilização da política brasileira.

Brasil, à procura de um líder

Sempre leio, com muita atenção, os textos da jornalista, Letícia Borges. Esse em especial que me mandou o colega Vanildo Mendes, outro craque do jornalismo brasileiro, radicado em Brasília. Ela faz uma análise cruelmente verdadeira da situação política brasileira e da falta de alguém com capacidade de assumir o protagonismo ou o surgimento de um nome de referência nacional. Tenho essa mesma visão e acho que também a maioria dos brasileiros. 

Onde estão as verdadeiras lideranças do país? Aquelas que as pessoas paravam pra ouvir, nas tribunas da Câmara e do Senado?  Não se fala mais em reserva moral, expressão antiga para se referir a algum político – ou um magistrado, por exemplo – acima de qualquer suspeita.

Vez por outra, repete-se uma frase de Ulysses Guimarães. E ele está morto há quase 30 anos. É como se, depois daquela geração – de Mário Covas, Tancredo Neves, Franco Montoro, Teotônio Vilela, Paulo Brossard, entre outros – não haja ninguém mais digno de citação.

Eles já não eram jovens quando veio a redemocratização do país. De lá pra cá, a impressão que se tem é que não se construiu uma nova geração de políticos que vão além de sua base eleitoral. Poucos ultrapassam as fronteiras de seus estados.

Brasil, à procura de um líder II

Estudiosos haverão de se debruçar sobre o tema. Alguns já o fazem. Mas é impressionante que, por onde se olhe, não há um só nome que tenha o status de liderança minimamente acima de um grupo.

Olhando para o Congresso, especialmente esta última legislatura, os parlamentares se destacam pela defesa de interesses corporativos dispersos e são majoritariamente fisiológicos. Qual o grande orador ou o exímio articulador? Quem são os líderes partidários conhecidos fora dos Salões Verde e Azul? Já fiz essa pergunta diversas vezes aqui na coluna e nas redes sociais.

Nem mesmo os presidentes das duas casas merecem, ao menos até agora, uma referência maior. Fora do Congresso, pode-se olhar para as reuniões de representantes de partidos que discutem seja o impeachment, seja uma opção eleitoral fora do Lula x Bolsonaro (aliás, dois “cases” sobre liderança: um que não deixou ninguém crescer; o outro, um ponto fora da curva, que não agregou ninguém ao seu redor, além dos filhos e uns poucos militares mais bajuladores).

O dia “D” da CPI

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros, já definiu o próximo dia 24 para a entrega do relatório da comissão, aguardado com grande expectativa. Para ele, embora a CPI já esteja “na reta final”, ainda há tempo para avançar nas investigações e depoimentos, com possíveis novos convocados.

Renan foi questionado se a necessidade de novas audiências e depoimentos mudaria a previsão dele de apresentar o relatório da CPI na data prevista.

Não, não muda. Eu tenho me esforçado para compatibilizar estas questões novas da investigação que virão à tona e certamente serão investigadas, mas neste prazo. Estou fazendo coisas simultâneas: estou querendo avançar na investigação, estou estudando bastante as informações que chegam e vamos, a partir de agora, formatar verdadeiramente aquilo que será o relatório final”.

A prudência do governador

As tratativas para as composições políticas, com vistas às eleições do próximo ano, estão ainda muito emperradas em Alagoas. O governador Renan Filho está cauteloso e não pode dar um passo fora do tom. Sabe do seu potencial e não confia, plenamente, em qualquer um para deixar no seu lugar. Se até o prazo fatal não achar essa via de confiabilidade pode ficar no cargo até o final do mandato. Sabe que é o maior eleitor das próximas eleições com cacife para eleger governador e senador. Confiança em política é algo “camaleônico”, e Renan Filho, mais do que ninguém sabe disso. O tempo e o compasso quem dará é ele mesmo. “Prudência e caldo de galinha não faz mal a ninguém”.

Pílulas do Pedro

Deputado estadual não pode legislar sobre alíquotas de impostos estaduais. Mas eles o fazem só para aparecer.

A CPI do Covid está para acabar. Vai parir um rato ou um gato? 

Postado por Pedro Oliveira

Crime e castigo

04.09.2021 às 17:45
Fiódor Dostoiévski - Reprodução


PARA REFLETIR

“O comportamento belicoso desestabilizador de Bolsonaro configura método já visto em outros ladridos ditatoriais” (Senador Renan Calheiros).

O Brasil assiste nos dias atuais um momento político digno de um livro de Fiódor Dostoiévski. Vivemos uma tragédia institucional e o principal culpado tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro. No romance russo Raskolnikov mata Alyona Ivanovna, a velha agiota; mata e rouba. Por acidente, acaba matando também a irmã da velha agiota, Lisavieta. E não sente nenhum arrependimento no ato do assassinato. Afinal, para ele não houve crime, ele não matou um ser humano, matou um “princípio”. Porém diferente do jovem criminoso da história, não lhe passa nenhuma tortura psicológica ou punição de efeito de remorso. Ao se confrontar com o texto da Constituição Federal e extrapolar todos os limites das “quatro linhas” do poder o presidente chama para si a prática de vários crimes, entre estes o de responsabilidade, o que bastaria para sofrer um processo de impeachment.

Crimes de responsabilidade são atentados graves à Constituição, praticados pelo presidente que tem o dever de respeitá-la e fazer com que ela seja respeitada; se configurados, permitem sua remoção pelo Congresso, como medida extrema de salvaguarda democrática. Tal definição é jurídica e se faz não apenas à luz da lei e dos precedentes relevantes sobre a matéria, mas também dos pressupostos do impeachment dentro do quadro de uma democracia presidencialista

Impeachments têm lugar quando estão presentes dois requisitos concomitantes: 1) uma autoridade abusando de seus poderes de modo grave, trazendo perigo à integridade de instituições essenciais à democracia (os demais poderes, a imprensa, as organizações da sociedade civil etc.); 2) e quando esses abusos de poder não podem ser contidos de maneira eficaz por meio dos mecanismos ordinários de freios e contrapesos constitucionais, como ações judiciais ou decretos legislativos.

Os crimes de Bolsonaro

Com a instalação da CPI da pandemia , no Senado Federal, as investigações e interrogatórios trouxeram à tona supostos outros crimes praticados pelo presidente da República a exemplo de negacionismo, esquemas de corrupção, no governo, negacionismo e o mais grave: responsabilidade por parte das milhares de mortes ocasionadas por Covid 19 , deixando um rastro de atrocidades , enlutando famílias e expondo o Brasil negativamente ao mundo.

Bolsonaro visto por Renan Calheiros

Para o relator da CPI, senador Renan Calheiros, o presidente vive o medo da reeleição, da prisão e do Tribunal Internacional. “Os coices autoritários de Bolsonaro não visam só o STF. Ameaçam o Estado Democrático de Direito. Desobediência às leis têm que ser enfrentadas pelo Congresso, que tem o dever de agir”.

O senador alagoano ao assumir a relatoria da CPI da Pandemia, ganhou protagonismo nacional. O Palácio do Planalto tremeu com sua indicação e fez de tudo para barrar. Sabia que ali estava um adversário hábil, articulado e conhecedor profundo das artimanhas da política brasileira. Um “profissional” que poderia levar o presidente ao inferno. E assim aconteceu.

Não é bom

O prefeito JHC e o governador Renan Filho entraram em linha de confronto bem antes do embate eleitoral de 2022. Ambos se “alfinetaram” nas redes sociais, durante esta semana. Acendeu a luz amarela no “túnel da paz” da política alagoana. O fato preocupa, pois, esse embate pode prejudicar algumas demandas positivas para o estado. Por que a política tem que ser assim?

Fazendo a pauta

O deputado Davi Maia se destaca com sua atuação no plenário da Assembleia Legislativa. Bem informado, preparado e antenado tem sido a atração nas sessões e nas Comissões do poder.

Atuante no campo da oposição, tem feito denúncias bombas contra setores do governo.

Buscando o Supremo

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) encabeça a articulação em torno de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que muda de 65 para 70 anos a idade máxima para indicação de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).Alguns defendem a tese de que é o jogo para beneficiar o ministro do STJ Humberto Martins, que quer disputar uma vaga no STF e está prestes a atingir a idade limite.

Pode até ser, mas a mudança é justa. Quando a idade limite dos ministros, para a aposentadoria passou para 75, o interstício deveria também ter sido alterado.

Fim das sinecuras

Volta a ganhar corpo no Congresso, com estimulo do Palácio do Planalto, uma PEC que extingue todos os Tribunais de Contas dos Estados e Municípios. Há muito já deveria ter acontecido o fim dessas excrescências que servem apenas para sugar o dinheiro público e pagar salários a “conselheiros” que nada fazem e em sua grande maioria chegam nas cortes por acordos políticos espúrios e na contramão da moralidade. Hoje por falta de técnicos (que sempre carregaram nas costas esses tribunais) não mais fiscalizam os órgãos públicos e aí perderam de vez suas utilidades.

Meu transporte novo

O governo de Alagoas, através da Secretaria de Estado da Educação continua entregando ônibus escolares para atender estudantes da rede de Educação dos Municípios.

A entrega do transporte escolar tem sido feita pelo secretário estadual de Educação, Rafael Brito.

Esses veículos vão ajudar no transporte escolar dos estudantes das escolas do interior. É um transporte que oferece segurança e conforto para os alunos.

Os ônibus escolares doados fazem parte do Programa “Meu Transporte Novo”, do governo de Alagoas, onde estão sendo disponibilizados mais 300 veículos para o transporte de estudantes alagoanos.

Postado por Pedro Oliveira

Alexandre Ayres

28.08.2021 às 18:56


PARA REFLETIR

“Se o presidente não parar com essa pulsão de morte, cada vez mais as pessoas irão às ruas, pelo desespero e pelo agravamento da doença” (Senador Renan Calheiros),

Alexandre Ayres

Conheço o jovem secretário de Saúde, Alexandre Ayres, do tempo em que no início de sua caminhada no mundo jurídico fazia parte de um grande escritório de advocacia alagoano. Participou de um Curso de licitação que ministrei no Ministério Público Estadual, se destacando como um dos melhores alunos. Conversei com ele em alguns intervalos e pressenti ali um jovem com futuro brilhante. O tempo passou e surpreso vejo o seu nome anunciado como o gestor maior da saúde estadual. Pensei comigo mesmo – mas que guinada brusca para um profissional de direito! – mas não duvidei um minuto de que diante da situação crítica pela qual passava o setor, seu nome daria resultados positivos. A crise implantada não parecia poder ser resolvida por um experiente médico, o mal não era clínico, mas sim de gestão.

Alexandre Ayres logo após assumir mostrou que chegou para mudar. Fez transformações, modernizou as estruturas, valorizou os servidores, ampliou a rede de atenção à saúde, construiu hospitais e unidades de atendimento.

Na pandemia o protagonismo

Com a chegada da pandemia a vida do secretário virou de cabeça para baixo, exigindo sua integral dedicação, sacrificando a família, projetos pessoais e colado ao governador, com foco da detenção do vírus e de salvar vidas de alagoanos. O trabalho da dupla Renan Filho/Ayres colocou Alagoas no protagonismo nacional da vacinação, gerando matérias da grande imprensa, destacando a eficiência e os resultados positivos do combate ao Covid 19. Na capital e no interior não faltaram atendimentos dignos e vacina n o braço, quando a maior parte do país ficou sem seringas , a gente tinha estoque adquirido com recursos próprios.

Quando a política atrapalha

Exposto a grande visibilidade midiática , por conta do seu papel de “gestor da pandemia”, com seu carisma pessoal e sua maneira cordata e tratar a todos, logo o seu protagonismo se estendeu interior afora, recebendo o reconhecimento por parte de prefeitos, lideranças políticas e profissionais de saúde e daí para seu nome começar a ser veiculado como provável candidato em 2022 não demorou. Com essa evidência sua figura começou a fazer sombra em redutos de alguns políticos, que incomodados buscam destruir a sua reputação.

Se existem erros ou dolos na Secretaria de Saúde que sejam apurados e buscados culpados. Duvido que Alexandre Ayres seja conivente com qualquer desvio de finalidade ou qualquer crime de responsabilidade no trato com a coisa pública.

O secretário é neófito na política, não é um profissional, deve agir com sua consciência e não deve temer esse tipo de acusações, mas procurar responder de forma clara e seguir em frente, pois o caminho é longo e cheios de pedras.

Sem risco

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou não acreditar em nenhum tipo de ruptura democrática. Segundo ele, é preciso uma autocontenção dos governantes para dar mais estabilidade institucional e gastar menos energia com assuntos que não interessam à sociedade.

Lira disse ainda que os militares não apoiam nenhum tipo de ruptura e que, neste momento, é importante apaziguar os ânimos e não ultrapassar os limites constitucionais.

“Não teremos nenhum tipo de ruptura, os militares são conscientes que são protetores da Nação e não de qualquer projeto. Temos que ter autocontenção, temos feito muitas conversas e nossa função exige isso”.

Marx Beltrão

O deputado Marx Beltrão tem rodado o interior de ponta a ponta e não é fazendo turismo. Cuida de asfaltar sua caminhada com vistas as eleições do próximo ano. Exímio articulador, costura apoios políticos importantes, A exemplo do prefeito Júlio Cezar, de Palmeira dos índios, além de outros nos quais tem alocado recursos para ajudar as administrações de aliados. Com uma atuação de destaque na Câmara Federal, transita na Esplanada dos Ministérios com desenvoltura. Resta a pergunta: reeleição ou majoritária

JHC vai ou não vai?

Mesmo que sua avaliação siga em ascensão dificilmente o prefeito de Maceió toparia uma candidatura ao governo nas próximas eleições. Não é amador e é ele que tem construído sua trajetória, planejada e estudada passo a passo. Sabe que se aventurar largando o mandato para o qual foi eleito e consagrado, causará um enorme rombo em sua credibilidade eleitoral. Sabe também que tem capilaridade para a disputa, mas no momento adequado.

Viverá um momento delicado desde as composições com aliados e pode até emplacar um candidato para ganhar. Desde que não seja o senador Rodrigo Cunha, que por seu mandato pífio, sofre o desgaste de mais da metade dos votos que obteve na última eleição. Pesquisas informais indicam, que a cada dez eleitores 6 não repetiriam o equívoco do voto.

Tempo digital

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei das deputadas Soraya Santos (PL-RJ) e Margarete Coelho (PP-PI), que permite a realização de convenção partidária online. Segundo o texto aprovado, as convenções precisam seguir a certificação de todos os requisitos exigidos na legislação eleitoral e em estatutos dos partidos.

O relator, deputado Geninho Zuliani (DEM-SP), apresentou parecer favorável à proposta, que ainda depende de análise pelo Plenário. De acordo com Zuliani, “é preciso reconhecer que as fronteiras físicas à comunicação e à deliberação coletiva foram drasticamente reduzidas por soluções tecnológicas ao longo das últimas décadas”.

Pílulas do Pedro

Governador Renan Filho teve encontro com Lula em Natal (RN). Conversaram reservadamente sobre Alagoas, política e também 2022.

Secretário Alfredo Gaspar, todas as semanas se desloca ao interior para levar empreendimentos e segurança para as populações.

Legislação eleitoral vai castigar militar aproveitador que usa farda para se eleger.

Postado por Pedro Oliveira

Renan Calheiros, o relator

21.08.2021 às 15:53


PARA REFLETIR

O senador Renan Calheiros defendeu a convocação do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, para depor ao colegiado e chamou de “ridículo” o desempenho do general.

Renan Calheiros, o relator

O senador Renan Calheiros mais uma vez assume a condição de protagonista no Congresso Nacional, após algum tempo submerso desse papel, desde sua derrota na disputa para a presidência da casa, há dois anos. Hoje sua figura contraditória é a mais comentada na imprensa do país, superando os presidentes da Câmara e Senado. O senador alagoano de Murici, nasceu predestinado ao sucesso na política. Por onde passou, desde deputado estadual, federal, ministro e no longo período que reina no Congresso Nacional seu papel sempre está no topo.

Renan além de exímio articulador, tem um domínio da pauta política como poucos da história política contemporânea. Amado e odiado na mesma proporção, segue em frente colecionando mais vitórias do que derrotas.

A volta com a CPI

 Após seu período “sabático” emergiu como relator da CPI da Pandemia, para desgraça do presidente da República e sua camarilha apodrecida de acusações em todas as vertentes do crime. No seu estilo clássico de bater sem pena, tem liderado todos os lances da CPI conduzindo o colegiado a desvendar uma avalanche de falcatruas, praticadas por integrantes do governo e pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. Os trabalhos da comissão vão se aprofundando e a cada lance aparecem novos indícios de fraudes, corrupção e crimes de responsabilidade.

Segundo fontes da própria CPI as provas colhidas já caberiam um processo de impeachment para deixar vago o palácio do planalto, mas o relator continua garimpando fatos e atos para o seu veredicto, que é aguardado por uma nação indignada e que já perdeu.

Relatório quase pronto 

A proporção que as atividades da comissão vão caminhando o relator vem preparando o seu relatório que segundo informações já está com mais de mil páginas, dividido por fatos e depoimentos colhidos e investigados. E o próprio Renan Calheiros diz: “Vamos trabalhar para tentar apresentar o parecer final na segunda quinzena de setembro. Eu não sei se conseguiremos, mas eu vou efetivamente me dedicar a isso”.

No relatório preliminar que está sendo redigido e que tive conhecimento de parte, muita gente as quais estão imputados crimes como, charlatanismo, prevaricação, advocacia administrativa, atuação contra a ordem sanitária e corrupção.

O papel da CPI

Não caberá aos membros da comissão punir os crimes apontados, nem tampouco ao relator. Aprovado o relatório com indiciamento daqueles que praticaram os mais variados crimes contra o povo brasileiro, esses deverão ser denunciados pelo Ministério Público e condenados Judiciário que não poderão virar as costas para a barbárie que contabiliza quase 600 mil mortes, por negligência, negacionismo e genocídio.

Procuradora “cientista”

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou, ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentos colocando em dúvida a eficácia do uso de máscaras contra a covid-19, e defendendo um suposto direito do presidenteJair Bolsonaro de comparecer em eventos públicos sem a proteção.

"Nesse contexto de incerteza sobre o grau de eficácia do equipamento, embora seja recomendável e prudente que se exija da população o uso de máscara de proteção facial", escreveu a subprocuradora-geral Lindôra Araújo,

Para a PGR, o presidente não cometeu nenhum ilícito durante a viagem. As aglomerações geradas durante o evento presidencial não teriam a ver com o presidente. Aí o gado segue...

Assunto encerrado

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, interrompeu um repórter ao ser questionado sobre o apoio do presidente Jair Bolsonaro à chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do "voto impresso".  Lira respondeu que o assunto está "encerrado".

“Não vou tratar desse assunto porque esse assunto já está encerrado no Congresso”. Está correto Arthur Lira.

Capacitando desde o início

A Câmara dos Deputados aprovou esta semana Medida Provisória que determina que os órgãos e as entidades públicas deverão incluir em seus planos de capacitação ações para habilitar seus servidores a ocuparem cargos em comissão e aprovados em concurso.

Aqui em Alagoas essa prática de preparação de servidores oriundos de concursos públicos ou cargos de comissão já foi implementada pelo Instituto Cidadão, instituição especializada em formação de agentes públicos e tem sido aplicada com sucesso na administração.

O programa torna possível o servidor ao ingressar no serviço público, ter conhecimento das atribuições de seu cargo, deveres e direitos e receber um farto manancial de informações para o desenvolvimento de suas funções na administração.

Não para

Governador Renan Filho tem tido uma atuação impecável nesses tempos de pandemia. Não se descuida um momento de suas bases sólidas implantadas na saúde alagoana não deixando faltar. O contato com Brasília é permanente em busca de mais vacinas e insumos. Esta semana quando o país inteiro reclamava a fata de seringas e as vacinações paravam, por aqui não faltou nada, sem depender do Ministério da Saúde. Ontem em Palmeira dos Índios, o governador deu início a construção de um grande hospital, para atender a região Agreste. Aqui é assim, vão bem a saúde, a educação e as estradas para o povo viajar e escoar a produção. Quando se quer, se faz.

Pílulas do Pedro 

Na disputa para a OAB aparece o nome com força e apoios para ocupar o cargo de presidente. Vagner Paes.

Avaliação do secretário Alexandre Ayres está nas alturas. Não adianta discurso vazio para tentar desconstruir seu trabalho.

Postado por Pedro Oliveira

Braskem, crime sem castigo

14.08.2021 às 13:40


Pela primeira vez assisti ao documentário “A Braskem passou por aqui. A catástrofe de Maceió”. Recomendo a todos que assistam, mas previno que é chocante, impactante e com muita emoção e revolta do começo ao fim. O filme é o retrato vivo, bem contado e traz a verdadeira história da destruição de quatro bairros.

O autor da obra é o cineasta e ativista Carlos Pronzato, premiado internacionalmente por várias obras e teve o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Federais da Educação Básica e Profissional no Estado de Alagoas, entidade representativa dos docentes e técnicos administrativos do Instituto Federal de Alagoas.

A tragédia foi observada após um tremor de terra ocorrido em fevereiro de 2018 no bairro do Pinheiro, onde surgiram as primeiras rachaduras. Contudo, após um ano, outros bairros apresentaram o mesmo problema, como o Mutange, Bebedouro e Bom Parto. Ao estudar as razões do problema, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) identificou que a extração de sal-gema, feita durante quatro décadas pela Braskem, sem a fiscalização das autoridades públicas, foi a causa do desastre

Vítimas esquecidas, terra ferida

O desastre dos bairros de Maceió, já conhecido internacionalmente, maior que as barragens de Brumadinho e Mariana, em desalojamento de famílias, danos ambientais e prejuízos a pequenos estabelecimentos, tem recebido quase nenhuma atenção dos poderes públicos, apáticos e inertes ao processo de indenizações das vítimas e negociações com a empresa responsável pelo bárbaro e hediondo crime.

Política e demagogia

Nunca os escombros dos bairros afetados foram tão visitados como na última eleição. Olhando para a imensidão de casas destruídas, usando de cenário para discursos demagógicos, cada candidato gravou para seu guia eleitoral, bradando fingida emoção, articulada por seus marqueteiros, na busca de angariar votos no desespero e na dor de milhares de pessoas. Passadas as eleições calaram-se as vozes, sumiram os palanques e carros de som, como haveria de ser, tratando-se de políticos.

Quando os poderes de se calam

As queixas são unânimes entre as vítimas da tragédia, espalhadas pelos quatro cantos da cidade, alguns em casas de parentes, outros em imóveis alugados, comerciantes que perderam seus negócios, pessoas que deixaram suas vidas para trás, sonhos interrompidos cruelmente. Estão abandonados pelos políticos, pelo Ministério Público e Poder Judiciário. E fazem a pergunta: que poder é esse da maldita Braskem, que roubou vidas e patrimônios e nada lhe acontece?

Uma imprensa que cala

No documentário sobre o repugnante crime da Braskem o jornalista Joaldo Cavalcante, autor do livro “Salgema, do erro à Tragédia”, faz várias intervenções, com as quais nos conduz à barbaridade e irresponsabilidade, com mais clareza. Ressalte-se , Joaldo é um dos poucos da imprensa alagoana, com coragem e o espírito voltado para o interesse público, a abordar com profundidade o tema e sair em defesa dos atingidos. Os veículos convencionais (jornais, televisões e rádios), em sua maioria se calam, junto com aqueles das redes sociais. As únicas “matérias” publicadas são as propagandas da Braskem. Aí dá pra imaginar os “negócios”.

No fim, a destruição

Toda essa destruição ocasionada pela ganância da Braskem está registrada sob a visão do cineasta. Ao longo da construção do documentário, Pronzato conta o quanto se impressionou ao ver inúmeros imóveis desocupados.

 “É impressionante. Conseguimos driblar os tapumes para entrar nos imóveis. Não conseguimos entrar nas minas. É impressionante. E a noite piora, porque não conseguimos fazer entrevistas.

Durante os percursos encontramos uma cidade perdida. Apenas da compensação da Braskem, os moradores perdem sua história. Teve gente que nasceu no local e perdeu tudo, é muito triste. Isso por causa da negligência de uma empresa, pois tinham tudo para prever a tragédia. Nunca tinha visto algo do tipo”, afirmou o cineasta ao se deparar com uma “cidade perdida, um cenário de guerra”.

Fosse em um país onde a lei seja cumprida e os direitos da sociedade respeitados, os responsáveis há muito estariam presos e pagas todas as indenizações, inclusive os danos causados ao patrimônio público e ao meio ambiente. (Fonte de pesquisa Sintietfal).

Pílulas do Pedro

Enquanto os moradores expulsos dos bairros afetados choram suas dores, políticos frequentam a Braskem, para tomar cafezinho e se confraternizar.

O que está acontecendo nos poderes que ninguém foi punido pelo hediondo crime da Braskem? Ai tem coisa.

Postado por Pedro Oliveira

Bolsonaro: um presidente indigno do Brasil

07.08.2021 às 18:00


“Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos”. (Friedrich Nietzsche).


Jair Messias Bolsonaro vai entrar para a história como o pior presidente que o país teve desde a instalação da República, no ano de 1889, com o alagoano Marechal Deodoro como primeiro mandatário. Pela cadeira passaram figuras emblemáticas, intelectuais, militares, ditadores, malucos, alguns honestos, outros ladrões e culminou com 14 anos de mando do Partido dos Trabalhadores, nas administrações Lula e Dilma Rousseff, enxotada do cargo pelas trapalhadas irresponsáveis cometidas. Um Brasil indignado e cansado da roubalheira foi para uma eleição com a firme disposição de tirar o PT do poder, fosse a qualquer preço, a pagou pra ver. 

De repente aparece um capitão reformado, eleito diversas vezes deputado federal, sempre por meios transversos, integrante da banda podre do Congresso Nacional, que vociferou mais alto que os demais concorrentes, indo ao encontro do grito sufocado na garganta dos brasileiros “fora Lula”, “Fora PT”. Não imaginavam o tremendo equívoco que estavam cometendo. 

Carregado por uma campanha cafajeste, calcada em fake news e guerra suja nas redes sociais, foi crescendo nas pesquisas e acelerou quando uma “facada suspeita”, ainda hoje sem comprovações, o fez ir para o segundo turno, justamente em um embate contra o PT. Travou-se a luta do mal contra o mal, aí. diante da dúvida, 57 milhões de brasileiros optaram pelo desastre que não conheciam, coisa bem pior que toda a corrupção petista. Esta não conseguiu destruir a nação, mas a opção vencedora caminha para destruir o Brasil, sua democracia e sua história. 

O Brasil quer impeachment 

Nunca também na história do Brasil um presidente teve tantos pedidos de impeachment dirigidos à Câmara dos Deputados e também ao Supremo Tribunal Federal igualmente ao atual. 

Recordista em pedidos de impeachment, Jair Bolsonaro foi alvo de um “megapedido” por sua saída do cargo que reuniu acusações de mais de 100 denúncias.

O pedido imputa-lhe 23 crimes previstos na lei 1.079/50, conhecida como Lei do Impeachment. Entre eles, cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, tentar dissolver o Congresso Nacional, atrapalhar investigações, violar o direito à vida dos cidadãos na pandemia, incitar militares à desobediência à lei e não agir contra subordinados que agem ilegalmente.

O último é ligado às denúncias em torno da compra da vacina indiana Covaxin. O caso veio à tona depois que o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) disse ter denunciado irregularidades ao mandatário, mas este não determinou a investigação sindicatos, associações e coletivo.de subordinados e políticos aliados.

A culpa por mais de 500 mil mortes

Todos sabem que o governo   desde o início negou e até hoje não admite a gravidade da pandemia no Brasil. Esse governo demonstrou desde o primeiro dia do Coronavírus ser um grande aliado do vírus. Jair Bolsonaro é o maior aliado do vírus no Brasil, porque desde o começo negou a ciência e toda orientação mundial, não só da ciência, mas toda a experiência exitosa no mundo. É por isso, sim, que ele está cometendo crime contra a humanidade. Sim, ele tem responsabilidade pelas mais de 500 mil mortes que estamos vivendo neste país”.

Na entrega do pedido de impeachment coletivo na Câmara dos Deputados a dirigente partidária e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos ressaltou o papel da frente ampla num momento de gravidade política vivido pelo país. “É por isso, que se junta essa frente ampla, de vários parlamentares e várias entidades que refletem esse momento na história. Não é a primeira vez que a nação se une, nós fizemos isso quando lutamos pela anistia, nós fizemos isso quando lutamos juntos para derrubar a ditadura. E mais uma vez estamos juntos numa grande frente ampla para gritar em alto e bom som: Basta e fora Bolsonaro!”.

Bolsonaro, um mentiroso

A ninguém é desconhecido que o presidente tem compulsão pela mentira. Mentiu muito durante a campanha, a ponto de ganhar uma eleição calcada em fake news, mentiu ao não cumprir quase nenhuma promessa do que prometeu fazer após eleito e continuou mentindo durante todo o seu governo. E agora reage, cinicamente, se achando ofendido porque o ministro Alexandre de Moraes o incluiu no chamado inquérito das fake news pelos repetidos ataques ao sistema eleitoral brasileiro. Berrou o patético presidente - “Isso é uma acusação gravíssima. Ele abre apura e ele pune?”. Seria gravíssimo se as palavras fossem dirigidas a um presidente de verdade e vergonha. Mas contra Bolsonaro é apenas uma constatação.

Ninguém é de ninguém

Uma eleição em Alagoas nunca esteve tão embrulhada como essa que vem por aí. Se em 2018 faltaram candidatos ao governo, agora tem até demais. O problema é que cada um é candidato dele mesmo e poucos reúnem as condições eleitorais para tanto. Com esse clima a bola está no pé do governador Renan Filho e quem for o seu “ungido” terá muito mais chance de ganhar a parada, que promete ser animada.

Rafael Brito

Ele é tido e mantido como o “coringa” do governo estadual. Chegou na Agência de Desenvolvimento e arrumou a casa, cuidou do turismo e da economia e construiu avanços nunca alcançados para os setores vitais da Alagoas. Aí o governador se empolgou e resolveu testar em uma das áreas mais difíceis e problemáticas, a Educação. Rafael Brito em pouco tempo já conseguiu mudar completamente o perfil da pasta. É ágil, competente e empreendedor em suas ações. Fez em poucos meses o que alguns não conseguiram em anos. E vai fazer muito mais.

Uma dupla e tanto

Na administração do prefeito JHC não tem grandes estrelas. Em certos setores, inclusive no entorno do chefe, há uma certa mediocridade e muito fuxico. Entre o secretariado que é mediano, porém duas figuras sobressaem: Lininho Novais (Comunicação) e Mirian Monte (Cultura), fazem a diferença diante dos demais. Ambos extremamente profissionais, sempre mais preocupados com o prefeito do que com suas próprias imagens. Uma dupla que faz acontecer e o prefeito aparecer. 

Pílulas do Pedro

O senador de segunda classe insiste em ser candidato a governador. Mesmo sem ser convidado.

Codevasf na mira de órgãos de controle externo, com prováveis ações de improbidade. Pode chegar aí o japonês da Federal.

São tantas obras para inaugurar, iniciar e tantos projetos lançados para os municípios, que o governador dá sinais de esgotamento. Mas aguenta. 

Postado por Pedro Oliveira


Pedro Oliveira por Pedro Oliveira

Jornalista e escritor. Articulista político dos jornais " Extra" e " Tribuna do Sertão". Pós graduado em Ciências Políticas pela UnB. É presidente do Instituto Cidadão,  membro da União Brasileira de Escritores e da Academia Palmeirense de Letras.

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